Os 11 livros que Antonio Candido considerava fundamentais para entender o Brasil

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Antonio Candido, o mais influente crítico literário do Brasil e morto neste mês, publicou na revista “Teoria e Debate”, em 2000, uma lista com os 11 livros que ele considerava incontornáveis para quem deseja conhecer o Brasil. Mesmo reconhecendo que a tarefa era um tanto ingrata e que deixaria muita coisa boa de fora, se propôs a apontar aqueles que, na sua visão, abordam aspectos fundamentais sobre o país para quem deseja “adquirir boa informação a fim de poder fazer reflexões pertinentes, mas sabendo que se trata de amostra”. Eis os títulos:

O Povo Brasileiro, de Darcy Ribeiro – 39(81) R484p

“Livro trepidante, cheio de ideias originais, que esclarece num estilo movimentado e atraente o objetivo expresso no subtítulo”.

Raízes do Brasil, de Sérgio Buarque de Holanda – 308(81) H722r

“Análise inspirada e profunda do que se poderia chamar a natureza do brasileiro e da sociedade brasileira a partir da herança portuguesa, indo desde o traçado das cidades e a atitude em face do trabalho até a organização política e o modo de ser”.

“História dos Índios do Brasil”, Manuela Carneiro da Cunha

“Redigida por numerosos especialistas, que nos iniciam no passado remoto por meio da arqueologia, discriminam os grupos linguísticos, mostram o índio ao longo da sua história e em nossos dias, resultando uma introdução sólida e abrangente”.

“Ser Escravo no Brasil”, de Kátia de Queirós Mattoso – 326(81)(091) M444s

“Uma excelente visão geral desprovida de aparato erudito, que começa pela raiz africana, passa à escravização e ao tráfico para terminar pelas reações do escravo, desde as tentativas de alforria até a fuga e a rebelião”.

“Casa Grande e Senzala”, de Gilberto Freyre –  308(81) F894c

“Verdadeiro acontecimento na história da cultura brasileira, ele veio revolucionar a visão predominante, completando a noção de raça (que vinha norteando até então os estudos sobre a nossa sociedade) pela de cultura; mostrando o papel do negro no tecido mais íntimo da vida familiar e do caráter do brasileiro; dissecando o relacionamento das três raças e dando ao fato da mestiçagem uma significação inédita”.

“Formação do Brasil Contemporâneo, Colônia”, de Caio Prado Júnior

“É admirável, neste outro clássico, o estudo da expansão demográfica que foi configurando o perfil do território – estudo feito com percepção de geógrafo, que serve de base física para a análise das atividades econômicas (regidas pelo fornecimento de gêneros requeridos pela Europa), sobre as quais Caio Prado Júnior engasta a organização política e social, com articulação muito coerente, que privilegia a dimensão material”.

“A América Latina, Males de Origem”, de Manuel Bonfim – (L.T.M. 316.6(7/8=134) B695a)

“Depois de analisar a brutalidade das classes dominantes, parasitas do trabalho escravo, mostra como elas promoveram a separação política para conservar as coisas como eram e prolongar o seu domínio”.

“Do Império à República”, de Sérgio Buarque de Holanda

“Expõe o funcionamento da administração e da vida política, com os dilemas do poder e a natureza peculiar do parlamentarismo brasileiro, regido pela figura-chave de Pedro II”.

“Os Sertões”, de Euclides da Cunha – 821.134.3(81)-311.6 C972s

“Livro que se impôs desde a publicação e revelou ao homem das cidades um Brasil desconhecido, que Euclides tornou presente à consciência do leitor graças à ênfase do seu estilo e à imaginação ardente com que acentuou os traços da realidade, lendo-a, por assim dizer, na craveira da tragédia”.

“Coronelismo, Enxada e Voto”, de Vitor Nunes Leal – 321.1 L435c

“Análise e interpretação muito segura dos mecanismos políticos da chamada República Velha”.

“A Revolução Burguesa no Brasil”, de Florestan Fernandes –  323.31:316 F363r

“Uma obra de escrita densa e raciocínio cerrado, construída sobre o cruzamento da dimensão histórica com os tipos sociais, para caracterizar uma nova modalidade de liderança econômica e política”.

