Vídeo aulas grátis ensinam a fazer TCC e teses

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Atentos a uma das principais dificuldades que alunos de graduação e pesquisadores de pós-graduação têm no decorrer dos cursos: a elaboração do trabalho de pesquisa de conclusão, professores de algumas instituições como a FGV (Fundação Getulio Vargas),  Unifesp (Universidade Federal de São Paulo ) e UniSantos (Universidade Federal de São Paulo) resolveram disponibilizar uma série de videoaulas abertas sobre o assunto na internet.

Ofertadas gratuitamente, as aulas ajudam os acadêmicos na elaboração de trabalhos de conclusão de curso (TCC), monografias, dissertações e até teses de doutorado. Nos vídeos sobre a confecção de monografias, por exemplo, o professor Fábio Maiomone, da UniSantos, oferece todo o conteúdo quase em um formato de curso modular. Ele explica, passo a passo, cada uma das partes que compõem uma monografia (título, justificativa, objetivos, referências etc). Todas as videoaulas foram produzidas pelos próprios professores e foram disponibilizadas no YouTube.

Para facilitar a vida do formando e do pós-graduando, o Porvir resolveu mapear além das videoaulas, uma série de materiais adicionais gratuitos que podem ser consultados e até baixados. Confira a listagem completa a seguir:

TCC (Trabalho de conclusão de curso de graduação)
Instrutor: professor José Carlos Abreu (Fundação Getúlio Vargas)

Material adicional gratuito para consulta:
1. Confira modelo pré-formatado de TCC elaborado pela USP São Carlos
2. Aprenda a utilizar o Prezi como alternativa aos slides do Powerpoint
3. Descubra uma nova forma de apresentar o trabalho com o Mural.ly

 

MONOGRAFIA (de Graduação ou de Especialização)
Instrutor: professor Fábio Maiomone (Universidade Católica de Santos)

Veja outros vídeos sobre cada uma das partes que compõe a monografia

Material adicional gratuito para download:
1. Leia as principais recomendações para a monografia feitas pela USP
2. Baixe a ferramenta Monogrando para ajudar na formatação do trabalho

 

DISSERTAÇÃO DE MESTRADO
Instrutor: professor Alexandre Barros (Cientista Político)

Material adicional gratuito para download:
1. Confira as diretrizes sobre dissertações disponibilizadas pela USP
2. Leia o manual sobre a confecção de dissertações da UFRJ
3. Conheça os softwares usados para facilitar a elaboração da dissertação

 

TESE DE DOUTORADO
Instrutor: professor João Luiz Azevedo (Unifesp)

Material adicional gratuito para download:
1. Baixe o manual de elaboração de teses publicado pela UFRJ
2. Organize a rotina de estudo com o orientador com o software Colabolo
3. Acesse um modelo de esqueleto de uma tese de doutorado da COPPE

 

Fonte:  Canal do Ensino

‘Doutor Google’ dará dicas sobre doenças com base em sintomas pesquisados

De acordo com a empresa, o objetivo é evitar ‘ansiedade’ e ‘estresse’ desnecessários que ocorrem com resultados alarmantes

Segundo o Google, 1% das buscas realizadas no site são sobre sintomas de doenças – muitos até chamam o buscador de “Doutor Google”.

Mas, de acordo com a empresa, essa tentativa de se chegar a um diagnóstico a partir da consulta a publicações virtuais tem causado problemas. Um deles é a pessoa achar que, a partir de alguns sintomas, está com alguma doença grave e assustadora.

Quem fizer pesquisas pelo celular nos EUA sobre sintomas simples, como “dor de cabeça” ou “coceira”, obterá resultados com dados do próprio Google.

Trata-se de mais um esforço da empresa para fornecer informações diretamente ao usuário sem que este deixe o buscador ao clicar nos links de outros sites. Segundo a companhia, o serviço tem o objetivo de evitar “ansiedade e estresse” desnecessários.

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(Foto: Divulgação)

Como funcionará o diagnóstico do Google

O Google relacionará a cada termo uma lista de doenças, como “sinusite”, “enxaqueca” ou “gripe”. As informações serão acompanhadas de opções de tratamento, onde obter dados mais aprofundados na rede, quais casos podem justificar uma visita ao médico e qual a especialização indicada.

O resultado aparecerá em destaque no topo da página, seguido pelas informações obtidas normalmente em outros sites pelo mecanismo de busca do Google.

A diferença é que a informação em destaque terá passado previamente pelo filtro de especialistas consultados pela empresa. Entre esses estão quadros da Harvard Medical School e da Mayo Clinic – instituição médica americana sem fins lucrativos.

Os dados estão disponíveis desde o dia 27 de junho em buscas feitas por celular no site do Google e em aplicativos para Android e iOS nos Estados Unidos. Mas o sistema deve ser ampliado também para outras línguas e plataformas – a empresa não informa quando isso ocorrerá.

Os diagnósticos de internet

A despeito da qualidade da informação, a internet se tornou uma influente fonte sobre saúde. Segundo estudo da Northwestern University, 84% dos adolescentes com 12 a 18 anos nos Estados Unidos buscam informações sobre saúde on-line – em comparação, apenas 3% obtêm esse tipo de informação em jornais. Desses, um em cada três alteraram os seus hábitos influenciados pela internet.

É preciso, porém, tomar precauções sobre o  uso do “Doutor Google”. Ana Flávia Pires Lucas D’Oliveira, professora de medicina preventiva da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, por exemplo, afirma que sintomas e doenças devem ser sempre discutidos com um médico.

Mas ela avalia como positivo que os pacientes cheguem às consultas munidos de informações sobre os próprios problemas.

“Tem muitos médicos que têm preconceito contra o ‘Doutor Google’, mas quando a fonte é de qualidade, ela gera uma relação menos assimétrica entre paciente e profissional de saúde e permite uma participação maior [do paciente] sobre o seu próprio cuidado, algo que deve ser incentivado”

Ana Flávia Pires Lucas D’Oliveira – Professora de medicina preventiva da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, em entrevista ao Nexo

Albert Einstein tem parceria com o Google Brasil

A empresa de tecnologia também tem oferecido conteúdo próprio para buscas sobre saúde no Brasil. Atualmente, se um brasileiro faz uma busca por “dor de cabeça em um lado só” recebe os resultados normais filtrados pelo algoritmo de busca. Entram na lista reportagens de grandes portais de notícias, verbetes de sites especializados em saúde e, claro, uma discussão do Yahoo Respostas sobre o tema.

Quando se busca por doenças específicas, como “catapora”, no entanto, o buscador mostra, do lado direito da página, um verbete com a palavra elaborado pela própria empresa junto a entidades especializadas de várias regiões do globo.

A instituição usada como referência no Brasil é o Hospital Albert Einstein. Mas a lista de parceiros inclui também a Mayo Clinic, dos Estados Unidos, e Apollo Hospitals, da Índia, por exemplo. No Brasil, os verbetes estão disponíveis desde março.

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(Foto: Reprodução)

De acordo com o Albert Einstein, já foram elaborados 500 verbetes. Outros 500 devem ser lançados no futuro. O mecanismo pode evitar que internautas cheguem a informações de baixa qualidade, um problema frequente de sites brasileiros sobre saúde.

