Livros Mais Emprestados do Mês de Agosto

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Programa Rede de Olhares estreia em rede nacional

1610879_821358204625721_7181723067623721108_nHá quatro anos um inusitado camaleão, experimental, ousado e multicolorido, nascia na tela da UCSTV, a tevê educativa da Universidade de Caxias do Sul. Agora, o camaleão do programa Rede de Olhares UCSTV vai poder ser visto em todo Brasil. Ontem, às 23h30min, o Rede de Olhares estreou no Canal Futura, com edições semanais, tendo abrangência nacional e sinal acessível a 94 milhões de telespectadores brasileiros.

Camaleão - Rede de OlharesAlém de continuar sendo visto e zapeado diariamente nas tevês da região, em seus horários e sintonias já tradicionais da UCSTV, o Rede Olhares – Janela Futura terá uma edição nacional inédita às quartas-feiras no Canal Futura, de 30 minutos de duração, com reprises às quartas, domingos e segundas.

Para a exibição nacional, já foram produzidos 8 episódios, com 30 minutos de duração. O título da edição de estreia é revelador da identidade camaleônica do projeto: Mudanças – do caminhão à alma. Outras edições do Rede de Olhares – Janela Futura, já gravadas, também mostram o espírito inquieto e a pegada temática do Rede de Olhares: Céu – nosso corpo celeste; Sem aplicativos – a vida como ela seria; Pátria Volante – o país do caminhão; Frio – nós, os subtropicais.

Saiba mais no site.

Fonte: UCS

Capacitação sobre os E-books da UCS

O Sistema de Bibliotecas da UCS busca melhorar sempre a qualidade de seus serviços. Tendo isso como premissa, no dia 21 de agosto, começou a ser feita a capacitação dos funcionários nos mais diversos serviços on-line ofertados.

O primeiro workshop tratou sobre a Biblioteca Virtual Universitária (BVU). Na última quinta-feira, dia 27/08, a equipe  aprimorou suas habilidades na plataforma Minha Biblioteca.

Para o Coordenador Técnico do Sistema de Bibliotecas, Prof. Marcelo Votto Teixeira, “a capacitação dos funcionários da Biblioteca Central é o passo inicial para a ampliação dos serviços de e-books na instituição”. Atualmente, dentre os serviços de e-books assinados pela UCS, contamos com mais de 18 mil títulos de e-books, sendo 9 mil destes em português, destaca o Prof. Marcelo.

Dessa forma, ao atender um membro da comunidade acadêmica que precise de ajuda, o funcionário terá o conhecimento necessário para orientar corretamente sobre o uso dos e-books.

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As capacitações nas plataformas de E-books, bem como, em outras bases de dados, também estão disponíveis para toda a comunidade acadêmica!

Agende pelo e-mail bice@ucs.br ou pelo telefone: (54) 3218-2173 .

Exposição de fotos raras mostra o outro lado de Agatha Christie

Há muitas imagens de Agatha Christie espalhadas pelo mundo – principalmente pelo mundo virtual. E a maioria delas mostra sempre uma simpática senhora de cabelos brancos e cara de vovó.

Mas a partir de 26 de agosto, uma exposição fotográfica será aberta em Londres, reunindo fotos que mostram o outro lado da escritora inglesa. O que se descobrirá é que, além de autora de histórias policiais, Agatha Christie também foi enfermeira, surfista, patinadora, viajante, dançarina, tocava instrumentos musicais e até passeava em meio ao milharal.

Sobre a exposição, Mathew Prichard, 70, único neto da Rainha do Crime, afirmou ao jornal britânico Dailymail, que sua avó era uma mulher à frente do seu tempo: “Não havia muitas pessoas nos anos vinte e trinta, particularmente as mulheres, com a coragem, entusiasmo e talento para fazer o que ela fez. Ela era uma pessoa realmente voltada para o futuro.”

Prichard também disse que o fascínio pelos livros de sua avó se espalha por todo o mundo, “especialmente França, EUA, Japão, Índia e Brasil”. E questionado a respeito do que Agatha Christie acharia da exposição, o neto revelou que “Ela ficaria surpresa e um pouco envergonhada, pois odiava a fama. Ela só queria escrever seus livros.”

Veja algumas das fotos da exposição:

Agatha-Bandolin-1898Agatha Christie em 1898, com 8 anos, tocando bandolin  

Agatha-aula-de-dancaEm uma aula de dança. Agatha está bem no centro da imagem. A foto é de 1904.

Agatha-em-ParisEm uma sacada parisiense em 1906.

Agatha-patins-1911Patinando com as amigas em 1911.

Agatha-soldados-primeira-guerraEm 1914, como enfermeira, junto a voluntários ingleses que partiriam para a Primeira Guerra. Agatha Christie é a segunda da direita para esquerda.

Agatha-marSurfando na África do Sul, em Cape Town, em fevereiro de 1922.

Agatha-campo-de-milhoAgatha caminha em meio a um milharal. Data indefinida.

Assista ao vídeo e veja mais algumas imagens:

Fonte: L&PM Blog

Cidade oferece transporte público de graça para passageiros que leem

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Publicado no Catraca Livre

Victor Miron, um jovem da Romênia, queria promover a leitura em seu país. Ele acredita que é importante recompensar aqueles que leem, sem criticar os que não leem.

Com isso em mente, o jovem teve a brilhante ideia de não cobrar passagem de ônibus para pessoas que entram no veículo com um livro em mãos. Victor apresentou a ideia para o prefeito de sua cidade, Emil Boc, que, depois de um ano, aceitou a proposta.

