Descubra a cara da literatura no Brasil

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As estatísticas comprovam. Falta diversidade na literatura brasileira contemporânea. Essa constatação não é novidade, mas ganha cara na pesquisa “A personagem do romance brasileiro contemporâneo: 1990-2004“, coordenada por Regina Dalcastagnè, da Universidade de Brasília (UnB). A partir de 2003, a equipe responsável pelo projeto analisou 258 romances, publicados no período de 1990 a 2004 pelas editoras Companhia das Letras, Record e Rocco, para desenhar o perfil médio do escritor brasileiro. Entender as ausências e o que estava sobrepondo-se a elas, no caso primordial de pobres, de negros e de mulheres. A pesquisa revelou que os autores, em sua maioria, são brancos (93,9%), homens (72,7%), com diploma superior (78,8%) moram no Rio de Janeiro ou em São Paulo (47,3% e 21,2%, respectivamente). Já na representação dos personagens nos romances, eles são, na maior parte das vezes, homens (62,1%) e heterossexuais (81%).

Os números tornam-se preocupantes, pois, neste cenário, a literatura deixa de preencher um importante papel social, a pluralidade do romance, enquanto “representações de linguagens”. Confinando certos grupos sociais a invisibilidade. “Ao interromper suas atividades e abrir um romance, o leitor busca, de alguma  maneira,  se  conectar  a  outras  experiências  de  vida.  Pode  querer encontrar  ali  alguém  como  ele,  em  situações  que  viverá  um  dia  ou  que espera jamais viver. Mas pode ainda querer entender o que é ser o outro. Reconhecer-se ou reconhecer o outro, faz parte de um processo de legitimação de identidades, ainda que elas sejam múltiplas”, afirma Dalcastagnè no artigo.

A pesquisa inova ao apresentar números para o fenômeno, dando cara ao abismo que separa a diversidade da sociedade brasileira e sua efetiva presença na literatura. É a confirmação de uma hipótese que já se intuía: o campo literário ainda é um território elitista. Todos os resultados foram divulgados em publicações acadêmicas e aprimorados no livro: Literatura Brasileira Contemporânea: Um Território Contestado, ampliando o debate para outros períodos também. Confira no infográfico abaixo, as principais informações.

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Fonte: Blog Estante Virtual

Nova forma de acesso aos e-books ‘Minha Biblioteca’

O Sistema de Bibliotecas da Universidade de Caxias do Sul está implementando o acesso direto aos ebooks do portal Minha Biblioteca através do catálogo, conforme a orientação abaixo; há duas maneiras de acessar:

– Entrando no catálogo da biblioteca no seguinte link e faça a pesquisa do item, conforme imagem abaixo:

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– Clique no cadeado:

*Atenção, o usuário não pode estar logado no catalogo para conseguir o acesso.

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Digite o seu usuário e senha da biblioteca:

usuário: (apenas os números até o traço.)

senha: (5 números)

Logo o livro abrirá na sua tela:

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A outra forma possível de acessar os e-books é através do UCS Virtual.
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Na base de Livros Minha Biblioteca você fará a pesquisa pelo título ou autor de sua preferência.
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O livro citado pode ser acessado diretamente no link abaixo, após seguir os passos para acesso à plataforma Minha Biblioteca através do UCSVirtual.
Quaisquer dúvidas, entre em contato através do e-mail bice@ucs.br.

 

Grandes mulheres na literatura

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A cada ano, as mulheres vem conquistando ainda mais espaço no meio literário. Apesar de ainda serem a minoria entre os escritores, livros escritos por mulheres são mais lidos do que obras escritas por homens, cada vez mais consolidando o destaque e a importante influência feminina no mundo da literatura. Hoje, no dia Internacional da Mulher, trouxemos algumas célebres autoras da história, evidente nem todas estão contempladas abaixo, porém sintam-se todas as mulheres homenageadas nesta data, que reforça a igualdade necessária em todos os meios e sobretudo o respeito, com quem quer que seja.

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Agatha Christie – Ainda que seus pais tenham feito de tudo para que ela seguisse carreira de cantora lírica ou pianista, Agatha Christie preferia os contos. Seus mais de 90 livros publicados, e traduzidos em todo o mundo, fizeram dela a Rainha do Crime e maior escritora de romances policiais de todos os tempos. Além dos consagrados contos e romances de mistério, Agatha ainda publicou seis romances românticos sob o pseudônimo de Mary Westmacott.

 

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Clarice Lispector – Nascida na Ucrânia, mas assumidamente brasileira, Clarice Lispector inaugurou a prosa introspectiva no Brasil. Seus textos são narrados de forma intimista e as impressões e sentimentos dos personagens assumem o primeiro plano. A ausência de linearidade em sua narrativa é justificada pelo predomínio do tempo psicológico.

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Nora Roberts – Foi a primeira mulher a figurar na Galeria da Fama dos Escritores Românticos dos Estados Unidos. Escreveu mais de 200 best-sellers e, em 2004, mais de 120 obras de sua autoria figuravam na lista de mais vendidos do New York Times. De escrita insaciável, produziu diversos livros, alguns sob autoria de pseudônimos, que foram traduzidos e editados em todo o mundo.

 

 

 

 

 

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Virgínia Woolf – Escritora britânica conhecida como a “Proust Inglesa”, Virgínia escreveu alguns romances e ensaios pioneiros sobre literatura. Considerada ícone do modernismo, a escritora britânica inovou ao expor em sua narrativa o fluxo de consciência de seus personagens.

 

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Cecília Meireles – Professora primária, poeta e uma das primeiras vozes femininas de grande expressão na literatura brasileira. Cecília ganhou vários prêmios por seus livros. Fortemente influenciados pelo simbolismo, seus poemas são marcados pela musicalidade e impressões sensoriais. Sua poesia intimista também revela desencantos e traz reflexões acerca de temas que retratam a vida, o amor e o tempo.

