Acesso móvel ao UpToDate!

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Em abril a Universidade de Caxias do Sul passou a disponibilizar o acesso a Base de Dados UpToDate fora do campus universitário,  via configuração do proxy do navegador.

Toda a comunidade acadêmica pode agora responder a suas perguntas clínicas a qualquer hora, em qualquer lugar através dos seus computadores e também através de smartphones e tablets.

Para poder utilizar o aplicativo é necessário  a criação de uma conta individual. Para isso, siga os passos abaixo descritos:

Acesse a base UpToDate através da rede da UCS ou com configuração de proxy para o acesso fora da universidade.

Na homepage UpToDate, clique no link Login no canto superior direito.

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Na próxima página, na caixa de sessão Register (New User), preencha os campos obrigatórios e crie um nome de usuário e senha.

Clique em Submit Registration para efetuar o login

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Clique em Accept para poder acessar a Up To Date.

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Baixe e instale o UpToDate Mobile App

Para baixar o Mobile App, siga estes passos:
1. Em seu smartphone ou tablet, procure “UpToDate” em sua loja de aplicativos e instale o aplicativo gratuito.
2. Abra a App UpToDate Móvel após a conclusão do download.
3. Efetue Login com seu nome de usuário UpToDate e senha. Você só precisa fazer isso uma vez – o aplicativo lembra o seu nome de usuário e senha.

Recursos UpToDate Mobile App incluem:

– O acesso ao conteúdo clínico UpToDate completo
– funcionalidade de pesquisa aprimorada(bookmarks, auto-complete, histórico de pesquisa e filtros)
– calculadoras clínicas otimizadas para uso móvel.

E caso você tenha alguma dúvida, entre em contato pelo email bice@ucs.br, Twitter@bibliotecaucs, Facebook/bibliotecaucs ou pelo telefone (54)3218.2173

Fonte: UpToDate

26 de Maio de 1897: Bram Stoker publica sua maior obra literária

Bram Stoker

Um dos maiores romancistas de sua geração, Abraham “Bram” Stoker  nasceu no ano de 1847. Irlandês, nascido em Dublin, sempre teve a escrita como uma grande paixão. Por isso, entre seus trabalhos, atuou como jornalista, diretor de peças teatrais além trabalhar por um período como funcionário público. Apesar de ser graduado em matemática, começou a escrever histórias e, com o tempo, essa acabou se tornando sua principal atividade.

Sua obra mais conhecida é Drácula, publicado no ano de 1897. O romance é considerado um dos mais horripilantes sobre o tema dos vampiros. Bram Stoker baseou-se em Vlad, o Empalador, e escreveu este romance sombrio que já faz parte gerações e gerações de leitores. O sucesso do livro foi imenso, resultando em adaptações para outros tipos de mídia como cinema, séries televisivas e histórias em quadrinhos.

Na opinião de alguns críticos, Drácula de Bram Stoker é uma rara combinação entre uma trama extremamente bem construída, personagens fortes e um tema mórbido e lúgubre. Porém, na época de sua primeira publicação, recebeu inúmeras críticas por se tratar de um livro baseado em uma história real, violenta e tétrica demais. Após o sucesso de Dracula, o autor tentou seguir com a carreira na literatura, publicando várias obras, mas nenhuma delas de sucesso comparável a Drácula.

Em função de complicações de um derrame, a saúde do autor ficou cada vez mais debilitada e em 20 de abril de 1912 Stoker faleceu.

Os direitos autorais de suas obras foram deixados para sua esposa. Após a adptação de Drácula para uma peça, a obra ficou ainda mais famosa. Em 1922 foi lançado Nosferatu, o primeiro filme baseado na obra de Stoker.

 

Poster do filme Nosferatu, 1922.

Fonte: Desmistificando Drácula; Infopédia

Maiores vilões da Literatura

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Um bom (ou mau) antagonista faz toda diferença em uma história. Sobram exemplos de gente malvada dificultando a vida dos heróis da literatura. Mas nosso TOP 5 é de arrepiar os cabelos de qualquer sacristão. Confira.

 

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5 – A DANÇA DA MORTE (1978)

Autor: Stephen King

Muito antes do Governador tocar o terror no seriado The Walking Dead, Stephen King já aterrorizava o mundo pós-apocalíptico com sua versão do déspota sanguinário. Randall Flagg é o tirano de plantão em A Dança da Morte. E sua forma de governo faria muito ditador contemporâneo arrepiar. Crucificações, desmembramentos e torturas variadas são seus instrumentos favorites para estabelecer lei e ordem na terra de ninguém. De fazer qualquer sobrevivente duvidar da própria sorte.

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4 – O PROBLEMA FINAL (1893)

Autor: Arthur Conan Doyle

Todo bom herói pede um vilão à altura. Para fazer o maior detetive do mundo tremer o cachimbo, Sir Conan Doyle não poupou esforços e brindou a literature com o nefasto Professor Moriarty. Pensa num cidadão vingativo, frio, inescrupuloso e sem remorsos. De acordo com um critic da obra de Doyle, Moriarty é “o próprio crime”. O pior é que o vilão em questão não quer dinheiro, jóias, poder ou dominação mundial. Tudo que ele quer é mandar Holmes para a terra dos pés juntos e destruir sua reputação no processo. Por essas e outras que Sherlock se refere ao seu nemesis como “O Napoleão do Crime”.

