Exemplos de gráficos para NÃO colocar em seu trabalho acadêmico

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Os gráficos descritivos são uma ótima maneira de conhecer melhor seus dados de pesquisa. São facilmente compreendidos, mostram de forma clara tendências, variações e agrupamentos, e costumam ser uma das primeiras etapas da análise estatística.

Porém existem vários tipos de gráficos, cada um apropriado para um tipo de caso, e a escolha do formato inapropriado pode ocasionar interpretações que confundem ou induzem ao erro quem os vê.

Vale ressaltar que é apresentado aqui boas práticas na elaboração de gráficos, e não uma lista definitiva do que é certo e errado.

Sendo assim, confira alguns exemplos de gráficos que não apresentam as informações da forma mais apropriada:

1) Gráficos de linha, usado em uma situação em que não há uma relação de tempo envolvida

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Responda rápido: Houve um aumento no número de televisões adquiridas?

Se você se sentiu tentado a responder “sim”, consegue ver o problema dessa abordagem. Os gráficos de linha são usados principalmente quando queremos mostrar uma tendência, crescente ou decrescente, na nossa variável ao longo de um certo período de tempo, o que não é o caso.

Usá-lo fora desse contexto não é totalmente errado, mas dá uma primeira impressão incorreta para quem vê. Um gráfico de barras, nesse caso, é mais apropriado.

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2) Gráficos de pizza que “somam” mais que 100% da amostra

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Responda rápido: É correto dizer que menos da metade dos pesquisados teve dor de cabeça?

Os gráficos de pizza são ideais para mostrar proporções, mas quando usados em situações em que as categorias se sobrepõe (como no exemplo, um paciente pode apresentar mais de um tipo de sintoma) ele induz o observador ao erro, quanto à participação da categoria na amostra.

Nesse caso, o uso de um gráfico de barras também solucionaria o problema.

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3) Gráficos de linha cujo eixo vertical não começa em zero

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Responda rápido: Foi grande a variação no faturamento em 2015?

Eventualmente, modificar o início do eixo vertical é uma boa alternativa, para acompanharmos melhor a variação de valores de grandeza alta.

Porém, é necessário ter consciência de que isso faz com que o crescimento e decrescimento de valores seja superestimado.

Pelo menos na etapa exploratória, o melhor é fixar o eixo no valor zero.

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Resumindo:

Gráficos de pizza: apropriado para mostrar proporções na amostra.

Gráficos de linha: apropriado para mostrar mudanças em uma variável, ao longo do tempo.

– Em caso de dúvida, use um gráfico de barras.

Fonte: pós-graduando (adaptado)

Sistema de Bibliotecas realiza treinamento da base UpToDate

O Sistema de Bibliotecas da UCS realizou na terça-feira, dia 26 de abril, no Bloco M, o treinamento de capacitação da base UpToDate. O evento contou com a participação de alunos, professores e funcionários, e foi ministrado por Fabiano Mallmann – Account Manager UpToDate.

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Portal de Revistas em Veterinária e Zootecnia

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O Portal de Revistas de Veterinária e Zootecnia é uma iniciativa da Biblioteca Virtual em Medicina Veterinária e Zootecnia – BVS-Vet é fruto da parceria entre a Biblioteca da FMVZ/USP e do Conselho Regional de Medicina Veterinária e Zootecnia, que possibilitou o desenvolvimento do projeto.

O objetivo do Portal é contribuir para a visibilidade da produção científica brasileira das área de Medicina Veterinária e Zootecnia, promovendo a publicação de revistas em acesso aberto.

Confira em: http://revistas.bvs-vet.org.br/portal/

Fonte: Biblioteca FZEA-USP Pirassununga

Sugestão literária: “Quem, Eu?”, de Fernando Aguzzoli

Em mais uma edição do projeto Sugestão Literária, em que o Sistema de Biblioteca da UCS convida seus funcionários a indicarem um livro que lhes tenha marcado, chegou a vez da bibliotecária Roberta FreitasA funcionária relata sua experiência com o livro “Quem, Eu?”, de  Fernando Aguzzoli

download (1).jpgEle largou tudo que tinha – o emprego, a carreira, os estudos – para cuidar da avó com Alzheimer. E descobriu que compartilhar a dor não é sofrê-la no coletivo. É livrar quem dela sofre. Ao ver a avó que o criou enfrentar o triste dia a dia de um portador de Alzheimer, Fernando Aguzzoli decidiu largar tudo que tinha – o emprego, a carreira, os estudos – para tentar amenizar o sofrimento com amor e muitas risadas. Convivendo com a divertida, bonachona e, claro, sempre esquecida vovó Nilva, Fernando, um jovem aspirante a filósofo com um talento epistêmico para a comunicação, aprenderá uma lição de vida que doença nenhuma poderá apagar. A história real que emocionou o Brasil e vai fazer o leitor rir e chorar em cada página, mas nunca mais se esquecer dela. (Saraiva)

Roberta revela que já tinha ouvido comentários sobre o livro, mas que não imaginava o quanto essa história mexeria com ela até lê-lo. Em relação aos personagens dessa história real, ela afirma que lhe deram grandes lições de vida, e que nem tudo que é ruim precisa ser encarado da pior forma. Ainda de acordo, ela diz: “é possível sermos felizes mesmo quando a doença ou as dificuldades da vida desabam sobre nós”.