 

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J. K. Rowling – Famosa autora britânica que deu vida ao bruxinho Harry Potter. Teve uma vida conturbada até conquistar o sucesso e vender mais de 400 milhões de cópias com suas 10 obras referentes ao personagem. No início da carreira, Rowling se dedicou à literatura infanto-juvenil, o que lhe rendeu o Prêmio Hans Christian Andersen de literatura, em 2010. Em suas obras, Rowling é conhecida pela criação de cenários fantásticos, personagens inusitados que exploram a magia e as relações de amizade.

 

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Rachel de Queiroz – Escritora brasileira e primeira mulher a ingressar na Academia Brasileira de Letras (1977), onde vinte anos antes recebia o Prêmio Machado de Assis pelo conjunto de sua obra. Em suas narrativas, Rachel trata de temas sociais e expõe, de forma dramática, a realidade e as lutas do povo nordestino contra a miséria e a seca.

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Carolina Maria de Jesus – foi uma mulher negra e brasileira que teve um de seus livros traduzido para 13 idiomas. Sua obra mais conhecida é “O quarto de despejo”, um livro que é um diário que conta o cotidiano e as reflexões dela como mulher pobre e negra vivendo nos anos 50 numa cidade grande. Outras obras: “Pedaços da Fome” e “Casa de Alvenaria”.

 

Fonte: Zupi.com

Texto – Adaptação: Pedro Rosano

 

Fim do empréstimo especial de férias

 

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O Sistema de Bibliotecas da Universidade de Caxias do Sul informa o fim do empréstimo especial de férias, que permitia a retirada de até 25 exemplares de cada material desde o dia 12 de dezembro de 2016. A partir de então, os empréstimos voltam ao seu sistema normal,  sendo necessária a renovação, caso queira estender este prazo. O número de exemplares que pode ser retirado, depende de cada categoria (aluno de graduação, pós, professor…), para consultar a quantidade disponível para o seu caso, acesse o site da Biblioteca. 

 

 

Veja a nova forma de acesso ao portal de periódicos da CAPES

O Sistema de Bibliotecas junto com a Gerência de Tecnologia e de Informação da UCS, tem uma novidade quanto ao acesso à pesquisa no Portal de Periódicos da Capes (http://www.periodicos.capes.gov.br)

Até o ano passado, o acesso às bases de dados dentro do Portal de Periódicos da Capes se dava por meio da configuração do proxy. Dessa forma, era necessária a configuração do proxy nos computadores pessoais, escolhendo um determinado navegador.

Hoje a UCS faz parte da CAFe – Comunidade Acadêmica Federada. Essa Comunidade reúne várias instituições de ensino e pesquisa brasileiras através da integração de suas bases de dados.

E qual o maior diferencial em fazer parte dessa Comunidade?

Por meio de uma conta única (login e senha do UCS Virtual) o usuário pode acessar, de qualquer lugar, os serviços de sua própria instituição e os oferecidos pelas outras participantes da federação, eliminando a necessidade de múltiplas senhas de acesso e processos de configuração de proxy.

Conheçam os benefícios:

  • não é preciso se cadastrar em sistemas diferentes nem gerenciar senhas distintas;
  • navegação mais constante, sem a necessidade de se autenticar a cada passo;
  • controle sobre a privacidade dos dados.

Conheçam mais sobre a CAFe

Para acesso, favor verificar o passo a passo.

Lembrando que as bases de dados da área do Direito, RT online e Plenum, continuam sendo acessadas através do proxy, para acesso fora da rede da UCS, pois estas bases não fazem parte do Portal de Periódicos da Capes.

Em caso de dúvidas, entre em contato conosco através do telefone (54) 3218-2173 ou pelo e-mail bice@ucs.br

 

Ferramenta gratuita corrige redações em inglês na hora

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A Cambridge English Language Assessment, departamento sem fins lucrativos da Universidade de Cambridge responsável por certificação em língua inglesa, disponibiliza uma ferramenta on-line gratuita que corrige redações em inglês de forma instantânea.

O Write&Improve analisa a redação dos usuários e retorna com uma avaliação sobre a gramática e o vocabulário. Você escolhe o tema, escreve seu texto no idioma e submete ao sistema que dá um feedback em segundos do que pode ser melhorado.

O exercício é interativo e é possível escolher entre elaborar a redação no nível iniciante (que conta com temas como e-mail de apresentação e descrição da vida cotidiana); intermediário (temáticas mais aprofundadas como reportar um problema de extravio de mala para a companhia aérea); ou ainda avançado (em que são exigidas construções mais complexas como uma carta de candidatura ou uma análise sobre um serviço).

Quando o texto estiver pronto, basta clicar no botão para enviar e em segundos o conteúdo aparece corrigido em uma tela ao lado, com uma avaliação geral e dicas sobre pronomes faltantes, palavras pouco usadas ou grafias e construções incorretas, por exemplo.

A partir disso, o usuário pode refazer sua redação e submeter à correção novamente. O progresso é acompanhado em um gráfico que contabiliza a quantidade de vezes que o conteúdo foi reescrito e sua evolução em termos de nível.

O desempenho do usuário segue os parâmetros internacionais do Quadro Comum Europeu de Referência para Línguas (CEFR), que categoriza o domínio em níveis que vão do A1, considerado básico, até o C2, correspondente à proficiência plena.

Construído com princípios de gamificação, ao evoluir na escrita, a pessoa recebe selos comemorativos que podem ser compartilhados com outros usuários dentro da plataforma. Para quem deseja ir além, é possível criar um login e senha e convidar outras pessoas para acompanhar o progresso do aprendizado.