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3 – Crime e Castigo (1866)

Autor: Fyodor Dostoyevsky

Eu acho que também seria vilão se meu nome fosse Svidrigailov. Pediatra e jogador de futebol estariam mesmo fora de questão. Mas esse cidadão pediu para ser malvado e entrou na fila duas vezes. Além de adúltero, ele abusa de criancinhas e tentou estuprar Dounia. Como se não bastasse, ele faz uma adolescente surda cometer suicídio e tentou envenenar a própria esposa. Tá bom pra você ou vai um sal grosso aí?

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2 – Otelo (1603)

Autor: William Shakespeare

Iago odeia Otelo tanto, mas tanto, que fez o Mouro acreditar que era corno sem ter sido. É preciso ser mau para matar a amada de um inimigo. Mas, fazer o inimigo matar a própria esposa através de mentiras e manipulação é nível novela mexicana de perversidade. Palmas pra Iago, que zerou o jogo da vida maligna.

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1 – Paraíso Perdido (1667)

Autor: John Milton

Não tem pra ninguém. Mau como o tinhoso, só o Tinhoso em pessoa. Milton usa a tradição bíblica como ponto de partida para seu vilão, um anjo caído motivado pela vingança contra o próprio criador. Praticamente o Elvis da maldade, o Satanás de Milton já era sarcástico e marrento bem antes de ser modinha. Influente e arrepiante.

 

 

 

Fonte: Estante Blog

As Bibliotecas dos Campus de Caxias do Sul e Canela, e o Núcleo de Farroupilha não terão expediente

Devido ao Feriado de Nossa Senhora de Caravaggio, as Bibliotecas de Caxias do Sul, Canela e Farroupilha estarão sem funcionamento.

 

Em caso de dúvida entre em contato pelo e-mail bice@ucs.br, pelo twitter@bibliotecaucs ou pelo telefone (54) 3218-2173.

Fale com a Biblioteca através das Redes Sociais usando #bibliotecaUCS

 

5 dicas eficientes para estudar melhor, com menos estresse

Fonte: Shutterstock

Confira as principais dicas para conseguir aprimorar a memória durante os estudos

A memória é a capacidade psíquica do homem de armazenar suas experiências passadas e relembrá-las. Existem vários tipos, mas duas categorias são mais expressivas: a memória declarativa e a de procedimentos. A primeira focaliza na capacidade de expor verbalmente os dados armazenados e a segunda, nos que não podem ser expressos.

Confira as principais dicas para estudar melhor:

1 – Recite enquanto você estuda
Leia em voz altas partes do texto para fixá-lo melhor na sua memória. Este método facilita a percepção de erros de conteúdo, além de ser uma opção mais ativa do que a leitura e a audição, acelerando o processo de aprendizagem. A ideia central é que as passagens que você encontre mais dificuldades sejam lidas em voz alta mais vezes.

2 – Anotações
Pessoas visuais têm maior tendência a gravar os conteúdos que leem, por isso devem sempre fazer anotações durante as aulas e leituras. As notas devem conter os pontos principais do conteúdo com as próprias palavras, de maneira clara e concisa.

3 – Estude o meio
A parte central da matéria é a que costuma ser mais esquecida pelos alunos. Por isso, é interessante que esta fração tenha maior importância na hora da revisão dos conteúdos.

4 – Estude antes de dormir
Os conteúdos recém aprendidos são fixados de maneira mais expressiva após uma noite de sono e, por isso, é interessante estudar um pouco antes de dormir, desde que você não esteja mental e fisicamente cansado. O estudo da Universidade de Dartmouth mostra que o rendimento é maior nessas condições por causa da interferência retroativa, conceito que define que uma nova informação pode interferir em uma aprendizagem anterior.

5 – Conecte ideias
Tente conectar os conteúdos aprendidos com outras ideias, para gerar um conhecimento baseado no entendimento, não em conceitos decorados mecanicamente. Muitos textos não conseguem prender a atenção do aluno por completo, mas, para atingir o nível de conhecimento, você deve voltar às partes complicadas e relê-las. Desta forma, há maiores chances de consolidação do aprendizado.

 

Fonte: Universia Brasil

Confira 10 dicas para escrever um bom artigo em inglês

Fonte: BC UFRGS

Pode um livro mudar seu cérebro?

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         Um recente estudo de imagens do órgão sugere que sim

         Todos sabemos que a leitura de um romance pode nos encantar e intrigar. Agora, graças a uma pesquisa realizada por cientistas da Universidade Emory, EUA, descobriu-se que ao nos transportarmos para uma história de um livro, há alterações físicas mensuráveis ​​no cérebro que podem ser detectados até cinco dias após o leitor fechá-lo.

     Em um artigo para a revista Brain Connectivity, os pesquisadores compararam o efeito a um músculo da memória. “As mudanças neurais que encontramos associadas com as sensações físicas e os sistemas de movimento, sugerem que a leitura de um romance pode transportá-lo para dentro do corpo do protagonista”, afirma o neurocientista Gregory Berns. “Nós já sabíamos que no sentido figurado, boas histórias podem colocá-lo em outro lugar. Agora estamos analisando se isso pode também acontecer biologicamente”.