 Fonte: Página Cinco

3 curiosidades e 3 livros para quem amou “A Cabana”

Poucos livros de autores estreantes fazem o sucesso que A Cabana conquistou. O próprio autor não esperava que a obra virasse um fenômeno global, mas a história de Mackenzie Allen Phillip arrebatou multidões de leitores.

No livro, sua filha mais nova foi raptada durante as férias em família e há evidências de que ela foi brutalmente assassinada e abandonada numa cabana. Quatro anos mais tarde, Mack recebe uma nota suspeita, aparentemente vinda de Deus, convidando-o para voltar àquela cabana para passar o fim de semana. Ignorando alertas de que poderia ser uma cilada, ele segue numa tarde de inverno e volta ao cenário de seu pior pesadelo. O que encontra lá muda sua vida para sempre.

Confira algumas curiosidades sobre o livro:

1 – Em 2005, William Paul Young estava à beira da falência. Foi nesta época que ele decidiu escrever sobre seus sentimentos em relação a Deus e presentear sua família e amigos próximos com o livro. Ele nunca imaginou que um dia seu livro venderia milhões de cópias.

2 – Recusado por inúmeras editoras, A Cabana foi finalmente publicada por Jacobsen e Cummings, que para isso criaram sua própria empresa editorial. Depois disso, recomendado boca a boca, já vendeu pelo menos dois milhões de exemplares. No idioma português ele foi lançado em 2008.

3 – Este livro, que enfoca a relação de Deus com o homem, usa uma comovente história para tentar resolver o que os filósofos chamam de “o problema do mal”, ou seja: por que Deus permite que coisas ruins aconteçam com pessoas boas? Essa é uma questão que desafia os grandes teólogos de diversas religiões há tanto tempo tem até um nome: teodiceia – um argumento que procura demonstrar que a existência do mal não descarta a possibilidade da existência divina.

4- Ele está disponível nas bibliotecas da UCS, anote o número e retire: 821.111(73)-31 Y78ca

Para quem adorou A Cabana, preparamos uma lista de outros livros que também vão aquecer seu coraçãozinho diante das agruras da vida. Confira:

As Cinco pessoas que você encontra no céu, de Mitch Albom

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Mitch criou uma fábula para nos fazer refletir sobre o verdadeiro significado de nossa existência. ‘As cinco pessoas que você encontra no céu’ conta a história de Eddie, o mecânico de um parque de diversões que morre no dia de seu aniversário de 83 anos, tentando salvar uma garotinha. Imerso numa rotina de trabalho e solidão, ele passou a vida se considerando um fracassado. Ao acordar no céu, encontra cinco personagens inesperados que lhe mostram como ele foi importante.

Número de Chamada:  821.111(73)-31 A339ca

Uma vida interrompida, de Alice Sebold

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Quando conhecemos Susie Salmon, uma menina de 14 anos, já está no céu. Enquanto observa a Terra, elas nos conta uma história comovente e cheia de esperança. Susie vê a vida continuar sem ela – os amigos da escola trocam boatos sobre seu desaparecimento, a família nutre esperanças de encontrá-la, seu assassino tenta não deixar rastros. À medida que os meses passam sem trazer pistas, Susie vê o casamento de seus pais ser arruinado pela perda, a irmã se recolher em um esforço para ser forte e o irmão caçula tentar entender o significado da palavra morte. Ao mesmo tempo, ela explora aquele lugar estranho chamado céu. A partir da trágica morte de uma adolescente, este romance constrói a mais esperançosa das histórias.

O vendedor de sonhos, de Augusto Cury

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O romance mais vendido de Augusto Cury, que deu origem ao filme de Jayme Monjardim, com Dan Stulbach e César Troncoso nos papéis principais. Um homem maltrapilho e desconhecido tenta impedir que um intelectual se suicide. Um desafio que nem a polícia nem um famoso psiquiatra tinham sido capazes de resolver. Depois de abalá-lo e resgatá-lo, esse homem, de quem ninguém sabe a origem, o nome ou a história, sai proclamando aos quatro ventos que as sociedades modernas se converteram em um hospício global. Com uma eloquência cativante, começa a chamar seguidores para vender sonhos em uma sociedade que deixou de sonhar. Nada tão belo e tão estranho.