Fonte: Catraca Livre

Troco teses por likes

“Ninguém pode ler tudo.” A primeira frase do Manifesto da Altmetria, publicado em 2010, foi inspirada em uma pesquisa divulgada na Universidade de Ottawa, no Canadá, que estimou a produção científica desenvolvida em todo o mundo. De acordo com o estudo, mais de 50 milhões de artigos foram publicados entre 1665, quando surgiu a primeira revista especializada, na França, e 2009, ano de publicação do trabalho. A pesquisa também afirma que mais de 2,5 milhões de trabalhos científicos são publicados a cada ano em revistas especializadas, quase tudo disponível online.

Organizado por pesquisadores de diferentes instituições norte-americanas, o Manifesto de 2010 apresenta a altmetria (em inglês, altmetrics), que propõe avaliar a repercussão de pesquisas científicas com base nas interações nas redes sociais. Afinal, se a dinâmica de compartilhamento do conhecimento mudou, por que a principal forma de avaliar a repercussão de uma pesquisa continuaria restrita às citações recebidas em outros artigos?

CURTA E COMPARTILHE

“Enquanto as citações levam cerca de dois anos para aparecer, os dados de altmetria proporcionam um retorno imediato do impacto da pesquisa em fontes não tradicionais, como redes sociais e jornais”, afirma o biólogo britânico Mark Hahnel, fundador e CEO do Figshare, um repositório aberto de artigos científicos.

A plataforma desenvolvida por Hahnel exibe informações como o número de downloads e visualizações, além do selo com a avaliação de altmetria desenvolvida pela Altmetric, empresa inglesa que atribui uma pontuação diferente para cada tipo de interação ocorrida com o artigo online. O cálculo dessa pontuação é desenvolvido por um algoritmo, que calcula a relevância de cada ação: uma notícia citando o artigo em um jornal de grande alcance vale mais do que o compartilhamento em uma rede social para poucas pessoas, por exemplo.

Andréa Gonçalves do Nascimento, bibliotecária que pesquisou a altmetria para seu mestrado na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, destaca que as métricas alternativas colaboram para despertar o diálogo entre o cientista e o público leigo. “O cientista acompanhará a repercussão e entrará em contato com as pessoas que se interessaram pelo estudo”, diz, ressaltando que os métodos formais de divulgação não permitem essa interação entre os cientistas e seus leitores.

#PESQUISATOP

Além de estimular a interação entre os pesquisadores e o público, métodos alternativos de divulgação permitem que mais pessoas tenham acesso a pesquisas de ponta, já que, atualmente, a maior parte dos periódicos científicos não são gratuitos. A utilização de novas métricas para calcular o impacto das pesquisas também beneficia países em desenvolvimento, como Brasil e Índia, uma vez que as revistas consideradas mais relevantes reservam a maior parte de suas páginas para publicar pesquisas produzidas em países ricos.

Rita de Cássia Barradas Barata, diretora de avaliação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), ressalta que as métricas alternativas são particularmente úteis para saber o impacto de pesquisas que não têm aplicação tão rápida nem geram patentes. A diretora da Capes, uma das mais importantes instituições de financiamento de pesquisa do país, alerta para a necessidade de as métricas contarem com critérios rigorosos. “É mais fácil divulgar em redes sociais, mas é difícil saber se esses números são espontâneos ou manipulados.”

Abel Packer, diretor da biblioteca digital brasileira SciELO, considera que a altmetria não substituirá o método tradicional das citações, mas complementará o trabalho de divulgação. “Existe uma correlação entre ser popular nas redes sociais e receber mais citações no futuro.”

Para que os órgãos de incentivo à pesquisa considerem a altmetria um método seguro para identificar trabalhos relevantes, a comunidade científica precisará trocar curtidas, compartilhamentos e comentários com textões. De acordo com Packer, a partir de 2018 será obrigatória a participação em redes sociais das mais de 400 revistas científicas que fazem parte do acervo da SciELO. “A comunicação está na essência da pesquisa científica. O trabalho que não surge para ser comunicado não tem sentido.”

Os números não mentem
A empresa inglesa Altmetric desenvolveu um algoritmo que calcula a relevância dos artigos científicos citados nas redes sociais e nos jornais

17 milhões é o número de menções nas redes sociais recebidas pelos 2,7 milhões de artigos científicos rastreados pela Altmetric

Artigo mais popular de 2016
315 notícias / 8.943 tweets foi escrito pelo ex-presidente Barack Obama, e falava sobre o sistema norte-americano de sáude

O 3º Artigo mais popular de 2016
4.484 tweets / 125 notícias tem contribuição de brasileiros: pesquisadores da Unesp e do Inpe participaram de um trabalho sobre ondas gravitacionais.

Fonte: Galileu

7 escritores e seus livros favoritos

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Na busca por leituras clássicas, talvez não existam pessoas melhores para fazer recomendações do que os próprios grandes escritores. Além de terem publicado obras únicas e que marcaram história, todos eles tinham seus livros e autores favoritos. Em entrevistas e matérias antigas, alguns deles compartilharam suas listas com os títulos. Confira:

Ernest Hemingway

Hemingway disse uma vez que “não existe amigo mais leal do que um livro”. Em matéria publicada pela revista Esquire, em 1935, o autor de Paris é uma Festa citou uma lista com alguns dos seus “melhores amigos”, que incluem Anna Karenina, A Rainha Margot, As Aventuras de Huckleberry Finn, Guerra e Paz, Madame Bovary, O Morro dos Ventos Uivantes, Os Buddenbrooks e Os Irmãos Karamazov.

F. Scott Fitzgerald

Pouco antes de ter se suicidado, Fitzgerald anotou uma lista com 22 livros que considerava indispensáveis. Entre eles incluiu A Revolta dos Anjos, de Anatole France, Casa de Bonecas, peça teatral do norueguês Henrik Ibsen, e Guerra e Paz, de Liev Tolstói.

George R. R. Martin

Os fãs de Game of Thrones já devem ter ouvido falar que um dos livros que George Martin mais admira foi escrito por Tolkien. O autor declarou que leu O Senhor dos Anéis pela primeira vez na escola e ainda “é um livro que admira profundamente”.