        Vinte e um alunos de graduação participaram do estudo. Todos leram o mesmo livro, o romance de 2003, Pompéia, de Robert Harris. Os pesquisadores escolheram o livro devido a sua trama que conta com uma forte linha narrativa.

       livros

        Por duas semanas e meia, os alunos leram seções de 30 páginas do livro à noite e tiveram seus cérebros escaneados na manhã seguinte, após fazerem um teste de certificação da leitura. Os exames continuaram por vários dias mesmo depois de terem terminado o romance. Uma ressonância magnética funcional foi usada para essa investigação neurobiológica e foram identificadas redes cerebrais associadas com as histórias de leitura.

        Os resultados mostraram uma conectividade elevada no córtex temporal esquerdo, uma área do cérebro associada com a receptividade para a linguagem, e também no sulco central, principal região sensório-motor do cérebro.

“Continua a ser uma questão quanto tempo essas mudanças neurais podem durar. Mas o fato de estarmos detectando-o, sugere que seus romances favoritos podem certamente causar um efeito maior e mais duradouro na biologia do seu cérebro” – disse Berns.

Fonte: O Nariz

Dicas de leitura para celebrar a imigração italiana

Ontem, 21 de maio, foi comemorado os 140 anos da imigração italiana no estado.

Para homenagear nossos antepassados, o Sistema de Bibliotecas da UCS traz, cincos dicas de leitura para conhecer um pouco das obras e da literatura italiana.

Dante Alighieri – A divina Comédia

A Divina Comédia é basicamente o clássico da literatura italiana. Dividido em três partes – Inferno, Purgatório e Paraíso – este poema composto de cem cantos retrata a jornada de Dante na busca de si mesmo, numa espécie de retrospectiva da queda à redenção (história cristã). No caminho, ele será guiado por Virgílio e Beatriz, que representam a razão e a fé respectivamente (Virgílio foi inspirado em seu autor favorito e Beatriz em sua amada que o leva para um final feliz no Paraíso).

Nicolau Maquiavel – O príncipe

“Os fins justificam os meios”, será? Fruto da vivência política de Maquiavel, O Príncipe (Il Principe) é o livro de cabeceira daqueles que almejam o poder.

 

Giovanni Boccaccio – Decameron

Na Toscana assolada pela peste negra em meados do século XIV, dez jovens refugiam-se nas montanhas e passam os dias de forma serena, contando histórias. Eis a moldura narrativa maior de Decameron (do grego, “dez dias”), obra-prima de Giovanni Boccaccio (1313-1375) que, junto com Dante Alighieri e Francesco Petrarca, compõe a tríade das grandes vozes do Renascimento italiano.

 Italo Calvino – Cidades Invisíveis

‘As Cidades Invisíveis’, de Italo Calvino, um dos escritores mais importantes e instigantes da segunda metade do século XX, conta a história do famoso viajante Marco Polo, que descreve para Kublai Khan as incontáveis cidades do imenso império do conquistador mongol. Neste livro, a cidade deixa de ser um conceito geográfico para se tornar o símbolo complexo e inesgotável da existência humana.

Umberto Eco – Cemitério de Praga

Trinta anos após O Nome da Rosa, Umberto Eco nos envolve, mais uma vez, em uma narrativa vertiginosa, na qual se desenrola uma história de complôs, enganos, falsificações e assassinatos, em que encontramos o jovem médico Sigmund Freud (que prescreve terapias à base de hipnose e cocaína), o escritor Ippolito Nievo, judeus que querem dominar o mundo, uma satanista, missas negras, os documentos falsos do caso Dreyfus, jesuítas que conspiram contra maçons, Garibaldi e a formação dos Protocolos dos Sábios de Sião. Curiosamente, a única figura de fato inventada nesse romance é o protagonista Simone Simonini, embora, como diz o autor, basta falar de algo para esse algo passar a existir.

       Todos os livros que aparecem nessa lista estão presentes no acervo do Sistema de Bibliotecas da UCS.

Fontes: HomoliteratusLiterar.

UCS sedia encontros regulares do Google Developer Group

Atividades acontecem na Cidade Universitária e no Campus Universitário da Região dos Vinhedos.

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        A Universidade de Caxias do Sul passa a sediar encontros regulares do Google Developer Group Serra Gaúcha, um grupo regional reconhecido pela Google, que foi constituído por alunos e egressos do curso de Sistemas de Informação, com o objetivo de incentivar a pesquisa, o compartilhamento de conhecimentos e o desenvolvimento de tecnologias, além de promover encontros e atividades relacionadas ao estudo e a aplicação das atuais tecnologias Google e outras de caráter Open Source.

        Em Caxias do Sul, os CodeLabs do grupo ocorrem na primeira e na terceira terça-feira de cada mês no Bloco 71 da Cidade Universitária, das 18 horas às 19h30min. Em Bento Gonçalves, as Study Jams são realizadas na primeira e na terceira quarta-feira de cada mês, no Bloco CD, na Sala 415, das 19h30min às 22 horas. As atividades são abertas aos interessados e sem custo, pois o GDG é uma organização sem fins lucrativos.

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        O professor Giovanni Ely Rocco, coordenador do curso de Bacharelado em Sistemas da Informação, explica que o primeiro encontro em Caxias aconteceu no início deste mês e contou com a participação de sete pessoas. “A proposta é essa mesmo: iniciar com um grupo pequeno e fazer divulgação para agregar cada vez mais interessados”. Em Bento Gonçalves, o primeiro encontro do grupo ocorreu em agosto do ano passado, com a presença de Aexandre Alves Borba, gerente de comunidades do Google, que apresentou a proposta do Google para os GDGs regionais. Naquele evento houve a participação de mais de 60 alunos.