Segundo trabalho de pesquisadores das faculdades de medicina de Jundiaí, Botucatu, e ABC, buscas por diabetes mellitus, hipertensão arterial sistêmica e infarto agudo do miocárdio, remetem, em geral, a informações de baixa qualidade. A pesquisa afirma que:

  • 20%
    Das páginas não tinham informações adequadas sobre o tratamento completo de hipertensão arterial sistêmica
  • 30%
    Daquelas relacionadas com infarto agudo do miocárdio tinham o mesmo problema
  • 35,5%
    Das que traziam informações sobre diabete mellitus tinham informações inadequadas sobre tratamento

 

Nova estratégia do Google

A nova ferramenta é mais uma medida por meio da qual o gigante de buscas fornece informações sem que seja necessário clicar nos links de outros sites. Isso já ocorre com a tradução de palavras ou informações sobre a população de cidades brasileiras, por exemplo.

O resultado imediato da nova ferramenta deve ser uma queda do tráfego dos sites especializados em saúde, que ficará mais concentrado no próprio Google e nas referências escolhidas pela empresa.

Fonte: Nexo (adaptado)

Portal reúne 150 anos de história russa em 80 mil fotos gratuitas

O Museu de Arte Multimídia de Moscou anunciou o lançamento de um novo portal, História da Rússia em Fotografias, que disponibiliza cerca de 80 mil fotos de registros feitos no período entre 1860 e 2000. A coleção será expandida diariamente.

Segundo a diretora do museu, Olga Sviblovo, o objetivo do portal é reunir todas as coleções de museus e de fotos pessoais para criar uma espécie de “Wikipédia visual sobre a história da Rússia”.

O site funciona como um banco de fotos, bastante fácil de usar. Para visualizar as seções de tempo não é sequer necessário saber russo; basta mover o cursor pela linha do tempo que as fotos correspondentes ao período escolhido aparecem na página principal.

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Arredores de Moscou, em 1954. (Foto: MAMM/MDF)

“Nós estamos desenvolvendo agora a versão em inglês do site e aperfeiçoando o tradutor automático, porque a busca no site é feita por tags”, explica Sviblova. “Já existem mais de 10 mil delas. Por exemplo, ao buscar pela tag ‘boutonnière’, pode-se ver uma foto do poeta Aleksandr Blok vestindo um em seu paletó.”

“Começamos a pensar nesse portal em 1999, porque entendemos o quão importante seria a criação de uma história fotográfica para as gerações futuras”, diz Sviblovo. “Não se pode construir o futuro sem conhecer o passado.”

O projeto mantém cooperação com todos os museus e arquivos do Estado em Moscou, além de centros de exposição regionais e herdeiros de famosos fotógrafos russos.

Os visitantes do site também podem postar suas próprias fotos, melhorar a qualidade das imagens e até virar curadores, criando suas exposições com textos e comentários.

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Moscou, em 1955. (Foto: MAMM/MDF)

Fonte: Pesquisa Mundi

Aplicativo da Biblioteca já está disponível para download

Está sendo lançado um novo aplicativo oficial do Sistema de Bibliotecas da Universidade de Caxias do Sul – UCS, nomeado como UCS Biblioteca.
O Aplicativo (App) foi desenvolvido para facilitar o acesso aos nossos serviços de consulta ao catálogo, reservas e renovações através de smartphones e tablets. Além de oferecer outros serviços, como:
Notícias e dicas – Mantenha-se informado sobre o Sistema de Bibliotecas através das notícias do Blog do Sistema de Bibliotecas.
Tutoriais – Assista os tutoriais em vídeo no Canal do Sistema de Bibliotecas no YouTube.
Fotos – Conheça as bibliotecas através dos álbuns no Flickr.
Outras APPs – descubra novos aplicativos úteis para informação e pesquisa.
Fale conosco – Acesse o mapa com a localização das bibliotecas do Sistema e seus horários de funcionamento, além de manter contato através das páginas nas redes sociais.
Links para instalação nas lojas de aplicativos:
Estamos à disposição para eventuais dúvidas sobre acesso, instalação, utilização ou outras. Contate por email bice@ucs.br, Twitter@bibliotecaucs, Facebook/bibliotecaucs ou pelo telefone (54)3218.2173.

Confira os livros que entraram em nosso acervo no 1º semestre de 2016

Conheça as novas aquisições do Sistema de Bibliotecas da Universidade de Caxias do Sul no 1º semestre  de 2016.

 

A busca por literatura científica: como os leitores descobrem conteúdos

Texto publicado por Lilian Nassi-Calò em “Scielo em Perspectiva”.

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Foto: Mark Deckers

A Internet definitivamente mudou a forma pela qual a literatura acadêmica é publicada e disponibilizada. Se houve um aumento substancial das fontes de informação, este foi acompanhado pelo surgimento de inúmeras possibilidades de busca e localização da literatura. Motores de busca, bases de dados, indexadores, agregadores, sites Web do periódico e/ou do publisher, redes sociais, ferramentas para comentar e compartilhar publicações e muitos outros foram criados e aperfeiçoados ao longo do tempo, oferecendo aos leitores várias formas de chegar aos mesmos conteúdos. Pouco se sabe, entretanto, sobre os hábitos de busca de leitores da literatura científica – como acadêmicos, pesquisadores, estudantes, professores e profissionais buscam e selecionam conteúdos de seu interesse em meio à sobrecarga de informação disponível.

Um estudo pormenorizado de autoria de Tracy Gardner e Simon Inger, especialistas em publicação e gestão de periódicos científicos, publicado em março de 20161, teve por objetivo preencher esta lacuna. Através de uma pesquisa online realizada com mais de 40 mil leitores entre outubro e dezembro de 2015 em todo o mundo, foi possível aos autores traçar um vasto panorama dos hábitos de leitura dos entrevistados. A pesquisa acrescenta conhecimento a estudos anteriores nos mesmos moldes desenvolvidos pelos autores em 2005, 2008 e 2012, e permite comparar a evolução do comportamento dos leitores nos últimos dez anos. Ademais, a pesquisa incluiu dados sobre a área do conhecimento, país, nível acadêmico e setor dos entrevistados, o que possibilitou traçar um perfil de comportamento de acordo com estas variáveis.

É importante notar, entretanto, que apesar da diversidade de respondentes, os resultados das pesquisas de 2012 e 2015 foram normalizados para se adequar às amostras demográficas de 2005 e 2008. Assim, os resultados destes dez anos são, predominantemente, de pesquisadores acadêmicos nas áreas de ciência, tecnologia e medicina, trabalhando em países da Europa e nos Estados Unidos.

Um resultado importante é que enquanto bases bibliográficas seguem sendo a fonte mais relevante, sua importância vem diminuindo desde 2008, perdendo lugar para motores de busca acadêmicos, redes sociais e serviços de agregadores como EBSCO, ProQuest e JStor. Serviços de bibliotecas ganharam relevância em 2012 e vem mantendo sua posição. Apesar de desaconselhados por bibliotecários, fontes veiculadas pelos próprios periódicos e/ou seuspublishers vem crescendo em importância através das áreas, setores e perfis de países.