Além desse, Martin disse ter encontrado inspiração em um livro mais recente: “Não vou me esquecer tão cedo de Estação Onze” O livro de ficção científica foi publicado por Emily St. John Mandel e envolve a história de um grupo de atores vivendo em uma sociedade pós-apocalíptica. “É um romance melancólico, mas lindamente escrito”, completou o escritor.

Jane Austen

A autora de clássicos como Emma e Orgulho e Preconceito foi uma leitora frequente de poesia e peças de teatro, incluindo The Corsair, um conto de Lord Byron, e The Mysteries of Udolpho, de Anne Radcliffe (ambos sem edição em português). Seu favorito, no entanto, era o livro publicado em 1753 por Samuel Richardson, A História de Sir Charles Grandison.

J. K. Rowling

Para a criadora da saga Harry Potter, sua escolha como livro favorito é um clássico: Emma, de Jane Austen. “Você é levado pela história, atraído até o final e sabe que acompanhou algo magnífico em ação”, definiu Rowling. “Mas não conseguimos ver a pirotecnia, não há nada berrante ou chamativo demais.”

R. L. Stine

Para o criador da série de terror Goosebumps, o livro Licor de Dente-de-Leão, de Ray Bradbury, é um de seus favoritos. Stine disse, em matéria do jornal The Washington Post, que a obra é “um dos livros mais subestimados de todos” e um dos poucos que alcançaram a bela sensação de nostalgia em uma narrativa.

Vladimir Nabokov

Durante entrevista com um canal de televisão francês, o autor de Lolita compartilhou sua lista de títulos que considerava ótima literatura: Ulisses, de James Joyce; A Metamorfose, de Franz Kafka; Petersburg, de Andrei Bely (sem edição no Brasil) e “a primeira parte dos contos de fadas de Proust, Em Busca do Tempo Perdido”.

Fonte: Ariquemes Online

Conheça o novo procedimento para doação de materiais

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A partir do mês de março o Sistema de Bibliotecas da Universidade de Caxias do Sul estará adotando um novo procedimento para o recebimento de doações. Sendo assim, não serão aceitas doações nas bibliotecas sem o preenchimento de ‘formulário de doação’ que deverá ser preenchido com as informações dos títulos a serem doados. Através deste formulário a biblioteca avaliará o interesse nestas obras e entrará em contato com o doador para solicitar apenas os materiais que possivelmente serão inseridos no acervo.

Acesse o formulário, faça o download para preenchimento e envie-o preenchido para bice@ucs.br.

Texto: Pedro Rosano

Bíblia de Gutenberg é disponibilizada on-line

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O livro é conservado na Biblioteca Nacional da França e agora está disponível gratuitamente para consulta no Gallica, biblioteca digital da instituição

Primeiro livro impresso no Ocidente e joia do patrimônio universal, a Bíblia de Gutenberg conservada na Biblioteca Nacional da França (BnF) está agora disponível gratuitamente para consulta no Gallica, a biblioteca digital da instituição.

“Os dois exemplares conservados na BnF podem ser consultados a partir de agora no Gallica”, afirmou a instituição nesta segunda-feira em um comunicado.

“Foi adicionado um sumário para facilitar a navegação no texto bíblico e satisfazer as necessidades dos pesquisadores e dos curiosos”, acrescentou.

Digitalizados em alta definição, os dois raros exemplares da Bíblia de Gutenberg (só restam cerca de 50 no mundo) foram impressos na primeira prensa de tipos móveis de Gutenberg, em Mogúncia, em torno de 1455.

O primeiro (em quatro volumes) é um dos muito raros e prestigiosos exemplares completos impressos em pergaminho, magnificamente ilustrado na época da produção do livro.

O segundo (em dois volumes), impresso em papel, é de grande importância histórica, apesar da sua aparência mais modesta (as primeiras páginas estão faltando). Apresenta uma nota manuscrita datada de 1456, que certifica a data em que a impressão da Bíblia foi concluída, uma das poucas informações cronológicas conhecidas sobre o trabalho de Gutenberg.

Cada página, enriquecida com iluminuras delicadas, contém duas colunas de 40 linhas, no início, e de 42 depois. A tipografia reproduz as letras góticas dos copistas de Mainz do século XV. Trata-se da versão da Bíblia mais comum da época, a edição da Vulgata, traduzida para o latim por São Jerônimo e moldada pela Universidade de Paris no século XIII.

Link: http://gallica.bnf.fr/blog/recherche/?query=330

Fonte: http://www.em.com.br/app/noticia/internacional/2017/01/23/interna_internacional,841836/biblia-de-gutenberg-e-disponibilizada-on-line.shtml

A literatura brasileira além do futebol e do samba

Em meados de julho, todo ano, a linda cidade de Paraty, no estado do Rio de Janeiro, abriga o festival literário mais importante do Brasil. Os casarões de mais de 300 anos da época do comércio do ouro e as ruas de traçado colonial, calçadas de pedras quase assassinas para os tornozelos dos transeuntes, se transformam em uma espécie de radiografia não de todo infiel do panorama do livro brasileiro.

Rodrigo Lacerda, editor, historiador e escritor, é um dos romancistas que passeiam por Paraty. O escritor acrescente uma característica da atual literatura brasileira: “Há alguns anos, uma especialista elaborou um censo dos personagens de ficção e 90% eram homens, universitários, que moravam em grandes cidades (Rio de Janeiro e mais ainda São Paulo) e que tinham problemas típicos dessa classe social. Ou seja: escrevemos sobre nós mesmos”.

Isso é especialmente cruel em um país tão diverso social, racial, geográfica e até climaticamente como o Brasil: uma geografia cruzada de mundos e até de épocas diferentes que se justapõe e se retroalimenta em um território mágico.