        Como o Google Developer Group não possui fins lucrativos, participa somente quem tem interesse. “É que se trata de um grupo de pesquisa, estudos e troca de conhecimentos e experiências, incentivado e apoiado pela Google. Os encontros permitem aos interessados uma evolução de conhecimentos e experiências muito significativas, que acaba complementando a formação curricular. A proposta é que a interação das coordenações dos cursos com o GDG Serra Gaúcha torne-se cada vez mais intensificada, com a promoção de palestras, workshops e eventos que possam proporcionar novas e inovadoras opções à formação curricular dos nossos alunos e, por consequência, qualificar o perfil dos egressos”, reitera Rocco.

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        Eduardo Picetti Torezan, coordenador do GDG Serra Gaúcha, explica que o GDG Serra Gaúcha tem trazido à região a oportunidade de profissionais de Tecnologia da Informação e interessados, “aproximarem-se mais das novidades envolvendo tecnologias Google e tenham uma rede dinâmica de troca de conhecimentos, permitindo que se crie um canal de comunicação entre os GDGs pelo mundo. Hoje estamos em 110 países e somamos 648 diretórios. Acredito que a principal proposta do GDG Serra Gaúcha seja formar experts no local onde atua, permitindo que grandes referências técnicas destaquem-se a partir daqui, para participar de atividades comunitárias pelo Brasil, pelo mundo e ganhando grande destaque no âmbito profissional”.

        Em reconhecimento ao trabalho que vem sendo desenvolvido na região pelo GDG, o Google está patrocinando a participação do GDG Serra Gaúcha no Google I/O e no GDG Global Organizer Summit, que serão realizados, na próxima semana, em São Francisco, Califórnia (Estados Unidos). A cobertura dos eventos em São Francisco poderá ser acompanhada pelas postagens do organizador do grupo em Bento Gonçalves, Cristiano de Lucca, em gdgsg.com.br

Fonte: UCS

Conheça mais sobre o serviço de E-books Minha Biblioteca

facebook-01A Minha Biblioteca é uma plataforma virtual de livros digitais, ou E-books, formada através de um consórcio entre cinco grupos editoriais de livros acadêmicos, a Saraiva, a Atlas, o Grupo Gen, o Grupo A e Manole.

O acervo dessa plataforma é composto por 6114 livros digitais que podem ser acessados por toda a comunidade acadêmica da Universidade de Caxias do Sul (UCS), em qualquer dispositivo eletrônico.

Para o coordenador do curso de Biblioteconomia e coordenador técnico do Sistema de Bibliotecas da UCS, professor Marcelo Votto Teixeira, o Minha Biblioteca tem muito a oferecer. “Através dela, toda a comunidade acadêmica pode ter acesso a todos os livros digitais, em qualquer local e a qualquer hora, sem existir a necessidade de se deslocar até uma de nossas bibliotecas físicas para fazer a retirada de um livro”, afirma.

Além disso, outra funcionalidade apontada por Marcelo é o fato de os livros digitais serem “inesgotáveis”. “Você pode vir em uma de nossas bibliotecas físicas e todos os exemplares de uma obra estarem emprestadas. Nessa plataforma isso não acontece. Uma infinidade de pessoas podem estar acessando um mesmo exemplar e tudo bem”, acrescenta.

A plataforma também permite que o aluno ou o professor copiem trechos do original, imprimam toda a obra gratuitamente e façam suas anotações na obra digital. Essas anotações feitas no livro digital ficam salvas na conta do usuário e podem ser acessadas em outros momentos.

Destacamos algumas obras existentes no Minha Biblioteca, entre bibliografia básica e complementar, são elas:

coverFisiologia Médica, 22ª edição, Willian Ganong.

cover (3)Fundamentos de Pesquisa de Marketing, 4ª edição, McDANIEL, Carl D.; GATES, Roger H.

0-800Gestão de Projetos: Uma Abordagem Global, KEELING, Ralph.

cover (2)Contabilidade de custos, 10ª edição, Eliseu Martins.

cover (1)Gestão da Força de Vendas, 12 ª edição, SPIRO, Rosann L. ; RICH, Gregory A.; STANTON, William J.

 

Saiba como evitar desconforto ao ler em computadores e tablets

cuidados ao ler em tablet

Os livros digitais, também conhecidos como e-books, já fazem parte do dia a dia de muita gente. O novo formato, assim como o livro impresso, também tem suas particularidades. Se para algumas pessoas ler um livro em movimento, como em carro ou ônibus, é um incômodo, a leitura em telas de computador, tablets ou smartphones também pode ser uma tarefa complicada.

O incômodo provocado pelo uso das telas eletrônicas é gerado por fatores  como o mal posicionamento da tela,  o uso prolongado ou a iluminação inadequada do ambiente. Ao lermos numa tela eletrônica, nosso olhos piscam com menor frequência e não se movimentam tanto quanto ao conversarmos com uma pessoa, por exemplo. Isso gera menor lubrificação, acarretando ardência, vermelhidão e cansaço. Para evitar problemas e conseguir fazer uma leitura adequada em seus gadgets, separamos algumas dicas abaixo. Confira:

1. Evite ler quando estiver cansado demais
Se você já está cansado, ler em equipamentos eletrônicos será uma tarefa difícil e aumentará o cansaço dos seus olhos, fazendo com que você tenha sempre uma experiência ruim com os livros digitais.