Entre os dias 4 e 7 de junho de 2015, todos que estavam com um livro usaram o transporte público de graça.

O rapaz não parou por aí: ele também está trabalhando em outras campanhas. Uma delas é a Bookface, que oferece descontos em livrarias, salões de beleza e até em consultório de dentista para pessoas que tem uma foto de um livro em seu perfil no Facebook.

Veja mais imagens da iniciativa:

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Conheça as músicas mais citadas em livros

Photo: REX FEATURES

Fabio Mourão, no Dito pelo Maldito

A música e a literatura sempre estiveram ligadas de alguma forma. Como uma espécie de simbiose em que ambas as artes alimentam-se mutuamente compartilhando elementos e ideias. Basta lembrar que muitas bandas de rock inspiraram seus nomes na literatura, e hoje em dia podemos encontrar até mesmo alguns livros que possuem a sua própria trilha sonora.

Seguindo este conceito, o site Small Demons, que baseia os seus dados no conceito de que “coisas poderosas e interessantes podem acontecer quando você conecta detalhes de livros”, reuniu diversas menções encontradas em obras literárias, e, a partir dessas informações, conseguiu listar as músicas mencionadas com mais frequência nos livros.
Os Beatles dominam com três faixas entre as 10 mais tocadas citadas, com “Hey Jude” dominando em primeiro lugar sendo mencionada em pelo menos 55 trabalhos de ficção por autores como Stephen King e John Updike. Depois ainda temos “Lucy In The Sky With Diamonds” em sétimo, e “Eleanor Rigby” na oitava posição, respectivamente.

01. The Beatles – “Hey Jude”
02. Elvis Presley – “Heartbreak Hotel”
03. Led Zeppelin – “Stairway To Heaven”
04. USA For Africa – “We Are The World”
05. ABBA – “Dancing Queen”
06. Carl Perkins – “Blue Suede Shoes”
07. The Beatles – “Lucy In The Sky With Diamonds”
08. The Beatles – “Eleanor Rigby”
09. Nirvana – “Smells Like Teen Spirit”
10. Queen – “Bohemian Rhapsody”

O site possui um vasto catálogo de livros em seus arquivos, e é atualizado diariamente com novas inclusões. Portanto, esta lista não pode ser considerada como ‘definitiva’, mas, ainda assim, considero uma excelente referência para escritores.

Personagens secundários que merecem ter os seus próprios livros

Fabio Mourão, no Dito pelo Maldito

Diferente da televisão em que podemos ver muitos personagens secundários que eventualmente chegam a protagonizar um spin-off da série principal, ou dos quadrinhos onde os sidekicks dos heróis sempre conquistam uma revista só deles, os coadjuvantes da literatura infelizmente não compartilham dessa mesma sorte, e costumam perecer no limbo sem nunca ter todo o seu potencial devidamente explorado nos livros. Eles são como aquelas crianças que são escolhidas apenas para completar o time na aula de educação física.

Sobre os protagonistas nós já sabemos tudo que é necessário, afinal, já existem livros e sagas inteiras sobre eles. Mas os personagens secundários podem ser ainda mais interessantes do que se imagina, e justamente por tudo que se ‘desconhece’ sobre eles.
Convictos que de alguns desses coadjuvantes estão devidamente prontos para sair em aventuras solo, selecionamos aqui cinco deles que merecem ter seus próprios livros.

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Mycroft Holmes (Sherlock Holmes , de Sir Arthur Conan Doyle)
O irmão mais velho de Sherlock não só é ainda mais brilhante que ele, como também mantém um misterioso trabalho junto ao governo britânico, podendo ser retratado como um espião ou algum tipo de agente secreto. Mas infelizmente Mycroft faz apenas algumas pontas na série moderna de Sherlock na bbc, e surge apenas em quatro histórias originais de Sir Conan Doyle sobre o mundo fascinante do detetive. Genial, socialmente inepto e ainda por cima agente do governo? Na minha opinião, esse é um personagem que está pedindo por um livro próprio, e deveria receber mais atenção.

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Legolas (O Senhor dos Anéis, de J RR Tolkien)
Com a vantagem de poder viver centenas de anos afinco, o elfo seria o cronista perfeito para narrar mais aventuras na saudosa Terra Média. Com a trilogia forçada de ‘O Hobbit’ nos cinemas, vimos que a longevidade da sua raça permite encaixar Legolas em praticamente qualquer momento da cronologia do universo de Tolkien, e tudo isso sem envelhecer ou perder suas habilidades em batalha. É claro que, devido a forma complicada como o filho de Tolkien administra os seus espólios, provavelmente não estaremos vivos para ver algo assim.

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Professor Van Helsing (Drácula, de Bram Stoker)
Se contarmos com todas as fan fictions já escritas sobre Drácula, com certeza encontraríamos algum livro sobre o notório caçador de vampiros Van Helsing. É claro, tem aquele filme ‘adolescente’ com o Hugh Jackman, mas que não serve de exemplo para o que estamos propondo no momento. A questão é que Stoker poderia ter investido um pouco mais no sucesso gerado por Drácula, e ter aproveitado esse personagem (que chega a ser tão popular quanto o próprio conde vampiro) para escrever outras histórias sobre suas estranhas pesquisas. Uma tática que Anne Rice soube usar muito bem na sua literatura.