Número de Chamada: 821.134.3(81)-31 C982v

Fonte: Estante Virtual 

Conheça músicas que são inspiradas em clássicos da literatura

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É comum vermos filmes, seriados e novelas inspirados em livros. O que também não é raro, mas talvez pouco sabido, são músicas baseadas em clássicos da literatura nacional e internacional. Veja alguns exemplos a seguir:

  • Amor I love you, Marisa Monte – O Primo Basílio, Eça de Queiroz

O romance burguês sobre o relacionamento extraconjugal de Luísa com seu primo Basílio publicado pelo português Eça de Queiroz, em 1878, rendeu várias adaptações para o teatro, cinema e música. Uma das músicas mais chiclete do início dos anos 2000 foi inspirada na obra: “Amor I Love You”, de Marisa Monte.

Se você é uma das pessoas que, assim como eu, ouviu essa música 180 mil vezes quando foi lançada e nunca tinha percebido que era uma referência ao livro, preste atenção aos versos que Arnaldo Antunes cita a partir da segunda metade da canção – trata-se de um trecho de O Primo Basílio:

“[…] Era a primeira vez que lhe escreviam aquelas sentimentalidades, e o seu orgulho dilatava-se ao calor amoroso que saía delas, como um corpo ressequido que se estira num banho tépido; sentia um acréscimo de estima por si mesma, e parecia-lhe que entrava enfim numa existência superiormente interessante, onde cada hora tinha o seu encanto diferente, cada passo conduzia a um êxtase, e a alma se cobria de um luxo radioso de sensações.”

  • Don’t Stand So Close To Me, The Police – Lolita, Vladimir Nabokov

A história do professor universitário Humbert Humbert que fica loucamente atraído pela enteada Dolores, de 12 anos, é um dos livros mais controversos do século XX. A obra virou filme, dirigido por Stanley Kubrick, ópera, balé e foi adaptada para o teatro várias vezes. Não era de se espantar que a fascinação de H.H pela menina também virasse tema de música.

Em “Don’t Stand so Close To Me”, a banda britânica The Police faz menções diretas ao livro: “The accusations fly / It’s no use, he sees her/ He starts to shake/ And he starts to cough / Just like the old man in the / Famous book by Nabokov” ( As acusações voam / Não tem jeito, ele a vê / Ele começa / E ele começa a tossir / Assim como o velho / Famoso livro de Nabokov).

No início da canção há um trecho que diz: “This girl’s an open page/ Book marking – she’s so close now / This girl is half his age” (Esta menina é uma página aberta/ Marcação de livro – ela está tão perto agora/ Esta menina tem metade da idade dele). Apesar dessa também ser uma referência clara à Lolita, o narrador Humbert não tem o dobro da idade de Dolores. Nas primeiras páginas, ele diz que nasceu em Paris no ano de 1910. Se fizermos as contas com outras informações apresentadas ao longo da narrativa percebemos que ele tem 36 ou 37 anos. O que o faz três vezes mais velho que ela.

  • Admirável Gado Novo, Zé Ramalho – Admirável Mundo Novo, Aldous Huxley

Se existisse um prêmio para homenagear o livro que mais foi citado em músicas, provavelmente Admirável Mundo Novo seria chamado ao palco para receber esse troféu. A distopia de Huxley em que as pessoas são organizadas em castas para viverem em harmonia, tranquilas e dopadas com Soma, a droga da felicidade, já serviu de base para várias músicas.

Lançada na ditadura militar, em 1979, “Admirável Gado Novo”, de Zé Ramalho, é uma nítida referência à sociedade descrita por Huxley e, consequentemente, à nossa, que é de onde parte a crítica do escritor. Se pelo nome você não reconheceu, aqui vai uma dica: “Ê, ô, ô, vida de gado / Povo marcado, ê!/ Povo feliz!”. Reconheceu? Além do refrão icônico, o restante da letra é um grito necessário contra a alienação.

“Soma is what they would take when/ Hard times opened their eyes/ Saw pain in a new way / High stakes for a few names / Racing against sunbeams / Losing against their dreams” (Soma é o que eles tomariam quando / Tempos difíceis abrissem os seus olhos / Vissem a dor de um novo jeito / Riscos altos para poucos nomes / Correndo contra raios de sol / Perdendo contra seus sonhos), canta Julian Casablancas, vocalista do The Strokes, na música “Soma”. Como o próprio título entrega, a canção é uma alusão à droga que condiciona os cidadãos de um futuro a uma falsa sensação de bem-estar, desprovido de criatividade, revolta ou inquietude.

