Avaliação Online já está disponível para a comunidade acadêmica

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A avaliação online 2016/02 já está disponível. O questionário pode ser respondido desde o dia 19 de maio até o dia 19 de junho.

Na avaliação, os estudantes podem avaliar a infraestrutura do seu bloco e da Universidade, bem como o desempenho dos seus professores e coordenador de curso, além do aproveitamento nas disciplinas presenciais, semi-presenciais e EAD. Alunos em estágio de término de graduação também podem responder um questionário específico, onde é possível escrever sobre sua experiência com o curso e suas perspectivas de futuro na área profissional.

Os funcionários técnico-administrativos das bibliotecas, secretarias e laboratórios que interagem mais diretamente com os alunos e professores dos cursos de graduação também participam do processo avaliativo .

Sua contribuição no processo de avaliação é fundamental, pois elas vão contribuir para que possamos aprimorar ainda mais as condições de ensino e infraestrutura da Universidade; este método, é utilizado desde o ano de 2002, tendo seus resultado servido como base para o planejamento da instituição.

Para responder o questionário, basta acessar o Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), através do UCS Virtual.

Feriado de “Ascensão” na Biblioteca do CAHOR

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Em virtude dos feriados de Ascensão do Senhor e N. Sra. do Caravaggio, a Biblioteca do Campus das Hortênsias não terá atendimento nos dias 25, 26 e 27 de maio. A setorial retorna normalmente com suas atividades na segunda-feira, dia 29.

Participe do webnário “Apontamentos jurídicos no contexto político atual”

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A Thomson Reuters convida a comunidade acadêmica para seminário online para debater questões jurídicas referentes ao atual cenário político do Brasil.

A sessão será ministrada pelo Desembargador aposentado do Tribunal de Justiça de São Paulo, Rui Stoco, também autor de prestígio. Ele conduzirá o seminário na terça-feira, 23/05 e avaliará as hipóteses cabíveis no Direito Eleitoral.

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO:
 
Data: 23/05 das 14h às 14h45min
Palestrante: Desembargador aposentado do Tribunal de Justiça de São Paulo, Rui Stoco
Tema: As hipóteses cabíveis no Direito Eleitoral
Para efetuar o cadastro, acesse o link; a inscrição é gratuita.

Descubra como revisar o conteúdo de maneira mais eficiente

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Independentemente da maneira como você prefere estudar, a revisão de conteúdo é a maneira ideal para se preparar para a prova, por isso, é importante que você preste atenção a como você costuma revisar a matéria e conheça estratégias para melhorar suas revisões.

Segundo o jornal The Guardian, o primeiro passo para melhorar os seus estudos antes de uma prova é entendendo como o seu cérebro funciona. Quando você estuda os neurônios fazem mais conexões e estimulam uma área chamada hipocampo – estrutura responsável pela memória. Entretanto, nem todas as informações são registradas por essa área: algumas delas são simplesmente perdidas. E agora, como contornar isso?

Uma das maneiras mais comuns de estimular a memorização de um conteúdo no hipocampo é pela repetição. Ao longo do dia, faça exercícios para recordar esses nomes e os escreva em uma folha de papel.

Outra técnica que pode ser utilizada é a repetição espaçada, ou seja, o ato de repetir um conteúdo estudado em períodos diferentes. Ao aprender uma nova informação, você deve estudá-la no mesmo dia. Depois, estudar novamente depois de alguns dias. Após isso, estudar mais uma vez após semanas. Estimular o seu hipocampo a recuperar essa informação em tempos espaçados faz com ela esteja mais registrada na memória e seja dificilmente esquecida.

Além disso, o The Guardian frisa que o hipocampo precisa de atenção e foco para conseguir memorizar uma informação. Ao dar atenção exclusiva a um único assunto, o cérebro entende que aquele momento é importante e, por isso, deve ser memorizado. Por isso, quando você estudar uma matéria difícil, evite mexer no celular ou escutar música. Seu cérebro deve estar totalmente focado nos estudos para que você memorize o conteúdo.

Os descansos também são importantes. Quando o hipocampo entra em contato com muitas coisas novas em pouco tempo ele tende a filtrar essas informações e memorizar somente algumas. Evite estudar por horas seguidas e tire pausas de aproximadamente 30 minutos para descansar. Por fim, não deixe de dormir bem. Enquanto dormimos nosso cérebro, principalmente o hipocampo, consolida tudo o que foi aprendido ao longo do dia e registra essas memórias. Pessoas que não dormem bem têm mais problemas de memória e isso pode ser prejudicial para estudantes.

Essas técnicas poderão facilitar os seus momentos de estudo e melhorar seus resultados em provas e trabalhos. Bons estudos!

Fonte: Universia Brasil  

 

19 cursos on-line e gratuitos sobre Direito e seus ramos

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Quer conhecer um pouco mais sobre cada ramo do Direito? O Learncafe, plataforma que disponibiliza aulas livres on-line, oferece cursos gratuitos sobre o tema.

Os cursos trazem conteúdos sobre Direito Administrativo, Direito Ambiental, Direito Civil, Direito do Consumidor, Direito Penal, entre outros.

As aulas ficam disponíveis 24 horas por dia, para você estudar a hora que quiser. Fique atento à carga horária do curso e ao tempo de expiração do mesmo. Veja abaixo 19 cursos selecionados:

1. Segurança nacional e o direito à informação

2. Regime geral da responsabilidade ambiental

3. Questões econômicas e direito ambiental

4. Controle judicial em matéria ambiental

5. Direito fundamental e meio ambiente

 6. Atuação do juiz como político jurídico no direito ambiental

7. Responsabilidade penal da pessoa jurídica

8. Pessoa jurídica nos crimes ambientais

9. A ação civil pública como meio de concretização do direito à saúde na Constituição

10. O ecoturismo na preservação e conservação no meio ambiente

11. O Direito à saúde nas constituições de 1967 e 1988

12. Transexualidade e os crimes contra os costumes

13. Proteção processual aos direitos fundamentais

14. Política de cotas raciais em universidades brasileiras: entre a legitimidade e a eficácia

15. Os princípios e a construção da norma jurídica tributária

16. O tratamento jurídico da publicidade na sociedade de consumo

17. As consequências do assédio moral no ambiente de trabalho

18. Aborto, bem jurídico e direitos fundamentais

19. A Internet e a violação da intimidade e privacidade

O conteúdo é apresentado de forma bastante simples e didática, incluindo recursos como fórum de discussão, glossário de termos e espaço para sanar dúvidas diretamente com o autor do curso.

  • Todos os cursos têm certificado! Útil para completar horas em atividades extracurriculares exigidas por faculdades (verificar em sua instituição), contar como atividades em concursos públicos ou constar em seu currículo, aumentando sua empregabilidade. Ao finalizar o curso, é possível gerar uma cópia em PDF do certificado de conclusão no próprio site.