Quando se avalia a tendência por área do conhecimento, acadêmicos de países de alta renda em ciências da vida mostram preferência por bases bibliográficas (tipicamente PubMed), apesar de pequena diminuição em comparação com 2012, seguido de motores de busca acadêmicos. Nesta população, redes sociais, agregadores e fontes controladas pelo publisher mostram aumento no mesmo período. Analisando esta comparação com a área de Humanidades (também entre acadêmicos de países de alta renda), observa-se um quadro bastante diverso. Entre 2012 e 2015, apenas as redes sociais tiveram aumento de importância, permanecendo, entretanto, em nível baixo frente a bases bibliográficas, agregadores, serviços de biblioteca e motores de busca acadêmicos.

Apesar da ligeira queda de importância entre 2012 e 2015 em algumas áreas como ciências da vida, medicina, engenharia e ciências da terra, as bases bibliográficas seguem sendo a fonte mais utilizada por acadêmicos em todo o mundo, crescendo de importância em física e astronomia e ciências da computação. As redes sociais, por outro lado, ainda não ocupam uma posição de destaque na busca por literatura, porém mostram significativo aumento de importância a partir de 2012 em todas as áreas do conhecimento.

Os sites de periódicos e publishers cresceram de importância entre 2012 e 2015 em todas as áreas do conhecimento, notavelmente em agricultura, ciências da terra, engenharia, física, ciências da vida, medicina e ciências sociais. Este crescimento pode ser atribuído a ações de marketing dospublishers principalmente através de redes sociais, que realizaram melhorias nos sistemas de busca de seus portais, atraindo principalmente pesquisadores.

Avaliando a preferência de profissionais não acadêmicos como o setor médico, de governo e corporativo, a preferência recai principalmente nas bases de dados bibliográficas, motores de busca acadêmicos e sites de publishers e de periódicos.

Quando se analisa a preferência por área geográfica, nota-se comportamentos bastante distintos. Acadêmicos da Ásia, África e América do Sul ranqueiam sites de publishers, motores de busca acadêmicos e bases bibliográficas no mesmo patamar de importância. Por outro lado, seus pares na Europa e Estados Unidos consideram os primeiros menos importantes em relação aos outros dois. Bases bibliográficas são a principal fonte de consulta entre acadêmicos na América do Sul. Agregadores são menos relevantes na Europa do que nos EUA, e redes sociais são menos importantes na Europa e América do Norte do que nas demais regiões, presumivelmente devido a disponibilidade de textos completos em acesso livre nestes sites. Esta observação vai ao encontro da preferência destas fontes especialmente em países de baixa e média renda, assim como sites de publishers e de periódicos.

O quadro abaixo relaciona as fontes preferenciais utilizadas por pesquisadores da América do Sul para buscar artigos em 2015 (em ordem decrescente de importância):

Base de dados bibliográfica
Motor de busca acadêmico
Site do publisher
Agregador
Motor de busca geral
Site do periódico
Serviços de biblioteca
Alertas de periódicos
Redes sociais gerais e acadêmicas
Site de sociedade científica

Quanto à utilização de motores de busca, a pesquisa revela que em 2015 apenas o setor acadêmico prefere o Google Scholar ao Google, sendo o setor corporativo o que menos utiliza o motor de busca acadêmico. No setor acadêmico, o Google Scholar é mais utilizado que o Google nos Estados Unidos e a maioria dos países da Europa, além do Brasil. Por outro lado, a África e Ásia preferem o Google, possivelmente por desconhecer sua contraparte acadêmica. Na China, o uso do Google é parcialmente restrito, sendo substituído pelo Baidu. Somados, Google e Baidu superam o Google Acadêmico naquele país. Analisando por disciplina, o Google Scholar é usado preferencialmente ao Google por acadêmicos das áreas de Ciências Sociais e Políticas, Psicologia, Medicina, Ciências da Vida, Ciências Ambientais, Educação, Ciências da Terra, Ciências da Computação, Economia e Finanças e Ciências Agrárias.

A pesquisa perguntou também aos entrevistados qual a proporção de artigos de periódicos os usuários acessam de diversas fontes. Analisando o setor acadêmico por faixa de renda de seus países, nota-se que sites de periódicos ou publishers, agregadores de texto completo ou coleções de periódicos são os mais frequentes, independente do perfil do país. Possivelmente programas como Hinari, Gift e Agora em países de baixa e média renda contribuem para este resultado. A seguir estão os repositórios institucionais, com maior frequência de uso por pesquisadores de países de alta renda, uma vez que seu uso requer que as instituições criem estes arquivos. O uso de repositórios temáticos, por outro lado, mostra-se independente do perfil do país dos usuários, por seu caráter mais global. Em igual proporção estão as mídias sociais acadêmicas comoResearchgate, Mendeley ou Academia.edu. A alternativa de cópias de artigos enviadas por colegas ou pelo autor é utilizada em baixa proporção e em igual nível por países de diferentes perfis socioeconômicos. Isso indica que a busca por fontes abertas de literatura é uma prática comum, mesmo entre acadêmicos de países de alta renda, que presumivelmente contam com eficientes recursos de bibliotecas para acessar periódicos de acesso por assinatura.

O uso de dispositivos móveis como tablets e smartfones para buscar e ler artigos científicos vem aumentando nos últimos anos. A partir de 2012, os autores do estudo passaram a incluir no questionário perguntas sobre a frequência de seu uso. Em países de baixa renda, houve uma queda significativa no uso de desktops em favor de tablets e smartfones em 2015, em comparação com 2012, porém o uso de laptops permaneceu inalterado. Em países de alta renda, no entanto, a redução no uso de desktops em favor de dispositivos móveis foi de apenas 4%. Esta tendência reforça o uso crescente destes dispositivos em países de baixa e média renda para várias finalidades acadêmicas. Porém, esta tendência não se observa apenas no mundo em desenvolvimento. O setor médico em todo o mundo apresentou praticamente o mesmo comportamento frente à substituição de desktops por dispositivos móveis para acessar artigos de periódicos. Esta tendência vem fazendo com que sites de publishers e de periódicos ofereçam interfaces adequadas ao uso em tablets e smartfones. O uso de aplicativos em dispositivos móveis para acessar e ler artigos, entretanto, ainda é bastante restrito, sendo mais frequente em países de baixa e média renda e em áreas como a medicina.

Tendo em vista o número de usuários que apontaram os sites de periódicos ou publishers como principal fonte de consulta, a pesquisa perguntou aos entrevistados quais recursos nestes sites consideram úteis. Os resultados apontam que alertas do conteúdo do fascículo, que eram considerados relevantes em 2005 deixaram de sê-lo ao longo dos anos, atingindo o menor valor em 2015. Por outro lado, a indicação de artigos relacionados cresceu desde 2012. Links para referências, serviço de busca por tema ou autor e download de imagens também cresceram de importância desde 2012. Por outro lado, notícias, métricas a nível de artigo, e compartilhamento com redes sociais não atraem a atenção dos acadêmicos de maneira geral, ao contrário do esperado em função da popularidade das redes sociais no compartilhamento de informação sobre literatura científica.

Os resultados deste estudo e das edições anteriores indicam que há uma enorme diversidade na forma pela qual os usuários de diversos setores e áreas buscam e acessam literatura científica. Nota-se um denominador comum, entretanto, que é o conhecimento sobre as várias opções existentes a serviço dos usuários. Os esforços empreendidos por publishers e serviços de bibliotecas para aperfeiçoar os recursos de seus sites vem sendo reconhecidos, considerando o aumento de popularidade destas fontes. As tradicionais bases bibliográficas, entretanto, seguem sendo a mais importante fonte de consulta em praticamente todos os setores e áreas do conhecimento.