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Dick Hallorann (O Iluminado, de Stephen King)
Claro, felizmente temos um pouco mais desse cara na continuação intitulada ‘Doutor Sono’, mas ainda sim não é o suficiente. Embora seja um mero coadjuvante, ele consegue ser um dos personagens mais interessantes de Stephen King pelo fato de conseguir deixar grandes impactos com pequenas aparições no decorrer do enredo. Também vale ressaltar que o personagem é melhor explorado na série produzida pelo próprio Stephen King com a sua versão original de ‘O Iluminado’. Tenho certeza que ele poderia protagonizar grandes histórias sobre como descobriu o seu dom, como aprendeu a usá-lo, ou sobre como seguiu a sua vida após o incidente no Hotel Overlook.

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Jaqen H’ghar (As Crônicas de Gelo e Fogo, de George RR Martin)
Para um personagem que mal aparece na saga original de George RR Martin, e surgiu apenas em um punhado de episódios da adaptação da HBO, Jaqen H’ghar causou uma excelente impressão entre os fãs. Ele é um dos personagens mais intrigantes e misteriosos de Game of Thrones, um assassino sombrio que aparentemente pode alterar sua aparência à vontade e magicamente aparecer em qualquer lugar que for convocado por Arya Stark, que, ao poupar a sua vida, adquiriu uma estreita relação com este guerreiro perigoso. Não há nenhum indício sobre o seu futuro na série, e a sua morte sempre é uma possibilidade quando se trata de George RR Martin, mas eu pagaria fácil para ler algumas histórias solo sobre suas aventuras homicidas.

Sugestão Literária: A Sombra do Vento, de Carlos Ruiz Zafón

O Sistema de Bibliotecas da UCS quer saber quais os livros que mais marcaram a vida de seus funcionários. Com esse intuito criou o projeto “Sugestão Literária”.

Nessa campanha, dois livros já foram abordados:  A asa esquerda do anjo, de Lya Luft, e A Metamorfose, de Franz Kafka (para conhecer mais clique nos links!). Sugestões de Michele Marques Baptista, Coordenadora Administrativa do Sistema de Bibliotecas, e de Ramiro Antônio Pereira, funcionário da Biblioteca Central.

Nessa semana, após 15 dias de intervalo, a sugestão literária é para os amantes do mistério. A Sombra do Ventode Carlos Ruiz Zafón é indicação de Paula Fernanda Fedatto Leal, colaboradora do setor de Processo Técnico.

Tudo começa em Barcelona, em 1945. Daniel Sempere está completando 11 anos. Ao ver o filho triste por não conseguir mais se lembrar do rosto da mãe já morta, seu pai lhe dá um presente inesquecível: em uma madrugada, leva-o a um misterioso lugar no coração do centro histórico da cidade, o Cemitério dos Livros Esquecidos.

O lugar, conhecido de poucos barceloneses, é uma biblioteca secreta e labiríntica que funciona como depósito para obras abandonadas pelo mundo, à espera de que alguém as descubra. É lá que Daniel encontra um exemplar de ‘A Sombra do Vento’, do também barcelonês Julián Carax. O livro desperta no jovem e sensível Daniel um enorme fascínio por aquele autor desconhecido e sua obra.

Obcecado, Daniel começa então uma busca pelos outros livros de Carax e, para sua surpresa, descobre que alguém vem queimando sistematicamente todos os exemplares de todos os livros que o autor já escreveu. Na verdade, o exemplar que Daniel tem em mãos pode ser o último existente. E ele logo irá entender que, se não descobrir a verdade sobre Julián Carax, ele e aqueles que ama poderão ter um destino terrível. (Saraiva)

“Apaixonada por livros e por boas histórias de suspense e mistério, encontrei em A Sombra do Vento essa mistura perfeita.” – diz Paula, a obra ambientada na Barcelona franquista da primeira metade do século XX, é uma narrativa eletrizante, que o faz não querer desgrudar do livro.

“Mergulhei nessa leitura de Zafón e simplesmente amei!”-acrescenta.

Fica a sugestão a leitura dessa obra que está disponível em nossos acervos.

 

Três atividades para aproveitar gratuitamente na UCS

Nessa semana, terminam os prazos de inscrições para quatro atividades gratuitas oferecidas pela Universidade de Caxias do Sul (UCS). Confira, abaixo, mais informações sobre cada uma delas.

Alimentação saudável
O curso de extensão Cozinha Brasil busca capacitar e atualizar o participante com relação às diferentes técnicas usadas para garantir a segurança alimentar e a qualidade no aproveitamento dos alimentos. As aulas, promovidas pela UCS e SESI/FIERGS, ocorrem de 1º a 3 de setembro na Cidade Universitária. Incrições podem ser realizadas até 31 de agosto pelo link: http://bit.ly/13Am36u.

Educação e Relações Étnico–raciais
Também no dia 31 de agosto, o UCS Teatro sedia a Conferência – Educação e Relações Étnico-Raciais, que integra o do 21º Encontro da ASPHE – Etnias, Culturas e História da Educação. Promovido pelo Centro de Ciências Humanas e da Educação, o encontro pretende abordar temas relacionados à educação e às relações étnico-raciais. Inscrições em: http://bit.ly/1Jl9f0V

Jornada Acadêmica
O Campus Universitário de Vacaria dará espaço à II Jornada Acadêmica do Curso de Sistemas de Informação, de 26 a 28 de outubro. As palestras serão gratuitas para acadêmicos e egressos da UCS. Confira programação: http://bit.ly/1hthHoZ

Fonte: UCS Sempre

Mercado de livro autografado dos EUA transforma dedicatórias em negócio

Capa da primeira edição do livro "Dr. No"(O Satânico Dr. No), de Ian Fleming (1958). Cópia assinada pelo autor vale U$$ 14,5 mil Reprodução Toda semana, Howard Pitkin enfrenta até cinco horas de fila para conseguir uma assinatura de um autor que esteja lançando livro nos Estados Unidos. Sobretudo em Nova York, onde há sessões de autógrafos abundantes.