Fonte: Catraca Livre 

 

Gaúcha Natália Polesso será a Patrona da 33ª Feira do Livro de Caxias do Sul

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Natália Borges Polesso será a Patrona da 33ª Feira do Livro de Caxias do Sul. A escritora gaúcha, nascida em Bento Gonçalves e radicada em Caxias, é reconhecida nacionalmente, já tendo conquistado dois prêmios Jabutis, um Açorianos, entre outros. O nome da escritora foi divulgado ontem, quinta-feira, pela Comissão Organizadora do evento, poucos dias depois de a autora, de 35 anos, figurar na Lista Bogotá39, que elege os 39 melhores jovens escritores da América Latina.

Já a homenageada desta edição será a bibliotecária Maria Nair Sodré Monteiro da Cruz, 62 anos. Natural de Recife-PE, Maria já trabalhou na Biblioteca da Universidade de Caxias do Sul no fim da década de 1980.

A 33ª Feira do Livro de Caxias do Sul acontece nos dias 29 de setembro a 15 de outubro, e neste ano, voltará a ser realizada na Praça Dante Alighieri.

Foto: Marcelo Casagrande / Agência RBS

Os 11 livros que Antonio Candido considerava fundamentais para entender o Brasil

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Antonio Candido, o mais influente crítico literário do Brasil e morto neste mês, publicou na revista “Teoria e Debate”, em 2000, uma lista com os 11 livros que ele considerava incontornáveis para quem deseja conhecer o Brasil. Mesmo reconhecendo que a tarefa era um tanto ingrata e que deixaria muita coisa boa de fora, se propôs a apontar aqueles que, na sua visão, abordam aspectos fundamentais sobre o país para quem deseja “adquirir boa informação a fim de poder fazer reflexões pertinentes, mas sabendo que se trata de amostra”. Eis os títulos:

O Povo Brasileiro, de Darcy Ribeiro – 39(81) R484p

“Livro trepidante, cheio de ideias originais, que esclarece num estilo movimentado e atraente o objetivo expresso no subtítulo”.

Raízes do Brasil, de Sérgio Buarque de Holanda – 308(81) H722r

“Análise inspirada e profunda do que se poderia chamar a natureza do brasileiro e da sociedade brasileira a partir da herança portuguesa, indo desde o traçado das cidades e a atitude em face do trabalho até a organização política e o modo de ser”.

“História dos Índios do Brasil”, Manuela Carneiro da Cunha

“Redigida por numerosos especialistas, que nos iniciam no passado remoto por meio da arqueologia, discriminam os grupos linguísticos, mostram o índio ao longo da sua história e em nossos dias, resultando uma introdução sólida e abrangente”.

“Ser Escravo no Brasil”, de Kátia de Queirós Mattoso – 326(81)(091) M444s

“Uma excelente visão geral desprovida de aparato erudito, que começa pela raiz africana, passa à escravização e ao tráfico para terminar pelas reações do escravo, desde as tentativas de alforria até a fuga e a rebelião”.

“Casa Grande e Senzala”, de Gilberto Freyre –  308(81) F894c

“Verdadeiro acontecimento na história da cultura brasileira, ele veio revolucionar a visão predominante, completando a noção de raça (que vinha norteando até então os estudos sobre a nossa sociedade) pela de cultura; mostrando o papel do negro no tecido mais íntimo da vida familiar e do caráter do brasileiro; dissecando o relacionamento das três raças e dando ao fato da mestiçagem uma significação inédita”.

“Formação do Brasil Contemporâneo, Colônia”, de Caio Prado Júnior

“É admirável, neste outro clássico, o estudo da expansão demográfica que foi configurando o perfil do território – estudo feito com percepção de geógrafo, que serve de base física para a análise das atividades econômicas (regidas pelo fornecimento de gêneros requeridos pela Europa), sobre as quais Caio Prado Júnior engasta a organização política e social, com articulação muito coerente, que privilegia a dimensão material”.

“A América Latina, Males de Origem”, de Manuel Bonfim – (L.T.M. 316.6(7/8=134) B695a)

“Depois de analisar a brutalidade das classes dominantes, parasitas do trabalho escravo, mostra como elas promoveram a separação política para conservar as coisas como eram e prolongar o seu domínio”.

“Do Império à República”, de Sérgio Buarque de Holanda

“Expõe o funcionamento da administração e da vida política, com os dilemas do poder e a natureza peculiar do parlamentarismo brasileiro, regido pela figura-chave de Pedro II”.

“Os Sertões”, de Euclides da Cunha – 821.134.3(81)-311.6 C972s

“Livro que se impôs desde a publicação e revelou ao homem das cidades um Brasil desconhecido, que Euclides tornou presente à consciência do leitor graças à ênfase do seu estilo e à imaginação ardente com que acentuou os traços da realidade, lendo-a, por assim dizer, na craveira da tragédia”.

“Coronelismo, Enxada e Voto”, de Vitor Nunes Leal – 321.1 L435c

“Análise e interpretação muito segura dos mecanismos políticos da chamada República Velha”.

“A Revolução Burguesa no Brasil”, de Florestan Fernandes –  323.31:316 F363r

“Uma obra de escrita densa e raciocínio cerrado, construída sobre o cruzamento da dimensão histórica com os tipos sociais, para caracterizar uma nova modalidade de liderança econômica e política”.

 Fonte: Página Cinco

Funcionários do Sistema de Bibliotecas participam de curso de excelência no atendimento

Os funcionários das 11 bibliotecas e do arquivo central da Universidade de Caxias do Sul, participaram neste mês de maio do Curso de Atendimento In Company, ministrado pela consultora Janay Pieruccini. 

Mais de 50 funcionários foram divididos em duas turmas, cada uma com três dias de atividades, totalizando 12 horas de curso. A capacitação foi divida em três etapas, que tinham como objetivo principal a qualificação no atendimento aos usuários, desde a recepção, postura ética e profissional, até o que se deve evitar fazer. Em suma, este curso deixou de lição a todos os participantes, do quanto a excelência no atendimento é fundamental e é justamente essa a nossa principal missão.

A atividade aconteceu no mini-auditório da Biblioteca Central e abaixo, as fotos das turmas:

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“Café com Poesia” na Biblioteca Central

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Já pensou em chegar na biblioteca e ler uma poesia, tomando um café? Pois essa é a mais nova ação da Biblioteca Central da UCS: “Leia uma poesia… Tome um café”, confira abaixo como vai funcionar:

Onde: No hall de entrada da Biblioteca da UCS

Quando: Quarta-feira, 17 de maio

Horário: 9h às 10h / 14h às 15h / 18h às 19h

Como: Com o objetivo de incentivar a leitura e tornar a biblioteca um lugar ainda mais acolhedor, inclusive culturalmente, serão colocadas poltronas na recepção da biblioteca e térmicas contendo café. O espaço será como uma sala de leitura e lazer.