Fonte: Scielo em Perspectiva

O amor segundo Mário de Andrade

Texto publicado por Márcio Ferrari em Pesquisa Fapesp

Análise da musicalidade dos versos do poeta revela também a evolução de sua concepção dos sentimentos e do fazer artístico

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Ainda há muito a descobrir, recuperar e estudar entre os escritos e documentos deixados por Mário de Andrade (1893-1945) como escritor, musicólogo, pesquisador de cultura popular, ensaísta, crítico literário e gestor cultural. Uma vertente que promete render, pelo volume e diversidade da produção, é o cruzamento das muitas faces de suas atividades. Por meio de estudos das influências das pesquisas musicais do escritor sobre as estruturas de seus poemas, iniciados há 15 anos, a pesquisadora Cristiane Rodrigues de Souza, do Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo (IEB-USP), percebeu que a análise dos recursos formais do poeta, em sua relação com a música, revela o conceito de amor em toda a sua obra em versos. Segundo a pesquisa de pós-doutorado de Cristiane, “O lirismo amoroso e o fazer poético de Mário de Andrade”, em fase de conclusão, a ideia de amor como conflito de forças, presente nas primeiras reuniões de poemas do autor, dá lugar a um sentimento sereno e de repouso nos seus últimos trabalhos.

Cristiane encontrou caminhos para a compreensão da obra do escritor analisando, entre outras fontes, livros que faziam parte da sua biblioteca, preservada no IEB. Vários pesquisadores vêm fazendo trabalhos semelhantes de cotejo. Uma especialista de longa data em Mário de Andrade, a professora Telê Ancona Lopez, do IEB e da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, supervisora do pós-doutorado de Cristiane, vê nessa atividade – que descreve como “a formação do escritor leitor” – uma das três principais vertentes atuais dos estudos sobre o poeta. As outras são a do correspondente – Mário trocou cartas com um grande número de intelectuais de seu tempo – e a edição de obras inéditas. “Nesses projetos, a análise e a interpretação, no âmbito da crítica literária, são enriquecidas com o estudo do processo criativo, fundamentado na crítica genética”, explica Telê. A crítica genética procura reconstituir a obra de um escritor por meio de vestígios de seu processo criador, o que só é possível com a preservação, pelo menos em parte, de seu legado material. Entre as vertentes da obra de Mário que ainda faltam estudar, a professora destaca a do crítico na imprensa, em artigos sobre literatura, artes plásticas e música, entre outros assuntos.

Cristiane diz a respeito de sua atual pesquisa que “é um momento de amadurecimento de um longo período de reflexões acerca da poesia de Mário de Andrade, sempre procurando ligações entre poesia e música”. Em suas primeiras pesquisas, ela havia destacado o aproveitamento de estruturas e recursos musicais na obra do poeta modernista. Em duas delas, Cristiane se deteve nos poemas do livro Clã do jabuti(1927). A análise procurou estudar na “voz lírica” de Mário a presença de elementos da música popular e do folclore – palavra usada pelo poeta para designar o que hoje se chama mais comumente de cultura popular. Foram procurados nos poemas o ritmo e a organização de timbres fonéticos que criam musicalidade, assim como a presença da estrutura de gêneros musicais cantados, como a moda e a louvação, e de técnicas como o tema e a variação. Segundo Cristiane, os poemas de Clã do jabuti incorporam definitivamente nos versos do escritor “as formas, técnicas e temas musicais populares”. Essa aproximação de elementos variados e muitas vezes opostos seria uma busca por “definir a multiplicidade de seu país e de si mesmo”.

Viagens pelo Brasil
Durante toda a vida, Mário manteve atividade intensa de pesquisador da cultura popular, em particular da música, enquanto construía sua obra literária e exercia funções públicas. Na década de 1920, ele fez duas viagens com essa finalidade às regiões Norte e Nordeste, primeiramente por conta própria (1927) e depois conjugando o trabalho de etnógrafo com o de colaborador do Diário Nacional (1928). Em 1935 o escritor passou a dirigir na cidade de São Paulo o Departamento de Cultura (equivalente a uma secretaria municipal), onde instituiu a Missão de Pesquisas Folclóricas. Três anos depois, a missão partiu para sua primeira viagem em busca de material etnográfico. Após percorrer seis estados, a pesquisa foi interrompida quando o escritor foi afastado do cargo pela ditadura de Getúlio Vargas.

A par de influir na poesia de Mário, a música folclórica também é fundamental na narrativa de Macunaíma, que o autor definiu como uma rapsódia – em vez de romance –, gênero musical caracterizado pela justaposição de vários temas, entre eles aqueles derivados de melodias populares. Em um enredo em que se misturam tradições populares, lendas e mitos de várias regiões brasileiras, o estilo rapsódico corresponde à ideia de um país múltiplo, complexo e “sem caráter” (isto é, sem identidade definida), como o escritor qualificou seu personagem. Macunaíma completa este ano nove décadas de sua criação. Mário, segundo ele mesmo, escreveu o livro em seis dias de dezembro de 1926 numa chácara em Araraquara (SP). O lançamento só ocorreu em 1928.

Dando prosseguimento à sua investigação sobre a musicalidade dos poemas do escritor, Cristiane percebeu, quando fazia sua pesquisa de doutorado – defendido na FFLCH-USP, sob a orientação do professor Alcides Villaça –, que, nos poemas em que a música aparecia mais marcadamente no livro Remate de males (1930), o amor era presença constante. Nesse livro, “em tom mais comedido, o poeta maduro, ao mesmo tempo que busca conhecer e incorporar as manifestações da cultura brasileira, volta o olhar para sua música interior, múltipla e complexa como o país”, afirma a pesquisadora.

Da “música interior” a pesquisadora depreendeu a concepção do amor como uma das faces do poeta múltiplo de “Eu sou trezentos…”, poema que abre a coletânea. Nos versos amorosos, Cristiane identificou a estrutura de bailados populares, ou “danças dramáticas”, como classificou Mário, entre eles o bumba meu boi e os reisados. As sequências dessas danças são marcadas por representação de lutas, que a pesquisadora relaciona com “o embate entre o desejo do poeta e a proibição do amor”, no grupo de poemas “Tempo da Maria”. Já em “Poemas da negra”, a estrutura é de fuga, terminando numa “resolução tonal” que, em determinados momentos, Cristiane identifica, no encontro amoroso, com a “conjugação dos corpos”.

A pesquisadora estendeu a análise a versos contidos em Poesias (1941) e Lira paulistana(1945, póstumo). Do primeiro, destaca o grupo de poemas “Girassol da madrugada”. “A experiência amorosa do poeta é feita sem os embates de forças contrárias das danças dramáticas, encenada de forma amena”, diz Cristiane, exemplificando com os versos “Não há senão Narciso entre nós dois, lagoa,/ Já se perdeu saciado o desperdício das uiaras”. A pesquisadora vê aqui uma superação da “carência que move Eros” (o desejo amoroso), dando lugar ao “êxtase pleno e sem impaciência” do amor philia (amizade em grego antigo). Na analogia com as danças dramáticas, a tradicional sequência de “morte ritual do gozo” e subsequente ressurreição é transformada num repouso contínuo imaginado como “cessar ardentíssimo”. A música das danças dramáticas, com seus embates épicos, dá ainda lugar às melodias populares classificadas por Mário como “música de feitiçaria”, que sugerem torpor.