2. Ajuste a iluminação e evite sombras e reflexos
Além de ambiente bem iluminado, diminuindo as interferências os seus olhos farão menos esforço para focar as letras. Isso permite que você fique mais tempo se dedicando à leitura.

3. Aumente a distância entre o aparelho e seus olhos
No computador, indica-se de 50 a 60 cm de distância entre você e o monitor. Já nos tablets e smartphones, procure deixar de 30 a 45 cm de distância entre o aparelho e seus olhos. A tela também deve ficar sempre na altura dos seus olhos.

4. Pisque várias vezes
Em situações normais, longe das telas, nossos olhos piscam em torno de 20 vezes por minuto. Já com a vista cansada, as piscadas caem para 14 vezes por minuto. Isso acarreta menor lubrificação do globo ocular e forte inômodo. Por isso, policie-se para piscar mais vezes enquanto estiver lendo.

5. Realize pausas a cada hora
As pausas são indicadas para diminuir o stress nos músculos oculares. Uma pausa durante 5 minutos a cada 1 hora já é suficiente para relaxar e evitar o cansaço excessivo.

 

Fonte: Minha Biblioteca

Manuscritos incríveis de Jane Austen, Leonardo Da Vinci e mais

Recentemente, a Biblioteca Britânica liberou na internet a coleção “Turning the Pages” – manuscritos digitalizados de obras famosas como a versão de Alice no País das Maravilhas escrita e ilustrada por Lewis Carroll, composições de Mozart e notas de Leonardo Da Vinci.

Confira algumas das mais incríveis digitalizações:

O manuscrito original de Alice no País das Maravilhas, criado por Lewis Carroll em 1864.  (Foto: biblioteca britânica)O manuscrito original de Alice no País das Maravilhas, criado por Lewis Carrol em 1864. (Foto: Biblioteca Britânica)

Carroll criou a famosa história para entreter a filha de um amigo (a Alice original). A garota gostou tanto que pediu que ele escrevesse um livro com o relato - e foi esse o resultado (Foto: biblioteca britânica)Carroll criou a famosa história para entreter a filha de um amigo (a Alice original). A garota gostou tanto que pediu que ele escrevesse um livro com o relato – e esse foi o resultado. (Foto: Biblioteca Britânica)
Trecho de um caderno de notas de Leonardo DaVinci, mantido pelo gênio em 1508 (Foto: biblioteca britânica)Trecho de um caderno de notas de Leonardo DaVinci, mantido pelo gênio em 1508. (Foto: Biblioteca Britânica)
Repare que o gênio escrevia da direita para a esquerda - assim poderia ler suas notas diante de um espelho (Foto: biblioteca britânica)Repare que o gênio escreve da direita para a esquerda – assim poderia ler suas notas diante de um espelho. (Foto: Biblioteca Britânica)
Jane Austen escreveu uma versão da história da Inglaterra quando tinha 15 anos - bem antes de criar Lizzie Bennet e Mr. Darcy (Foto: biblioteca britânica)Jane Austen escreveu uma versão da história da Inglaterra quando tinha 15 anos – bem antes de criar Lizzie Bennet e Mr. Darcy. (Foto: Biblioteca Britânica)
No entanto, Austen afirmou 'ser uma péssima e preconceituosa historiadora' (Foto: biblioteca britânica)No entanto, Austen afirmou “ser uma péssima e preconceituosa historiadora”. (Foto: Biblioteca Britânica)
As composições de Mozart nos seus últimos anos de vida (Foto: biblioteca britânica)As composições de Mozart nos seus últimos anos de vida. (Foto: Biblioteca Britânica)
Na época, ele estava passando por crises financeiras e familiares (Foto: biblioteca britânica)Na época, ele estava passando por crises financeiras e familiares. (Foto: Biblioteca Britânica)
O De Humani Corporis Fabrica, um dos livros mais influentes da medicina moderna (Foto: biblioteca britânica)O De Humani Corporis Fabrica, um dos livros mais influentes da medicina moderna. (Foto: Biblioteca Britânica)
Ele foi escrito por Andreas Vesalius, um professor da Universidade de Pádua (Foto: biblioteca britânica)Ele foi escrito por Andreas Vesalius, um professor da Universidade de Pádua. (Foto: Biblioteca Britânica)
Fonte: Galileu

O que os soldados soviéticos liam durante a 2ª Guerra Mundial?

2f2b2d0a-b076-4ae4-a842-47475469b07bMesmo durante os anos da Grande Guerra Pátria (1941-1945), o mundo dos livros continuou sendo muito especial na União Soviética. Ainda com os combates, a devastação e a fome, as pessoas liam muito, e novas bibliotecas eram continuamente inauguradas. Só na unidade federativa de Moscou, 200 novos estabelecimentos do gênero foram abertos no período.

“Com a guerra, o bibliotecário passou a ter novas responsabilidades. Por exemplo, se a biblioteca era atingida por um projétil, ele tinha que selecionar todos os livros que não haviam sido danificados e encaminhá-los a outras instituições”, conta Elena Arlánova, curadora da exposição “Vitória: histórias não inventadas”.