A história lhe cativou principalmente pelo otimismo, bom humor e alegria que, conforme salienta Roberta, deveriam fazer parte da rotina de todos, mas que nem sempre isso acaba acontecendo.

Ao final de seu relato, a bibliotecária deixa sua mensagem:
“- Valorize quem você ama, veja a vida de forma mais leve, encare com força e coragem seus obstáculos… Descobri que assim podemos ser muito mais felizes.”

Em relação a obra, em 2014, perto de seu lançamento, o autor conversou com o G1 e declarou: “É muito mais do que um livro para mim. É a última homenagem que eu podia fazer para a minha avó”. E uma curiosidade: Dona Nilva era descendente de italianos e natural de Caxias do Sul. Vale conferir!

Texto: Leonardo Amaral, estudante de Jornalismo.

Lançamento do livro “Catadores e Catadoras de Resíduos: prestadores de serviços fundamentais à conservação do meio ambiente”

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O lançamento e a sessão de autógrafos ocorrerá dia 28 de abril no campus-sede, às 17 horas, no bloco 58.

Campanha TROCA DE LIVROS na Biblioteca Central

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Com o objetivo de incentivar a leitura, a Biblioteca Central disponibiliza uma estante de troca de livros no seu ambiente físico.

A ideia é simples:

– Os livros dispostos nesta estante são para doação; Estão disponíveis tanto obras acadêmicas, quanto literatura em geral.

– A comunidade acadêmica pode colaborar colocando na estante as obras que deseja doar;

– Não possui obras para doar, mas deseja adotar uma obra disponibilizada na estante? Pode levá-la! Não há obrigatoriedade de doar uma obra para pegar outra.

Para doar um livro:

– Basta trazê-lo em bom estado de conservação, de quaisquer gênero literário e de qualquer área de conhecimento, até a Biblioteca Central da UCS e deixá-los na estante expositora para troca. No ato da entrega, o doador poderá doar e/ou trocar seu exemplar por outros de sua preferência, disponível na estante.

– Entretanto não serão aceitos materiais didáticos, livros de cunho político/partidário, religioso, lista de endereços e telefones, teses e dissertações e sobre sexologia.

Colabore com esta iniciativa e pratique o desapego. Vamos trocar livros?

“Um livro abandonado na estante, por mais mágica que seja a sua história, é um livro morto.
Ele precisa de leitores para que a sua história continue viva.”
(José Luiz Goldfarb)

Para ir além do plágio

Ensinar regras de citação e técnicas textuais como a paráfrase pode ser uma estratégia eficaz para combater o plágio

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Se por um lado a democratização da internet ampliou e diversificou o acesso às fontes de pesquisa, por outro, facilitou uma má conduta comum entre estudantes de Ensino Médio e Superior: o plágio.

O comando é simples e tentador. Um ctrl + c seguido de ctrl + v e aquela tela, antes em branco, enche-se de frases, parágrafos ou, até mesmo, páginas inteiras de trabalhos alheios.

Marcada pela violação dos direitos autorais e comumente associada ao campo das artes como a música e a literatura, a infração também problematiza o ambiente escolar ao mostrar-se presente em trabalhos, lições e outras atividades do cotidiano do aluno.

Ao “roubar” as palavras de outro e, consequentemente, suas ideias, o delito coloca-se não somente como um problema de domínio da produção textual e de pesquisa, mas também de cunho ético.

Identificá-lo, porém, não é tão fácil.

Isso porque entre a cópia explícita e a escrita original há muitas nuances, explica Debora Diniz, autora, ao lado de Ana Terra, do livro Plágio: Palavras escondidas (LetrasLivres, 2014). “O plágio-cópia é aquele que primeiro vem à mente quando pensamos em plágio: é uma reprodução exata das palavras de outro texto sem citação de fonte”, explica.

Mas há também formas mais “sofisticadas” de se cometer e dissimular a infração, o chamado plágio-pastiche. “A cópia é feita com pequenas alterações, como, por exemplo, a substituição de algumas palavras por seus sinônimos, ou a mudança de verbos por substantivos e alterações da ordem de ideias”, explica a pesquisadora do Instituto de Bioética, Direitos Humanos e Gênero (Anis).

É importante lembrar que não é plágio a citação referenciada a autores ou à paráfrase, por exemplo. “Muito pelo contrário, refletir a partir de outros autores é a premissa básica da ciência, pois avançamos a partir dos que já pensaram anteriormente sobre os problemas que estudamos”, explica Rossana Gaia, professora do Instituto Federal de Alagoas (Ifal).

Mas, para que isso ocorra, é necessário que os professores orientem seus alunos em relação às regras de uma escrita criativa, com a devida citação de fontes de informação e pesquisa.

“Defendo que esse conhecimento seja difundido com alunos desde o Ensino Fundamental, pois naturalizou-se encontrarmos alunos no Curso Superior utilizando a estratégia copiar e colar como sinônimo de pesquisa”, conta.

Nesse sentido, desenvolver atividades que exijam a exposição de pensamento próprio, e não apenas compilação de ideias de outros, pode ser uma forma de estimular os estudantes a criar, afastando assim a possibilidade de plágio.

“Nessa fase da vida, estamos aprendendo a ler, a escrever e a interpretar textos. Muitos dos plágios decorrem mais da desinformação sobre as regras de escrita do que de uma infração deliberada. O ideal é debater o tema em sala e, caso ainda ocorram episódios, repensar se as tarefas propostas não estão desestimulando os estudantes a formularem textos mais autorais”, sugere Ana Terra.