Para mais informações, acesse o evento do Facebook e aproveite para confirmar presença e compartilhar com os seus amigos! Não deixe de conferir esta atividade, esperamos por vocês! =)

3 curiosidades e 3 livros para quem amou “A Cabana”

Poucos livros de autores estreantes fazem o sucesso que A Cabana conquistou. O próprio autor não esperava que a obra virasse um fenômeno global, mas a história de Mackenzie Allen Phillip arrebatou multidões de leitores.

No livro, sua filha mais nova foi raptada durante as férias em família e há evidências de que ela foi brutalmente assassinada e abandonada numa cabana. Quatro anos mais tarde, Mack recebe uma nota suspeita, aparentemente vinda de Deus, convidando-o para voltar àquela cabana para passar o fim de semana. Ignorando alertas de que poderia ser uma cilada, ele segue numa tarde de inverno e volta ao cenário de seu pior pesadelo. O que encontra lá muda sua vida para sempre.

Confira algumas curiosidades sobre o livro:

1 – Em 2005, William Paul Young estava à beira da falência. Foi nesta época que ele decidiu escrever sobre seus sentimentos em relação a Deus e presentear sua família e amigos próximos com o livro. Ele nunca imaginou que um dia seu livro venderia milhões de cópias.

2 – Recusado por inúmeras editoras, A Cabana foi finalmente publicada por Jacobsen e Cummings, que para isso criaram sua própria empresa editorial. Depois disso, recomendado boca a boca, já vendeu pelo menos dois milhões de exemplares. No idioma português ele foi lançado em 2008.

3 – Este livro, que enfoca a relação de Deus com o homem, usa uma comovente história para tentar resolver o que os filósofos chamam de “o problema do mal”, ou seja: por que Deus permite que coisas ruins aconteçam com pessoas boas? Essa é uma questão que desafia os grandes teólogos de diversas religiões há tanto tempo tem até um nome: teodiceia – um argumento que procura demonstrar que a existência do mal não descarta a possibilidade da existência divina.

4- Ele está disponível nas bibliotecas da UCS, anote o número e retire: 821.111(73)-31 Y78ca

Para quem adorou A Cabana, preparamos uma lista de outros livros que também vão aquecer seu coraçãozinho diante das agruras da vida. Confira:

As Cinco pessoas que você encontra no céu, de Mitch Albom

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Mitch criou uma fábula para nos fazer refletir sobre o verdadeiro significado de nossa existência. ‘As cinco pessoas que você encontra no céu’ conta a história de Eddie, o mecânico de um parque de diversões que morre no dia de seu aniversário de 83 anos, tentando salvar uma garotinha. Imerso numa rotina de trabalho e solidão, ele passou a vida se considerando um fracassado. Ao acordar no céu, encontra cinco personagens inesperados que lhe mostram como ele foi importante.

Número de Chamada:  821.111(73)-31 A339ca

Uma vida interrompida, de Alice Sebold

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Quando conhecemos Susie Salmon, uma menina de 14 anos, já está no céu. Enquanto observa a Terra, elas nos conta uma história comovente e cheia de esperança. Susie vê a vida continuar sem ela – os amigos da escola trocam boatos sobre seu desaparecimento, a família nutre esperanças de encontrá-la, seu assassino tenta não deixar rastros. À medida que os meses passam sem trazer pistas, Susie vê o casamento de seus pais ser arruinado pela perda, a irmã se recolher em um esforço para ser forte e o irmão caçula tentar entender o significado da palavra morte. Ao mesmo tempo, ela explora aquele lugar estranho chamado céu. A partir da trágica morte de uma adolescente, este romance constrói a mais esperançosa das histórias.

O vendedor de sonhos, de Augusto Cury

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O romance mais vendido de Augusto Cury, que deu origem ao filme de Jayme Monjardim, com Dan Stulbach e César Troncoso nos papéis principais. Um homem maltrapilho e desconhecido tenta impedir que um intelectual se suicide. Um desafio que nem a polícia nem um famoso psiquiatra tinham sido capazes de resolver. Depois de abalá-lo e resgatá-lo, esse homem, de quem ninguém sabe a origem, o nome ou a história, sai proclamando aos quatro ventos que as sociedades modernas se converteram em um hospício global. Com uma eloquência cativante, começa a chamar seguidores para vender sonhos em uma sociedade que deixou de sonhar. Nada tão belo e tão estranho.

Número de Chamada: 821.134.3(81)-31 C982v

Fonte: Estante Virtual 

8 grandes mães da Literatura

Como reflexo que é das relações humanas, a arte literária se alimenta de grandes personagens femininas, mulheres que através de palavras se tornam reais – ao menos para os leitores, que rapidamente as identificam com a mãe que tiveram.

Ainda sobre maternidade, é bacana ler o que Clarice Lispector falou ao Jornal do Brasil em 1967:

“Aliás uma pergunta que me fez: o que mais me importava – se a maternidade ou a literatura. O modo imediato de saber a resposta foi eu me perguntar: se tivesse de escolher uma delas, que escolheria? A resposta era simples: eu desistiria da literatura. Nem tem dúvida que como mãe sou mais importante do que como escritora.” Abaixo, uma lista com 8 grandes mães da Literatura:

Catelyn Stark – As crônicas de gelo e fogo, de George R.R. Martin ( 821.111(73)-312.9 M381d)

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Certamente a mãe que mais sofre na série de livros criada por George R.R. Martin – a Cersei também sofre, mas quem tem pena dela? Sem oferecer spoilers gratuitos, ser um Stark na série As crônicas de gelo e fogo é ser um sofredor. Catelyn precisa lidar com um filho bastardo do marido, com a separação de seus próprios filhos, com a perda do homem de sua vida e, ainda, com disputas políticas. É muito mais do que o coração de uma mãe pode aguentar, nem parece possível que ela sobreviva à trama sanguinária escrita por Martin. Mas é uma mãe por quem vale a torcida.

Molly Bloom – Ulysses, de James Joyce (821.111(415)-31 J89u) 

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Molly é a esposa infiel do famigerado Poldy Bloom em Ulysses. No entanto, quando peguei o calhamaço de Joyce e mergulhei nas 24 horas de Bloom, mais do que a infidelidade, me chamou a atenção o quanto Molly é mãe – em partes, até do próprio Bloom. A dor da perda de Rudy retumba entre o casal, que não consegue superar a ausência do filho. Na minha leitura, é até daí que sai toda a loucura da Molly e sua infidelidade: como substituir o filho morto? Como viver e ser feliz depois de perdê-lo?. Por isso, é uma mãe pela qual tenho um carinho enorme, apesar (e talvez exatamente por causa) da verborragia.