Depois, quando volta para sua loja, em South Windsor (Connecticut, EUA), ele cataloga e põe o exemplar à venda a preços mais salgados.

Pitkin tem outro emprego (prefere não revelar qual). Faz o bico para ganhar um extra e cultivar o gosto pela literatura. Mas não é qualquer livro que interessa. Depende do alcance do autor e do gênero.

Títulos de mistério, por exemplo, vendem bem. Por isso, ele comprou um exemplar de “Blood Always Tells” (algo como “o sangue sempre denuncia”) por cerca de US$ 17 (R$ 60) para revender com a assinatura da autora, Hilary Davidson, a US$ 30 (R$ 105).

A internet ajudou a inflacionar a “bolsa de autógrafos” na qual Pitkin se especializou.

“É um mercado multimilionário. Não tão grande quanto a indústria da arte, mas significativo”, avalia o livreiro Joshua Mann, 31. Nem ele nem outros especialistas consultados pela Folha souberam dizer qual o montante movimentado por ano no setor.

O comércio desses artigos começou no final do século 17 e chegou aos Estados Unidos no século 19, diz Ruth-Ellen St. Onge, pesquisadora da Escola de Livros Raros (Universidade de Virginia). “Era a era de ouro dos livros raros.”

Nos anos 2000, a internet mudou tudo, facilitando o comércio e o intercâmbio entre colecionadores. Amadores entraram para o ramo, vendedores tradicionais saíram, as ofertas se multiplicaram. O que valia pouco (como algo de literatura moderna com várias cópias autografadas) passou a valer ainda menos. Em compensação, o que era ouro virou platina –caso do livro comprovadamente raro.

Para sobreviver, é preciso ter credibilidade. É nisso que aposta Charles Agvent, 61. No ramo desde 1987, ele se diz lesado pelas hordas que passaram a fazer o mesmo que ele sem nenhuma instrução. “Roubam descrições de livros, mesmo que imprecisas, e instalam o caos”, reclama.

Para ele, tal “amadorismo” perpetua erros elementares, como dados de impressão e edição copiados e reproduzidos sem checagem apurada.

COBIÇADOS

Seja como for, a demanda é grande. Não são raros os dias em que há duas sessões de autógrafos em Nova York na rede de livrarias Barnes & Nobles. “Eu me sinto lisonjeada”, conta Davidson, de “Blood Always Tells”. “Mas claro que prefiro que as pessoas leiam o livro do que só o colecionem ou revendam.”

Quando leitores chegam com sacolas repletas de exemplares, a escritora logo suspeita. Muitos impõem regras: a assinatura não pode ser personalizada nem datada. Desvaloriza a revenda.

Para nomes consagrados, outros critérios entram em jogo. A morte do autor ou a conquista de um prêmio elevam o ibope da dedicatória. Primeiras edições, cópias raras e anotações originais, mais ainda.

Mesmo supostos erros de impressão podem ajudar. A supressão de trechos em seis páginas de “Go Set a Watchman” (“Vá, Coloque um Vigia”), de Harper Lee –que vendeu 1,1 milhão de cópias numa semana nos EUA– fez um exemplar saltar de US$ 20 (R$ 70) para US$ 956 (R$ 3.323).

O primeiro exemplar da primeira impressão da primeira edição de “O Sol Também se Levanta”, autografado por Ernest Hemingway, sai por US$ 195 mil (R$ 678 mil) no site AbeBooks. Um exemplar novo, a menos de US$ 10 (R$ 35).

No mesmo site, há seis exemplares disponíveis de uma edição limitada a 150 cópias de “Fiesta Melons”, de Sylvia Plath, com ilustração da própria e introdução de seu ex-marido, o poeta inglês Ted Hughes –que muitos acusam de ter motivado seu suicídio.

Um dos livros assinados por Hughes vale US$ 1.045,16 (R$ 3.630), contra US$ 385,90 (R$ 1.341) de outro sem inscrição.

Outra preciosidade: o exemplar da edição inaugural de “Orlando” que Virginia Woolf dedicou à irmã (“Vanessa/ De sua escrava e irmã”), por US$ 325 mil (R$ 1.127).

Nem todos encaram as filas para autógrafo como um negócio, contudo. “Vender? Por nenhum dinheiro nesse mundo”, disse, há alguns dias, uma adolescente emocionada com a dedicatória da autora e atriz Candance Bure (da série “Full House”, exibida nos anos 1980-90) no livro em mãos.

Fonte: Livros Só Mudam Pessoas

Não parece clássico, mas é

A arte da adaptação, que embora disfarçada, faz jus ao original.

Existem inúmeros clássicos literários que já foram adaptados para as telonas, e nesse post vamos falar sobre algumas adaptações que não parecem nem um pouco com os clássicos, mas que de fato são.

As Patricinhas de Beverly Hill (1995)

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Entre tantas adaptações de época feitas a partir do Emma, de Jane Austen essa é a mais sagaz e a que mais compreende as personagens e as suas circunstâncias.

A história: Cher (Alicia Silverstone) é rica, mimada e narcisista, mas não é má pessoa. Tanto que decide fazer uma boa ação e transformar em “popular” a desajeitada Tai (Brittany Murphy) – no que mete os pés pelas mão, aprende umas tantas coisas e compreende como é interessante o irmão postiço (Paul Rudd), que sempre achou velho e chato.

Na verdade é a adaptação mais espirituosa e criteriosa do romance de Austen.