Marta Melo, mestre em Linguística e especialista em produção textual, acrescenta que a linguagem é dialógica e, nesse sentido, entende-se que a produção de todo e qualquer texto na escola nasce de outros textos, de várias leituras ou pesquisas bibliográficas.

“Em razão disso, o aluno tem por obrigação identificar as referidas fontes, sejam orais ou escritas, para dar credibilidade ao seu texto”, coloca.

É importante lembrar que, apesar de favorecida pelo ambiente virtual, a cópia no âmbito escolar não é nova. “Isso ocorre desde a época em que usávamos apenas livros e enciclopédias, portanto não é um fenômeno meramente virtual, mas vincula-se a um modo de perceber e respeitar a escrita do outro que me antecede no campo de pesquisa”, lembra Rossana.

Porém, em um mundo transformado pelas novas tecnologias de comunicação e informação, a questão da apropriação indevida de autoria merece uma análise mais profunda.

“É possível que esse seja um mecanismo que se retroalimenta: se temos mais informação disponível, mais facilmente podemos plagiar. Por outro lado, seremos mais rapidamente flagrados, seja pela simples investigação de similaridades textuais em sites de busca, seja pelo uso de softwares caça-plágio”, analisa Debora.

Para Marcelo Krokoscz, diretor do Colégio Fecap e membro da Rede Internacional de Combate ao Plágio Acadêmico, é necessário repensar os conceitos de autoria e plágio na atualidade. “Ambas as ideias são provenientes da modernidade, mas acabaram ficando defasadas em razão das mudanças sociais, tecnológicas e acadêmicas.

Por exemplo, a discussão sobre o conhecimento como um bem comum precisa ser desenvolvida e amplificada urgentemente sob o risco de ficarmos limitados ao tratamento de um problema pós-moderno com práticas e ações inquisitórias pré-modernas”, explica.

Segundo Krokoscz, a orientação dos professores aos alunos tem caráter preventivo importante. “Mas além disso, a dificuldade que os alunos têm em escrever contribui para a ocorrência do plágio o que nem sempre é um ato de má-fé e muitas vezes ocorre por ‘falha técnica’, ou seja, incompetência para a escrita.”

Em relação aos professores, posicionar-se claramente contra a prática da fraude autoral é a primeira coisa a ser feita, além de ensinar como é que se escreve, como devem ser reconhecidas as fontes e porque isso precisa ser feito.

A escola não pode simplesmente punir os alunos se não cria mecanismos e institui práticas de orientação e prevenção, diz.

“Da mesma forma, se a sociedade é corrupta e banaliza a prática da violação de direitos, fica mais difícil cobrar no particular o que é uma falha coletiva. Portanto, a eficácia das ações de combate ao plágio tem a ver com o cultivo de um ambiente virtuoso que envolve a todos, mais do que o controle e a punição individual.”

Fonte: Thais Paiva em Carta Educação

“Vérsila” dá acesso a acervo dos melhores centros de pesquisa

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Desenvolvida por pesquisadores da USP, a Biblioteca Digital Vérsila é considerada a maior em acervo digital acadêmico do hemisfério sul, e disponibiliza gratuitamente toda a produção científica aberta dos melhores centros de pesquisa do mundo. Desde seu lançamento, no final de 2015, a Vérsila já teve mais de 25 milhões de impressões de páginas na internet. Com maior exposição na rede, a expectativa é que as pesquisas brasileiras possam ter maior visibilidade e mais impacto junto à comunidade científica internacional.Segundo Giovanni Eldasi, coordenador da Vérsila e pesquisador do Núcleo de Políticas Públicas (NUPPS) da USP, a iniciativa da biblioteca partiu de um “paradigma de usabilidade de informações” surgido no final dos anos 1990, quando as instituições de ensino superior e de pesquisa passaram a disponibilizar na internet sua produção intelectual por meio do movimento de acesso aberto à literatura científica ou “open access”. A iniciativa cresceu, democratizando o acervo intelectual das universidades, mas surgiu o problema da usabilidade. As pessoas tinham dificuldade de acesso às produções por “exigir a visita a milhares de repositórios acadêmicos”.A solução encontrada foi criar concentradores que reunissem em um único sistema o maior número possível de informações acadêmicas digitalizadas na internet. A infraestrutura física e logística da Vérsila é composta de uma rede de servidores integradores mantidos nos EUA (West Virginia e Califórnia), na Europa (Dublin, Irlanda e Frankfurt, Alemanha, na Ásia (Tóquio, Japão), no Pacífico (Sydney, Autrália) e na América do Sul (São Paulo). A plataforma é integrante do consórcio internacional Open Archives iniciative, na modalidade de Service Provider.

Semanalmente, cada servidor integrador capta novos acervos e itens digitais de sua região geográfica, realiza a sua filtragem e curadoria digital e os integra em um só acervo disponibilizado gratuitamente ao público em seu site.