Na biblioteca Tchernichévski, em Moscou, a exibição apresenta mais de 300 títulos publicados entre 1941 e 1945.Soldados de artilharia em campo leem título de autoria de Stálin, em 1952 Foto: Ullstein Bild/Vostock-Photo

A mostra traz informações curiosas ao visitante. O fato de muitas edições do período terem saído em formato de bolso, por exemplo, não era pura coincidência, mas uma forma de facilitar a leitura pelos soldados em campo.
Seguindo essa fórmula, uma coleção de citações do chefe militar russo Aleksandr Suvorov (1730-1800), exibida na biblioteca, encaixava-se perfeitamente no bolso ou na mochila.

Para Arlánova, a escolha pela edição de “Preceitos de Suvorov” na época não se deu por acaso. “Um amigo meu veterano costuma dizer que não foram os artilheiros ou os tanquistas que ganharam a guerra, mas os instrutores políticos que preparavam os soldados para a batalha, ao ajudá-los a manter disposição e estado de espírito adequados.”

Política e jardinagem

A literatura publicada então era muito diversificada. De um lado, havia obras filosóficas e políticas: “Diplomacia”, de Harold Nicolson; “A Paz” de André Tardieu; “História da Filosofia em dois volumes”; títulos do diplomata Otto von Bismarck e do filósofo Plutarco; algumas obras sobre a invasão francesa à Rússia em 1812 e sobre os confrontos entre tribos eslavas e germânicas.

Também foram publicados diversos clássicos, russos e estrangeiros: Shakespeare, Púchkin, Dante, Górki, Dickens e Tolstói.

Além disso, outras publicações surpreendiam pela temática aparentemente desnecessária para aqueles anos, como era o caso de “Jardinagem Ornamental” e “Caça”, volumes da Grande Enciclopédia Soviética, um álbum artístico do pintor russo Karl Briullov e um livro sobre fundamentos da composição musical, além de partituras de compositores clássicos como Glinka, Rímski-Kôrsakov eRachmaninoff.

Conversação como arma

Além de livros de viés militar e político, a época exigia a publicação de dicionários e guias de conversação. Afinal, o Exército soviético estava se deslocando e chegava a novos países, onde precisava se comunicar com a população local.

Uma grande quantidade de publicações do gênero foi impressa e, por meio delas, pode-se até esboçar a movimentação do Exército soviético: dicionários polonês-russo, romeno-russo, turco-russo, japonês-russo etc.

Também era editada literatura nas línguas dos povos da URSS. Assim, as populações das repúblicas podiam ler nas línguas nativas e os russos podiam conhecer as culturas daqueles que lutavam a seu lado, ombro a ombro. Mais de uma dezena de editoras continuava em funcionamento. Muitas foram evacuadas para a retaguarda, mas continuavam a produzir livros.

Livros contra o MP3

Para o especialista em literatura militar Boris Leonov, a guerra trouxe muitas novidades literárias e conferiu valor ainda maior aos livros.

“Esse período nos presenteou com toda uma categoria de literatura militar que se tornou clássica e serviu de base para as futuras obras do século 20. Surgiram muitas obras poéticas, romances e histórias sobre a guerra. Parte dessas foi impressa durante nesses anos”, disse Leonov à Gazeta Russa.

Já os bibliotecários, passaram a exercer uma função quase de pregadores. “Os funcionários das bibliotecas começaram a ir às trincheiras que estavam sendo cavadas para ler em voz alta para quem trabalhava nelas. Eles também o faziam em hospitais”, diz Arlánova.

“Hoje, isso já não é mais possível. As pessoas passam a maior parte do tempo ouvindo MP3 e assistindo a filmes. O livro deixou de ser a base da cultura”, diz Leonov.

Antes do Google… Quem sabia?

The New York Public Library reading room.

Se o Google não pode responder suas questões nos dias de hoje, quem você vai chamar? Um bibliotecário, é claro.

Bibliotecários continuam a ser legais. Numa série contemporânea da TNT (exibida no Brasil pelo canal Universal), The Librarians, ou Os bibliotecários, são os protagonistas e os super  heróis. Nos passar dos anos, a biblioteconomia tem subido na lista Forbes* de trabalhos menos estressantes. E mesmo nessa era de ferramentas de busca, bibliotecários continuam fazendo novas descobertas…

Várias semanas atrás o pessoal do icônico prédio da NYPL, (New York Public Library ou Biblioteca Pública de Nova York) em Manhattan,  encontrou uma caixa com velhas perguntas de referências – que vão desde a década de 40 até a década de 80 – feitas por usuários.

Como a porta voz da NYPL, Angela Montefinise aponta, as perguntas – em si- são convincentes. E talvez elas falem de um modo mais suave, sobre um tempo mais ingênuo.

Mas talvez não.

“Algumas são só perguntas difíceis,” diz Angela. “Outras são historicamente interessantes, outras são apenas engraçadas”. Aqui estão algumas pérolas, pouco editadas para maior clareza:

  • É próprio ir para o Reno sozinho para conseguir um divórcio? (1945)
  • Eu acabei de ver um rato na cozinha. É certo usar SBP? (1946)
  • Qual é o tempo de vida de um cílio? Resposta: baseado no livro Seu Cabelo e Seu Cuidado, o tempo de vida é 150 dias. (1946)
  • O que significa sonhar com um elefante perseguindo você? (1947)
  • Onde eu posso alugar um beagle para ir caçar? (1963)
  • Você pode me dizer qual é a espessura de um Selo com cola nele? Resposta: Nós não podemos dar essa resposta rapidamente. Porque você não tenta o Correio? Réplica: Esse é o correio. (1963)
  • A Biblioteca Pública de Nova York tem um computador para uso público? Resposta: Não senhor! (1966)