10 Coisas que Eu Odeio em Você (1999)

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Para poder namorar a menina que gosta, um menino precisa antes cumprir uma condição – encontrar alguém disposto a namorar a irmã mais velha dela, Katarina (Julia Stiles), a garota mais brava da escola.  Patrick (Heath Ledger) topa, mediante suborno, mas então descobre que gosta verdadeiramente de Katarina.

Na verdade trata-se da peça A Megera Domada, de Shakespeare, transposta com graça e carisma, para um subúrbio de Sattle.

E Aí, Meu Irmão, Cadê Você? (2000)

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No sul americano dos anos 30, Ulysses McGill (George Clooney) foge da prisão com dois outros trapalhões para buscar um tesouro enterrado e para evitar que sua mulher, Penny (Holy Hunter), aceite outros pretendentes.  Um cego profetiza que eles viverão grandes aventuras, um grandão de tapa-olhos os ameaça, três lavadeiras tentam seuzi-los com seu canto…

Na verdade o Filme dos irmão Coen é, sem tirar nem pôr, a Odisseia do poeta grego Homero.

O Diário de Bridegt  Jones (2001)

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O filme nada mais é do que uma deliciosa reimaginação contemporânea do livro Orgulho e Preconceito, obra máxima, de Jane Austen. Até mesmo o “príncipe encantado” se chama Mr. Darcy…

A Mentira (2010)

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Para não ter de admitir que é virgem, Olive (Emma Stone) inventa uma noite de sexo co um rapaz que ninguém conhece. Mas a mentira se espalha e traz consequências inesperados: se por um lado a facção conservadora da escola milita pela sua expulsão, por outro os alunos mais moderninhos passam a considerá-la um ícone.

Essa comédia deliciosa, ao mesmo tempo vira do avesso e homenageia A Letra Escarlate, de Nathaniel Hawhothorne, sobre uma adúltera hostilizada em seu vilarejo.

Fonte: Revista Veja, edição 2437, ano 48,  n º 31.

Conheça o lado chocante de alguns autores famosos

Não importa quantos livros publicados ou prêmios ganhos um escritor ostente em seu currículo, longe dos holofotes, todos são pessoas normais com seus próprios hábitos, maninas e crenças bizarras.

As vezes eles podem deixar escapar essas excentricidades em obras escusas que acabam desconstruindo a imagem que cultivamos deles, e revelando uma vida dupla, com passatempos únicos e, porque não, até com uma certa ponta de loucura.

Os escritores citados abaixo são idolatrados pelo mundo todo por suas obras emocionantes e perspicazes, mas suas vidas particulares eram tão estranhas, que também merecem a nossa atenção.