Eva Katchadourian – Precisamos Falar sobre Kevin, de Lionel Shriver (821.111(73)-31 S561p)

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Se ser mãe é padecer no paraíso, a vida de Eva após a maternidade está mais para inferno. A americana bem sucedida, dona de uma empresa de viagens, é casada com Frank, por quem é apaixonada, e quer levar uma vida de aventuras. Sua vontade de ter filhos é inversamente proporcional ao seu medo da criança que possa pôr no mundo. Medo justificado quando o psicopata Kevin se torna um desafio constante aos poucos instintos maternais de Eva. Frank não ajuda muito, preferindo bancar o papai bonzinho e bobalhão, e nem mesmo a vinda da segunda filha, a doce e acanhada Celia, consegue amenizar a situação. Kevin, com 16 anos, executa, então, seu ato final, realizando um massacre em sua escola, e é preso. Eva fica sozinha, relembrando o passado, remoendo a culpa, entrando em contato com seu mundo íntimo, tentando entender o que aconteceu e estabelecer, ainda que tardiamente, seu grau de conexão com o filho assassino. Um ótimo exemplo de relacionamento doentio entre mãe e filho, com graves consequências.

Dona Sebatiana – Terra Vermelha, de Domingos Pellegrini ( 821.134.3(81)-31 P386t)

TERRA_VERMELHA_1301597236P.jpgEla acha o nome feio, então fica só Tiana. É a mulher central de Terra Vermelha, romance de Domingos Pellegrini. No início da história já sabemos como ela segura a família: o marido se quebra de emprego a outro e ela nada exige, reponde por seus poeminhas “está escrito no rosto quem trabalha porque precisa e quem trabalha por gosto”. Quando a família começa a crescer, não há queixa da dupla jornada. Depois tripla, quando ela e o marido abrem a pensão. Ela é quem convive mais de perto com os moradores da Londrina em construção na metade do século XX, período da história do livro, de nativos e estrangeiros aprendendo a andar com os pés na terra.

Ana – Amor, de Clarice Lispector ( 821.134.3(81)-34 L771L)

Clarice-Lispector-Laço-de-Família.jpgAna é uma dona de casa que sente orgulho pela escolha que fez e pelo papel que se sucumbira dentro do mundo sistematizado. Aliás, o mundo sistematizado de Ana restringe-se ao papel de mãe, esposa e dona de casa. A rotina diária que a torna responsável de um lar, onde ela limpa, passa, cozinha e cuida dos filhos e do marido – esta é a sua essência de mulher. Porém, durante uma tarde, enquanto voltava de bonde para casa, após fazer compras, seu mundo domesticado dilacera-se ao encontrar um cego mascando chiclete na calçada da rua. “E como uma estranha música, o mundo recomeçava ao redor. O mal estava feito. Por quê? Teria esquecido que havia cegos? A piedade a sufocava, Ana respirava pesadamente. Mesmo as coisas que existiam antes do acontecimento estavam agora de sobreaviso, tinham um ar mais hostil, perecível… O mundo se tornara de novo um mal-estar. Vários anos ruíam, as gemas amarelas escorriam. Expulsa de seus próprios dias, parecia-lhe que as pessoas na rua eram periclitantes, que se mantinham por um mínimo equilíbrio à tona da escuridão – e por um momento a falta de sentido deixava-as tão livres que elas não sabiam para onde ir. Ana se agarrou ao banco da frente, como se pudessem ser revertidas com a mesma calma com que não o eram.” Em seguida, a personagem clariciana acaba seguindo desorientada até o jardim botânico, onde obtém uma nova epifania – sendo este um dos momentos mais promissores desta curta narrativa. Resumindo, esta é a estória de uma dona de casa que (re) descobre uma nova realidade fora de sua zona de conforto, volvida pela alienação.

Sra. Bennet – Orgulho e Preconceito, de Jane Austen (821.111-31 A933o) 

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Afinal seria muito romântico falar apenas de mães “boazinhas” da literatura. A Sra. Bennet é o tipo de mãe que nenhuma filha, principalmente se você vivesse na era vitoriana, gostaria de ter. Além de orgulhosa, fofoqueira e dramática, a Sra. Bennet acaba prejudicando a imagem angelical de sua filha Jane, e da astuta Elizabeth, ao dar mostras de sua personalidade. Pois qual rapaz gostaria de entrar numa família com tal sogra? Mesmo assim, a Sra. Bennet, na forma como é descrita por Jane Austen, é uma personagem que chama a atenção.

Sinha Vitória – Vidas Secas, de Graciliano Ramos (821.134.3(81)-31 R175v) 

vidas-secas-mae.jpgÉ a principal personagem a representar a saga da mulher sertaneja e retirante na literatura brasileira. Através de seu olhar, de suas falas e de sua indignação existe a denúncia contra a degradação humana, que permeia todo o romance. Ela é apresentada como uma mulher forte, carrega mais peso e é quem toma as iniciativas. É a personagem que mais fala, inclusive reclama da situação de sua família; a retirante fala, descrente, que nunca chegarão a lugar algum, mas indica o melhor caminho a seguir. Também é quem distribui a pouca comida à família e, infelizmente, é ela que mata o papagaio de estimação para que não morram de fome. Sinha Vitória é uma grande mãe, até mesmo para o marido, pois suas atividades estão relacionadas a ajudar na sobrevivência de todos, é ela quem cuida de quase tudo: cuida dos meninos e do marido, arruma suas roupas, toma conta do dinheiro, faz as contas para o ajuste com o patrão e diz o que fazer com o dinheiro. Além de tudo isso, dá proteção psicológica à família nas situações mais difíceis. Uma grande mãe e uma mulher simples, seus sonhos são, basicamente, uma vida melhor para sua família, um par de sapatos de verniz e uma cama de couro.

Molly Weasley – Harry Potter, de J. K. Rowling (821.111-312.9 R884ha) 

Molly-molly-weasley-28762673-640-427.jpgSeria imperdoável falar das mães e não citar a valorosa Molly Weasley, da série Harry Potter. Mãe de sete filhos: Gui, Carlinhos, Percy, os gêmeos Fred e Jorge, Rony e Gina, além do grande amor que nutre pela sua prole, Molly ainda abre o seu coração a todos que necessitam de um lar. Um exemplo mais do que óbvio: Harry Potter. É Molly quem o ajuda a comprar materiais escolares e uniformes, é ela quem manda presentes de Natal ou prepara um delicioso jantar. Certamente, Lilian Potter estava com o coração tranquilo ao ver a dedicação para com seu pequeno Harry. Sempre protegendo e mimando os filhos (no bom sentindo), a sra.Weasley, além de mãezona, é uma grande mulher: membro da Ordem da Fênix, lutou bravamente contra o Lord das Trevas e revelou um lado até então desconhecido quando tentaram matar sua filha. Decididamente, Molly é uma Mãe com M maiúsculo.

Fonte: Homo Literatus

Páginas de um dos primeiros livros impressos da Inglaterra são encontradas

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Algumas páginas de um dos livros mais antigos da Inglaterra foram encontradas por especialistas da Universidade de Reading. As páginas que datam do século 15 estavam dentro de uma outra publicação e fazem parte de um livro chamado Sarum Ordinal or Sarum Pye, que explica aos padres como promover festas e banquetes.