  • Caçador de mim, Milton Nascimento – O apanhador no campo de centeio, de J. D. Salinger

Os dilemas do jovem Holden Caulfield, grande ícone dos adolescentes incompreendidos, também entraria nesse páreo hipotético de obra mais adaptada para música.

“Nada a temer / Senão o correr da luta / Nada a fazer / Senão esquecer o medo / Abrir o peito à força / Numa procura / Fugir às armadilhas da mata escura”, canta Milton Nascimento no disco homônimo à música“Caçador de mim”.

Também há várias menções ao livro na canção“Catcher In The Rye”, no álbum Chinese Democracy da banda Guns N’ Roses. Além do título, o refrão é uma citação direta: “Ooh the Catcher in the Rye again/ Ooh won’t let you get away from his gun / It’s just another day like today” (Ooh o apanhador no campo de centeio novamente / Ooh não o deixará fugir de sua arma / É só mais um dia como hoje).

  • 1984, David Bowie – 1984, George Orwell

O livro 1984 foi um dos grandes responsáveis por nos incutir a paranoia da falta de privacidade. Dada a força da narrativa, não é de se admirar que a obra seja habituè das listas de mais vendidos e tenha motivado tantas produções.

Em 1974, o livro de Orwell virou música de um titã tão grande quanto ele: David Bowie. A versão cantada no álbum Diamond Dogs é uma síntese da inquietação da utopia totalitária descrita em 1984.

Bowie não foi o único, o grupo britânico Muse compartilha de questionamentos semelhantes na música “Resistence”, que dá nome ao álbum. Nos versos “Is our secret safe tonight?/And are we out of sight?/Or will our world come tumbling down?/ Will they find our hiding place?/ Is this our last embrace? /Or will the walls start caving in?” (Será que nosso segredo está seguro esta noite? / Nós estamos fora de vista?/ Ou será que nosso mundo está desmoronando?/ Será que descobriram nosso esconderijo? /Será esse nosso último abraço? / Ou será que as paredes começam a desmoronar?), a banda remete ao personagem principal que, apesar de detestar o sistema, só começa a acreditar em uma possível rebelião ao ter um caso amoroso com Júlia, uma funcionária do governo tirânico. Os amantes mantêm o relacionamento escondido do Big Brother, o líder invasivo que espiona a população através de “teletelas”(televisões que funcionam como um espelho duplo) espalhadas em todos os lugares, públicos e privados.

Sentiu vontade de ler alguns dos livros? Então é só anotar o número de chamada e retirar em uma de nossas bibliotecas:

O Primo Basílio: 821.134.3-31 Q3p                                                   Lolita: 821.161.1-31 N117L

Admirável Mundo Novo: 821.111-31 H986a                                1984: 821.111-31 O79m

O Apanhador no Campo de Centeio: 821.111(73)-31 S165a

 

Fonte: Superinteressante 

Adaptação: Pedro Rosano

Relembre os livros infantis que marcaram décadas

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No mês de abril foi comemorado o Dia Nacional do Livro Infantil e o Dia Mundial do Livro. Para você que é jovem há pouco ou a mais tempo, reunimos as obras infantis que marcaram as últimas décadas, alguns deles, disponível para empréstimo nas Bibliotecas da UCS. E você, lembra qual livro marcou a sua infância?

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Década 1920: A Menina do Narizinho Arrebitado (1920) – Monteiro Lobato 

Este é o primeiro clássico infantil do autor Monteiro Lobato. Esta obra deu início a uma série de personagens eternizados no Sítio do Pica-pau Amarelo.

5005075.jpgDécada 1930:Aventuras do Avião Vermelho (1936)– Érico Veríssimo
Este clássico conta a história de Fernando e seu pai. Com um aviãozinho vermelho, a imaginação do leitor é transportada por uma grande aventura.

Número de Chamada: 82-93 V517ab

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Década 1940: O Pequeno Príncipe (1943) – Antoine de Saint-Exupéry. 
Uma sensível história que se passa num planeta muito, muito distante. O escritor francês Antoine de Saint-Exupéry criou este clássico há 70 anos, mas transcende gerações e gostos literários.