E aqui temos uma nota datilografada encontrada em um cartão de catalogação:

Ligação telefônica no meio da tarde no Ano Novo, 1967: Uma voz feminina um tanto incerta: “Eu tenho duas questões. A primeira é uma pergunta meio sobre etiqueta. Eu fui para uma festa na véspera do ano novo e inesperadamente passei a noite. Eu não conhecia de verdade os anfitriões. Eu devo mandar um cartão de agradecimento? Segunda pergunta. Quando você encontra alguém e você sabe que ele vale 27 milhões de dólares – porque é isso que eles me disseram, 27 milhões de dólares- e  você sabe a nacionalidade dele, como você faz para encontrar o nome dele?

Os bibliotecários estão planejando publicar algumas dessas perguntas antigas na sua conta do Instagram nos próximos dias.

“Nós fomos o Google antes que o Google existisse.” Angela explica. “Se você tivesse o interesse de saber se uma cobra venenosa iria morrer se ela se picasse, você iria nos ligar ou nos visitar.”

Sério? “Sim, essa pergunta foi feita.”

Mesmo com o Google, Siri, OnStar e DuckDuckGO – entre outros-  os bibliotecários continuam respondendo perguntas. “Nós recebemos cerca de 1700 perguntas de referência por mês via chat, email e telefone” Angela afirma, incluindo perguntas mais difíceis que as pessoas não conseguem responder – mesmo com a Internet.

E com tantas informações conflitantes por ai, Angela adiciona, é difícil saber a resposta correta.

Um bibliotecário sábio pode sempre ajudar nessas situações. Isso é um fato.

Fonte: National Public Radio

*Forbes é uma das principais fontes para informações confiáveis sobre negócios e finanças.

Tradução livre do Inglês.

MORE o gerador de referências no formato ABNT

Hoje vamos dar outra dica para gerar referências bibliográficas, só que desta vez, no formato da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

MORE ou Mecanismo Online para Referências é uma ferramenta desenvolvida por alunos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), mas que não é de uso exclusivo de alunos, podendo ser utilizada por todos. Essa plataforma possibilita a produção automática de referências no formato ABNT. O mecanismo consegue gerar inúmeros tipos de referências que você pode escolher e adequar aos seus trabalhos.

MORE

Por exemplo para gerar referência de um livro basta preencher os campos e pronto, você tem a referência feita!

REFERENCIA PARA LIVRO

O site ainda conta com a funcionalidade de salvar as referências que você fez quando é efetuado o login no site.

 

Fonte: More

Biblioteca da CAHOR ficará fechada nos dias 14/05, 15/05 e 16/05

A Biblioteca da CAHOR não terá expediente nos dias 14 ( Ascensão do Senhor – Feriado Municipal em Canela), 1516/05, retomando as atividades na Segunda-Feira.

 Em caso de dúvidas não exite em entrar em contato, através do telefone (54) 3218-2173, pelo Twitter @bibliotecaucs ou pelo e-mail bice@ucs.br.

Converse conosco nas Redes Sociais usando #bibliotecaUCS

 

Laboratório Central de Microscopia “Professor Israel Baumvol” será inaugurado nesta quinta-feira, dia 14.

Laboratório conta com equipamentos que ampliam o estudo em nanotecnologia.

Será inaugurado nesta quinta-feira, dia 14 de maio, o Laboratório Central de Microscopia “Professor Israel Baumvol”, um espaço multiusuário, onde se realizam técnicas de análise e caracterização de materiais, com o intuito de investigar as propriedades dos materiais. Com equipamentos de alta resolução que ampliam o estudo em nanotecnologia, a ciência que tem como princípio básico a construção de estruturas e novos materiais a partir dos átomos, o Laboratório atenderá à pesquisa, ao ensino de graduação e pós-graduação, e prestará serviços a empresas.

Homenagem
O nome “Professor Israel Baumvol” é uma homenagem ao físico e pesquisador da área de Materiais, que liderou a criação e coordenou o Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Ciência dos Materiais nos últimos dez anos. Aposentado no ano passado, o professor Israel é um exemplo de competência e dedicação que marcou a geração de estudantes e pesquisadores da área da Física e da Ciência dos Materiais da Universidade. [Leia mais sobre o professor Israel Baumvol aqui e aqui.]

Situado no Bloco C na Cidade Universitária, o Laboratório Central de Microscopia recebeu, por meio de um projeto da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), cerca de um milhão de reais para a instalação de novos equipamentos. O professor Cesar Aguzzoli, coordenador do laboratório, explica que o laboratório já existia – o de Caracterização de Materiais – com equipamentos adquiridos com verbas de outros projetos como o do Instituto Nacional de Engenharia de Superfícies (INES), empresas e sindicatos. “Estamos ampliando e melhorando esse laboratório, que passa a ser uma Central. Em relação ao ensino de graduação e pós-graduação, todos os cursos da área das Ciências Exatas e das Ciências da Vida podem se beneficiar com aulas práticas e cursos sobre as técnicas utilizadas no laboratório”, esclarece.