Segundo o jornal The Independent, as folhas soltas foram colocadas lá para ter a integridade preservada. “Não existe nenhum outro item preservado deste tipo, ele é um dos únicos dois fragmentos existentes do livro medieval Caxton”, afirmou a bibliotecária Erika Delbecque, que descobriu as relíquias enquanto catalogava obras da história do design.

 O mais curioso é que o livro em que as páginas foram encontradas havia sido vendido com uma leva por 70 mil libras, em 1997. Hoje, só as duas folhas do Sarum Ordinal or Sarum Pye foram avaliadas em 100 mil libras.
Fonte: Galileu 

Morre crítico literário Antonio Candido

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Morreu nesta sexta-feira o escritor Antonio Candido, considerado o mais influente crítico literário do Brasil, no século XX.

Nascido em 24 de julho de 1918, no Rio de Janeiro, Antonio Candido de Mello e Souza ingressou na faculdade de Direito e Ciências Sociais na USP, em 1939. Sua linguagem fluente e larga bagagem de conhecimento, o fizeram três anos depois crítico de rodapé do jornal Folha da Manhã (atual folha de S. Paulo), outras características do escritor eram a clareza jornalística e também e a profundidade acadêmica, o que fui muito explorado em seu maior clássico “A formação da literatura brasileira”, de 1957.  A crítica e o trabalho teórico de Candido se beneficiaram de sua dupla formação, na área de Ciências Sociais e na de Letras.

Para Candido, a crítica equilibrada era a que atenta aos aspectos estéticos, assim como ao conteúdo do texto, levando em conta “o sistema”, do qual fazem parte autor, obra e público. Sua visão, porém, segundo o próprio crítico, não pretendia ser impositiva, “mas apenas um dos modos possíveis de encarar a contradição entre histórico e estético, fundindo-os dialeticamente no conceito de sistema”.

Viúvo desde 2005, Antônio Candido tinha 98 anos e deixa três filhas.

 

Conheça músicas que são inspiradas em clássicos da literatura

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É comum vermos filmes, seriados e novelas inspirados em livros. O que também não é raro, mas talvez pouco sabido, são músicas baseadas em clássicos da literatura nacional e internacional. Veja alguns exemplos a seguir:

  • Amor I love you, Marisa Monte – O Primo Basílio, Eça de Queiroz

O romance burguês sobre o relacionamento extraconjugal de Luísa com seu primo Basílio publicado pelo português Eça de Queiroz, em 1878, rendeu várias adaptações para o teatro, cinema e música. Uma das músicas mais chiclete do início dos anos 2000 foi inspirada na obra: “Amor I Love You”, de Marisa Monte.

Se você é uma das pessoas que, assim como eu, ouviu essa música 180 mil vezes quando foi lançada e nunca tinha percebido que era uma referência ao livro, preste atenção aos versos que Arnaldo Antunes cita a partir da segunda metade da canção – trata-se de um trecho de O Primo Basílio:

“[…] Era a primeira vez que lhe escreviam aquelas sentimentalidades, e o seu orgulho dilatava-se ao calor amoroso que saía delas, como um corpo ressequido que se estira num banho tépido; sentia um acréscimo de estima por si mesma, e parecia-lhe que entrava enfim numa existência superiormente interessante, onde cada hora tinha o seu encanto diferente, cada passo conduzia a um êxtase, e a alma se cobria de um luxo radioso de sensações.”

  • Don’t Stand So Close To Me, The Police – Lolita, Vladimir Nabokov

A história do professor universitário Humbert Humbert que fica loucamente atraído pela enteada Dolores, de 12 anos, é um dos livros mais controversos do século XX. A obra virou filme, dirigido por Stanley Kubrick, ópera, balé e foi adaptada para o teatro várias vezes. Não era de se espantar que a fascinação de H.H pela menina também virasse tema de música.

Em “Don’t Stand so Close To Me”, a banda britânica The Police faz menções diretas ao livro: “The accusations fly / It’s no use, he sees her/ He starts to shake/ And he starts to cough / Just like the old man in the / Famous book by Nabokov” ( As acusações voam / Não tem jeito, ele a vê / Ele começa / E ele começa a tossir / Assim como o velho / Famoso livro de Nabokov).

No início da canção há um trecho que diz: “This girl’s an open page/ Book marking – she’s so close now / This girl is half his age” (Esta menina é uma página aberta/ Marcação de livro – ela está tão perto agora/ Esta menina tem metade da idade dele). Apesar dessa também ser uma referência clara à Lolita, o narrador Humbert não tem o dobro da idade de Dolores. Nas primeiras páginas, ele diz que nasceu em Paris no ano de 1910. Se fizermos as contas com outras informações apresentadas ao longo da narrativa percebemos que ele tem 36 ou 37 anos. O que o faz três vezes mais velho que ela.

  • Admirável Gado Novo, Zé Ramalho – Admirável Mundo Novo, Aldous Huxley

Se existisse um prêmio para homenagear o livro que mais foi citado em músicas, provavelmente Admirável Mundo Novo seria chamado ao palco para receber esse troféu. A distopia de Huxley em que as pessoas são organizadas em castas para viverem em harmonia, tranquilas e dopadas com Soma, a droga da felicidade, já serviu de base para várias músicas.

Lançada na ditadura militar, em 1979, “Admirável Gado Novo”, de Zé Ramalho, é uma nítida referência à sociedade descrita por Huxley e, consequentemente, à nossa, que é de onde parte a crítica do escritor. Se pelo nome você não reconheceu, aqui vai uma dica: “Ê, ô, ô, vida de gado / Povo marcado, ê!/ Povo feliz!”. Reconheceu? Além do refrão icônico, o restante da letra é um grito necessário contra a alienação.

“Soma is what they would take when/ Hard times opened their eyes/ Saw pain in a new way / High stakes for a few names / Racing against sunbeams / Losing against their dreams” (Soma é o que eles tomariam quando / Tempos difíceis abrissem os seus olhos / Vissem a dor de um novo jeito / Riscos altos para poucos nomes / Correndo contra raios de sol / Perdendo contra seus sonhos), canta Julian Casablancas, vocalista do The Strokes, na música “Soma”. Como o próprio título entrega, a canção é uma alusão à droga que condiciona os cidadãos de um futuro a uma falsa sensação de bem-estar, desprovido de criatividade, revolta ou inquietude.

  • Caçador de mim, Milton Nascimento – O apanhador no campo de centeio, de J. D. Salinger

Os dilemas do jovem Holden Caulfield, grande ícone dos adolescentes incompreendidos, também entraria nesse páreo hipotético de obra mais adaptada para música.

“Nada a temer / Senão o correr da luta / Nada a fazer / Senão esquecer o medo / Abrir o peito à força / Numa procura / Fugir às armadilhas da mata escura”, canta Milton Nascimento no disco homônimo à música“Caçador de mim”.