Número de Chamada:  82-93 S137p

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Década 1950: As crônicas de Nárnia (1949 a 1954) – de C.S. Lewis

Esta é uma série de fantasia criada pelo autor irlandês C. S. Lewis. Nesta aventura, os animais falam, os objetos têm vida e as crianças são inseridas em batalhas entre o bem e o mal.

Número de Chamada: 821.111-312.9 L673c

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Década 1960: Flicts (1969) – Ziraldo
O clássico de Ziraldo conta uma história emocionante que permite refletir sobre respeito, diferença e aceitação.

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Década 1970: O Escaravelho do Diabo (1974) – Lucia Machado de Almeida.

Este é um clássico juvenil de mistério e muito suspense. Sua primeira publicação aconteceu em 1953, na revista O Cruzeiro. Em 1974, O Escaravelho do Diabo alcançou maior sucesso ao ser republicado pela Série Vaga-Lume.

Número de Chamada: 821.134.3(81)-312.4 A447e

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Década 1980:O Menino Maluquinho (1980) – Ziraldo. 
O menino maluquinho é uma série de quadrinhos eternizados por muitas crianças, servindo de inspiração para peças teatrais, filmes, óperas e séries de tv.

Número de Chamada:  82-93 Z81L

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Década 1990:Harry Potter e a Pedra Filosofal (1997) – J.K. Rowling.

Harry Potter e a Pedra Filosofal é o primeiro livro dos sete volumes da série de fantasia Harry Potter. As obras deram origem a filmes que fizeram com que o bruxinho virasse uma febre entre crianças, adolescentes e até adultos de todo o mundo.

Número de Chamada:  821.111-312.9 R884ha

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Década 2000:O Diário de um Banana (2007) – Jeff Kinney 

Quem entende sobre ser criança melhor do que todo mundo é Greg, um menino comum que, como qualquer outro, passar por disputas na escola e sofre com sua baixa popularidade. Diário de um Banana é sucesso até hoje entre crianças e pré-adolescentes de todo o mundo.

Número de Chamada:   82-93 K55da

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Década 2010: Malala, a Menina que Queria Ir Para a Escola (2015) – Adriana Carranca Corrêa 

Malala é um best-seller, escrito pela brasileira Adriana Carranca, que conta a história de Malala Yousafzai, que sofreu um atentado de membros do movimento Talibã por defender a educação feminina no Paquistão. Uma emocionante história sobre coragem e resiliência.

Fonte: Bem Paraná Cultura 

Adaptação: Pedro Rosano

 

Conheça os livros mais emprestados do mês de abril

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EDUCS lança e-book “Fontes Diplomáticas: Documentos da imigração italiana no RS”

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Organizado pelos professores Vania Beatriz Merlotti Herédia, da UCS,  e Gianpaolo Romanato, da Universidade de Pádua (Itália), o e-book “Fontes Diplomáticas: documentos da imigração italiana no Rio Grande do Sul” será lançado pela EDUCS nesta quarta-feira, dia 26 de abril, às 16 horas, no saguão a Reitoria, no Bloco A, no Campus-sede.

A publicação contempla 25 boletins publicados pelo Ministério de Relações Exteriores, os quais versam sobre o Rio Grande do Sul, no período de 1878 a 1913. A reunião desses boletins foi feita com a colaboração da Biblioteca da Banca D’Itália em Roma, da Universidade de Pádova e da UCS. Além dos boletins, a obra inclui a legislação de 1901, editada pelo Ministério das Relações Exteriores e a legislação sobre emigração e imigração, que regulamenta as terras públicas, no Estado do Rio Grande do Sul, o que oportuniza informações sobre a regulamentação da emigração no período”.

Vania Beatriz Merlotti Herédia bacharel e licenciada em Ciências Sociais pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (1984). Doutora em História das Américas pela Universidade de Gênova. Pós-doutora em História Econômica pela Universidade de Pádova (2002) e pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2013), e também, professora de graduação e pós graduação pela UCS.

Gianpaolo Romanato é professor de História Contemporânea na Universidade de Pádua e membro, desde 2007, do Pontifício Comitê de Estudos Históricos (Cidade do Vaticano). Seus temas de estudo são, em particular, a história do catolicismo nos séculos XIX e XX, a história das missões na África e na América Latina e a história da emigração.

