Como ler mais na era Netflix

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Se você gosta de ler, está com uma pilha de livros muito bons à sua espera, mas não consegue fazer a fila andar, este post é para você.

“Ah, mas eu li Grande Sertão Veredas em uma noite”. Não, você não leu as 600 páginas de Guimarães Rosa em menos de 24 horas. Essa não cola, amigo. Você pode ter olhado para as 600 páginas, mas não leu. Ou melhor, pode até ter lido alguma coisa entre as 600, mas tenho minhas dúvidas sobre o que conseguiu processar da história de Riobaldo.

Não sou uma leitora a jato por princípios: quero que a leitura me dê a oportunidade de me apegar ao enredo, sonhar com os personagens, ter vontade de viajar para o local onde se passa a história, pesquisar sobre o autor, suas inspirações. Mas, admito, talvez um pouco do meu ceticismo seja inveja. No fundo, gostaria de ler 600 páginas em uma madrugada (se fosse em uma semana já ficaria realizada).

Comecei a pensar no que costumo fazer no meu tempo livre. E por tempo livre leia-se tempo gasto no transporte público, na sala de espera do consultório, jogada no sofá enquanto espero minhas roommates saírem do chuveiro — não apenas o tempo livre institucionalizado como o domingo à tarde, as noites no bar ou as férias. Lembrei dos minutos em que desço a barra lateral do Facebook rumo ao nada, a sensação desesperadora de olhar para o relógio e ver aquele tempo resultar em absolutamente nada. É como se um dementador tivesse sugado aqueles instantes da minha vida. Irreversível

Eis aqui algumas dicas para ler mais mesmo quando incluem você em mais três grupos de WhatsApp, publicam as fotos de uma festa ou quando a Netflix atualiza a lista de filmes:

– Use os números a seu favor

Mas ter uma meta é um bom ponto de partida para conseguir cumpri-la. Se forem 24 livros em um ano, serão 2 livros por mês, um livro a cada duas semanas. E, assumindo uma média de 300 páginas por livro, equivale a 20 páginas por dia. Então saiba quantos momentos em um dia normal você realmente consegue ler: se for no transporte público e antes de dormir, estabeleça um número de páginas aproximado para cada uma dessas etapas.

É importante também conhecer seu tempo médio de leitura: caso você leia uma página a cada 2 minutos, vai levar 20 minutos para ler 10 páginas e 40 para concluir sua meta diária. Feito isso, tente fazer uma lista das suas leituras, assim você vê quantos faltam, se o seu método está dando certo e, no futuro, saber em qual ano você leu o quê. Não é porque você gosta de ler que algumas contas vão te matar. Prometo!

Hierarquia

Se existe uma palavra na língua portuguesa que eu não gosto é essa, mas, em se tratando de hábitos de leitura, ela pode ser bastante útil.

Sabe aquela série que você não sabe por que continua assistindo? É boazinha, mas não se compara a Girls ou Game of Thrones. Pois é nessa série que você perde o tempo que poderia estar sendo aproveitado com boa literatura – ou nem tão boa assim (sou partidária de guilty pleasures, esse é assunto para um próximo post). É lógica pura, hierarquia de prazeres.

Você gosta de ler, certo? Há uma pilha de livros esperando por você? Esses livros são bons? Você quer ler todos ou a maioria deles? Então por que está perdendo tempo com enredo meia boca? Se existir uma boa razão, vá em frente. Se não, sugiro abrir um desses livros da pilha.

– Tecnologia a seu favor e o universo analógico também

Já faz um bom tempo que os livros deixaram de ser dispositivos absolutamente analógicos. E-books podem não ser uma unanimidade entre os leitores, mas são o suprassumo da praticidade literária e têm ótimas ferramentas de busca – uma benção para ler em idiomas que não dominamos ou buscar significados de palavras no nosso próprio idioma.

Se você tem consciência dessa condição inquieta, deixe a tecnologia de lado enquanto lê (aka sem Wi-Fi). Não tem por que não abrir mão da facilidade high-tech um pouquinho e recorrer ao dicionário em troca de um pouco de foco. Ler é uma atividade que exige atenção. Vai deixar uma corrente motivacional do grupo da família desconcentrar você?

– Amigo leitor

Amigo de verdade é amigo que lê junto.

Aliás, nem precisa ser tão amigo assim para ler em grupo – se for alguém que pensa diferente de você, melhor ainda. O importante é ler o mesmo livro e estar disposto a conversar. Porque literatura não é como matemática que cada um tem que chegar em um resultado comum ao fim da equação para estar correto. É o oposto disso, não existe certo e errado. É absorver o enredo de maneira distinta, sentir afeição por um ou outro personagem, perceber a construção da narrativa de formas diferentes e processar todo o conjunto de uma obra a partir de vivências muito particulares. É nessa subjetividade que mora a beleza da literatura. Dialogar, trocar experiências e impressões sobre o mesmo livro além de motivar a leitura, pode fazer você abrir os olhos para coisas que não perceberia se lesse sozinho.

Fonte: Superinteressante

Estes passos podem ajudar a perder o de medo de apresentar trabalho em aula

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Se você fica desesperado quando precisa falar diante dos colegas em sala de aula, pode se animar porque essa insegurança tem cura. E o melhor da história é que o remédio é você mesmo. Sim, tudo depende de você. As suas melhores armas para combater o receio de fazer apresentações são sua boa vontade, disciplina e iniciativa.

Pratique bastante: 

Em primeiro lugar – não fuja das oportunidades para fazer apresentações de trabalhos em sala de aula. Por mais difícil que seja, não caia na tentação de “terceirizar” as apresentações que você poderia fazer. Praticar para ter experiência no uso da palavra em público é uma das atitudes mais importantes para combater o medo.  Quanto mais praticar, exercitar e se familiarizar com a condição de falar para um grupo de pessoas, mais experiência irá adquirir, e esse é um requisito fundamental para que comece a se sentir à vontade para falar em público. Por isso, mesmo que esteja bastante nervoso, enfrente a situação.