Prioridade regional

Construída por uma equipe multidisciplinar, formada por pesquisadores e alunos da USP, a Vérsila foi planejada para fazer recorte regional, priorizando conteúdos de instituições brasileiras, hispânicas e latino-americanas, além de ser uma alternativa aos buscadores comerciais que tendem a direcionar os resultados de suas buscas para pesquisas anglo-saxônicas. Segundo Eldasi, o universo plural das pesquisas científicas demandava iniciativas que não dependessem de mecanismos comerciais que tendem a monopolizar as buscas na internet e fazer recortes únicos.Para Eldasi, a Vérsila assumiu uma identidade latino-americana e própria do hemisfério sul, podendo oferecer recortes de produção científica mais significativos para uma comunidade de um país ou região. Os textos dão destaque para a produção em língua portuguesa e 99% do acervo é composto por obras completas, o que confere ao site qualidade e relevância nos resultados das buscas.Atualmente, 63 países integram a base de dados da Vérsila. No Brasil, são cerca de 150 universidades, além de outros órgãos como o Supremo Tribunal Federal, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), a Câmara dos Deputados e a Scielo Brasil. Na USP, fazem parte da biblioteca o Portal de Teses e Dissertações, o Portal da Produção Científica e o Portal de Periódicos.

“Open Access”
O “open access” é um movimento internacional que começou nos anos 1990 e defende a ideia de que o conhecimento científico, veiculado em artigos, teses, dissertações e outros documentos acadêmicos, seja disseminado de forma ampla e irrestrita pela internet. O objetivo é democratizar a literatura acadêmica dando maior visibilidade e acessibilidade ao conteúdo.

Um marco internacional do movimento foi a Declaração “Budapest Open Access Initiative”, realizada em 2000, com definições sobre acesso aberto às publicações científicas. No Brasil, iniciativas da SciElo e da Biblioteca de Teses e Dissertações da USP se tornaram paradigmas de Open Access. Todos estes acervos estão hoje reunidos na Vérsila.

Fonte: USP São Carlos

Conheça o novo aplicativo da Biblioteca Virtual

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Buscando facilitar o acesso dos seus usuários, a Biblioteca Virtual desenvolveu um novo App, já disponível para download em aparelhos Android. O acesso é feito com o mesmo login e senha da instituição de ensino utilizado na versão web.

Mais intuitivo e moderno, o App da BV também conta com uma nova funcionalidade, o download. Agora, os usuários poderão comprar créditos para fazer download dos capítulos dos e-books que desejarem e acessá-los de qualquer lugar, tendo, ou não, acesso à internet.

Além disso, usuários que não sejam ligados à uma instituição de ensino assinante da BV, também poderão fazer a compra dos capítulos. Basta se cadastrarem no aplicativo.

Fonte: bvirtual.com.br

 

‘Gaboteca’: legado de Gabriel García Márquez fica disponível online

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As obras de Gabriel García Márquez estão disponíveis no portal digital “La Gaboteca”

Todas as edições das obras de Gabriel García Márquez, assim como livros sobre o Nobel de Literatura colombiano, estão disponíveis no portal digital “La Gaboteca“, nome escolhido em referência ao apelido do escritor e jornalista, “Gabo”.

Este imenso catálogo virtual foi apresentado nesta quinta-feira (15) em Bogotá, por ocasião do segundo aniversário da morte do autor de “Cem Anos de Solidão”, em 17 de abril de 2014.

O portal se divide em quatro grandes categorias: as obras de “Gabo”, suas traduções, os livros publicados sobre ele e uma seção sobre a vida e as viagens do criador da mítica localidade de Macondo.

“La Gaboteca” está disponível no site da Biblioteca Nacional (BN). Segundo a instituição, este é “o primeiro esforço (…) na rede para ordenar e apresentar o imenso corpus bibliográfico de Gabriel García Márquez ao leitor neófito e ao especialista”.

“Tudo o que for produzido sobre Gabo terá lugar na ‘Gaboteca'”, afirmou a diretora da BN, Consuelo Gaitán, acrescentando que a instituição recebeu várias doações após o falecimento do escritor, incluindo “a medalha e o diploma” de seu Prêmio Nobel, oferecidos por sua viúva Mercedes Barcha.

Os objetos ficarão expostos na sede da BN. Na “Gaboteca”, as obras estão divididas em dez categorias – romance, conto, jornalismo, cinema, memórias, poesia, teatro, prólogos, discursos, ensaios, entrevistas e diálogos -, uma prova da riqueza criativa e da diversidade de Gabo.

De acordo com Gaitán, o internauta encontrará “mais de 1.500 materiais” na página, entre eles “600 livros traduzidos para 36 idiomas”.

Segundo o curador do projeto, Nicolás Pernett, que trabalhou mais de um ano e meio para ordenar o material, “La Gaboteca” é “também um lugar para sonhar e viajar com todo o legado de García Márquez (…) de conhecer muito mais do que sua obra”.

Entre as obras de “Gabo”, ganhador do Nobel de 1982, estão todos aqueles livros que podem ser encontrados nas estantes da Biblioteca Nacional, assim como gravações de conferências sobre o próprio durante a Feira do Livro de Bogotá de 2015, ou retratos tirados pelo fotógrafo colombiano Nereo López, falecido no ano passado em Nova York.

Fonte: UOL

Como utilizar o método FISH/QTCR/5SS para ler artigos científicos

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Já virou clichê dizer que atualmente o ritmo de produção de novas informações e dados não para de crescer. E isso se reflete nas pilhas (virtuais ou físicas) de artigos científicos que acumulam todos os dias na área de trabalho.

Assim, melhorar a leitura de artigos, tanto na velocidade quanto na visão crítica, é uma ferramenta valiosa para acompanhar essa enxurrada de informações.

A metodologia FISH/QTCR/5SS ajuda a reconstruir o processo de elaboração do artigo, revelando o rationale por trás da história, facilitando assim a compreensão dos métodos e conclusões.