Também há várias menções ao livro na canção“Catcher In The Rye”, no álbum Chinese Democracy da banda Guns N’ Roses. Além do título, o refrão é uma citação direta: “Ooh the Catcher in the Rye again/ Ooh won’t let you get away from his gun / It’s just another day like today” (Ooh o apanhador no campo de centeio novamente / Ooh não o deixará fugir de sua arma / É só mais um dia como hoje).

  • 1984, David Bowie – 1984, George Orwell

O livro 1984 foi um dos grandes responsáveis por nos incutir a paranoia da falta de privacidade. Dada a força da narrativa, não é de se admirar que a obra seja habituè das listas de mais vendidos e tenha motivado tantas produções.

Em 1974, o livro de Orwell virou música de um titã tão grande quanto ele: David Bowie. A versão cantada no álbum Diamond Dogs é uma síntese da inquietação da utopia totalitária descrita em 1984.

Bowie não foi o único, o grupo britânico Muse compartilha de questionamentos semelhantes na música “Resistence”, que dá nome ao álbum. Nos versos “Is our secret safe tonight?/And are we out of sight?/Or will our world come tumbling down?/ Will they find our hiding place?/ Is this our last embrace? /Or will the walls start caving in?” (Será que nosso segredo está seguro esta noite? / Nós estamos fora de vista?/ Ou será que nosso mundo está desmoronando?/ Será que descobriram nosso esconderijo? /Será esse nosso último abraço? / Ou será que as paredes começam a desmoronar?), a banda remete ao personagem principal que, apesar de detestar o sistema, só começa a acreditar em uma possível rebelião ao ter um caso amoroso com Júlia, uma funcionária do governo tirânico. Os amantes mantêm o relacionamento escondido do Big Brother, o líder invasivo que espiona a população através de “teletelas”(televisões que funcionam como um espelho duplo) espalhadas em todos os lugares, públicos e privados.

Sentiu vontade de ler alguns dos livros? Então é só anotar o número de chamada e retirar em uma de nossas bibliotecas:

O Primo Basílio: 821.134.3-31 Q3p                                                   Lolita: 821.161.1-31 N117L

Admirável Mundo Novo: 821.111-31 H986a                                1984: 821.111-31 O79m

O Apanhador no Campo de Centeio: 821.111(73)-31 S165a

 

Fonte: Superinteressante 

Adaptação: Pedro Rosano

Relembre os livros infantis que marcaram décadas

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No mês de abril foi comemorado o Dia Nacional do Livro Infantil e o Dia Mundial do Livro. Para você que é jovem há pouco ou a mais tempo, reunimos as obras infantis que marcaram as últimas décadas, alguns deles, disponível para empréstimo nas Bibliotecas da UCS. E você, lembra qual livro marcou a sua infância?

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Década 1920: A Menina do Narizinho Arrebitado (1920) – Monteiro Lobato 

Este é o primeiro clássico infantil do autor Monteiro Lobato. Esta obra deu início a uma série de personagens eternizados no Sítio do Pica-pau Amarelo.

5005075.jpgDécada 1930:Aventuras do Avião Vermelho (1936)– Érico Veríssimo
Este clássico conta a história de Fernando e seu pai. Com um aviãozinho vermelho, a imaginação do leitor é transportada por uma grande aventura.

Número de Chamada: 82-93 V517ab

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Década 1940: O Pequeno Príncipe (1943) – Antoine de Saint-Exupéry. 
Uma sensível história que se passa num planeta muito, muito distante. O escritor francês Antoine de Saint-Exupéry criou este clássico há 70 anos, mas transcende gerações e gostos literários.

Número de Chamada:  82-93 S137p

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Década 1950: As crônicas de Nárnia (1949 a 1954) – de C.S. Lewis

Esta é uma série de fantasia criada pelo autor irlandês C. S. Lewis. Nesta aventura, os animais falam, os objetos têm vida e as crianças são inseridas em batalhas entre o bem e o mal.

Número de Chamada: 821.111-312.9 L673c

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Década 1960: Flicts (1969) – Ziraldo
O clássico de Ziraldo conta uma história emocionante que permite refletir sobre respeito, diferença e aceitação.

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Década 1970: O Escaravelho do Diabo (1974) – Lucia Machado de Almeida.

Este é um clássico juvenil de mistério e muito suspense. Sua primeira publicação aconteceu em 1953, na revista O Cruzeiro. Em 1974, O Escaravelho do Diabo alcançou maior sucesso ao ser republicado pela Série Vaga-Lume.

Número de Chamada: 821.134.3(81)-312.4 A447e

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Década 1980:O Menino Maluquinho (1980) – Ziraldo. 
O menino maluquinho é uma série de quadrinhos eternizados por muitas crianças, servindo de inspiração para peças teatrais, filmes, óperas e séries de tv.

Número de Chamada:  82-93 Z81L

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Década 1990:Harry Potter e a Pedra Filosofal (1997) – J.K. Rowling.

Harry Potter e a Pedra Filosofal é o primeiro livro dos sete volumes da série de fantasia Harry Potter. As obras deram origem a filmes que fizeram com que o bruxinho virasse uma febre entre crianças, adolescentes e até adultos de todo o mundo.

Número de Chamada:  821.111-312.9 R884ha

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Década 2000:O Diário de um Banana (2007) – Jeff Kinney 

Quem entende sobre ser criança melhor do que todo mundo é Greg, um menino comum que, como qualquer outro, passar por disputas na escola e sofre com sua baixa popularidade. Diário de um Banana é sucesso até hoje entre crianças e pré-adolescentes de todo o mundo.

Número de Chamada:   82-93 K55da

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Década 2010: Malala, a Menina que Queria Ir Para a Escola (2015) – Adriana Carranca Corrêa 

Malala é um best-seller, escrito pela brasileira Adriana Carranca, que conta a história de Malala Yousafzai, que sofreu um atentado de membros do movimento Talibã por defender a educação feminina no Paquistão. Uma emocionante história sobre coragem e resiliência.

Fonte: Bem Paraná Cultura 

Adaptação: Pedro Rosano

 

A América Latina em 39 talentos literários

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Hay Festival anunciou nesta sexta-feira a lista dos 39 melhores novos autores de ficção da América Latina, chamada de Bogotá 39. São, entre outros, as brasileiras Mariana Torres e Natalia Borges Polesso, a última, radicada em Caxias do Sul.

Dentro de um universo que vai da crônica à ficção científica, o Hay Festival procurou destacar “o talento e a diversidade da produção literária da região”, que serão reunidos, em janeiro de 2018, em uma antologia de contos ou trechos de romances. As novas vozes da América Latina escrevem em espanhol, português e inglês, traduzem, e trabalham como professores, editores ou jornalistas. O objetivo dessa seleção é, em última instância, “facilitar a divulgação de sua obra” com a ajuda de selos editoriais independentes e estimular sua difusão por meio de palestras e eventos em escolas, universidades ou centros culturais. A organização pretende, assim, “criar ligações entre a literatura de qualidade a as editoras locais relevantes”. Está prevista também uma versão em inglês, a ser publicada pela editora Oneworld.