Conheça o assunto:

Reflita – como você poderá se sentir tranquilo diante dos colegas e do professor se não souber o que vai falar. Estude muito. Saiba muito mais do que for preciso para a exposição que deverá fazer. Se for uma apresentação de meia hora, tenha conteúdo para pelo menos uma hora. Quanto mais dominar o tema, mais seguro irá se sentir.

Encontre uma forma de verbalizar o que sabe sobre o tema. Só assim o conhecimento será seu para a apresentação. Reúna os colegas de grupo e converse bastante sobre o assunto. Atenção – nada de tentar decorar palavra por palavra. Tenha apenas a sequência das ideias e fale como se estivesse conversando de maneira animada com um grupo de amigos e as palavras, surgirão normalmente.

Organize as ideias: 

Você só se sentirá seguro se souber o caminho que irá percorrer durante a exposição. Planeje bem os passos que irá dar desde o início até a conclusão. Divida a apresentação em cinco ou seis partes e memorize bem essa sequência. Se ficar com receio de se esquecer, escreva o roteiro em uma folha de papel e a leve com você.

Eleja um tema de apoio De maneira geral, discorrer apenas sobre o tema deixa a apresentação cansativa e desinteressante. É preciso ter um assunto de apoio para tornar a fala mais atraente. Esse recurso fará com que você se sinta mais à vontade para desenvolver a mensagem, essa ação deve ser empreendida de tal forma que nem pareça que você está contando uma história, mas sim ilustrando e reforçando seus argumentos.

Dê sequencia as suas ideias: 

Comece cumprimentando. Em seguida esclareça em uma ou duas frases, três no máximo, qual o assunto que irá apresentar e o problema que irá solucionar, esta é a chance de instruir os ouvintes para que eles entendam bem a mensagem.

Chegou o momento de apresentar a mensagem principal. Tudo o que foi preparado você irá aplicar neste instante. Se levantou um problema, agora dará a solução. Se fez um histórico, agora falará do presente. É nesta fase também que lançara mão dos exemplos, fará as comparações, usará as estatísticas e pesquisas, enfim, toda a linha de argumentação de que puder dispor; esses comentários complementares irão arejar a apresentação e torná-la mais interessante.

Finalmente chegou a hora de concluir. Depois de ter contado qual o assunto, apresentado o problema ou feito o histórico, dado a solução ou falado do presente com todos os argumentos é o instante de fazer o fechamento, para isso, será simples, por exemplo, pedir que reflitam ou aceitem a mensagem que apresentou. Antes de ficar desesperado porque tem de fazer uma apresentação em sala de aula, reflita sobre essas orientações simples e se prepare com afinco. Seu desempenho será melhor e à medida que for se apresentando, passará a se sentir cada vez mais confiante e seguro.

Fonte: Uol

Texto – Adaptação: Pedro Rosano

Inscreva-se no Concurso Anual Literário de Caxias do Sul

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Estão abertas a inscrições para 0 51º Concurso Anual Literário de Caxias do Sul. Desde sua primeira edição, concurso vem revelando novos talentos da literatura e em paralelo, reconhecendo autores que já possuem renome no meio literário.

O formato atual, que vigora desde 2013, prevê premiação para textos inéditos, nas categorias Contos, Crônicas e Poesias (com troféu, medalha e publicação em antologia), e para obra literária publicada no ano anterior, o Prêmio Vivita Cartier (com troféu e prêmio em dinheiro no valor de 240 VRMs).

As inscrições podem ser feitas por correio ou diretamente na Biblioteca Pública Municipal Dr. Demetrio Niederauer (Rua Dr. Montaury, 1.330). Informações pelos telefones 3214.5937, 3221.1118 e 3215.4307 ou pelo e-mail bibliotecapublica@caxias.rs.gov.br.

O regulamento completo você confere através do link:  https://www.caxias.rs.gov.br/_uploads/cultura/regulamentoficha_inscricao_51CAL.pdf

Fonte: Secretaria de Cultura de Caxias do Sul

Texto: Pedro Rosano

Alguns hábitos podem atrapalhar seus estudos: veja 4 erros na hora de estudar

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A revisão de todo o conteúdo da matéria pode ser um momento de nervosismo para muitos estudantes, tendo em vista a ansiedade e a expectativa em relação à prova. À medida que a data dos exames se aproxima, muitos alunos sentem que algumas matérias ainda precisam ser retomadas, para que o conteúdo seja fixado melhor. Entretanto, é preciso que o aluno saiba fazer a revisão da maneira correta, para evitar a sensação de que toda a matéria está se acumulando a sua frente.

Sabendo disso, separamos a seguir 4 atitudes que deve evitar na hora de estudar. Confira abaixo e melhore o seu desempenho para as provas:

1 – Anotar todo o conteúdo
Fazer anotações sobre a matéria é uma ótima estratégia de estudos. No entanto, não é recomendado escrever todo o conteúdo do livro, sem sintetizar o que for mais relevante. É importante saber resumir os assuntos principais, de uma maneira personalizada, para que você mantenha o seu foco naquilo que merece mais atenção para a prova. Isso também pode facilitar a sua organização.

2 – Abusar da “marca-texto”
Na hora de ler, muitos estudantes costumam abusar das canetas marca-texto, sublinhando frases e palavras em excesso. Contudo, isso não costuma ser eficiente, tendo em vista que o aluno precisa focar no conteúdo mais importante. Ao invés disso, você pode usar a técnica de uma maneira mais eficiente, como por exemplo, marcar aquelas palavras novas, cujo significado você ainda não sabe.

3 – Reescrever demais as anotações
Alguns alunos costumam achar que reescrevendo continuamente suas anotações irão absorver melhor o conteúdo. Contudo, simplesmente escrever de forma repetida o que está no caderno pode não ser tão efetivo assim, pois você só estará reproduzindo sempre a mesma coisa. Você pode buscar outra alternativa, como por exemplo compartilhar suas anotações com um colega e pedir as dele. Em seguida, tente explicar a ele o conteúdo que leu, pois isso pode facilitar a sua memorização.