Vamos ao que interessa:

 1. Introdução com FISH

 

Field: simples, qual é o campo do artigo? Tente ser específico.

Importance: por quê o artigo é relevante para você, como cientista, e para a sociedade?

Supporting data: quais as principais informações prévias fundamentais para a compreensão do artigo?

Hypothesis: muitas vezes esse tópico é o mais difícil de descrever, já que muitos autores escondem a hipótese, ou quando o estudo é exploratório.

2. Lendo as figuras com QTCR

Agora que você tem uma visão geral do artigo, use o QTCR em cada figura do artigo.

Question: qual é a pergunta que está tentando ser respondida com esse experimento?

Tools: quais foram as técnicas e ferramentas utilizadas para responder à pergunta? Seja sempre crítico: as ferramentas são adequadas para responder a pergunta? Quais outras ferramentas os autores poderiam ter utilizado? Caso haja análise estatística, certifique-se de incluir o tipo e os principais parâmetros.

Controls: um dos mais importantes. Novamente, seja crítico quanto aos controles. Há algum controle faltando? Os controles são suficientes para tirar conclusões do experimento? Imagine resultados um pouco diferentes dos que foram obtidos, isso auxilia a verificar se os controles são robustos.

Results: quais conclusões você pode tirar desse conjunto de experimentos? Lembre-se que muitas vezes as suas conclusões podem não coincidir com as conclusões dos autores, principalmente se há algum problema com os controles utilizados.

Finalmente a discussão: Após ler a discussão retire a principal mensagem do artigo ou o 5-SS (5 second summary). Imagine que você tem que contar ao seu orientador, que é, provavelmente, ocupadíssimo, sobre o artigo que você leu.

Não se esqueça de sempre ter em mente as suas próprias conclusões das figuras, muitos autores extrapolam e tiram conclusões que não são suportadas pelos experimentos realizados no artigo.

Observe que com o QTCR para cada figura, a leitura do texto com os métodos e explicação do experimento fica muito mais fácil, senão dispensável. O cerne dessa metodologia é, justamente, os painéis com os experimentos.

Um conselho prático é fazer as anotações FISH/QTCR no próprio artigo, seja escrevendo no canto da página ou por anotações no arquivo.

E, para complementar, faça um desenho ilustrativo do modelo gerado com esse estudo, nada rebuscado, apenas para concretizar as conclusões retiradas.

O que achou do método? Já usou e teve bons resultados? Pretende usar? Deixe sua opinião nos comentários!

. . .

Texto escrito por Dimitrius Santiago, bacharel em Bioquímica pela Univesidade Federal de Viçosa e aluno do mestrado Bioquímica na FMRP-USP.

Fonte: pós-graduando

Bibliotecas fechadas nos dias 21, 22 e 23 de abril: Feriado de Tiradentes

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Informamos a todos que  as bibliotecas da UCS estarão fechadas nos dias 21 de abril – Feriado de Tiradentes e 22 e 23 – Feriado Universitário, retornando suas atividades no dia 25 de abril.

Em caso de dúvidas, entre em contato através do telefone (54)3218-2173, e-mail bice@ucs.br ou Twitter@bibliotecaucs.

Conheça as novas aquisições da Biblioteca Central

Os novos livros adquiridos através de cheque presente já estão disponíveis em nosso acervo.

 

  • Clube da Luta, de Chuck Palahniuk
  • Extraordinário, de R. J. Palácio
  • Análise de conteúdo, de Laurence Bardin
  • A teoria de tudo: a extraordinária história de Jane e Stephen Hawking, de Jane Hawking
  • Geração de valor: compartilhando inspiração, de Flávio Augusto da Silva
  • Vade Mecum acadêmico de direito Rideel
  • Vade Mecum Saraiva
  • Vade Mecum RT
  • As areais do imperador: uma trilogia moçambicana, de Mia Couto
  • Não se iluda, não, de Isabela Freitas
  • Depois de você, de Jojo Moyes
  • Geração de valor: plantando sonhos, colhendo conquistas, de Flávio Augusto da Silva
  • Todas as mulheres, de Carpinejar
  • O sol é para todos, de Harper Lee
  • Vá, coloque um vigia, de Harper Lee
  • O papai é pop, de Marcos Piangers
  • A sereia, de Kiera Cass
  • Eu estive aqui, de Gayle Forman
  • Pesquisa de métodos mistos, de John W. Creswell
  • A extraordinária história do faquir que ficou preso em um armário Ikea, de Romain Puértolas
  • Submissão, de Michel Houellebecq
  • A garota no trem, de Paula Hawkins
  • Apenas um ano, de Gayle Forman
  • Grey: cinquenta tons de cinza pelos olhos de Christian, de E. L. James
  • A garota na teria de aranha, de David Lagercrantz

 

 

7 coisas que ocorrem quando você fica sem espaço para os livros na estante

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Como um acumulador de livros, o que você faz quando fica sem espaço para os seus exemplares? Por que, por mais que a lei da física afirme que dois corpos não ocupam o mesmo lugar no espaço, você continua insistindo em tentar encaixar mais livros nas prateleiras da sua estante?
Se você ama a literatura e não consegue parar de adquirir mais títulos do que consegue armazenar, provavelmente já deve ter chegado neste ponto na vida de todo leitor em que você precisa admitir que não tem mais espaço suficiente para armazenar todosos livros que deseja. E só percebe que chegou nesse triste estágio quando vivencia as seguintes experiências…
1) ...Você se recusa a acreditar que não têm mais espaço

Você volta da livraria com mais uma aquisição em mãos e vai alocá-lo na sua prateleira, depois de rapidamente cheirar o exemplar, e então você simplesmente percebe que não tem mais espaço para isso. Não importa o quanto você tente encaixar o livro como um bloco do jogo ‘Tetris’, você sempre termina com o exemplar na mão e um olhar desolado para a estante abarrotada.