Fonte: UCS

Adaptação: Pedro Rosano

5 livros que marcaram a vida de empreendedores de sucesso

Não existe uma receita do sucesso para quem está abrindo seu próprio negócio, mas quanto mais capacitado você estiver, maior é sua probabilidade de prosperar. Confira cinco livros que marcaram a vida de cinco grandes empreendedores.

1. Bill Gates – Shoe Dog

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Bill Gates, da Microsoft, listou em seu blog os livros que mais gostou de ler em 2016. Entre eles está Shoe Dog, do cofundador da Nike Phil Knight. Segundo ele, o livro é “um lembrete honesto do que o caminho para o sucesso no mundo dos negócios realmente é: bagunçado, precário e cheio de erros.” Bill Gates destaca que Knight se abre de uma maneira que poucos CEOs estão dispostos a fazer. “Eu não acho que Knight se propõe a ensinar nada ao leitor. Em vez disso, ele faz algo melhor. Ele conta sua história o mais honestamente possível. É um conto incrível.” Quer saber quais são os blogs mais interessantes sobre negócios?Acompanhe a lista da Mandaê! Patrocinado

Título: Shoe Dog

Autor: Phil Knight

Editora: Simon & Schuster

2. Elon Musk – Einstein

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Elon Musk, o CEO da Tesla e da SpaceX, contou em entrevista ao Foundation que um de seus inspiradores é ninguém menos do que Albert Einstein. A biografia “explora como um criador de patentes imaginativo e impertinente —um pai enrolado em um casamento difícil que não conseguia obter um emprego como professor ou fazer um doutorado— tornou-se o leitor mental do criador do cosmos”, destaca o Business Insider.

Título: Einstein

Autor: Walter Isaacson

Editora: Companhia das Letras

3. Robinson Shiba – Dedique-se de coração

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O fundador da rede China in Box destacou em artigo para o Blog do Empreendedor que o livro “Dedique-se de coração” é uma de suas inspirações. O livro conta a história da Starbucks. “O livro lembra a minha trajetória profissional e me faz refletir em momentos de decisão. Para mim, a história do Starbucks Coffee Company é uma das mais notáveis do mundo dos negócios na última década”, escreveu Shiba.

Título: Dedique-se de coração

Autor: Howard Schultz

Editora: Negócio

4. Luiz Seabra – Prisões que escolhemos para viver

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O fundador da Natura afirmou em entrevista ao site Empresas pelo Clima que sempre cita o livro “Prisões que escolhemos para viver”, da Doris Lessing, o qual chamou de “genial”. “Quando percebi nos cosméticos a possibilidade de serem instrumentos de comunicação entre mente e corpo, tive a convicção de que a beleza não pode estar condicionada a um momento cronológico. Beleza tem a ver com a qualidade do olhar, com o olhar do outro, mas começa, sobretudo, com o olhar da gente sobre nossa própria vida. Foi assim que eu me apaixonei pela cosmética”, disse.

Título: Prisões que escolhemos para viver

Autora: Doris Lessing

Editora: Bertrand Brasil

5. Alberto Saraiva – 25 verbos para construir sua vida

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O livro escrito pelo fundador da rede Habib’s é uma espécie de guia para empreendedores através da história profissional de Alberto Saraiva. O empresário usa verbos como conquistar, sonhar, persistir e confiar para dar conselhos sobre como evoluir nos negócios, na vida espiritual e até emocional.

Título: 25 verbos para construir sua vida

Autor: Alberto Saraiva

Editora: Planeta

Fonte: Revista Exame

A vez dos bichos na literatura: quando os animais são os protagonistas

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Surgidas no Oriente e fortalecidas pelo autor grego Esopo, ainda no século VI a.c., as fábulas, precursoras das atuais narrativas com animais, contam histórias nas quais os bichos ganham características humanas. O macaco representa sua esperteza; o leão encarna sua força e a formiga, o trabalho. A linguagem utiliza-se, muitas vezes, da metáfora, da ironia e da emoção. No fim da narrativa, há sempre um desfecho de caráter didático, conhecido pelos leitores de fábulas como moral da história.  Monteiro Lobato, de Reinações de Narizinho, Jean de La Fontaine, de Fábulas de Esopo, Hans Christian Andersen, de O Patinho Feio e Lewis Carroll, de Alice no País das Maravilhas, são alguns escritores que ficaram conhecidos por suas narrativas fantásticas com animais.