Bram Stoker era um maluco teórico da conspiração

Apesar de Bram Stoker ser mais conhecido por ter escrito o clássico Drácula , o autor irlandês escreveu diversos outros romances que não tinham nada a ver com sangue, morcegos, ou mortos-vivos.
Na verdade, ele escreveu várias obras de não-ficção, incluindo um chamado ‘Impostores Famosos’, publicado em 1910, e dedicado a expor vigaristas e conspiradores. No último capítulo desse livro, intitulado “The Bisley Boy”, ele afirma que a rainha Elizabeth, aquela que todos nós aprendemos na aula de história, era na verdade um homem disfarçado.
De acordo com Stoker, a verdadeira Elizabeth ficou doente e morreu quando tinha 10 anos, enquanto estava de férias no campo. O Rei Henrique VIII anunciou que faria uma visita, e a governanta entrou em pânico. Para não correr o risco de ter a cabeça cortada, ela teria corrido para a cidade vizinha para procurar uma substituta. Como ela não conseguiu encontrar uma garota parecida com a princesa, ela acabou vestindo um menino com as roubas de Elizabeth.
Quando o rei finalmente apareceu, ele cumprimentou sua suposta filha e foi rapidamente cuidar de seus afazeres reais, nunca percebendo a troca. Daquele ponto em diante, o papel de Elizabeth foi desempenhado por este andrógino ‘Bisley Boy’, e toda a Inglaterra teria sido enganada por esse impostor bem maquiado.
Naturalmente, a teoria de Stoker acabou sem credibilidade pela falta de provas. Seu caso era baseado em algumas afirmações dúbias, como a forma como a rainha Elizabeth guardava seus segredos e sua propensão a perucas, que supostamente esconderia a calvície masculina. Além disso, ela nunca se casou, e se recusava a ver qualquer médico, incluindo os pessoais.
Por fim, de acordo com Stoker, Elizabeth era incrivelmente inteligente demais para ser uma mulher, o que elucidaria ela ser secretamente um homem, já que Stoker acreditava que todas as mulheres eram estúpidas. (Para saber mais sobre Stoker, acesse)
Charles Dickens era fascinado por pessoas mortas
Ele escreveu alguns dos romances mais famosos do idioma Inglês, mas Charles Dickens também foi um esquisitão de primeira.
Onde quer que ele dormisse, ele insistia que a cabeceira da cama estivesse voltada para o norte, afirmando que a direção de seu colchão influenciava na sua criatividade. Ele também seguiu o mesmerismo , a versão vitoriana do hipnotismo, muitas vezes praticando suas supostas habilidades em família e amigos.
Mas todas essas pequenas peculiaridades eram nada em comparação a obsessão de Dickens pelos mortos. Quando ele não estava escrevendo sobre órfãos famintos ou avarentos mal-humorados, Dickens se refugiava no cemitério de Paris.
Aparentemente, visitar o necrotério era quase como ir ao cinema no século 19. Parisienses entediados, com um gosto pelo macabro, gostavam de deslumbrar os corpos de vítimas de assassinato, suicídios, e as pessoas pescadas no rio Sena. Mas o fascínio de Dickens com os mortos, era uma curiosidade mórbida que excedia os hábitos do passado. Como o grande autor colocou certa vez, “Sempre que estou em Paris, sou arrastado por uma força invisível para o necrotério. Eu nunca quero ir para lá, mas sou sempre puxado para lá”.
Sua atração por cadáveres era tão forte, que Dickens chegou a passar o Natal e o ano novo no cemitério, com corpos baleados e esfaqueados. E quando não estava na França, Dickens às vezes saia com a polícia do rio Tamisa, à procura de corpos ou apenas para conversar sobre tentativas de suicídio.
Mark Twain inventou o sutiã
Além de ser um dos maiores romancistas da América, Mark Twain realizou uma grande variedade de trabalhos como repórter, prospector, e piloto de barco . Ele também era um talentoso inventor, tendo criado pelo menos duas patentes durante sua vida.
De fato, sua primeira invenção lhe rendeu $50.000, o que não é mau, especialmente para os padrões do século 19. Uma de suas invenções é o protótipo do álbum de figurinhas. Twain adorava colecionar fotos e artigos de jornal, mas ele se cansou de ter que passar cola em cada recorte individual. Querendo acelerar o processo, Twain concebeu um álbum auto-colar. O processo envolvia fitas adesivas pré-colados nas páginas . Tudo o que tinha a fazer era umedecer o material pegajoso, e pronto, você estava pronto para colar o que queria na página.
Mas a maior criação de Twain era uma cinta elástica que impedia as roupas folgadas de cair. Com a ajuda de um fecho ‘prático’, a cinta impedido os coletes e outras vestimentas de sobrarem no corpo. Bilhões de pessoas ainda usam a invenção de Twain, só que não da forma que ele imaginou. O fecho da cinta elástica que esse grande escritor criou, é usado até hoje na parte de trás do sutiã.
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Philip K. Dick foi inspirado por visões
Quem já leu um livro de Philip K. Dick sabe que ele tinha uma mente bem incomum. E mesmo que você nunca tenha aberto um de seus romances, com certeza já viu um filme ou dois com base em suas obras. Suas obras inspiraram filmes notáveis ​​como Blade Runner , O Vingador do Futuro e Minority Report . E, por sua vez, alguns de seus livros foram inspirados por visões completamente insanas.
Em 20 de fevereiro de 1974, Dick estava se recuperando de uma cirurgia do dente do siso e esperando uma entrega de remédios para a dor. Quando o etregador apareceu, Dick notou que ele usava um chamativo cordão no pescoço, e foi quando as coisas ficaram estranhas.
De repente, o pingente do cordão acertou Dick com um laser cor de rosa, enchendo sua mente com uma presença alienígena. Esta entidade extraterrestre teria compartilhado uma grande sabedoria antiga com o escritor de ficção científica, muitas vezes em línguas antigas como o grego.
O ser, que Dick descreve no feminino, também o ajudou a realizar mudanças em sua vida, encorajando-o a melhorar a sua alimentação e encarar os editores que atrasavam o seu pagamento. O incidente ainda o motivou a escrever um diário de 8.000 páginas.
Dick provavelmente sofreu um ataque epiléptico, mas o autor tinha suas próprias teorias. Talvez ele tenha recebido mensagens de Deus ou extraterrestres, ou quem sabe foi vítima de algum experimento soviético. Mas embora as ideias de Dick pareçam excêntricas, uma parte da história é difícil de ser julgada.
Um dia, a entidade alertou Dick que seu filho morreria de um defeito de nascença que os médicos não diagnosticaram. Alarmado, o autor correu com seu filho para o hospital e descobriu que estava certo. Mesmo confusos, os médicos conseguiram salvar o filho de Dick, tudo graças ao tal feixe de laser rosa.
Arthur Conan Doyle acreditava que Houdini era mesmo um mago
Apesar dele ter criado o personagem mais lógico de toda a literatura, Sir Arthur Conan Doyle não era bem a pessoa mais racional do planeta. Depois que seu filho morreu na Primeira Guerra Mundial, o autor dedicou sua vida ao espiritismo e a tentar desesperadamente a falar com os mortos. Mas sem qualquer cumplicidade com seu amigo Harry Houdini. Um renomado cético que furtivamente frequentava sessões espíritas para expor médiuns fraudulentos.
Muitas de suas conversas giravam em torno do espiritismo, com cada um tentando provar seu ponto de vista para o outro. Doyle muitas vezes levou Houdini aos seus médiuns favoritos, enquanto o ilusionista tentava convencer o autor que tudo não passava de uma farsa. Porém, as coisas ficaram estranhas quando Doyle proclamou que Houdini realmente possuía poderes mágicos.
O escritor chegou a estranha conclusão que Houdini desmascarava farsantes para abrilhantar os seus próprios poderes psíquicos. Ele ainda afirmava que o mágico poderia se desmaterializar, e é assim que ele escapava de todas as correntes, camisas de força, e cofres. Frustrado, Houdini preparou um truque para provar ao seu amigo que a magia não era real. O ato de Houdini envolveu uma ardósia, bolas de cortiça, e um balde de tinta branca.
Doyle foi instruído a deixar cair a bola dentro do balde de tinta e, em seguida, foi convidado a sair da casa. Armado com lápis e papel, Doyle caminhou três quarteirões de distância, escreveu uma mensagem secreta, e voltou. Em seguida o autor pegou a bola coberta de tinta fora da lata, passou ela pela ardósia e viu com espanto que a bola rolou soletrando “Mene Mene Tekel UFARSlM”, a frase exata que ele secretamente tinha escrito no papel.
A bola foi enchida com ferro e controlada por um ímã . E como Houdini sabia o que Doyle tinha escrito? Ele simplesmente pediu para verificar se as dobras estavam corretas, e como em um truque de mágica, substituiu o pedaço por um outro em branco. No final do ato, o mágico não revelou o segredo para o escritor, dizendo apenas que: “Eu não vou dizer-lhe como ele é feito, mas posso assegurar-lhe que era malandragem pura”.
O plano do homem saiu pela culatra e Doyle saiu de lá totalmente convencido de que seu amigo tinha habilidades psíquicas. Houdini nunca conseguiu convencer seu amigo a desistir de espiritismo, e devido a essa discórdia, eles passaram o resto de suas vidas discutindo a respeito.