A preguiça – o sentimento próprio do personagem Macunaíma – é evocada em “Rito do irmão pequeno”, outro grupo de poemas da coletânea de 1941. Nele, o poeta exorta o irmão menor a “exercer a preguiça, com vagar”. Desta vez, segundo a pesquisadora, “é exercido o prazer pleno, que não almeja a consumação sexual, mas o estado de contemplação e de totalidade”, próximo do “amor do belo em si” apontado por Sócrates no diálogo O banquete, de Platão.

Razão e sensibilidade
Cristiane identifica nesses poemas da fase final da obra de Mário de Andrade também o desejo da convivência dos contrários que leva a pensar na construção artística, já que as obras de arte são capazes de conjugar razão e sensibilidade. Essa ambição teria se baseado na tese do filósofo e poeta alemão Friedrich Schiller (1759-1805) de que a arte seria o único meio de desfazer, criando uma harmonia de contrários, a fratura provocada no ser humano pelo distanciamento entre uma ingenuidade primordial e o racionalismo da modernidade. Mário teria encontrado nas ideias de Schiller uma referência para sua atuação como artista, ao mesmo tempo estudioso da música folclórica e professor do Conservatório Dramático e Musical da cidade de São Paulo.

Quanto aos inéditos do autor que estão sendo recuperados, um lançamento importante foi o do romance inacabado Café, em edição preparada durante vários anos por Tatiana Longo Figueiredo, também pesquisadora do IEB-USP. O volume teve lançamento pela editora Nova Fronteira em meados de 2015, período em que foram lembrados os 70 anos da morte de Mário e, com isso, a entrada em domínio público de toda sua obra. Para realizar a edição do romance, que correspondeu à sua pesquisa de doutorado, apresentada em 2009 no IEB, Tatiana conseguiu recuperar entre os documentos do IEB 11 fases de sua criação. O escritor, que tinha um projeto grandioso para o romance, mas passou por vários momentos de insatisfação com o que havia escrito, trabalhou nele entre as décadas de 1920 e 1940. “Foi um imenso trabalho de quebra-cabeças”, diz Tatiana.

A música tem papel predominante também em Café. “O texto é recheado de musicalidade desde a própria escolha do protagonista, Chico Antônio”, afirma a pesquisadora, lembrando que, nos anos 1940, em um momento em que o escritor previa que não iria terminar a obra, ele a transformou numa ópera. Chico Antônio, que inspirou o personagem homônimo, foi um cantador de coco que Mário conheceu em sua segunda viagem de pesquisa folclórica, em 1928. Comparava a maestria que encontrou nesse artista com a de tenores de ópera como Beniamino Gigli e Enrico Caruso. Via nele, segundo Tatiana, “o ócio criador e a preguiça elevada que considerava ingredientes ideais para a criação poética”. Em algumas cenas do livro, como nos poemas estudados por Cristiane, “o narrador funde o próprio discurso de poeta ao do cantador”. Tatiana dá um exemplo: “O ganzá chiou num soluço. Ai, seu doutô, quando chegar em sua terra, vá dizer que Chico Antônio é danado pra embolar! Adeus casa, adeus amigo, adeus sala de estar! Adeus lápis de escrever! Adeus papel de assentar! Adeus as moças sensatas, adeus luz de alumiar, adeus casa de alicerce e a honra deste lugar!”

Fonte: Pesquisa Fapesp

9 livros que viraram filmes

É perceptível que muitos roteiros originais diminuíram e as adaptações cinematográficas de obras literárias vem crescendo. Assim, portanto, Lorena Ávila do blog CDL reuniu uma lista com 9 filmes que são adaptados de livros.

1. CORALINE: Sim, o encantador filme que recebeu um toque especial da produção de Tim Burton, é a adaptação de um conto de terror do autor Neil Gaiman (Deuses Americanos) e fez um enorme sucesso antes de se tornar uma animação belíssima e brilhante do diretor Henry Sellick.

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2. O Curioso caso de Benjamin Button: Um filme polêmico, com uma história emocionante e peculiar, que apesar de ser uma ficção tem muitas verossimilhanças. É uma adaptação de um conto do F. Scott Fitzgerald (O Grande Gatsby), bizarro e igualmente emocionante.

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3. Orgulho e Preconceito E ZUMBIS: Por essa ninguém esperava! Esse filme trash é baseado em uma adaptação de uma adaptação do romance da escritora Jane Austen, Orgulho e Preconceito, que também ganhou um filme. O interessante é justamente que esse filme é adaptado do livro de comédia do autor Seth Grahamer Smith, que é adaptado do livro clássico da Austen. Confuso né?

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4. Cidade de Deus: Um dos mais prestigiados e consagrados filmes do cinema nacional, tem um roteiro brilhante que expõe as faces de um Brasil obscuro por meios de histórias de criminalidades retratas na favela Cidade de Deus. Adaptação do romance escrito por Paulo Lins é baseado em fatos reais e é considerada uma das maiores obras literárias contemporâneas, feita para um projeto de pesquisas antropológicas: “Crime e criminalidade nas classes populares”.

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5. Bonequinha de Luxo: O Clássico perfeito e apaixonante, eternizado no cinema pela icônica Audrey Hepburn fez e ainda faz muito sucesso. É uma adaptação do livro do jornalista Truman Capote, que tem o mesmo nome, em inglês, Breakfast at Tiffany’s. É interessante porque para a época, apesar de sutil, essa história foi polêmica por contar a vida de uma prostituta de luxo. O livro tem uma narrativa muito mais completa, abrangente e explícita.

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6. SHREK: BOMBA! Uma das animações mais maravilhosas de todas que fez a alegria de várias gerações, que marcou nossa infância, que você tem todos os DVDs em casa e que todo mundo ama foi adaptado, ou mais precisamente, baseado em um livrinho infantil ilustrado e escrito por William Steig. Claro que a DreamWorks mais do que adaptou a história, modificou e temperou ela todinha, mas o que vale é a essência literária. Antes de chegar aos cinemas provavelmente era a leitura antes da soneca de muitas crianças.

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7. Forrest Gump: O contador de histórias: Um roteiro tão excelente quanto esse só poderia ter sido inspirado no mundo literário. A vida é uma coleção de histórias e Gump revela muito isso no decorrer de sua trajetória fantástica criando e participando da construção dos ideais e das histórias norte americanas em paralelo com sua própria vida. Atravessando o tempo de forma magnífica. Cheio de metáforas e cenas emblemáticas, imagina como esse livro pode ser representado na imaginação humana e qual a essência ainda mais profunda dos “contos” de Gump.

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8. Mary Poppins: Tá certo que a Disney curte muito uma adaptação né, daqui a pouco eles vão adaptar até folheto de consultório de dentista (brincadeirinhaaaa). Mas quem não adaptou Mary Poppins não é mesmo? Até o SBT entrou na brincadeira hahaha (saudades super nanny). O fato é que esse livro “infantil” trazia uma madrasta bem severa e rabugenta e a adaptação deixou a autora do livro transtornada de ódio com tantas diferenças. Vale ressaltar que Mary Poppins não é um único livro e sim uma série de oito livros, ou seja, aventuras que não acabam mais. Para quem gosta do clássico que marcou infâncias, ler o livro é uma regra, sem mais.