Luiz Ruffato, de 55 anos, escritor e articulista na imprensa, autor, entre outros, deEles eram muito cavalos, um romance experimental que descreve, em capítulos curtos e eletrizantes, a vida na interminável São Paulo, tem uma explicação triste: “A ficção atual brasileira reflete os problemas, a vida e as preocupações da classe social que teve acesso aos estudos no Brasil. Cada um escreve sobre sua aldeia, sua cidade, seu entorno, e com isso tenta ser universal. Mas no Brasil, no entanto, não há escritores vindos de outro mundo além do nosso e isso diz muito sobre a desigualdade que impera do país”.

Alguma coisa se move, no entanto, em algumas favelas do Rio ou de São Paulo. Incipiente ainda, carente segundo alguns de autêntico fôlego literário, um grupo de escritores nascidos e criados ali começam a publicar e a viajar por aí mostrando sua obra. Um de seus expoentes é Reginaldo Ferreira da Silva, Ferrez, de 40 anos, morador do bairro periférico do Capão Redondo, em São Paulo. Seu último livro é o volume explosivo e combativo de contos Os ricos também morrem, no qual narra as histórias de seus vizinhos.

No que todos os escritores concordam é com a pouca repercussão internacional da literatura brasileira. O primeiro prêmio Nobel em língua portuguesa (e único até agora) é do escritor português José Saramago. Não houve nenhum brasileiro. As traduções dos romances brasileiros são raras e difíceis de encontrar na Espanha, Estados Unidos ou França. Ou, pelo menos, muito mais difíceis de encontrar do que as de seus contemporâneos hispano-americanos. Todos têm consciência de que vivem em uma ilha linguística enorme, mas uma ilha, afinal. E todos criticam a bastante escassa e contraditória promoção cultural dos sucessivos governos brasileiros. Há quem aponte também, como a escritora Noemi Jaffe, que muitas vezes as editoras estrangeiras buscam um conjunto de estereótipos (futebol, samba, favela…) dos quais muitos escritores justamente tentam escapar.

LIVROS, LEITORES E ANALFABETOS

-Habitantes do Brasil: 205 milhões.
-Índice de analfabetismo: o Brasil é o oitavo país do mundo com mais analfabetos (cerca de 14 milhões, segundo dados da Unesco de 2014). 38% dos analfabetos latino-americanos são brasileiros.
Número de títulos editados: 60.829 em 2014 e 52.427 em 2015 (uma redução de 13,81%).
Tiragem média: 4.500 cópias para uma tiragem média inicial a nível nacional.
Porcentagem de traduções de línguas estrangeiras: 4.781 títulos traduzidos; 47.646 nacionais (9,11% do total em 2015).
 –Número de editoras: Mais de 750 segundo o último estudo da Câmara Brasileira do Livro.
Número de livrarias: 3.095, uma por cada 64.954 habitantes em 2014 (a Unesco recomenda 1 pela cada 10.000). 55% estão no Sudeste, 19% no Sul, 16% no Nordeste, 6% no Centro-Oeste e 4% no Norte.
Número de bibliotecas públicas: 6.949 espalhadas nos 26 Estados e no Distrito Federal.
Títulos mais vendidos em 2015: ­Ficção: Cinquenta Tons de Cinza , de E. L. James (174.796 cópias). Não ficção: Jardim secreto, de Johanna Basford (719.626 cópias).

Todos esses autores olham com uma ponta de inveja para a proteção universal da música brasileira, essa contínua fonte popular de ritmo e harmonia que a cada geração vê brotar um ou vários gênios. Ricardo de Carvalho, o Chacal, velho poeta que ia à agora bela cidade de Paraty nos tempos em que por lá não havia “senão cachorros vagabundos e bêbados no porto”, recorda que boa parte da cultura brasileira, a que vem dos índios que estavam ali e a dos negros que chegaram nos navios de escravos “é uma cultura eminentemente oral, focada na música”. “Houve um funcionário português encarregado de civilizar os indígenas brasileiros dos primeiros tempos que escreveu que a metrópole teria de fazê-lo com a música, porque sem ela não conseguiria nada. ‘Sem tam-tam não dá’, dizia.”

Fonte: El País

Adaptação: Pedro Rosano

Qual o segredo para escrever bem?

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A primeira regra não é escrever muito, como todos pensam. Esta é a terceira ou quarta regra. O que define um bom texto é a leitura. Leia, leia, leia muito e, depois comece a escrever. Você já ouviu falar de um concertista que não estuda? De um jogador de xadrez que não conhece as regras? Ou um arquiteto que não sabe desenhar? É por aí. O analfabetismo funcional começa aí: as pessoas estão escrevendo sem terem lido (muitos) livros.

Os livros, em especial, os de ficção, ensinam o enredo da língua, as tramas da linguagem, os segredos do novelo que alinhava a mente e o coração das pessoas. Os livros são a semente da inteligência, são a forma com a qual a linguagem oral se articula. Os grande oradores, com raras exceções, são bons redatores. Depois de muita leitura, continue lendo. Aí sim, você pode começar a escrever, com a música da literatura na cabeça, na alma. Então tudo começa a acontecer, tudo se conjuga.

Vou contar um segredo: sabe o que os escritores antigos faziam para aprimorar a sua técnica? Copiavam livros de grandes clássicos. Copiavam, mesmo, à mão ou à máquina, livros de Flaubert, Dostoiévski, Sthendal, Thomas Mann, Ernest Heminguay. Há anos que não ouço falar disso, mas era uma coisa natural entre os grandes escritores. Perguntem a Jaime Prado Gouvêia, autor do fantástico livro de contos “Fichas na Vitrola”? Ele cansou de fazer isso.