O maior objetivo das fábulas tradicionais, e que não se difere da finalidade das atuais narrativas com animais, é que os bichos tornem-se verdadeiros exemplos de conduta para o ser humano. Ao explorarem o lado “animal” do homem e o lado “humanizado” dos bichos, as produções literárias que trazem animais no centro de sua narrativa agradam todas as idades. Veja algumas dessas obras:

  • A Viagem do Elefante (José Saramago) – 821.134.3-34 S243v
  • Alice no País das Maravilhas (Lewis Carrol) – 82-93 C319a
  • A Revolução dos Bichos (George Orwel) – 821.111-31 O79r
  • A Arte de Correr na Chuva (Garth Stein) – 821.111(73)-31 S819a
  • A Metamorfose (Franz Kafka) – 821.112.2-312.9 K11m
  • Dewey, um gato entre livros (Vicki Myron) –  821.111(73)-94 M998d

Fonte: Estante Blog 

18 de abril: Dia Nacional do Livro Infantil homenageia autor

O dia 18 de abril é conhecido como o Dia Nacional do Livro Infantil. A data, instituída em 2002, presta homenagem ao dia do nascimento de Monteiro Lobato, o mais importante nome da Literatura Infantil brasileira.

Monteiro Lobato nasceu no dia 18 de abril de 1882, em cidade de Taubaté-SP. Durante a vida, escreveu mais de 50 obras, matade delas dedicadas ao público infantil. Dentre as mais conhecidas estão Reinações de Narizinho (1931), Caçadas de Pedrinho (1933) e O Picapau Amarelo (1939), esta última, transformada em famosa série de TV: dos anos 70 aos 80 e novamente, no fim dos anos 1990 até o início dos aos 2000, o Sítio do “Picapau Amarelo” foi um fenômeno de audiência entre as crianças.

Em suas obras, o autor também exercia papel de educador, trazendo lições e conhecimento de mitologia, matemática, geografia, agricultura, etc, sempre trazendo a tona problemas sociais e valorizando a simplicidade do homem do campo.

As Bibliotecas da Universidade de Caxias do Sul contam com muitas obras de Monteiro Lobato, confira algumas delas:

  • Caçadas de Pedrinho ( 82-93 L796c) 
  • Dom Quixote e as Crianças (82-93 L796d) 
  • Era uma Onça mesmo (82-93 L796e)
  • Ideias de Jeca Tatu (821.134.3(81)-34 L796i) 
  • O Picapau Amarelo ( 82-93 L796p)
  • Reinações de Narizinho (82-93 L796r) 

5 livros para cuidar do seu bem-estar

Um bom livro pode ser o nosso melhor amigo em muitos momentos da vida. No meio de uma viagem, no término de um relacionamento ou simplesmente no caminho para o trabalho. Mas e se esses mesmos títulos também funcionarem como antídoto para outros males como ansiedade e depressão?

Essa é a teoria das escritoras britânicas Ella Berthoud e Susan Elderkin, que acabam de publicar no Brasil a obraFarmácia Literária, que reúne dicas de leitura para aproximadamente 200 problemas. Confira abaixo alguns deles:


O iluminado, de Stephen King  (821.134.2(72)-31 T713e)

O-iluminado.jpgEm O iluminado, quando Jack Torrance consegue o emprego de zelador no velho hotel, todos os problemas da família parecem estar solucionados. Não mais o desemprego e as noites de bebedeiras. Não mais o sofrimento da esposa, Wendy. Tranquilidade e ar puro para o pequeno Danny livrar-se das convulsões que assustam a família. Só que o Overlook não é um hotel comum. O tempo esqueceu-se de enterrar velhos ódios e de cicatrizar antigas feridas, e espíritos malignos ainda residem nos corredores. O hotel é uma chaga aberta de ressentimento e desejo de vingança e somente os poderes de Danny podem fazer frente à disseminação do mal. Segundo as autoras, ler O iluminado pode ajudar você a se curar da bebedeira, afinal após acompanhar a transformação de Jack, você pensará duas vezes antes de abusar de bons drinques.