4 – Apenas decorar os conteúdos
Alguns estudantes podem acreditar que memorizar fórmulas e definições já pode garantir um bom desempenho no vestibular. Entretanto, é importante certificar-se, primeiro, de que os assuntos memorizados podem ser colocados em prática. Para ter um bom desempenho na prova, é preciso ter compreendido o conteúdo de fato, sabendo aplicá-lo em qualquer situação.

Fonte: Universia Brasil

Site disponibiliza 500 livros de arquitetura online gratuitos

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Recentemente, O Arch2O fez um grande favor aos estudantes e profissionais da arquitetura. O site reuniu uma série de mais de 500 livros de arquitetura que estão disponíveis de forma gratuita na internet.

Entre livros e e-books, o acervo conta com publicações de diversos assuntos relacionados à área. Entre noções básicas de arquitetura e construção, coleções de obras, títulos sobre estilos arquitetônicos e história da arte, é possível encontrar de tudo um pouco.

Nos sites disponibilizados, como iTunesE-books Directory e Project Gutenberg, a maioria dos livros está em inglês. Mas, também é possível encontrar publicações em português ou em outras línguas em links como o do Many Books.

Além dos links, outra dica é procurar por títulos em domínio público – que não estão mais submetidos a direitos autorais do autor . No Brasil, no Portal Domínio Público, existem algumas obras relacionadas a arquitetura, urbanismo, design de produto e jardinagem.

Acesse o acervo completo aqui, e veja a lista de outros sites que disponibilizam livros online gratuitos de arquitetura, a seguir.

Fonte: Arch Daily

 

 

Ferramenta gratuita corrige redações em inglês na hora

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A Cambridge English Language Assessment, departamento sem fins lucrativos da Universidade de Cambridge responsável por certificação em língua inglesa, disponibiliza uma ferramenta on-line gratuita que corrige redações em inglês de forma instantânea.

O Write&Improve analisa a redação dos usuários e retorna com uma avaliação sobre a gramática e o vocabulário. Você escolhe o tema, escreve seu texto no idioma e submete ao sistema que dá um feedback em segundos do que pode ser melhorado.

O exercício é interativo e é possível escolher entre elaborar a redação no nível iniciante (que conta com temas como e-mail de apresentação e descrição da vida cotidiana); intermediário (temáticas mais aprofundadas como reportar um problema de extravio de mala para a companhia aérea); ou ainda avançado (em que são exigidas construções mais complexas como uma carta de candidatura ou uma análise sobre um serviço).

Quando o texto estiver pronto, basta clicar no botão para enviar e em segundos o conteúdo aparece corrigido em uma tela ao lado, com uma avaliação geral e dicas sobre pronomes faltantes, palavras pouco usadas ou grafias e construções incorretas, por exemplo.

A partir disso, o usuário pode refazer sua redação e submeter à correção novamente. O progresso é acompanhado em um gráfico que contabiliza a quantidade de vezes que o conteúdo foi reescrito e sua evolução em termos de nível.

O desempenho do usuário segue os parâmetros internacionais do Quadro Comum Europeu de Referência para Línguas (CEFR), que categoriza o domínio em níveis que vão do A1, considerado básico, até o C2, correspondente à proficiência plena.

Construído com princípios de gamificação, ao evoluir na escrita, a pessoa recebe selos comemorativos que podem ser compartilhados com outros usuários dentro da plataforma. Para quem deseja ir além, é possível criar um login e senha e convidar outras pessoas para acompanhar o progresso do aprendizado.

Fonte: Catraca Livre

Qual o segredo para escrever bem?

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A primeira regra não é escrever muito, como todos pensam. Esta é a terceira ou quarta regra. O que define um bom texto é a leitura. Leia, leia, leia muito e, depois comece a escrever. Você já ouviu falar de um concertista que não estuda? De um jogador de xadrez que não conhece as regras? Ou um arquiteto que não sabe desenhar? É por aí. O analfabetismo funcional começa aí: as pessoas estão escrevendo sem terem lido (muitos) livros.

Os livros, em especial, os de ficção, ensinam o enredo da língua, as tramas da linguagem, os segredos do novelo que alinhava a mente e o coração das pessoas. Os livros são a semente da inteligência, são a forma com a qual a linguagem oral se articula. Os grande oradores, com raras exceções, são bons redatores. Depois de muita leitura, continue lendo. Aí sim, você pode começar a escrever, com a música da literatura na cabeça, na alma. Então tudo começa a acontecer, tudo se conjuga.

Vou contar um segredo: sabe o que os escritores antigos faziam para aprimorar a sua técnica? Copiavam livros de grandes clássicos. Copiavam, mesmo, à mão ou à máquina, livros de Flaubert, Dostoiévski, Sthendal, Thomas Mann, Ernest Heminguay. Há anos que não ouço falar disso, mas era uma coisa natural entre os grandes escritores. Perguntem a Jaime Prado Gouvêia, autor do fantástico livro de contos “Fichas na Vitrola”? Ele cansou de fazer isso.

Depois, sim, vem o tempo, vem a labuta dos dias, vem a prática que o texto nos impõem, vem os novos desafios que a linguagem nos concede. E, por fim, o mais difícil: criar o próprio estilo. Isso, sim, é a grande batalha da vida de um escritor, ou jornalista. Um estilo que a pessoa quando lê, na hora, diz: isso é Humberto Werneck. Isso é Luis Vilela. Isso é Adélia Prado. Isso é Luis Giffoni, Carlos Herculano Lopes, Jorge Amado, João Ubaldo Ribeiro. Este é o maior desafio da vida de um escritor: criar o próprio estilo. E depois, pergunte para o próprio os quilômetros de palavras que ele já leu, para chegar até ali. Só os livros e a leitura nos nos ensinam a escrever bem. Este é o segredo.