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9. Duro de Matar (ou duro de acabar hahaahaha): Loucura! o filme protagonizado pelo invencível Bruce Willis (o cara que sempre é escalado para salvar o mundo), cheio de ação, adrenalina e aventuras (ok, isso já está parecendo chamada de sessão da tarde, só faltou “da pesada” haha) é adaptado e, segundo resenhas e críticas, a adaptação não é muito boa. De modo que muitas coisas foram modificadas no filme, definitivamente alteradas, desde nomes de personagens até circunstâncias e situações cruciais para a história. O nome original do livro é “Nothing Lasts Forever” (Nada dura para sempre hahahahahahha isso é tãoooo irônico) e é uma continuação de um livro chamado The Detective, que também foi adaptado há muitos anos atrás e protagonizado por Frank Sinatra. O livro também ganhou uma sequência (essa bagaça não tem fim nunca) chamado Rainbow Drive que, adivinhem? Também foi adaptado ( lembrando que essas adaptações não possuem ligações com Duro de Matar e suas continuações). Ou seja, Duro de Matar é duro de ler, de assistir e de acompanhar.

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Fonte: CDL

Sugestão Literária: “O Cortiço”, de Aluísio Azevedo

Mais uma sugestão literária para você, feita pelos funcionários das Bibliotecas da UCS. Nessa edição, o auxiliar de biblioteca Guilherme Debastiani sugeriu a obra “O Cortiço”.download.png

Há várias razões pelas quais a leitura de “O Cortiço” é indispensável. Ele foi publicado em 1890, e é um romance com características do movimento Naturalista. É uma das obras mais importantes desse movimento, pois denuncia que, diante de um ambiente degradado, as pessoas ás vezes comportam-se como animais. Isso é mostrado por meio do ambiente no qual o romance se passa: um cortiço, onde pessoas vivem aglomeradas, e também por meio das ações de seus personagens, como o caso trágico de Piedade, portuguesa esposa de Jerônimo, que se entregou ao álcool após perder seu marido para Rita Baiana, mulata sensual que “fisga” o português ambicioso, dono do cortiço, que enriquece conforme seu estabelecimento cresce e se enche de moradores. Esse divertido enredo denuncia também os problemas sociais existentes no século XIX (muitos deles ainda existentes no século XXI), como pobreza, adultério, corrupção, formação de moradias em lugares inapropriados, e apresenta a maneira como as pessoas desses conglomerados viviam, explorados por alguém (no caso, por João Romão) que enriquece a custa das necessidades dos mais pobres. Além disso, trata de tabus da sociedade, como homossexualidade, alcoolismo e prostituição. (Saraiva)

O funcionário da biblioteca revela que leu o livro ainda no ensino fundamental, por indicação da mãe. Segundo ele, foi essa a obra que lhe fez procurar por todas as outras que leu posteriormente.

Guilherme relata que é um livro que prende o leitor no literário mundo de João Romão, passeando pelas tramas envoltas a ele. Ainda de acordo com o funcionário, o livro nos faz viajar no enredo das relações entre Romão e os outros personagens.

Para finalizar, ele informa que o final traz um desfecho surpreendente e afirma que, com a leitura de ‘O Cortiço’, “pode-se fazer uma comparação com a seguinte pergunta: O que o ser humano é capaz de fazer pelo poder?”

O livro “O Cortiço” está disponível em nosso acervo. Confira!

 

Biblioteca Central – Horário diferenciado de atendimento em 22 de julho

Horário diferenciado de atendimento na Bibiloteca Central em 22%2F07

 

Comunicamos que no dia 22 de julho de 2016 a Biblioteca Central funcionará das 8h às 11h30min e das 13h30min às 22h  devido à  evento da Reitoria-UCS.

Qualquer dúvida entre em contato pelo e-mail bice@ucs.br, pelo twitter @bibliotecaucs ou pelo telefone (54) 3218-2173.

Livros para pensar a desigualdade de gênero

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O vestibular de inverno 2016 da UCS já aconteceu, mas um dos temas da redação deve ainda ter um amplo espaço a ser debatido.

captura de tela extraída da folha de redação

Trecho extraído da folha de redação do vestibular de inverno/2016 – UCS

Uma entrevista realizada pelo UCS Minha Escolha com a professora Beatriz Kanaan, do curso de Sociologia e História da Universidade, abordou o tema igualdade de gênero.
Confira a entrevista. (O livro “Sejamos todos feministas” citado pela professora está disponível gratuitamente na internet)

Muitos autores vêm, há tempos, discutindo sobre esse assunto que hoje vemos tão em voga. A mulher e sua luta por direitos é tema de debates, dissertações e livros. Por isso, resolvemos elencar algumas obras disponíveis em nosso acervo sobre o assunto, que te ajudariam na hora de escrever uma boa redação:

  1. Memórias de uma moça bem-comportada /   Simone de Beauvoir 
  2. Adeus, bela adormecida :   a revisão do papel da mulher nos dias de hoje /   Madonna Kolbenschlag
  3. Alteridade e feminino /   Dorilda Grolli
  4. Anistia :   sementes da liberdade /   Therezinha Godoy Zerbine
  5. Como ser mulher e não morrer na tentativa /   Carmen Rico-Godoy
  6. O despertar da mulher é o despertar do homem /   Zenia Cassulo Dirani
  7. Dicionário da crítica feminista /   org. Ana Gabriela Macedo, Ana Luísa Amaral
  8. A donzela-guerreira :   um estudo de gênero /   Walnice Nogueira Galvão
  9. Educar para a submissão /   Elena Gianini Belotti
  10. Emancipação do sexo feminino :   a luta pelos direitos da mulher no Brasil – 1850-1940 /   June E. Hahner
  11. Falas de gênero :   teorias, análises, leituras /   org. Alcione Leite da Silva, Mara Coelho de Souza Lago, Tânia Regina Oliveira Ramos
  12.  Como ser mulher: um divertido manifesto feminino /   Caitlin Moran
  13.  O segundo sexo /   Simone de Beauvoir

     

     

     

O desafio de formar leitores

Há dois meses saiu o resultado da 4ª edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, realizada pelo Instituto Pró-Livro. Os dados divulgados abrem espaço para muitas reflexões – seja porque nos reconhecemos nas respostas e comportamentos ali expostos, seja porque somos cúmplices de alguns cenários ali apresentados. Cenários já muito familiares a todos aqueles comprometidos com o desafio de formar leitores em nosso país.

Segundo os critérios da pesquisa, 44% da população brasileira não é leitora. E dentre as principais razões apresentadas para a ausência da prática da leitura de livros estão a falta de tempo e paciência, o cansaço, a dificuldade e o não gostar de ler.

Todos sabemos que a leitura, assim como a culinária, a dança, a costura e a natação, por exemplo, é uma habilidade. Como tal, precisa ser adquirida, treinada, aperfeiçoada e refletida para que seja praticada com autonomia e desenvoltura. É possível que, para esse número considerável de brasileiros, a falta de interesse por essa habilidade possa ser explicada pela dificuldade que possuem em praticá-la de modo satisfatório.

Bons leitores, assim como bons cozinheiros, dançarinos, costureiros e nadadores, sentem prazer em realizar suas atividades porque possuem competência para fazê-las.