Embora seja bastante complicado desenhar um mapa das inquietações e prioridades de uma geração, os autores da Bogotá 39 acabam por expressá-las, em grande parte, em suas obras. As temáticas políticas, por exemplo, se escasseiam, dando lugar ao universo dos laços pessoais. Até mesmo nos países atingidos por conflitos armados, como a Colômbia, destaca Leila Guerriero, a dimensão social passa, de alguma forma, para o segundo plano.

O único critério que preside a definição da lista Bogotá 39 é a boa prosa. Uma característica que rompe com os moldes e concepções tradicionais do mundo literário no continente. “Embora me pareça muito interessante que se trate de uma seleção latino-americana, já que lhe confere uma força de representatividade, a boa literatura não é norte-americana ou latino-americana”, raciocina a jornalista e escritora argentina Carmen Boullosa. Veja abaixo a lista completa dos vencedores:

FICCIONISTAS DE 15 PAÍSES

Carlos Manuel Álvarez (Cuba)                Frank Báez (República Dominicana)

Natalia Borges Polesso (Brasil)                Giuseppe Caputo (Colômbia)

Juan Cárdenas (Colômbia)                        Mauro Javier Cárdenas (Equador)

María José Caro (Peru)                               Martín Felipe Castagnet (Argentina)

Liliana Colanzi (Bolívia)                             Juan Esteban Constaín (Colômbia)

Gonzalo Eltesch (Chile)                               Lola Copacabana (Argentina)

Diego Erlan (Argentina)                             Daniel Ferreira (Colômbia)

Carlos Fonseca (Costa Rica)                       Damián González Bertolino (Uruguai)

Gabriela Jauregui (México)                      Sergio Gutiérrez Negrón (Porto Rico)

Laia Jufresa (México)                                 Mauro Libertella (Argentina)

Brenda Lozano (México)                           Valeria Luiselli (México)

Alan Mills (Guatemala)                             Emiliano Monge (México)

Mónica Ojeda (Equador)                           Eduardo Plaza (Chile)

Eduardo Rabasa (México)                         Felipe Restrepo Pombo (Colômbia)

Juan Manuel Robles (Peru)                      Cristian Romero (Colômbia)

Juan Pablo Roncone (Chile)                      Daniel Saldaña París (México)

Samanta Schweblin (Argentina)            Jesús Miguel Soto (Venezuela)

Luciana Sousa (Argentina)                      Mariana Torres (Brasil)

Valentín Trujillo (Uruguai)                      Claudia Ulloa Donoso (Peru)

Diego Zúñiga (Chile)

Fonte: El País 

Adaptação:  Pedro Rosano

Confira a exposição virtual da campanha “Quem Ama Cuida”

A campanha “Quem Ama Cuida” promovida pela Biblioteca Central da Universidade de Caxias do Sul, foi um sucesso. A mostra, de ocorreu de 17 de abril a 06 de maio, tinha como objetivo de sensibilizar os usuários, quanto a importância da preservação dos materiais que são retirados nas bibliotecas. Durante vinte dias, centenas de alunos se fizeram presentes na exposição, que reunia livros com os mais diferentes tipo de mau uso.

Esperamos com ela, tenhamos conseguido passar a verdadeira mensagem embutida na mostra, que foi a de conscientizar a todos que é fundamental zelar pela conservação dos materiais, que quanto mais bem cuidados, por mais tempo ficarão à disposição de todos. Caso você tenha perdido a exposição ou gostaria de saber dicas, basta acessar o vídeo abaixo e conferir:

10 livros clássicos para ler em um dia

Crônica de uma morte anunciada – Gabriel Garcia Marquez 

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Nessa obra genial, Gabo conta a história de Santiago Nasar e de como toda a comunidade sabia que logo ele iria morrer, pois estava jurado de morte. A trama se desenvolve de uma forma fascinante, com toda a destreza da narrativa do colombiano. É uma ótima pedida para começar a se aventurar nas obras do autor de Cem Anos de Solidão.

Número de Chamada: 821.134.2(861)-94 G216c

 

Uma Rua de Roma – Patrick Modiano 

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Do ganhador do Nobel de literatura em 2014, Uma rua de Roma traz a história de Guy Roland, que sofre de amnésia total. No livro o protagonista tenta descobrir sua identidade bancando um detetive. A narrativa é cheia de reviravoltas e, como todo bom suspense, te prende até o final.

Número de Chamada: 821.133.1-31 M692r

 

E não sobrou nenhum – Agatha Christie

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Considerado por muitos críticos o melhor livro de suspense de todos os tempos, E não sobrou nenhum conta a história de dez pessoas que são convidadas para passar alguns dias numa ilha. Envolvendo uma canção infantil, soldadinhos de porcelana e acontecimentos muito sinistros, a história tem um desfecho que só a Rainha do Crime poderia proporcionar.

 

 

Buracos Negros, de Stephen Hawking

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O livro nada mais é do que a transcrição de duas famosas palestras que Hawking deu sobre buracos negros para a BBC Reith Lectures. Como já é de se esperar, as explicações do físico são fantásticas e muito didáticas. O livro ideal para quem curte o assunto ou para quem quer ser introduzido a ele.

Número de Chamada:  524.85 H392b

 

A revolução dos bichos, de George Orwell

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Esse é um grande clássico da literatura para quem quer aprender um pouco de história ou apenas se divertir. O livro traz a trama de animais de uma fazenda que decidem se rebelar contra o sistema problemático em que vivem, fazendo analogia à Revolução Russa de 1917.

Número de Chamada: 821.111-31 O79r

 

 

Fahrenheit 451, de Ray Bradbury 

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A distopia que Bradbury relata nesta obra mostra um mundo no qual as pessoas não podem ler livros. Bombeiros? Só aqueles que cuidam de queimar toda literatura encontrada. Mas, e quando um bombeiro resolve dar uma espiadinha numa das obras? O que será que o sistema opressor vai fazer? Só lendo pra descobrir.

Número de Chamada:  821.111(73)-31 B798f

 

 

A morte e a morte de Quincas Berro d’Água, de Jorge Amado 

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Considerado por muitos uma obra-prima da literatura brasileira, o livro conta um pouco da vida e da morte de Quincas Berro d’Água, homem muito correto que em determinado ponto da vida decide se voltar para a malandragem. Após sua morte, família do homem deseja reconstruir sua dignidade, enquanto os amigos querem levar o cadáver para se divertir.

 

 

 

A metamorfose, de Franz Kafka

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Nesse livro, Kafka nos fala sobre o caixeiro-viajante Gregor Samsa e como ele acabou se transformando em um terrível inseto. A narrativa une o realismo e o humor de forma melancólica, mas memorável. Clássico da literatura universal, A metamorfose é uma boa ideia para quem gosta de viajar sem sair da poltrona.