Fonte: Livros e Pessoas

Biblioteca digital mundial disponibiliza obras de 8000 a.C e 2000 d.C

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A Biblioteca mundial disponibiliza diversas obras de forma gratuita e multilíngue que nos faz compreender a cultura e fatos importantes da história de diversos países e isso é muito importante para conhecer e entender a cultura de diversos povos, mas  além de tudo a biblioteca  digital mundial tenta através da disponibilização dessas obras que as pessoas possam ter mais acesso a arte e cultura de diferentes países, promovendo através das obras o acesso intercultural de diferentes países.

A biblioteca digital mundial trabalha para expandir obras que contam um pouco da história e cultura de diversos países, é uma maneira de permitir as pessoas do mundo todo o acesso à cultura e arte mundial e o que é melhor tudo está disponibilizado através da internet. Hoje em dia podemos encontrar diversas obras de 8000 a.C e 2000 d.C que estão disponíveis para acesso através da internet, algumas dessas obras tão incríveis são:

  • Pandectas: é um texto traduzido do árabe sobre o trabalho cristão, mas o texto original foi escrito em grego no século XI, esse texto essa dividido em 63 seções oferecendo uma exposição da doutrina e vida cristã;
  • Descrição do Egito. 1a edição – Antiguidades e descrições: conta fatos importantes sobre a invasão de Napoleão Bonaparte no Egito onde foi realizado estudos e pesquisas arqueológicos;
  • A maldição de Ártemis – Fragmento: retrata uma antiga maldição em um dos mais antigos documentos gregos com data do século XV, mostrando a dominância da cultura grega em Mênfis e traz um pouco sobre desconhecidos fatos da vida de Ártemis;
  • Região do Mar Mediterrâneo 1569: traz diversos mapas e cartas marítimas que foram muito utilizadas na época, muitas cartas marítimas eram feitas em placas de cobre e traz mapas descritivos da região do Mar Mediterrâneo e hoje serve como referência e conhecimento cultural.

A biblioteca digital mundial possui diversas obras que estão disponíveis gratuitamente por meio da internet e que podem ser encontrados em formatos multilíngue, através disso é possível que as pessoas tenham mais acesso a arte e cultura de diversos países. Nesse sentido, a biblioteca digital tem como objetivos:

  • Promover a compreensão internacional e intercultural, através do acesso as obras disponíveis;
  • Através dessas obras fornecer mais recursos aos educadores, acadêmicos e pessoas em geral que tenham interesse;
  • Através desses acessos expandir o volume e variedade de conteúdo cultural na internet.

Tentar reduzir lacunas digitais entre países ao disponibilizar obras na internet que ajudam a desenvolver capacidade de instituições parceiras.

Fonte: Guia de Ensino

7 técnicas de estudo para se concentrar mais

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Uma pessoa entra na biblioteca, a tela do seu celular brilha com a chegada de uma nova mensagem, você se lembra de uma música e decide escutá-la. Se você é um distraído crônico, qualquer motivo é suficiente para interromper o estudo para uma prova. A falta de concentração cobra seu preço mais cedo ou mais tarde. Afinal, é preciso ter contato intenso e contínuo com a matéria para ter sucesso.

Abaixo, algumas sugestões para você conseguir se concentrar mais, manter o foco e o mais importante, aprender.

1. Antes de começar, separe 10 minutos para se divertir

Ainda que você adore matéria que está estudando, não faltam atividades bem mais interessantes do que ler a apostila. Se você costuma interromper a sua concentração para satisfazer o desejo de ver as notícias do dia, assistir a vídeos engraçados ou escrever algo nas redes sociais, faça isso antes de começar a sua sessão de estudos. Esse truque simples ajuda a saciar a sua inquietação e relaxar. Só cuidado para não exagerar: basta passar os 10 primeiros minutos do dia dessa forma. Terminado esse prazo, é hora de interromper as distrações e se dedicar exclusivamente ao estudo.

2. Divida o tempo em blocos

Estudar para uma prova difícil sempre será uma experiência intensa, mas não necessariamente exaustiva. Talvez você tenha dificuldade para se concentrar porque se cansa rapidamente, a dica é fragmentar o trabalho em pedaços mais digeríveis. “Faça sessões de 30 minutos, por exemplo, nas quais você vai mergulhar totalmente no que está fazendo, terminado esse prazo, levante e vá respirar um pouco, beber água, fazer algo leve.

3. Transforme frases em palavras-chave

Além de dividir o tempo em blocos, você também pode recortar o conteúdo a ser estudado em pequenos fragmentos. Ao elaborar um resumo, evite frases ou parágrafos — prefira palavras-chave, esquemas e listas no estilo “bullet points”. A organização da escrita em pedacinhos facilita a vida dos dispersivos, principalmente na hora de reler tudo.

4. Prefira o exercício à teoria

De acordo com Paulo Estrella, diretor pedagógico da Academia do Concurso, a melhor forma de manter a concentração é tornar as sessões de estudo mais rápidas, curtas e dinâmicas. Para isso, a recomendação é reduzir o volume de leituras e concentrar os seus esforços nos exercícios.

“Dê uma lida geral no conteúdo, mas não passe muitas horas debruçado no livro”, recomenda ele. “Assim que tiver uma ideia da teoria, parta para a resolução de provas de anos anteriores, e vá fixando os conceitos a partir dos seus erros e acertos”.

5. Descubra o seu estilo de aprendizagem

Se você tem facilidade para memorizar coisas a partir de um estímulo visual, pode ser interessante elaborar mapas visuais, diagramas e figuras sobre a matéria. Caso se dê melhor com resumos escritos à mão, prepare o lápis e a caneta. Tem um perfil auditivo? Vale mais gravar a sua própria voz dando uma “aula” sobre o assunto e depois escutá-la.

O importante, diz Estrella, é descobrir qual é o método de aprendizagem que mais combina com o seu modelo mental. Quando você encontra o seu próprio estilo, a compreensão dos conceitos fica mais fácil e rápida. Resultado: o estudo se torna mais estimulante e as distrações perdem (pelo menos em parte) o seu potencial de sedução.