Quanto aos serviços prestados às empresas, o coordenador cita a indústria metalmecânica, a de plásticos e a cerâmica, entre os segmentos que poderão ser beneficiados com a competência técnica e científica instalada no Laboratório. “As empresas, muitas vezes, desconhecem que o problema que eles enfrentam em determinados materiais pode ser resolvido utilizando-se a nanotecnologia. Nossos equipamentos, de alta precisão, conseguem lidar com essa tecnologia e a imagem, também gerada em 3D, percebe falhas, trincas…”, observa César.

Para o diretor do Centro de Ciências Exatas e da Tecnologia, professor Carlos Alberto Costa, “a aquisição dos equipamentos desse laboratório é fruto do esforço dos professores e pesquisadores na busca de investimentos, sejam internos (da UCS) ou externos (por meio de agências de fomento), em uma área chave para o Brasil e para nossa região, propiciando um alinhamento entre o ensino de alta qualidade, da pesquisa e da oferta de serviços tecnológicos”.

A inauguração do Laboratório Central de Microscopia será realizada no dia 14 de maio, às 15 horas, no saguão do Bloco V da Cidade Universitária.

Fotos: Claudia Velho

 

Fonte: UCS

Nova plataforma de busca Academic OneFile

A nova plataforma de busca da Academic OneFile foi lançada, oficialmente, no dia 02 de abril, com um visual mais limpo e moderno. O ponto de partida da editora Gale Cengage Learning foi adaptar-se às necessidades dos seus usuários e também às novas tendências de pesquisa, o produto final pode ser visto na própria base no Portal de Periódicos da Capes.

O conteúdo disponibilizado será mais acessível para as pessoas com deficiência visual. A página apresenta navegação simplificada e desenho responsivo que facilitam a consulta do melhoram a consulta e a visualização do conteúdo em qualquer tela e dispositivo móvel. O usuário usufrui de uma experiência de navegação uniforme em todas as plataformas da editora.

Sobre Academic OneFile

A coleção abrange mais de 16.400 títulos de periódicos, incluindo cerca de 7.500 publicações em texto completo em diversas áreas. Academic OneFile é atualizada todos os dias e inclui cobertura do jornal norte-americano The New York Times desde 1995. Ainda oferece milhares de podcasts e transcrições da National Public Radio (NPR),Cable News Network (CNN) e Canadian Broadcasting Corporation (CBC).

A disponibilidade de acesso à coleção da editora Gale Cengage Learning varia desde 1947 até o presente para textos completos. Oferece cobertura detalhada de ciências exatas, engenharia, tecnologia, ciências sociais, medicina e negócios, entre outras. Os artigos estão disponíveis em formato PDF ou HTML. A forma de acesso a essa coleção, no Portal de Periódicos, ocorre por meio do menu “Buscar Base” ou menu “Buscar Periódico”, esta opção para a busca de títulos individualmente.

 Fonte: Portal de Periódicos CAPES

 

90 anos de Rubem Fonseca

RUBEM FONSECA

Nessa Segunda-Feira (11/05) o autor aclamado Rubem Fonseca completa 90 anos. Poucos escritores tiveram na vida o mesmo reconhecimento que o escritor, que transformou a literatura no século 20.

Com enredos que mostram desde o mundo das altas esferas do poder político até o universo do crime, os contos e romances do autor alcançaram lugar de destaque nas livrarias, muitas dessas obras alcançando as listas de mais vendidos. Muitas de suas obras foram adaptadas para a televisão e o cinema.

O trabalho de Rubem Fonseca é tido como um marco para uma série de outros ficcionistas, pois até a década de 60, nossa literatura era essencialmente regionalista. Rubem foi o primeiro escritor que traduziu a nova realidade para a literatura, a realidade de metrópoles e de uma cultura urbana.

Aproveite a data e conheça mais sobre o autor!

As Bibliotecas do Sistema UCS possuem em seus acervos vários livros do autor, como: Agosto, O caso Morel, A coleira do cão: contos, A confraria dos espadas: contos, Bufo & Spallanzani e vários outros.

Treinamento Online da Plataforma de Busca IEEE Xplore

EBSCOhost News

Não perca esta oportunidade!!!

A EBSCO e a IEEE gostariam de convidar a todos a participarem do

Treinamento Online da Plataforma de Busca IEEE Xplore.

O treinamento será ministrado em espanhol pelo Bibliotecário do editor IEEE, o Sr. Michael Shapiro que contará com o auxílio da Bibliotecária da EBSCOAna Carolina Nogueira.

Os principais pontos abordados durante o treinamento serão:

  • ​O que é a Biblioteca Digital IEEE Xplore e qual o conteúdo disponibilizado?
  • Como acessar os documentos da Biblioteca em texto completo (PDF e HTML)?
  • Quais são as opções de Pesquisas Básica e Avançada? Ativação dos alertas e pesquisas salvas; Como organizar pelos documentos mais citados? Como promover a colaboração entre as equipes de trabalho/grupos de pesquisas?
  • Como publicar artigos nas conferências e periódicos do editor IEEE, tanto no formato tradicional quanto no formato Acesso Aberto (Open Access)?

​O treinamento ocorrerá no dia 12 de Maio às 15h (Horário de Brasília). Quem tiver interesse, deve acessar o link abaixo 15 minutos antes do horário agendado. Para participar, basta ter um computador com Internet banda larga, caixa de som ou fone de ouvido.

Caso tenha quaisquer dúvidas, entre em contato com a nossa Bibliotecária Ana Carolina Nogueira (anogueira@ebsco.com.br) para maiores informações.

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