Senhor dos Anéis: Arquitetos lançam crowdfunding para arrecadar dinheiro e construir a cidade de Minas Tirith

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Um grupo de arquitetos pede ajuda da internet para para construir uma versão real da cidade de Minas Tirith, um dos principais cenários da saga O Senhor dos Anéis.

A ideia é erguer a cidade no sul da Inglaterra. Para isso, eles pedem míseros R$ 10 bilhões em menos de dois meses. No site de arrecadação, um dos arquitetos diz:

“Nós todos compartilhamos um amor pela obra de Tolkien [autor dos livros da saga], e um desejo de desafiar a percepção comum de comunidade e arquitetura. Acreditamos que, na realização de Minas Tirith, poderíamos criar não só a atração turística mais notável no planeta, mas também um lugar maravilhosamente único para viver e trabalhar.

Com doações a partir de 100 mil libras, os colaboradores podem se transformar em um Lord ou Lady em Minas Tirith. Segundo a descrição do crowdfunding, esse tipo de doação garante a você e sua família acesso exclusivo a todas as áreas da cidade e uma cadeira no comitê executivo.

Larissa Baltazar, no Brasil Post

Infográfico: Trabalhos Incomuns de Autores Famosos

ANTES DE SE TORNAREM FAMOSOSANTES DE SE TORNAREM FAMOSOS (1)ANTES DE SE TORNAREM FAMOSOS (2)ANTES DE SE TORNAREM FAMOSOS (3)ANTES DE SE TORNAREM FAMOSOS (4)ANTES DE SE TORNAREM FAMOSOSANTES DE SE TORNAREM FAMOSOS (6)ANTES DE SE TORNAREM FAMOSOS (8)

Fonte: Eletric Lit adaptado.

Dorinateca a biblioteca virtual da Fundação Dorina Nowill

A Dorinateca é uma biblioteca virtual que disponibiliza livros por download nos formatos Braille, Falado e Digital Acessível DAISY (Digital Accessible Information System), em português Sistema de Informação Acessível Digital, que é um formato de arquivo digital que facilita o acesso a informação, como o próprio nome sugere.

Para Paula Antoniazzi dos Santos, estudante de psicologia e funcionária do Programa de Integração e Mediação do Acadêmico (PIMA) da Universidade de Caxias do Sul, a Dorinateca amplia e facilita o acesso a informação através das oportunidades do mundo digital.

“Com ela (Dorinateca), os deficientes visuais ou com baixo índice de visão tem acesso a livros de literatura nacional, best sellers, literatura estrangeira, etc. Essa ferramenta é utilizada mais nos momentos de lazer, para a diversão.

Através dela os deficientes visuais podem usufruir do acervo autonomamente e, além disso, incentiva a alfabetização e a leitura por meio da tecnologia.” – Paula ressalta.

Para ter acesso a Dorinateca é preciso realizar um cadastro no próprio site.

No acervo da Biblioteca Central existem livros impressos em braile, além de centenas de livros em áudio, todos publicados pela editora da Dorina  Nowill. Vale a pena conferir!

Para conhecer mais sobre o trabalho desenvolvido pela equipe do PIMA, acesse o Blog e o Site.

UCS Conhecimento – o novo programa da UCS TV

 1610879_821358204625721_7181723067623721108_nO novo programa da UCS TV aborda o trabalho de pesquisadores da Universidade. Além disso, o UCS Conhecimento vai tratar também, de estudos realizados por professores  visitantes da instituição.

Na última segunda-feira, dia 17 de agosto, a UCS TV estreou esse novo programa na grade da emissora. Com 12 de minutos de duração, o UCS Conhecimento é um espaço para entrevista, na qual é abordado um assunto relacionado ao universo de pesquisa do entrevistado.

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O programa vai ao ar, com um episódio novo todas as segundas-feiras, às 20h30. O programa será veiculado também em horários alternativos às quartas-feiras, às 12h45min, às quintas, às 20h30min, e aos sábados, às 12h45min.

Os programas estarão disponíveis pelo canal do YouTube.

Fonte: UCS

Você conhece o movimento BookCrossing?

Conhece o projeto? Já ouviu falar? O BookCrossing, movimento que existe desde 2001, está presente em 132 países, com quase 11 milhões de livros registrados e 2,5 milhões de membros.

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O BookCrossing é prática de deixar um livro num local público para ser encontrado e lido por outra pessoa. Essa pessoa, por sua vez, deve então deixar um livro em um local público para que outras pessoas tenham a oportunidade de ler.

O objetivo do projeto é tornar o mundo inteiro em uma grande biblioteca, dessa forma, o acesso à cultura e especificamente à leitura se tornam verdadeiramente universais.