6. De tempos em tempos, retome o conteúdo

A cada 20 minutos de estudo faça uma rápida anotação ou gravação de voz sobre os aspectos mais relevantes do que acabou de ler, isto é, uma breve recapitulação do que foi visto. Além de garantir que você não vai se dispersar, fazer essas retomadas periódicas ajuda a fixação da matéria. Ao final da leitura, reveja os seus registros de todos os blocos de 20 minutos, e verá como está muito mais familiarizado e seguro com o conteúdo.

7. Tenha uma programação

Uma boa forma de manter o foco é ter um roteiro dos temas que você precisa estudar, com uma previsão da carga horária necessária para cada assunto. Mas atenção: ao longo do dia, gerencie o cumprimento das metas como compromissos realmente inadiáveis.

Mas como garantir que você vai respeitar a sua “check-list”? O segredo é ter um propósito para o estudo. No “estado de flow”, conceito desenvolvido pelo psicólogo Mihály Csíkszentmihályi, nossa concentração se torna absoluta quando estamos num estado emocional positivo, isto é, quando a experiência é prazerosa. Só podemos entrar em flow quando o estudo vai além do racional e envolve crenças e valores, isto é, quando tem um significado para nós. ,

Fonte: Exame.com

Como utilizar o catálogo da Biblioteca?

No post de ontem, aprendemos a ter uma noção de como encontrar um livro na Biblioteca. Hoje, vamos descobrir como encontrá-los no catálogo, que é o procedimento necessário antes de procurá-lo nas prateleiras, afinal é nele que verificamos seu número completo de chamada e até mesmo se ele está disponível para empréstimo. Atente aos passo e você verá que é bem fácil:

Como encontrar um livro na biblioteca?

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As bibliotecas da UCS contém milhares e milhares de exemplares. Principalmente para quem está iniciando a graduação, encontrar um livro em meio a tantos, parece ser uma tarefa quase impossível. Mas estamos aqui para mostrar que não é tão difícil assim e que seguindo os passos abaixo você verá que vai ficar mais fácil:

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1) Área do conhecimento

É indicada pelo código de classificação na CDU.

Os livros na UCS são organizados pela Classificação Decimal Universal (CDU) que utiliza numerais indo-arábicos e é baseada no sistema decimal. Cada número é interpretado como uma fração decimal com o ponto decimal inicial omitido, que determina a ordem de preenchimento. Em prol da facilidade de leitura, um identificador CDU é geralmente pontuado a cada três dígitos. Assim, depois de 61, “ciências médicas”, vêm as subdivisões de 611 a 619. Sob 611, “Anatomia”, Vêm suas subdivisões de 611.1 a 611.9 e sob 611.1 vêm todas as suas subdivisões antes de ocorrer 611.2, e assim por diante. Depois de 619 vem 620. Uma vantagem deste sistema é que ele é infinitamente expansível e quando novas subdivisões são introduzidas, elas não precisam alterar o ordenamento dos números.

As áreas do conhecimento que cada número de chamada contempla, também são dividas por áreas:

0. Generalidades, Ciência e conhecimento, Ciências da informação, Informática. Documentação e Biblioteconomia.

1. Filosofia e psicologia

2. Religião e Teologia.

3. Ciências sociais, Sociedade, Política, Economia, Comércio, Direito, Seguro, Educação, Folclore, Estatística.

4. Classe vaga, não atribuída. Provisoriamente não ocupada.

5. Matemática e ciências naturais, Ciências puras.

6. Ciências aplicadas, Medicina, Saúde, Tecnologia, Agricultura, Cozinha e culinária.

7. Belas artes, Arquitetura, Música, Design, Recreação, Turismo, Esportes e Jogos.

8. Linguagem, Língua, Linguística, Filologia e Literatura.

9. Geografia, Biografia e História.

Dentro destas áreas de conhecimento, temos outras dezenas de subdivisões.

2) Nome do autor

Definido pelo sistema Cutter. As letras (sempre maiúscula no início e minúscula no final) são facilmente explicáveis, mas os números centrais têm regras bem mais complexas.

R– inicial do sobrenome

844– código Cutter

ha– inicial do nome do livro

3) Outras informações

Revela o ano do lançamento do livro, sua edição e quantos exemplares dele há na biblioteca. Se a obra for dividida em volumes, isso também é indicado (“v. 1”, “v. 2” etc.).

1997– Ano de publicação

3 ED.– Terceira edição

EX. 5– Quinto exemplar

 

Já foi possível ter uma noção, não é?! Além disso, sempre que precisar de ajuda, nossa equipe estar à postos para atendê-lo.

Texto: Pedro Rosano

Foto: Cláudia Velho

Fique por dentro dos serviços das Bibliotecas da UCS

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Mais um período letivo está começando e com isso, o Sistema de Bibliotecas da UCS deseja a todos os alunos, professores e funcionários um ótimo retorno às atividades. Aproveitamos para divulgar algumas informações e novidades sobre pesquisas, fontes informacionais e serviços:

  • Grande acervo, abrangendo todas as áreas do conhecimento. São 12 bibliotecas e mais de 1 milhão de exemplares;
  • Mais de 13 mil ebooks/livros digitais, em todas as áreas do conhecimento, distribuídos nas plataformas Minha Biblioteca e Biblioteca Virtual Universitária;
  • Novo site do Sistema de Bibliotecas;
  • Vários artigos de periódicos científicos disponibilizados pelo Portal de Periódicos da Capes, com integração à CAFe, com isso os usuários poderão acessar, de onde estiver, os serviços de sua própria instituição e os oferecidos pelas outras organizações que participam da federação. Não há necessidade de configuração de proxy.
  • Plataforma online UptoDate, principal recurso de suporte a decisões médicas baseadas em evidências, inclui conteúdo profissional aprofundado, informações sobre pacientes, tópicos sobre medicamentos e recomendações médicas no local de atendimento.
  • Revista do Tribunais: plataforma que reúne doutrina – periódicos, coleção doutrinas essenciais e pareceres – jurisprudência, legislação – códigos e legislação comentada – súmulas, notícias e outros conteúdos;
  • Repositório Institucional da UCS, contendo o acervo digital composto por trabalhos acadêmicos;
  • Guia de normalização de trabalhos acadêmicos;
  • Aplicativo da biblioteca para IOS e Android;
  • Apoio ao ensino e à pesquisa, dando suporte à normalização de trabalhos e ao uso da Biblioteca, como visitas orientadas e visita sobre as bases de dados;
  • Pagamento de multa com cheque-presente possibilitando desta maneira a aquisição de novas obras literárias;
  • Aumento do número de reservas de três para cinco exemplares.