Geralmente, quando perguntamos a alguém se gosta de cozinhar, dançar, costurar, ou nadar, a resposta é sempre positiva quando o sujeito sabe-se competente para praticar essas habilidades. O gosto costuma derivar do reconhecimento da própria capacidade de realizar algo de modo satisfatório.

E como é possível torna-se capaz de fazer algo que não se conhece?

Primeiro, é preciso que o indivíduo adquira algumas competências básicas que, no caso da leitura, passam necessariamente pelo processo de conquista de uma alfabetização plena – tarefa que deveria ser cumprida pelas instituições educativas, garantindo a todos o direito à educação.

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Foto: Tomaz Silva/ Agência Brasil

Um indivíduo plenamente alfabetizado é também um leitor competente que compreende e interpreta textos em diferentes situações, estabelecendo relações entre suas partes, comparando e analisando informações, distinguindo fato de opinião, sendo capaz de fazer inferências e sínteses. Só é possível adquirir todas essas competências tendo acesso à palavra escrita e a experiências diversificadas, nas quais as práticas sociais da língua estejam em jogo. Ou seja, pertencendo a um ambiente letrado. E a construção desse ambiente pode ter o seu início muito antes do ingresso à escola.

Segundo a pesquisa mencionada no início desse texto, mães, pais e parentes foram citados como responsáveis por incentivar o gosto pela leitura por cerca de 27% dos entrevistados. São eles, também, um dos principais influenciadores para escolha e compra de livros. Isso demonstra a importância e a responsabilidade da família para despertar o interesse e a valorização do objeto livro, incluindo momentos para a leitura na rotina, dedicando tempo para visitar bibliotecas e livrarias, investindo parte do orçamento na construção de um acervo próprio, comentando e compartilhando as obras lidas, enfim, construindo – dentro de casa – uma comunidade de leitores.

Mas, todos sabemos que, em um país onde mais de 80 milhões de pessoas se declaram não leitoras, apostar todas as fichas para a mudança desse quadro apenas na família pode resultar em poucos e lentos avanços. Pais, mães e demais parentes podem e devem aproximar as crianças da leitura desde cedo, mas para isso é preciso que o livro esteja acessível. Daí a importância dos diferentes equipamentos culturais, especialmente das bibliotecas públicas e privadas, das boas livrarias com acervos diversificados e atualizados e, principalmente, de medidas que garantam o direito à leitura como política pública de Estado e não de governos.

Saber ler e fazer parte de uma comunidade onde a leitura está presente nos mais diferentes suportes é fundamental, mas essas duas condições só se efetivam na prática quando há acesso a livros e outros bens culturais de qualidade. E acesso, aqui, precisa ser entendido como muito mais do que proximidade com os objetos, mas como a criação de condições para que se possa extrair o máximo desse contato. Daí a importância da mediação feita por leitores mais experientes, que sejam capazes de despertar o desejo pela leitura, construindo oportunidades para que se possa praticar essa habilidade nos diferentes espaços – públicos e privados – com competência, segurança e autonomia.

Por fim, é preciso entender que a não familiaridade com a leitura representa uma falta. Falta de oportunidade de contato com a linguagem escrita, com o diálogo com o diferente, com a fantasia, com o conhecimento, com outros mundos e possibilidades. E talvez esse seja o maior desafio que todos nós brasileiros precisamos enfrentar: o de despertar o desejo pela cultura, pela experiência estética, pela transcendência, pela imaginação como algo indispensável à uma vida plena e um direito pelo qual vale a pena lutar. Sempre.

Fonte: Denise Guilherme Viotto em Carta Educação (adaptado)

CGUA: Conheça a biblioteca setorial de Guaporé

A Biblioteca do Campus Universitário CGUA, localizada em Guaporé, possui um acervo de aproximadamente 37 mil exemplares entre livros acadêmicos, literatura em geral, periódicos e multimeios.

A Biblioteca disponibiliza aos alunos: mesas de estudo, computador com acesso à Base de Dados e computadores restritos aos serviços da biblioteca e internet WiFi. Além disso, possui expositores de jornais e revistas atualizadas.

A Biblioteca de Guaporé está a disposição dos alunos de segunda a sexta-feira, das 13h30min às 16h30min e das 17h30min às 22h30min.

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Precisamos falar sobre o plágio

Dá um trabalhão. É cada vez mais comum. Corta um pedaço do primeiro parágrafo, sobe um trecho do segundo. Troca o ‘dizer’ por ‘afirmar’, o ‘amigo’ por ‘colega’, o ‘três meses’ por ‘quase um ano’. Tira o ‘em São Paulo’ e coloca ‘no Rio de Janeiro’. Acrescenta frases de outro artigo, distribuídas em blocos distintos do texto. Importa algumas tabelas e gráficos, para dar mais credibilidade e ficar menos modorrento. Bate tudo no liquidificador. Agora o ingrediente final: é só substituir o autor original pelo próprio nome. Está pronto. É só entregar. O professor nem vai perceber. Mandei bem demais. Duvido que leia todos os trabalhos. Se for muito zicado e o mala pegar, paciência, digo que, na correria, imprimi e entreguei o arquivo errado, por engano. Sem querer. Esse era só o rascunho, a base para o que eu queria escrever. No final, dá tudo certo. Fica frio.

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Plágio. Apropriação indevida, antiética e criminosa de trabalho intelectual produzido por outra pessoa e que o plagiador tenta convencer que é dele. “Não é um crime sem querer, mas um ato deliberado de quem acredita que não será pego e punido. Não se surrupia uma música ou um texto de alguém, apagando-se a assinatura de seus autores e registrando como de sua lavra sem querer, sem intenção. É um crime intencional, doloso, portanto”, define Rogério Christofoletti, jornalista e professor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em artigo publicado pelo Observatório da Imprensa em 2010. Trata-se de sacanagem que se popularizou entre estudantes do ensino fundamental – grave -, usada por alunos do ensino médio – mais grave – e também da graduação – muito grave, e que também já contaminou estudos científicos, não raro feitos por pesquisadores de renome e reconhecimento internacionais – gravíssimo elevado à enésima potência.

Em 2011, veio à tona escândalo que envolveu a demissão de um professor de dedicação exclusiva da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo (USP) em Ribeirão Preto, depois que ficou comprovado que ele tinha sido o principal autor de um trabalho que copiou imagens de pesquisas feitas na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) entre 2003 e 2006, sem dar os devidos créditos aos autores. Em 2014, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) tornou públicos, pela primeira vez em sua história, cinco casos de fraudes científicas (plágios e fabricação de dados) registradas, além da USP de Ribeirão, no Instituto de Química da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), na Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP, na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP e no Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer, em Campinas. Em março de 2013, o jornal “O Estado de São Paulo” publicou reportagem que alertava: “número de casos de denúncias de má conduta envolvendo plágio, falsificação e fabricação de dados em trabalhos científicos cresceu significativamente nos últimos dez anos”. Não é lenda urbana: figura querida e admirada na área, ex-secretário de Educação (da cidade e do estado de São Paulo), conhecido pelos muitos livros publicados (primeiro nome de anjo e sobrenome que começa com CHA e termina com LITA), foi pego em flagrante pela ‘Folha de São Paulo’ (matéria de 2012) por fazer autoplágio. De acordo com o jornal, cerca de 75% da segunda dissertação de mestrado dele (defendida em 1997, Direito) é uma reprodução da primeira dissertação (1994, Ciências Sociais). Os dois capítulos principais e a conclusão são idênticos.