Número de Chamada: 821.112.2-312.9 K11m

 

 

Antígona, de Sófocles

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Uma das mais importantes tragédias gregas, esse livro narra a história de Antígona, uma mulher que abala a tirania e a sociedade sozinha em uma época em que apenas homens podiam participar da política. Esse é um clássico da literatura universal que traz ensinamentos para a vida toda.

 

Número de Chamada: 821.14-2 S681a

 

 

A morte de Ivan Ilitch, de Lev Tolstói 

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O livro começa com a morte do personagem principal, mas logo volta aos acontecimentos de sua vida e explica, de certa forma, como ela chegou ao fim. Escrita com maestria, essa é uma das obras mais célebres do russo Tolstói e foi lançada após uma pausa na carreira do autor.

Número de Chamada: 821.161.1-32 T654m

 

 

 

Fonte: Galileu

O bem que faz ler um livro, em 7 razões comprovadas pela ciência

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O primeiro livro impresso data do séc. XV, mas antes de Cristo já o Homem começara a escrever em folhas de papiro, no Egito. Desde então quase todo o conhecimento ficou gravado em páginas de livros e, nas últimas décadas, as obras publicadas cresceram ainda mais em número, assim como foram surgindo investigações sobre os benefícios da leitura.

De fomentar a inteligência a prolongar a esperança média de vida, a leitura só traz benefícios. Os sete benefícios de ler um livro, segundo a ciência:

Alarga o vocabulário
Nenhuma atividade expõe uma pessoa a maior e mais diversificada quantidade de palavras. Mais do que assistir a programas televisivos de conversas, vulgo talk shows, ou infantis, como a “Rua Sésamo”, e mais do que uma conversa de amigos, mesmo que sejam todos licenciados, é a leitura que aporta um vocabulário mais alargado, indica um estudo da Universidade da Califórnia.

Desperta a inteligência
A ciência já mostrou que a genética e a educação são fatores que influenciam a inteligência, sendo que ler é uma das principais fontes de conhecimento. Um estudo de 2014 com crianças, realizado por investigadores da Universidade de Edimburgo, na Escócia, e da King’s College of London, em Inglaterra, concluiu que a evolução das capacidades de leitura “pode resultar em melhorias nas habilidades cognitivas verbais e não verbais”, que “são de vital importância ao longo da vida”. E quanto mais cedo se começar, melhor.

Previne doenças
Correr e ir ao ginásio são atividades físicas na moda porque o exercício fortalece o corpo e promove o bem-estar. Mas, por mais variado que seja o treino, nem todos os músculos são trabalhados. Para garantir que nenhum fica para trás, ler um livro é um bom remédio: inúmeros estudos indicam que a leitura estimula os músculos do cérebro e torna-os mais fortes, podendo atuar como fator preventivo em doenças degenerativas como o Alzheimer. Está também provado que pessoas com profissões intelectualmente mais exigentes têm menor propensão para desenvolver patologias ligadas à deterioração do cérebro.

Reduz o stress
Nem caminhar, nem ouvir música, nem beber um chá. Nada resultou melhor do que ler um livro para acalmar um coração acelerado, segundo uma pesquisa liderada pelo neuropsicólogo britânico David Lewis, da Universidade de Sussex. Bastaram seis minutos de leitura para os níveis de stress das pessoas que aceitaram participar diminuírem até 68%, contra um máximo de 61% quando tentaram acalmar através da música. Um chá (54%) ou uma caminhada (42%), outras alternativas avaliadas, mostraram-se menos eficazes.

Promove a empatia
Ainda que um livro seja encarado como uma companhia, ler é em si mesmo um ato solitário. Mas entre os seus benefícios encontra-se também a tendência para causar melhor impressão nos outros. Um estudo de dois investigadores holandeses mostrou que a leitura de narrativas ficcionadas influencia características própria da condição humana como a capacidade de criar empatia. E esse é um trunfo importante em qualquer relação, seja pessoal ou profissional.

Combate o envelhecimento do cérebro
Há uma relação direta entre a atividade cognitiva realizada ao longo dos anos e a perda das capacidades cognitivas associadas ao envelhecimento natural, como a memória, o raciocínio ou a perceção. Quanto maior atenção se dedicar à primeira, por exemplo através da leitura de livros, mais lenta se torna a segunda, concluiu um estudo de 2013 publicado no jornal científico Neurology, da Academia Americana de Neurologia.

Aumenta a esperança média de vida
Mais dois anos. Em rigor, 23 meses. Conforme um estudo da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, revelou que, em média, é esse o tempo que vivem a mais as pessoas que leem um livro 30 minutos por dia, quando comparadas com as que não o fazem. Os investigadores chegaram a esta conclusão ao fim de 12 anos de estudo, publicado no jornal Social Science and Medicine.

Fonte: Revista Visão

Manter rotina de estudos é fundamental para desenvolver inteligência

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Ninguém nasce um gênio, torna-se um gênio. Para isso, no entanto, é preciso estudo e organização tanto dentro quanto fora da sala de aula. Mas a dúvida da maioria dos estudantes de todas as idades é de quantas horas são necessárias para absorver o conteúdo da maneira correta, e qual a melhor forma de estudar o material didático.

Segundo o coordenador pedagógico do Sistema de Ensino pH, Fabrício Cortezi, o segredo para alcançar o sucesso nos estudos é ter disciplina e foco. Já a quantidade de tempo gasto nos livros não é necessariamente sinônimo de eficiência. “Cada estudante tem sua forma única de absorver conteúdo. Aquele que demora seis horas para estudar não é menos inteligente comparado ao que demora três ou até uma hora. Todos são capazes, mas cada um tem seu tempo” diz Cortezi.

O coordenador pontua que pode ocorrer de o estudante ficar ansioso e se comparar aos colegas, mas isso pode ser evitado através do autoconhecimento. “É preciso estar ciente dos seus limites e seus horários de maior produtividade, e entender com naturalidade a ocorrência de dias de baixo rendimento.


Por onde começar?

Para não se perder no meio dos conteúdos, Cortezi aconselha o estudante a começar pela parte onde tem mais dificuldade. “É compreensível quando o aluno prefere estudar primeiro as disciplinas favoritas, pois é prazeroso ler e escrever sobre o que gosta. Porém, ao rever somente essas matérias, menos será estudado as outras disciplinas – aquelas que não se tem tanta afinidade. Isso pode ser perigoso”.

O aluno com dificuldades além do esperado deve procurar a ajuda dos professores e o auxílio dos pais, para entender o qual é o problema. Mas de acordo com Cortezi, esses casos são incomuns. “O estudante, independentemente da idade, que se esforça e aperfeiçoa diariamente seus métodos de estudo, certamente conseguirá boas notas. Esse é o segredo para se obter um excelente resultado”, conclui.

Fonte: Portal Terra 

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