Através do BLOG do Sistema de Bibliotecas vocês ficarão por dentro de todas as novidades relacionadas à pesquisa científica, além de receberem diversas dicas de leitura.

Também podem acessar o BLOG do Setor de Processo Técnico para conhecer um pouco mais das atividades realizadas neste setor e indicações referentes às obras raras, catálogos de bibliotecas, restauração e outros. Estas e muitas outras novidades vocês poderão conferir visitando qualquer uma de nossas bibliotecas espalhadas pela região ou através das redes sociais: Twitter, Instagram e Facebook, aproximando vocês ainda mais aos nossos serviços.

O Sistema de Bibliotecas da UCS deseja a todos um ótimo início de semestre!

Em caso de dúvidas, entre em contato conosco através do telefone (54) 3218-2173 ou pelo e-mail bice@ucs.br

 

Livros, devoluções, multas? Tudo o que você precisa saber neste retorno das Bibliotecas da UCS

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Quer um lugar tranquilo para estudar? A partir desta quinta-feira, o Sistema de Bibliotecas da Universidade de Caxias do Sul retorna do período de férias coletivas e reabre as portas para toda a comunidade.

Você também pode aproveitar para devolver os livros que você já leu e também retirar outros, lembrando que o empréstimo especial de férias, que dá direito a retirar até 20 exemplares, é válido até o dia 06 de março, e atenção! Se você possui alguma multa pendente com a Biblioteca, ela volta a acumular a partir de hoje.

Ressaltando que durante o período de férias acadêmicas, as Bibliotecas estarão atendendo em horário especial, confira no link a seguir: Horários Férias. Também estamos abertos para dúvidas e sugestões, seja pessoalmente ou por nossas plataformas online.

São 12 bibliotecas, mais de 830 mil livros, 13 mil ebooks, 10 mil periódicos e 2700 teses e dissertações. Agora que você viu que não faltam motivos para nos visitar, venha para as Bibliotecas da UCS,  esperamos por você!

 

 

 

 

 

Saiba usar corretamente a palavra “mesmo”

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Infelizmente, é muito comum vermos pessoas usando a palavra mesmo como função pronominal, por exemplo:

“Verifique se está levando consigo todos os seus objetos, pois os mesmos podem ter se deslocado durante a viagem.”

Isso é um grande erro! A palavra “mesmo” é classificada como um adjetivo demonstrativo e não uma função pronominal. Então o que fazer para substituí-la?  O caminho é muito simples, basta utilizar pronomes do caso reto, responsáveis pela conjugação verbal e sujeito, veja:

“Verifique se está levando consigo todos os seus objetos, pois eles podem ter se deslocado durante a viagem.”

Quando usar a palavra mesmo? Essa palavra é essencialmente um adjetivo, significa de igual identidade, exatamente igual a outro: “Aquelas crianças usam o mesmo uniforme.”

Então, quando você encontrar aquelas placas nos elevadores: “certifique-se que o mesmo encontra-se neste andar” piche imediatamente! Brincadeirinha, mas fique atento, para não cometer os mesmos erros.

Texto – Adaptação: Pedro Rosano

MIM ou EU? Qual e quando usar

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O emprego das palavras “MIM” e “EU” nas frases causa dúvida, confusão e principalmente tropeços na gramática, em muitas pessoas. Abaixo algumas dicas que vão ajudar você a sair bem na hora de usá-los:

Regra principal para você saber: MIM não conjuga verbo.  Quem conjuga verbo são os pronomes do caso reto: EU, TU,ELE, NÓS, VÓS, ELES, ou seja, o mim não está entre eles. Mim é um pronome oblíquo tônico e surge após uma preposição: para mim, de mim, por mim.
Exemplos:
  • Ela foi fazer aquele trabalho para mim.
  • Traga aquela roupa para mim.
  • Volte por mim.
Ao contrário do que muita gente pensa, o EU sempre vem sempre antes do verbo determinando uma ação. O EU é o sujeito da ação.
Exemplos:
  • Aquele trabalho é para EU fazer
  • Quando EU for em casa pegarei o celular
  • A lição serviu para EU não errar mais
O MIM nunca é usado antes de verbo no infinitivo.
Correto: O que for para eu fazer, faço.
Errado: O que for para mim fazer, faço.

Saiba quando usar, ou não, o acento grave

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Sabemos que não é fácil de decorar todas as regras da Língua Portuguesa, porém com o mercado de trabalho cada vez mais concorrido é muito importante estar sempre ampliando nosso conhecimento acerca de nossa ortografia. Certamente, um dos conteúdos que mais enfrentamos problemas é a Crase. Abaixo, 5 dicas te ajudarão a entender um pouco mais sobre o acento e principalmente, não encará-lo como um bicho de sete cabeças, o que de fato, não é.

1. A crase deve ser empregada diante de palavras femininas

Essa é a regra básica para quem quer aprender mais sobre o uso da crase. Apesar de ser a mais conhecida, não é a única, mas saber que – salvo exceções – a crase não acontece antes de palavras masculinas já ajuda bastante. Caso você fique em dúvida sobre quando utilizar o acento grave, substitua a palavra feminina por uma masculina: se o “a” virar “ao”, ele receberá o acento grave. Veja só um exemplo:

As amigas foram à confraternização de final de ano da empresa.

Substitua a palavra “confraternização” pela palavra “encontro”:

As amigas foram ao encontro de final de ano da empresa.