2) …Você reorganiza a sua prateleira na esperança de caber mais livros
Talvez, se você mudar a organização da estante, encontre alguma forma mágica de comportar mais livros nas prateleiras. É tudo uma questão de logística, certo? Então você tira algumas horas para sacar todos os títulos para fora da prateleira, e os realoca novamente na inútil esperança de, alguma forma, conseguir um pouco mias espaço.

3) ...Você começa a ficar ‘criativo’ nas formas de armazenar os livros
Você passa a analisar cada cantinho ocioso da casa como um possível local para abrigar sua pilha de livros. Talvez possa tentar dormir em apenas metade da cama para que os livros repousem na outra metade, começa a pensar que é um desperdíciode espaço ocupar o armário com tantas roupas, e que as paredes ainda não possuem prateleiras suficientes.

4) …Sua sala inteira se transforma em uma biblioteca
As visitas tropeçam em livros pelo chão da sua sala, não encontram lugar para sentar com as cadeiras ocupadas por pilhas de exemplares, e não tem sequer espaço para fazer as refeições na sua mesa. E, com isso, seus amigos começam a diminuir a frequência das visitas à sua casa.

5) …Você tenta ler os livros acumulados em tempo recorde
Nesse momento tão delicado costuma rolar uma paranoia, do tipo que deixa a gente com medo de morrer sem a oportunidade de ler tudo que gostaríamos. O que é um processo bem natural para qualquer leitor assíduo. Nessa fase é bom saber como priorizar aquela pilha de livros que se acumula na sua casa. É claro que correr com a leitura não resolve diretamente o seu problema de espaço, mas vai te orientar com a fatalidade do próximo passo.

6) …Você decide que é hora de se livrar de alguns
Finalmente você precisa ser honesto consigo mesmo e corrigir esse problema de armazenamento de uma vez por todas,e com certeza isso inclui livrar-se de alguns deles. E para isso, pode contar com a ajuda do “Guia para ‘enxugar’ o excedente de livros da sua estante”.

7) …Finalmente você se convence que precisa de mais uma estante.
Por fim você cede a pressão e percebe que não é uma pessoa de uma estante só. Eventualmente você pode acabar com todas as paredes da casa revestidas por livros e viver literalmente em uma biblioteca, mas afinal, isso não seria algo tão ruim assim.

Fonte: Dito pelo Maldito (adaptado)

Revista Métis: História & Cultura lança nova edição

A revista Métis: História & Cultura, que tem como objetivo divulgar e publicar trabalhos inéditos, acaba de publicar novo número. Confira!

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SUMÁRIO

APRESENTAÇÃO

Apresentação PDF
Cristine Fortes Lia, Renata Siuda Ambroziak, Marta Rosa Borin

DOSSIÊ

A religião na contemporaneidade e o olhar da psicologia PDF
Sandra Maria Krindges
E vós, quem dizeis que eu sou? Representações atuais de Jesus e seus reflexos nas Igrejas PDF
João Eduardo Pinto Bastos Lupi
Porto Novo: a idealização de um reino jesuítico no Oeste de Santa Catarina PDF
Paulino Eidt
Ecologia e Novos Movimentos Religiosos na Modernidade Tardia: um estudo da Seicho-no-Ie do Brasil PDF
João paulo de Paula Silveira
A expansão do Hinduísmo no Ocidente, nos séculos XX e XXI: o caso de Sri Tathata e suas crianças: de seres humanos a seres divinos PDF
Otávio Augusto Dinz Vieira
Exu na mouraria: a transnacionalização das religiões afro-brasileiras e suas adaptações, trocas e proximidade com o contexto português PDF
Joana Bahia
A identidade luso-brasileira e o catolicismo popular no efêmero da Festa de Nossa Senhora dos Navegantes de São José do Norte – RS PDF
Alessadra Buriol Farinha, Fabio Vergara Cerqueira
Catolicismo popular e suas performances coletivas PDF
Amanda Barros Melo, Maria Roseli Sousa Santos
Imigrantes japoneses e o culto aos antepassados: relação de dívida e gratidão com os antecessores PDF
Alexandra Begueristain da silva, André Luis Ramos Soares
História e memória institucional: a “sociedade espírita estudo e caridade”, Santa Maria – RS (1927-2012) PDF
Bruno Cortês Scherer, Beatriz Teixeira Weber
“O complexo para Jesus”: exército e religião na ocupação militar do Complexo do Alemão PDF
Vinícios Esperança Lopes
Gustavo Barroso e a busca pela sacralização do integralismo e pela integralização do catolicismo no livro “integralismo e catolicismo” PDF
Elynaldo Gonçalves Dantas
A morte de Dom José Ivo Lorscheiter e sua repercussão midiática PDF
Thiago Alves Torres, Marta Rosa Borin, Glaucia Vieira Ramos Konrad

ARTIGOS

A (re)ação do partido político PRR (RS) aos seus opositores nos discursos de Lindolfo Collor (1922-1923) PDF
Pedro Paulo Lima Barbosa