Depois, sim, vem o tempo, vem a labuta dos dias, vem a prática que o texto nos impõem, vem os novos desafios que a linguagem nos concede. E, por fim, o mais difícil: criar o próprio estilo. Isso, sim, é a grande batalha da vida de um escritor, ou jornalista. Um estilo que a pessoa quando lê, na hora, diz: isso é Humberto Werneck. Isso é Luis Vilela. Isso é Adélia Prado. Isso é Luis Giffoni, Carlos Herculano Lopes, Jorge Amado, João Ubaldo Ribeiro. Este é o maior desafio da vida de um escritor: criar o próprio estilo. E depois, pergunte para o próprio os quilômetros de palavras que ele já leu, para chegar até ali. Só os livros e a leitura nos nos ensinam a escrever bem. Este é o segredo.

Fonte: Livros e Pessoas

Como saber se você está sofrendo de uma ressaca literária

Apesar de soar um tanto agressivo, o termo ‘ressaca literária’ é usado para definir aquela sensação de vazio que nos consome após o término de uma leitura intensa. Acontece sempre que um livro fala tão alto dentro de nossas mentes, que ao chegar ao seu final nos vemos perdidos e desorientados, sem sabermos o que ler em seguida. Para aprender a identificar os sintomas de uma ‘ressaca literária’, indicamos aqui alguns sinais nítidos de que você tomou um porre de literatura.

✔ Você mantém o seu exemplar do livro sempre a mão, para poder reler seus trechos favoritos nos momentos livres.
✔ Você começa a levar os seus sentimentos pelos protagonistas da história um pouco a sério demais.
✔ E logo você percebe que agora todos os seus julgamentos em relação aos seus amigos, são baseados nas características dos personagens do livro.
✔ Além de tentar encaixar alguma fala do livro, sempre que possível, em quase todas as suas conversas e diálogos.
✔ Você começa a comparar a sua realidade com o universo fictício apresentado pela obra.

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✔ Você inicia uma corrida alucinada atrás de outros livros do autor na esperança de repetir as sensações experimentadas.
✔Por algum tempo você cai em algumas propagandas enganosas que lançam outros títulos similares prometendo atender ao anseio dos fãs do original. Mas você sabe que nunca é a mesma coisa.
✔ Você começa a pensar em escrever algo tão genial por conta própria. Mas desiste quando vê que o resultado é só mais uma fanfic exatamente igual a tantas outras por aí.
✔ E depois de um tempo você acaba abrindo a sua cabeça e coração para um novo livro que dialogue com essa sua nova fase da vida,… e aí começa tudo de novo.

Fonte: Dito pelo Maldito

 

Biblioteca digital mundial disponibiliza obras de 8000 a.C e 2000 d.C

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A Biblioteca mundial disponibiliza diversas obras de forma gratuita e multilíngue que nos faz compreender a cultura e fatos importantes da história de diversos países e isso é muito importante para conhecer e entender a cultura de diversos povos, mas  além de tudo a biblioteca  digital mundial tenta através da disponibilização dessas obras que as pessoas possam ter mais acesso a arte e cultura de diferentes países, promovendo através das obras o acesso intercultural de diferentes países.

A biblioteca digital mundial trabalha para expandir obras que contam um pouco da história e cultura de diversos países, é uma maneira de permitir as pessoas do mundo todo o acesso à cultura e arte mundial e o que é melhor tudo está disponibilizado através da internet. Hoje em dia podemos encontrar diversas obras de 8000 a.C e 2000 d.C que estão disponíveis para acesso através da internet, algumas dessas obras tão incríveis são:

  • Pandectas: é um texto traduzido do árabe sobre o trabalho cristão, mas o texto original foi escrito em grego no século XI, esse texto essa dividido em 63 seções oferecendo uma exposição da doutrina e vida cristã;
  • Descrição do Egito. 1a edição – Antiguidades e descrições: conta fatos importantes sobre a invasão de Napoleão Bonaparte no Egito onde foi realizado estudos e pesquisas arqueológicos;
  • A maldição de Ártemis – Fragmento: retrata uma antiga maldição em um dos mais antigos documentos gregos com data do século XV, mostrando a dominância da cultura grega em Mênfis e traz um pouco sobre desconhecidos fatos da vida de Ártemis;
  • Região do Mar Mediterrâneo 1569: traz diversos mapas e cartas marítimas que foram muito utilizadas na época, muitas cartas marítimas eram feitas em placas de cobre e traz mapas descritivos da região do Mar Mediterrâneo e hoje serve como referência e conhecimento cultural.

A biblioteca digital mundial possui diversas obras que estão disponíveis gratuitamente por meio da internet e que podem ser encontrados em formatos multilíngue, através disso é possível que as pessoas tenham mais acesso a arte e cultura de diversos países. Nesse sentido, a biblioteca digital tem como objetivos:

  • Promover a compreensão internacional e intercultural, através do acesso as obras disponíveis;
  • Através dessas obras fornecer mais recursos aos educadores, acadêmicos e pessoas em geral que tenham interesse;
  • Através desses acessos expandir o volume e variedade de conteúdo cultural na internet.

Tentar reduzir lacunas digitais entre países ao disponibilizar obras na internet que ajudam a desenvolver capacidade de instituições parceiras.

Fonte: Guia de Ensino

7 técnicas de estudo para se concentrar mais

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Uma pessoa entra na biblioteca, a tela do seu celular brilha com a chegada de uma nova mensagem, você se lembra de uma música e decide escutá-la. Se você é um distraído crônico, qualquer motivo é suficiente para interromper o estudo para uma prova. A falta de concentração cobra seu preço mais cedo ou mais tarde. Afinal, é preciso ter contato intenso e contínuo com a matéria para ter sucesso.

Abaixo, algumas sugestões para você conseguir se concentrar mais, manter o foco e o mais importante, aprender.