A enxurrada estarrecedora de registros de trabalhos plagiados obrigou a Fapesp, por exemplo, a publicar manual com recomendações para evitar ‘má conduta científica’. É de fazer cair o queixo – dizer para mestrandos, mestres, doutores, doutorandos e pós- doutores como eles devem escrever seus artigos, o que é aceitável e o que é indecente e criminoso. Lembrá-los a respeito daquilo que é estupidamente simples. Cara pálida, o conhecimento está aí, disponível, cada vez mais acessível, ao alcance de um clique. Ideias não surgem por geração espontânea. É preciso dialogar com autores. Essa conversa, no entanto, precisa ser honesta e transparente. Basta fazer as devidas referências e citações. Porque o plágio representa dupla mentira – atropela o autor original, negando o que ele fez e modificando a autoria, para também enganar o leitor que, numa relação de confiança, acredita no que o autor (na verdade, outro autor) está narrando para ele. Aos que ainda tem a ousadia hipócrita de recorrer ao cinismo para tentar justificar a cretinice e perguntam em tom de deboche desafiador ‘mas onde está escrito que a gente não pode copiar o autor?’, costumo responder com um singelo e objetivo ‘bem, já estava escrito na grade do berço que a gente usou quando bebê’.

É elementar. Tão óbvio que me sinto imensamente ridículo ao escrever uma crônica com tantas obviedades. Bem… talvez faça sentido. Assim como se tornou imprescindível e urgente afirmar e reafirmar, em todos os espaços possíveis, o valor da democracia, a necessidade de combater, sempre, o racismo, a homofobia e a violência contra a mulher, a impossibilidade de ser tolerante com a intolerância, é momento também de agir para não aceitar que a ciência estabeleça pactos com o plágio.

Bertolt Brecht, dramaturgo e poeta alemão que viveu na primeira metade do século XX e conheceu de perto os horrores do nazismo e do fascismo na Europa, já se perguntava: ‘Que tempos são estes, em que temos que defender o óbvio?’.

É o nosso tempo.

Fonte: Francisco Bicudo em Ciência na Rua

Vestibular Complementar – Ingresso via redação

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Com o Vestibular Complementar 2016 da UCS, você pode ingressar na Universidade através de três modalidades:

  • Aproveitamento da nota de Redação do Vestibular de Inverno/2016 (1).
  • Utilização da nota de Redação do ENEM (2).
  • Realização de uma prova de Redação (3).

As inscrições deverão ser efetuadas até dia 17 de julho de 2016, e a prova será no dia 22 de julho de 2016, às 19h.  Somente os candidatos que tiverem optado pela forma de ingresso (3) deverão se apresentar às 18h no Campus-Sede, em Caxias do Sul, e nos demais Campi da UCS.

Mais informações sobre o vestibular complementar.

Biblioteca de CFAR: Horário diferenciado no período de férias

Bibliotecas fechadas nos dias 21, 22 e 23 de abril

Comunicamos que durante o período de férias de inverno, a biblioteca do Campus Universitário de Farroupilha funcionará de segunda a sexta-feira, das 8h às 11h30min e das 13h30min às 18h.

Qualquer dúvida entre em contato pelo e-mail bice@ucs.br, pelo twitter@bibliotecaucs ou pelo telefone (54) 3218-2173.

Conheça as novas aquisições da Biblioteca Central

Novos livros adquiridos através do cheque presente para você ler durante as férias. Lembrando que as obras retiradas entre 11 e 29 de julho terão a data de devolução para 08 de agosto de 2016… Aproveite!

  • A Mão Esquerda da Escuridão –  Ursula Kroeber le Guin
  • A bibliotecária de Auschwitz – Antonio G. Iturbe
  • A Coroa – Kiera Cass
  • O Diário de Anne Frank
  • Outlander, a Viajante do Tempo – Diana Gabaldon
  • Ela confiou na vida – Zibia Gasparetto
  • O Orfanato da Srta. Peregrine Para Crianças Peculiares – Ransom Riggs
  • A Menina Submersa – Caitlín R. Kiernan
  • Toda luz que não podemos ver –  Anthony Doerr
  • Cyberstorm – Matthew Mather
  • Aniquilação – Jeff Vandermeer
  • Condenada – Chuck Palahniuk
  • Número Zero – Umberto Eco
  • Espada de Vidro –  Victoria Aveyard
  • Mentira Perfeita – Carina Rissi
  • Em Algum Lugar nas Estrelas –  Clare Vanderpool
  • Trono De Vidro – Sarah J. Maas
  • Muito Mais que Cinco Minutos –  Kéfera Buchmann
  • Sombra e Ossos – Leigh Bardugo
  • Sol e Tormenta –  Leigh Bardugo
  • Ruína e Ascensão –  Leigh Bardugo
  • Golem e o Gênio – Helene Wecker
  • O Assassino do Rei – Volume 2 –  Robin Hobb
  • A Fúria do Assassino – Volume 3 – Robin Hobb
  • Mil Pedaços de Você  –  Claudia Gray
  • O Regresso –  Michael Punke
  • Barba Ensopada de Sangue – Daniel Galera
  • Trumbo –  Bruce Cook
  • O que Há de Estranho em Mim – Gayle Forman
  • Apenas Um Dia –  Gayle Forman
  • Spotlight. Segredos Revelados –  Vários Autores
  • O Visconde Que Me Amava – Série Os Bridgertons – Vol. 2 – Julia Quinn
  • Para Sir Phillip, com Amor – Os Bridgertons – Vol. 5 –  Julia Quinn
  • De repente, o amor  – Susan Fox
  • De repente, o desejo – Susan Fox
  • Diga Aos Lobos Que Estou Em Casa -Carol  Rifka Brunt
  • As Virgens Suicidas – Jeffrey Eugenides
  • Guia Politicamente Incorreto dos Presidentes da República
  • Perdido em marte – Andy Weir
  • O Poder do Hábito  – Charles Duhigg
  • Maze Runner : Arquivos –  James Dashner
  • Cidade dos Etéreos – Livro II, Série O Orfanato da Srta. Peregrine Para Crianças Peculiares – Ransom Riggs
  • The Leftovers: os Deixados Para Trás – Tom Perrota
  • A herdeira – Kiera Cass
  • Guia Politicamente Incorreto da História do Mundo

Confira os horários de funcionamento das Bibliotecas da UCS durante as férias de inverno

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Qualquer dúvida entre em contato pelo e-mail bice@ucs.br, pelo twitter@bibliotecaucs ou pelo telefone (54) 3218-2173.

Biblioteca de CVALE: Horário diferenciado em 15 de julho

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Comunicamos que no dia 15 de julho de 2016, a biblioteca do Campus Universitário Vale do Caí funcionará das 18h30min  às 22h30min.

Qualquer dúvida entre em contato pelo e-mail bice@ucs.br, pelo twitter@bibliotecaucs ou pelo telefone (54) 3218-2173.

Veja o vencedor da Promoção “Selfie na Biblioteca”

A vencedora da promoção “Selfie na Biblioteca” foi a estudante de Artes Visuais Paula Antoniazzi dos Santos que registrou um momento bem performático com um livro.

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O prêmio recebido por Paula foi um vale-livro no valor de R$50,00 da Livraria Laranja Lima. A estudante já recebeu e, provavelmente, terá um bom companheiro para as férias.

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