2. Lembre-se de utilizar a crase em expressões que indiquem hora:

Antes de locuções indicativas de horas, empregue o acento grave. Observe:

Às três horas começaremos a estudar.

A partida de futebol terá início às 17h.

Ele esteve aqui às 8h, mas foi embora porque não te encontrou.

Mas quando as horas estiverem antecedidas das preposições para, desde e até, naturalmente o artigo não receberá o acento indicador de crase. Observe:

Ele decidiu ir embora, pois estava esperando desde as 10h.

Marcaram o encontro no restaurante para as 20h.

Fique tranquilo, eu estarei no trabalho até as 9h.

3. Antes de locuções adverbiais femininas que expressam ideia de tempo, lugar e modo.

Observe os exemplos:

Às vezes chegamos mais cedo à escola.

Ele terminou a prova às pressas, pois já passava do horário.

4. A crase, na maioria das vezes, não ocorre antes de palavra masculina

Isso acontece porque antes de palavra masculina não ocorre o artigo “a”, indicador do gênero feminino:

O pagamento das dívidas foi feito a prazo.

Os primos foram para a fazenda andar a cavalo.

Tempere com pimenta e sal a gosto.

Eles viajaram a bordo de uma aeronave moderna.

Marcos foi a pé para o escritório.

Existe um caso em que o acento indicador de crase pode surgir antes de uma palavra masculina. Isso acontecerá quando a expressão “à moda de” estiver implícita na frase. Observe o exemplo:

Ele cantou a canção à Roberto Carlos. (Ele cantou a canção à moda de Roberto Carlos).

Ele fez um gol à Pele. (Ele fez um gol à moda de Pelé).

Ele comprou sapatos à Luís XV. (Ele comprou sapatos à moda de Luís XV).

5. Casos em que a crase é opcional:

→ Antes dos pronomes possessivos femininos minha, tua, nossa etc.: Nesses casos, o uso do artigo antes do pronome é opcional. Observe:

Eu devo satisfações à minha mãe –  ou – Eu devo satisfações a minha mãe.

→ Antes de substantivos femininos próprios: Vale lembrar que, antes de nomes próprios femininos, o uso da crase é opcional, até porque o artigo antes do nome não é obrigatório. Observe:

Carlos fez um pedido à Mariana. – Ou – Carlos fez um pedido a Mariana.

→ Depois da palavra até: Se depois da preposição até houver uma palavra feminina que admita artigo, a crase será opcional. Observe:

Os amigos foram até à praça General Osório. – ou –  Os amigos foram até a praça General Osório.

Hífen, usar ou não usar? Eis a questão

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O uso do hífen sempre gerou dúvidas e discussões, e com o Novo Acordo Ortográfico algumas regras foram inclusas e outras extintas. Veja abaixo alguns macetes para não titubear de usar ou não, o hífen:

NÃO SE USA HÍFEN

Regra 1: Não se usa o hífen quando o prefixo termina em vogal diferente da vogal com que se inicia o segundo elemento.

Ex.: aeroespacial; agroindustrial; anteontem; antiaéreo; autoescola; autoestrada; semiaberto; semianalfabeto; coautor; extracurricular.

Exceção: o prefixo co aglutina-se em geral com o segundo elemento, mesmo quando este se inicia por o: coobrigar; coobrigação; coordenar; cooperar; cooperação; cooptar; coocupante; etc.

Regra: Não se usa o hífen quando o prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por consoante diferente de r ou s.

Ex.: anteprojeto; antipedagógico; autopeça; autoproteção; coprodução; geopolítica; microcomputador; pseudoprofessor; semicírculo; semideus; seminovo; ultramoderno

Exceção: com o prefixo vice, usa-se sempre o hífen.

Ex.: vice-rei, vice-almirante, vice-versa etc.
Regra 3: Não se usa o hífen quando o prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por r ou s. Nesse caso, duplicam-se essas letras.

Ex.:antirrábico;antirracismo;antirreligioso;antirrugas;antissocial;biorritmo;contrarregra;contrassenso;cosseno;infrassom;microssistema;minissaia;multissecular;neorrealismo;neossimbolista;semirreta;ultrarresistente;ultrassom

Exceção: guarda-roupa, apesar de  terminar com vogal e o segundo elemento começar com r neste caso não se usa guardarroupa, o r não se duplica, porque guarda não é um prefixo é uma palavra, uma forma verbal e portanto, fora desta regra.

Regra 4: Quando o prefixo termina por consoante, não se usa o hífen se o segundo elemento começar por vogal.

Ex.: hiperacidez; hiperativo; interescolar; interestadual; interestelar; interestudantil; superamigo; superaquecimento;     supereconômico; superexigente;  superinteressante;  superotimismo

Com os prefixos ex, sem, além, aquém, recém, pós, pré, pró, usa-se sempre o hífen.

5. Regra: Não se deve usar o hífen em certas palavras que perderam a noção de composição.

Ex.: girassol; mandachuva; paraquedas; paraquedista; pontapé.

USA-SE O HÍFEN 

Regra 1- Com prefixos, usa-se sempre o hífen diante de palavra iniciada por h.

Ex.: anti-higiênico, anti-histórico, sobre-humano, super-homem, mini-hotel
Regra 2: Quando o prefixo termina por vogal, usa-se o hífen se o segundo elemento começar pela mesma vogal.

Ex.: anti-ibérico, anti-imperialista, anti-inflacionário, anti-inflamatório, auto-observação, contra-almirante, contra-atacar, contra-ataque, micro-ondas, micro-ônibus, semi-internato, semi-interno

Regra 3: Quando o prefixo termina por consoante, usa-se o hífen se o segundo elemento começar pela mesma consoante.

Ex.: hiper-requintado, inter-racial,inter-regional, sub-bibliotecário,super-racista
super-reacionário,super-resistente, super-romântico,
Atenção: – Nos demais casos não se usa o hífen.
Exemplos: hipermercado, intermunicipal, superinteressante, superproteção.
*Com o prefixo sub, usa-se o hífen também diante de palavra iniciada por r: sub-região, sub-raça etc. * Com os prefixos circum e pan, usa-se o hífen diante de palavra iniciada por m, n e vogal: circum-navegação, pan-americano etc.