RESENHA

PERICÁS, Luiz Bernardo; SECCO, Lincoln Ferreira. Intérpretes do Brasil: clássicos, rebeldes e renegados. São Paulo: Boitempo, 2014. PDF
Felipe Oliveira de paula

ENTREVISTA

Entrevista com a historiadora Solange Ramos de Andrade PDF
Cristine Fortes Lia, Renata Siuda Ambroziak

Como ter um diário pode ajudar a melhorar sua escrita

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Muitos acreditam que ter um diário é coisa do passado, mas escrever à mão pode ajudar a melhorar a escrita e, por consequência, auxiliar também escritores iniciantes. Não precisa ser necessariamente um diário, mas um caderno de anotações, bloquinho ou qualquer coisa parecida. Lembrando que o texto original é inglês e a tradução foi feita livremente por Isabela Zamboni, assim o texto poderá conter alguma diferença do original.

1 –  ALIVIA A PRESSÃO DE SER “ÓTIMO”

Ter um diário liberta você para escrever com alegria, abandono e criatividade desenfreada. Escritores são com frequência dominados pelo estresse e tendem a viver em função de algum padrão fabricado. Isso paralisa e suga toda a vida da sua escrita, deixando o texto diluído, vacilante,  sem cor e sem inspiração. Um diário te faz escrever sem medos, sem edição, sem nenhum “deveria”. Apenas deixa você escrever. Que bênção!

 2- ELIMINA TODO O LIXO

Todos escrevemos porcarias. No livro Bird by Bird, a escritora Anne Lamott fala sobre escrever os “primeiros rascunhos lixentos“. Todos nós fazemos isso, faz parte do processo. Escrever em um diário é o jeito mais rápido e fácil de conseguir mais porcarias na página. A partir daí, você pode seguir em frente e escrever suas melhores ideias.

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3- ELE OFERECE PRECIOSIDADES

Aposto que você já releu algum trecho que escreveu e pensou: “Caramba! Eu escrevi isso? É muito bom!“. Quando você liberta sua criatividade e tem o compromisso de ser completamente honesto e sem censura, coisas boas podem surgir. Os diamantes serão enterrados junto com toneladas de pedregulhos, mas estarão lá.

4- CRIA UM ARQUIVO PESSOAL MUITO VASTO

Muito do que é escrito em diários não são bons para ser lidos, até mesmo por quem escreve. Ainda assim, também existem muitas ideias e fragmentos que poderiam inspirar histórias ou artigos. Você pode até incluir exercícios de escrita nos diários – pratique escrever diálogos, descrições, ações, etc.

5 – MELHORA SUA SAÚDE

Existem vários estudos que demonstram como pessoas que escrevem sobre seus sentimentos (os bons e principalmente os ruins) são menos estressadas e têm sistema imunológico mais forte. Não é uma surpresa – afinal, guardar as coisas para você é o caminho para o desastre, já que descobrir mais sobre si mesmo é uma boa aposta para aumentar a autoconfiança e o bem-estar.

6 – DEIXA VOCÊ MAIS PERTO DA PERFEIÇÃO

Em seu livro OutliersMalcolm Gladwell diz que para ser um expert em alguma coisa, você deve investir pelo menos 10,000 horas praticando. As horas que você gasta escrevendo no seu diário contam. Comece a arranjar um tempinho para escrever agora mesmo!

7- SALVA RELACIONAMENTOS

O diário é um lugar excelente para desabafar sem o risco de dizer algo que você pode se arrepender mais tarde. Está nervoso (a) com a pessoa amada? Escreva! Odiando seu trabalho? Escreva. Tem uma crush secreta pelo vizinho? Bem…você entendeu.

8 – CLAREIA SUA MENTE

Em seu trabalho The Artist’s Way, a autora Julia Cameron recomenda escrever “Páginas pela Manhã“. O método envolve escrever um pouquinho toda manhã, ao acordar. O propósito é clarear suas ideias e sua mente de qualquer problema que possa barrar seu processo criativo. Colocar seus pensamentos no papel libera espaço na sua mente e para as tarefas que você deve cumprir.

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9 – AJUDA VOCÊ A ENCONTRAR SUA VOZ

Escritores são obcecados por descobrir, desenvolver e refinar sua “voz”. Quando você deixa de lado a “alta expectativa” e apenas escreve com o seu estilo e como você é, sua voz sairá naturalmente.

10 – AJUDA A DESENVOLVER MELHORES HÁBITOS DE ESCRITA

Quanto mais tempo você reserva para escrever, mais você arranjará tempo para colocar as palavras no papel.Não fique aguardando um “grande projeto”, apenas arranje uma caneta, um caderno e deixe as palavras voarem pelas páginas.

Texto original: Jamie Lee Wallace

Fonte: Isabela Zamboni, no “Resenhas à la carte

Carreira do mal, novo livro de J.K. Rowling sai neste mês

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Os fãs de J.K Rowling devem estar ansiosos, já que a Editora Rocco, que vem publicando todos os títulos da escritora, deve lançar a continuação da série de Cormaran Strike agora em abril.

Assinado com o pseudônimo de Robert Galbraith, que logo foi descoberto, os livros trazem as aventuras do singular e manco detetive, por causa de ferimentos no Afeganistão, junto com sua parceira e secretária Robin. Os livros anteriores mantêm a qualidade e forma de J.K. contar suas histórias, transformando o leitor em um ser voraz por todo o suspense em que os enredos se passam, em um mundo bem mais palpado na realidade do que sua famosa fantasia.