1. Antes de começar, separe 10 minutos para se divertir

Ainda que você adore matéria que está estudando, não faltam atividades bem mais interessantes do que ler a apostila. Se você costuma interromper a sua concentração para satisfazer o desejo de ver as notícias do dia, assistir a vídeos engraçados ou escrever algo nas redes sociais, faça isso antes de começar a sua sessão de estudos. Esse truque simples ajuda a saciar a sua inquietação e relaxar. Só cuidado para não exagerar: basta passar os 10 primeiros minutos do dia dessa forma. Terminado esse prazo, é hora de interromper as distrações e se dedicar exclusivamente ao estudo.

2. Divida o tempo em blocos

Estudar para uma prova difícil sempre será uma experiência intensa, mas não necessariamente exaustiva. Talvez você tenha dificuldade para se concentrar porque se cansa rapidamente, a dica é fragmentar o trabalho em pedaços mais digeríveis. “Faça sessões de 30 minutos, por exemplo, nas quais você vai mergulhar totalmente no que está fazendo, terminado esse prazo, levante e vá respirar um pouco, beber água, fazer algo leve.

3. Transforme frases em palavras-chave

Além de dividir o tempo em blocos, você também pode recortar o conteúdo a ser estudado em pequenos fragmentos. Ao elaborar um resumo, evite frases ou parágrafos — prefira palavras-chave, esquemas e listas no estilo “bullet points”. A organização da escrita em pedacinhos facilita a vida dos dispersivos, principalmente na hora de reler tudo.

4. Prefira o exercício à teoria

De acordo com Paulo Estrella, diretor pedagógico da Academia do Concurso, a melhor forma de manter a concentração é tornar as sessões de estudo mais rápidas, curtas e dinâmicas. Para isso, a recomendação é reduzir o volume de leituras e concentrar os seus esforços nos exercícios.

“Dê uma lida geral no conteúdo, mas não passe muitas horas debruçado no livro”, recomenda ele. “Assim que tiver uma ideia da teoria, parta para a resolução de provas de anos anteriores, e vá fixando os conceitos a partir dos seus erros e acertos”.

5. Descubra o seu estilo de aprendizagem

Se você tem facilidade para memorizar coisas a partir de um estímulo visual, pode ser interessante elaborar mapas visuais, diagramas e figuras sobre a matéria. Caso se dê melhor com resumos escritos à mão, prepare o lápis e a caneta. Tem um perfil auditivo? Vale mais gravar a sua própria voz dando uma “aula” sobre o assunto e depois escutá-la.

O importante, diz Estrella, é descobrir qual é o método de aprendizagem que mais combina com o seu modelo mental. Quando você encontra o seu próprio estilo, a compreensão dos conceitos fica mais fácil e rápida. Resultado: o estudo se torna mais estimulante e as distrações perdem (pelo menos em parte) o seu potencial de sedução.

6. De tempos em tempos, retome o conteúdo

A cada 20 minutos de estudo faça uma rápida anotação ou gravação de voz sobre os aspectos mais relevantes do que acabou de ler, isto é, uma breve recapitulação do que foi visto. Além de garantir que você não vai se dispersar, fazer essas retomadas periódicas ajuda a fixação da matéria. Ao final da leitura, reveja os seus registros de todos os blocos de 20 minutos, e verá como está muito mais familiarizado e seguro com o conteúdo.

7. Tenha uma programação

Uma boa forma de manter o foco é ter um roteiro dos temas que você precisa estudar, com uma previsão da carga horária necessária para cada assunto. Mas atenção: ao longo do dia, gerencie o cumprimento das metas como compromissos realmente inadiáveis.

Mas como garantir que você vai respeitar a sua “check-list”? O segredo é ter um propósito para o estudo. No “estado de flow”, conceito desenvolvido pelo psicólogo Mihály Csíkszentmihályi, nossa concentração se torna absoluta quando estamos num estado emocional positivo, isto é, quando a experiência é prazerosa. Só podemos entrar em flow quando o estudo vai além do racional e envolve crenças e valores, isto é, quando tem um significado para nós. ,

Fonte: Exame.com

Confira o horário de funcionamento das bibliotecas no feriado

MUDANÇA DE HORÁRIO NO CVALE.pngO Sistema de Bibliotecas da Universidade de Caxias do Sul não terá expediente nos dias 27 (feriado universitário) e 28 de fevereiro (feriado de carnaval), e 01 de março (quarta-feira de cinzas), retornando com suas atividades normalmente na quinta-feira, 02 março.

Desejamos a todos um excelente feriado!

Como utilizar o catálogo da Biblioteca?

No post de ontem, aprendemos a ter uma noção de como encontrar um livro na Biblioteca. Hoje, vamos descobrir como encontrá-los no catálogo, que é o procedimento necessário antes de procurá-lo nas prateleiras, afinal é nele que verificamos seu número completo de chamada e até mesmo se ele está disponível para empréstimo. Atente aos passo e você verá que é bem fácil:

Como encontrar um livro na biblioteca?

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As bibliotecas da UCS contém milhares e milhares de exemplares. Principalmente para quem está iniciando a graduação, encontrar um livro em meio a tantos, parece ser uma tarefa quase impossível. Mas estamos aqui para mostrar que não é tão difícil assim e que seguindo os passos abaixo você verá que vai ficar mais fácil:

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1) Área do conhecimento

É indicada pelo código de classificação na CDU.

Os livros na UCS são organizados pela Classificação Decimal Universal (CDU) que utiliza numerais indo-arábicos e é baseada no sistema decimal. Cada número é interpretado como uma fração decimal com o ponto decimal inicial omitido, que determina a ordem de preenchimento. Em prol da facilidade de leitura, um identificador CDU é geralmente pontuado a cada três dígitos. Assim, depois de 61, “ciências médicas”, vêm as subdivisões de 611 a 619. Sob 611, “Anatomia”, Vêm suas subdivisões de 611.1 a 611.9 e sob 611.1 vêm todas as suas subdivisões antes de ocorrer 611.2, e assim por diante. Depois de 619 vem 620. Uma vantagem deste sistema é que ele é infinitamente expansível e quando novas subdivisões são introduzidas, elas não precisam alterar o ordenamento dos números.