Regra 4: Com os prefixos ex, sem, além, aquém, recém, pós, pré, pró, usa-se sempre o hífen.
Ex.: além-mar, além-túmulo, aquém-mar, ex-aluno, ex-diretor, ex-hospedeiro. ex-.prefeito, ex-presidente, pós-graduação, pré-história, pré-vestibular, pró-europeu, recém-casado, recém-nascido, sem-terra

Regra 5: Deve-se usar o hífen com os sufixos de origem tupi-guarani: açu, guaçu e mirim.
Ex.: amoré-guaçu, anajá-mirim, capim-açu.

Regra 6: Deve-se usar o hífen para ligar duas ou mais palavras que ocasionalmente se combinam, formando não propriamente vocábulos, mas encadeamentos vocabulares.
Ex.: ponte Rio-Niterói, eixo Rio-São Paulo.

 

Livros estão como as melhores opções de presente de Natal

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Você provavelmente está naquela época de amigo secreto, ou quer dar um presente para alguém querido. A dica deste ano é: dê um livro de presente!

A leitura é uma atividade relaxante, além de ser um excelente incentivo para o cérebro e para a memória é capaz de enriquecer a cultura do leitor e relaxar sua mente. Os livros têm sido um dos presentes de Natal mais queridos nos últimos anos. Uma pesquisa publicada pelo portal Publish News sobre leitura de e-books revela que o número de donos de tablets e e-readers duplicou na época do Natal, passando de 10% no meio de dezembro para 19% no meio de janeiro.

Dentre as dicas estão os nacionais, como “O Vendedor de Sonhos”, Augusto Cury, que tornou-se filme, com ótimas expectativas para o cinema nacional. A Trilogia de aventura e fantasia “Johnny Bleas”, J.G. Brene, que tem alcançado um público bastante diferenciado em todo o país. Na literatura estrangeira a série de livros “Harry Potter”, que teve seu último livro lançado neste ano; “Harry Potter e a Criança Amaldiçoada” e o livro “Foco”, Daniel Goleman, que se destaca no meio corporativo.

Então não perca tempo e presenteie quem você ama com um bom livro, que combinado a união e com as festas de fim de ano, não tem preço.

 

Book4You, o “tinder dos livros” sai em versão app

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Lançada em versão beta em dezembro de 2015 e com 71 mil usuários cadastrados ainda na fase de testes, plataforma chega à sua primeira versão e lança o aplicativo para Android.

Acreditando que o enredo é o que realmente importa em um livro, a Startup criou uma nova forma de descobrir histórias. Na plataforma, que chega agora à sua primeira versão com o lançamento do aplicativo para Android, disponível para download gratuito na PlayStore, e, em breve, para IOS, e com a reformulação do site, os livros são organizados em listas temáticas criativas e apresentados apenas por meio de suas sinopses. O usuário lê a sinopse de cada um dos títulos e diz se gostou – neste caso, são então revelados os dados básicos da obra: título, autor, capa, editora e o preço nas diversas lojas cadastradas. Ele pode ser direcionado para a compra – e vai poder escolher entre o impresso ou digital – ou guardar o livro em “Minha Lista”’. Mas se o usuário não se interessar pelo enredo, ele clica em ‘Não gostei’ e aquele livro é excluído da lista.

No Facebook, mais de 500 mil pessoas acompanham as novidades da empresa. Agora, com o aplicativo para Android disponível e com o novo site, a expectativa é que esse número chegue em 150 mil usuários até junho de 2017.

Já estão no ar mais de 40 listas e outras seleções serão incluídas semanalmente. Cada uma delas conta com pelo menos 15 livros e todas são atualizadas com frequência – as sinopses menos curtidas são substituídas por novas histórias. Outro destaque é que as listas trazem desde os mais recentes lançamentos até títulos que já estão no mercado há anos, ampliando o tempo de vida de um livro e aumentado a chance de ele ser descoberto.

Em um momento em que as livrarias não dão conta de expor os lançamentos de todas as editoras e que os livros mais antigos ou sem apelo comercial ficam escondidos nas prateleiras das lojas ou encalhados nos estoques nas editoras, o Book4You surge como um ambiente propício para a descoberta dos melhores livros e autores para cada tipo de leitor.

 Fonte: Publishnews

Adaptação: Pedro Rosano

25 estratégias de leitura que funcionam em qualquer texto

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Ler é ler, entender as palavras e atribuir significado a elas é sempre a mesma coisa. Exceto quando não é. Textos científicos podem ser cheios de jargões e citações. Textos de estudos sociais podem ser uma mistura de tópicos e parágrafos tradicionais. Literatura pode ser tão flexível, com versos ou parágrafos.Isso obriga as estratégias de leitura a se adaptarem aos gêneros textuais. Parar e reler talvez seja uma boa estratégia para ciência, enquanto visualização e conexões textuais talvez faça mais sentido com literatura. Questionar o texto talvez seja uma boa ideia em ambos.Se você quer começar com estratégias básicas, confira a lista com os 25 melhores jeitos de ler eficientemente um texto.

1. Releia

2. Ative conhecimento antigo

3. Use dicas do contexto

4. Deduza

5. Pense alto

6. Sumarize

7. Ache palavras-chave

8. Faça previsões

9. Use estratégias de ataque de palavras

10. Visualize

11. Use organizadores gráficos

12. Avalie seu entendimento

13. Questione o texto

14. Faça pausas

15. Monitore e repare o seu entendimento

16. Parafraseie

17. Faça anotações

18. Ajuste a velocidade de leitura

19. Priorize informações

20. Use notas gráficas

21. Tente adivinhar o texto

22. Defina um objetivo de leitura

23. Conexões textuais (texto ao texto, texto ao leitor, texto ao mundo)

24. Passe os olhos pelo texto

25. PRQ (Pare, resuma, questione)

Fonte: Universia Brasil