Saiba mais sobre o projeto no Site da BookCrossing.

A Biblioteca Central decidiu pegar carona nesse projeto e estará realizando, hoje, durante a tarde, no Centro de Convivência e na Galeria Universitária, um BookCrossing.

Portanto, traga seus livros e aproveite!

Sete quadrinhos que debatem a sociedade

Muitas HQs traduzem com maestria e arte o mundo em que vivemos e os obstáculos morais e políticos deste e de outros tempos. Holocausto, revolução, preconceito e consumismo são alguns dos elementos presentes em clássicos dos quadrinhos. Na lista abaixo, combinamos super-heróis e personagens de tirinhas, confira:

Maus

MausFacebook/Art Spiegelman/Reprodução

Lançada em 1980, a graphic novel de Art Spiegelman narra de maneira ficcional a história de seu pai, que lutou para sobreviver ao Holocausto. Na HQ, os judeus são retratados como ratos, enquanto os alemães aparecem como gatos, os franceses como sapos, os poloneses como porcos. A metáfora serve para ilustrar as propagandas nazistas, que tratavam judeus e poloneses dessa forma, e para traduzir o lado primitivo da guerra.

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X-Men

downloadUma das HQs de maior sucesso no mundo, X-Men narra a história de poderosos mutantes que defendem a humanidade de ameaças malignas. Criada por Stan Lee e Jack Kirby, em 1963, a obra discute preconceito, racismo e política por meio dos embates vividos por um grupo liderado pelo professor Xavier. Além dele, personagens como Wolverine e Tempestade se eternizaram entre os fãs de quadrinhos.

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V de Vingança

V de vingança

Num futuro imaginário e distópico, a Inglaterra é assolada por um regime fascista, mantido com o uso de muita violência e repressão. Nesse cenário de caos, o mascarado V convida seus compatriotas à revolução. De Alan Moore e David Lloyd, a obra foi lançada em 1982 e até hoje inspira manifestações pelo mundo.

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Super-Homem

Superman-Entre-a-Foice-e-o-MarteloO que teria acontecido se um foguete com um bebê kryptoniano caísse na antiga União Soviética? A resposta está no episódio “Entre a Foice e o Martelo”, sobre o que seria do mundo se o homem de aço tivesse aterrissado em outras terras. Assinada por Mark Miller, a HQ é provocativa ao criar uma versão comunista de um dos super-heróis americanos mais nacionalistas de todos.

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Mafalda

Mafalda

Fã de Beatles e preocupada com a paz mundial, Mafalda é uma menina argentina que faz críticas afiadas ao universo à sua volta. Criada por Quino em 1962, a personagem ecoa preocupações de gente grande, sempre observando e questionando injustiças, pensando no futuro do ser humano e do planeta.

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Calvin e Haroldo

download (1)Solitário, Calvin tem seis anos e passa os dias na companhia do sábio tigre Haroldo, que é apenas um bicho de pelúcia aos olhos de todo o mundo. Desenhada por Bill Waterson, a tirinha surgiu em 1985 e trouxe análises divertidas e sagazes de um menino sobre o comportamento humano.

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Tintim

Tintim

Série criada em 1929 pelo belga Hervé, “As Aventuras de Tintim” aborda inúmeras situações vividas por um repórter e seu cão Milu em viagens pelo mundo. Envolvendo conspirações políticas e casos de investigação, a HQ traz comentários satíricos sobre política e cultura.

(Fonte: “O Livro Perigoso para Garotos”, de Conn Iggulden e Hal Iggulden)

Fonte: Super Interessante

British Airways cria lista com os livros mais esquecidos a bordo

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Daniela Majori, no Segs

Um levantamento realizado pela British Airways revelou que, a cada ano, cerca de 500 livros e 1.400 kindles são esquecidos a bordo dos vôos da companhia. Entre eles, a Bíblia Sagrada representa 6% dos livros deixados para trás.

Na preferência dos viajantes, romances são o tipo mais comum encontrado nos vôos (22%), seguido de thrillers policiais, didáticos, guias de viagens, não-ficção, negócios e economia. Entre as biografias mais populares estão a de Hillary Clinton, do piloto Lewis Hamilton e do jogador de tênis Roger Federer. O gênero menos encontrado a bordo, de acordo com o levantamento, é o ‘chick lit’, que inclui romances leves e divertidos.

Entre os meses de abril a julho, os títulos mais esquecidos foram:

  • “Game of Thrones” – George R.R. Martin
  • “Cinquenta Tons de Cinza” – E.L. James
  • “A Garota no Trem” – Paula Hawkins
  • “Nós” – David Nicholls
  • “Garota Exemplar” – Gillian Flynn
  • “Escolhas Difíceis” – Hillary Clinton
  • “O Livro Negro” – Hilary Mantel
  • “Shotgun Lovesongs” – Nickolas Butler
    “Inteligência Social” – Daniel Goleman
  • “Funny Girl” – Nick Hornby

 

O livro em cores mais antigo do mundo está online

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A biblioteca da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, digitalizou e disponibilizou para download o primeiro livro impresso em cores conhecido. O “Manual de caligrafia e pintura” (Shi zhu zhai shu hua pu) foi produzido em 1633 pelo Estúdio Dez Bambus, o primeiro com o processo em xilogravura policromática inventado pelo chinês Hu Zhengyan.
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O manual de 320 páginas é dividido em oito categorias com textos e imagens: pássaros, ameixas, orquídeas, bambus, frutas, pedras, desenhos em tinta e miscelâneas.
 Você pode ter acesso a essa raridade através do link .
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Fonte: Letras in.verso e re.verso