O terceiro volume da série traz na sua sinopse um horror ainda não visto, um pacote é entregue a Robin Ellacott, dentro há a perna decepada de uma mulher. Seu chefe, Strike desconfia de quatro pessoas de seu passado que ele acredita que poderiam ser responsáveis por tal crime – e sabe que qualquer uma delas seria capaz de tamanha brutalidade.

O Chamado Do Cuco e Bicho De Seda são os outros títulos já lançados da heptologia planejada pela escritora.

Fonte: Docas Pop

Podcasts para quem tem pouco tempo para estudar

O seu tempo é escasso? Quem trabalha e estuda ao mesmo tempo sabe bem o prejuízo da perda de alguns minutinhos durante o dia, não importa se é de estudo ou mesmo de descanso. Para que não aconteça esse “desperdício”, veja aqui 10 podcasts úteis para quem tem pouco tempo para estudar.

Os podcasts podem até nem ser muito usados, mas são velhos conhecidos no mundo digital. Eles são arquivos de áudio e podem ser importantes aliados da produtividade nos estudos. Basta uma pesquisa rápida na internet para encontrar podcasts com aulas e debates sobre os mais variados temas.

Uma das boas utilidades do podcast é que o formato ajuda a transformar tempo perdido, como uma viagem de ônibus, em ‘tempo aproveitado’, já que você pode ouvir direto do seu smartphone, basta fazer o download do podcast ou acessar um aplicativo.

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Confira abaixo 10 podcasts que podem ajudar você a estudar de uma forma diferente e melhorar o aproveitamento do tempo:

1- Escriba Café

Com foco no passado do mundo e da humanidade, o Escriba Café explica de forma profunda fatos históricos. O conteúdo é útil para quem tem interesse em aprender mais sobre história e a sociedade.

2- Inglês todos os dias

O podcast Domine Inglês é indicado para quem quer aprender inglês. Os programas são produzidos por uma família americana que mora no Brasil e que possui uma escola de idiomas no interior de São Paulo. Com publicação diária, trazem lições curtas e dúvidas frequentes sobre a língua inglesa, além de exercícios fonéticos para treinar.

3- QC cast

Para quem busca sucesso em concursos públicos, o QC cast é uma boa indicação. Com a proposta de ajudar nos estudos, o programa tem dicas de planejamento de estudos e até de editais e provas que acontecem em vários estados do país.

4- Braincast

Produzido por publicitários e jornalistas, o Braincast é para os profissionais de comunicação e entusiastas de tecnologia. A mesa de debate aborda assuntos envolvendo marketing e propaganda que ganham repercussão nas redes sociais.

5- Mamilos

Política, sociedade e comportamento são temas de concursos e provas para vários setores de trabalho. O podcast Mamilos produz conteúdo jornalístico com presença de especialistas. Em outubro de 2015, dias antes da realização do Enem, o especial publicado sobre ‘Violência contra a mulher na internet’ ajudou muitos estudantes a realizar a redação que propôs tema semelhante.

6- Salvo melhor juízo

O podcast Salvo melhor juízo é ideal para quem estuda direito e filosofia. Como os idealizadores destacam, trata-se de “um papo sobre direito sem cair em formalismos, vocabulários técnicos inacessíveis ou na mais pura chatice”.

7- Scicast

Matemática, química, física e outros assuntos envolvendo ciências naturais e exatas são abordados no Scicast. Exemplos cotidianos ajudam a entender temas mais difíceis.

8- Engecast

Com publicação mensal, o Engecast é destinado aos engenheiros e estudantes. A equipe formada por profissionais de várias áreas aborda assuntos sobre a carreira em engenharia e mercado de trabalho.

9- Anticast

Filosofia, literatura e cultura também têm espaço entre os podcasts. Em formato de “mesa de bar”, o Anticast discute questões sobre ética e comportamento utilizando referências científicas.

10- Fronteiras da Ciência

Colisor de Hádrons, bioética, inteligência artificial e outros temas interessantes são discutidos no Fronteiras da Ciência. A equipe de cientistas explica de forma leve os assuntos mais complicados da ciência.

Experimente estudar com podcasts. Você vai incorporar o seu tempo.

Fonte: Canal do Ensino

O Sistema de Bibliotecas da UCS convida para o treinamento da base Up To Date

Como, a partir de um caso clínico, localizar informações relevantes no UpToDate· Principais funcionalidades do UpToDate· Formas de otimizar a busca de respostas para dúvidas clínicas· Cadastro de usuário e senha para (3).png

O treinamento é gratuito e destinado aos alunos, professores e funcionários. Será também válido como atividade de extensão, com emissão de certificado. A Biblioteca fará o treinamento da base UpToDate no dia 26 de abril, às 17h:30min, no Auditório Sala Forense – bloco M.

Para inscrição, clique aqui.

Programa Quinta Sinfônica

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O segundo concerto da temporada do Programa Quinta Sinfônica da Orquestra Sinfônica da UCS será às 20h30min, dia 14 de abril, no UCS Teatro. Sob a regência do Maestro Diego Schuck Biasibetti, a Orquestra Sinfônica contará com a participação do solista Christoph Hartmann (Oboé), da Alemanha.

Os ingressos a R$ 10,00 (dez reais) para o público em geral, e 5,00 (cinco reais) para idosos e estudantes, na Loja Spaço Omini, na Galeria Universitária, e na Livraria do Maneco, no Centro.

Fonte: UCS

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