As áreas do conhecimento que cada número de chamada contempla, também são dividas por áreas:

0. Generalidades, Ciência e conhecimento, Ciências da informação, Informática. Documentação e Biblioteconomia.

1. Filosofia e psicologia

2. Religião e Teologia.

3. Ciências sociais, Sociedade, Política, Economia, Comércio, Direito, Seguro, Educação, Folclore, Estatística.

4. Classe vaga, não atribuída. Provisoriamente não ocupada.

5. Matemática e ciências naturais, Ciências puras.

6. Ciências aplicadas, Medicina, Saúde, Tecnologia, Agricultura, Cozinha e culinária.

7. Belas artes, Arquitetura, Música, Design, Recreação, Turismo, Esportes e Jogos.

8. Linguagem, Língua, Linguística, Filologia e Literatura.

9. Geografia, Biografia e História.

Dentro destas áreas de conhecimento, temos outras dezenas de subdivisões.

2) Nome do autor

Definido pelo sistema Cutter. As letras (sempre maiúscula no início e minúscula no final) são facilmente explicáveis, mas os números centrais têm regras bem mais complexas.

R– inicial do sobrenome

844– código Cutter

ha– inicial do nome do livro

3) Outras informações

Revela o ano do lançamento do livro, sua edição e quantos exemplares dele há na biblioteca. Se a obra for dividida em volumes, isso também é indicado (“v. 1”, “v. 2” etc.).

1997– Ano de publicação

3 ED.– Terceira edição

EX. 5– Quinto exemplar

 

Já foi possível ter uma noção, não é?! Além disso, sempre que precisar de ajuda, nossa equipe estar à postos para atendê-lo.

Texto: Pedro Rosano

Foto: Cláudia Velho

Fique por dentro dos serviços das Bibliotecas da UCS

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Mais um período letivo está começando e com isso, o Sistema de Bibliotecas da UCS deseja a todos os alunos, professores e funcionários um ótimo retorno às atividades. Aproveitamos para divulgar algumas informações e novidades sobre pesquisas, fontes informacionais e serviços:

  • Grande acervo, abrangendo todas as áreas do conhecimento. São 12 bibliotecas e mais de 1 milhão de exemplares;
  • Mais de 13 mil ebooks/livros digitais, em todas as áreas do conhecimento, distribuídos nas plataformas Minha Biblioteca e Biblioteca Virtual Universitária;
  • Novo site do Sistema de Bibliotecas;
  • Vários artigos de periódicos científicos disponibilizados pelo Portal de Periódicos da Capes, com integração à CAFe, com isso os usuários poderão acessar, de onde estiver, os serviços de sua própria instituição e os oferecidos pelas outras organizações que participam da federação. Não há necessidade de configuração de proxy.
  • Plataforma online UptoDate, principal recurso de suporte a decisões médicas baseadas em evidências, inclui conteúdo profissional aprofundado, informações sobre pacientes, tópicos sobre medicamentos e recomendações médicas no local de atendimento.
  • Revista do Tribunais: plataforma que reúne doutrina – periódicos, coleção doutrinas essenciais e pareceres – jurisprudência, legislação – códigos e legislação comentada – súmulas, notícias e outros conteúdos;
  • Repositório Institucional da UCS, contendo o acervo digital composto por trabalhos acadêmicos;
  • Guia de normalização de trabalhos acadêmicos;
  • Aplicativo da biblioteca para IOS e Android;
  • Apoio ao ensino e à pesquisa, dando suporte à normalização de trabalhos e ao uso da Biblioteca, como visitas orientadas e visita sobre as bases de dados;
  • Pagamento de multa com cheque-presente possibilitando desta maneira a aquisição de novas obras literárias;
  • Aumento do número de reservas de três para cinco exemplares.

Através do BLOG do Sistema de Bibliotecas vocês ficarão por dentro de todas as novidades relacionadas à pesquisa científica, além de receberem diversas dicas de leitura.

Também podem acessar o BLOG do Setor de Processo Técnico para conhecer um pouco mais das atividades realizadas neste setor e indicações referentes às obras raras, catálogos de bibliotecas, restauração e outros. Estas e muitas outras novidades vocês poderão conferir visitando qualquer uma de nossas bibliotecas espalhadas pela região ou através das redes sociais: Twitter, Instagram e Facebook, aproximando vocês ainda mais aos nossos serviços.

O Sistema de Bibliotecas da UCS deseja a todos um ótimo início de semestre!

Em caso de dúvidas, entre em contato conosco através do telefone (54) 3218-2173 ou pelo e-mail bice@ucs.br

 

10 incríveis línguas da ficção literária

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A linguagem é a principal ferramenta do autor e quanto melhor utilizador de sua linguagem, geralmente melhor e mais ampla é a obra. Agora, par uns não basta apenas usar sua própria linguagem, assim em muitos livros temos a criação de novas línguas. Selecionamos 10 línguas incríveis da ficção, confira:

1 – Dothraki – As Crônicas do Gelo e do Fogo, de George R. R. Martin:

2. Quenya – Obra de J. R. R. Tolkien:

3. Novafala (novilíngua) – 1984, de George Orwell:

4. Sindarín – Obra de J. R. R. Tolkien;

5. Valiriano – As Crônicas do Gelo e do Fogo, de George R. R. Martin;

6. Láadan – Native Tongue, de Suzette Haden Elgin;

7. Nadsat – Laranja Mecânica, de Anthony Burgess;

8. R’lyehian – Obra de H. P. Lovecraft;

9. Ofidioglossia – Harry Potter, de J. K. Rowling;

10. Zaum – O Livro de Velimír Khlébnikov;

Fonte: Listas Literárias