Livro do desassossego, de Fernando Pessoa (821.134.3-1 P475La)

Livro-do-desassossego-de-Fernando-Pessoa-209x300.jpgO narrador principal das centenas de fragmentos que compõem este livro é o ‘semi-heterônimo’ Bernardo Soares. Ajudante de guarda-livros na cidade de Lisboa, ele escreve sua ‘autobiografia sem factos’, sem encadeamento narrativo claro e sem uma noção de tempo definida. Ainda assim, foi nesta obra que Fernando Pessoa mais se aproximou do gênero romance. Na prosa metódica do livro, Pessoa criou um mundo; e nele faz fluir todas as suas perspectivas poéticas. De acordo com a experiência das autoras, esse romance deixa qualquer um num estado pré-sono perfeito em períodos de insônia, ao observar o ajudante de guarda-livros Bernardo Soares na sua vida incrivelmente monótona, mas cheia de sonhos.

Cem anos de solidão, de Gabriel García Márquez (821.134.2(861)-31 G216c)

Cem-Anos-de-Solidao_Gabriel-Garcia-Marquez.jpgO autor narra a incrível história da família Buendía, uma estirpe de solitários que habitam a mítica aldeia de Macondo “uma aldeia de vinte casas de barro e taquara”. A narrativa desenvolve-se em torno de todos os membros dessa família, com a particularidade de que todas as gerações foram acompanhadas por Úrsula, uma personagem centenária e uma matriarca das mais conhecidas da história da literatura latino-americana. Para as autoras, ao longo dos parágrafos, você vai se acostumar com a ideia de que a morte é natural e faz parte da trajetória de todos. Ajudando pessoas com medo de perda ou da morte.

O Grande Gatsby, de Francis Scott Fitzgerald ( 821.111(73)-31 F553g) 

o-grande-gatsby-200x300.jpgNa raiz do drama de O grande Gatsby, como nos outros livros de Fitzgerald, está o dinheiro. Mas o romantismo obsessivo de Gatsby com relação a Daisy se contrapõe ao materialismo do sonho americano, traduzido exclusivamente em riqueza. Aclamado pelos críticos desde a publicação, em 1925, O grande Gatsby é a obra-prima de Scott Fitzgerald, ícone da “geração perdida” e dos expatriados que foram para a Europa nos anos 1920. Para as autoras, os leitores poderão entender por meio da obra que ninguém nunca está satisfeito, não importa quanto dinheiro tenha na conta.  Com o tempo, nós percebemos que há coisas que o dinheiro não compra – trabalhando a sofrência na conta bancária.

Grande Sertão: Veredas, de João Guimarães Rosa (821.134.3(81)-31 R788g)

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Cansado da cidade? Então mergulhe na prosa do sertanejo Riobaldo. Na obra, Guimarães Rosa reinventa a língua e eleva o sertão ao contexto da literatura universal, compondo o cenário de uma narrativa lírica e épica, uma lição de luta e valorização do homem, que foi eleito um dos cem livros mais importantes de todos os tempos pelo Círculo do Livro da Noruega.

Fonte: Estante Virtual

Mapa literário: o escritor mais importante de cada Estado

Os livros nos apresentam a lugares que, mesmo quando reais, talvez nunca visitaremos, nos transportam para enredos que não podemos mudar e nos deixam íntimos de personagens cujos sotaques, hábitos, personalidades e aparências são adaptações de alguém, releituras de várias pessoas coladas em um determinado tempo e espaço.

É essa junção de elementos que faz a obra de Jorge Amado ser sinônimo de Bahia e a de Érico Veríssimo de Rio Grande do Sul, é isso que faz a literatura ser um dos mais importantes símbolos para a formação da identidade cultural de um lugar.

Pensando nisso, selecionamos os 26 autores mais representativos de cada estado brasileiro. Nossa seleção se baseou em número de prêmios ganhos, participações em Academia de Letras de suas respectivas federações, cobrança nos vestibulares locais, número de traduções para línguas estrangeiras e, é claro, se o autor é reconhecido por sintetizar a identidade de cada estado — não sendo determinante seu local de nascimento. – ah, e muitos deles estão disponíveis nas bibliotecas da UCS, só anotar o número de chamada e retirar!

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SUL
– Rio Grande do Sul: Érico Veríssimo (O Tempo e o Vento, 1949)    (821.134.3(816.5)-311.6 V517ta)

– Santa Catarina: Cruz e Sousa (Broquéis, 1893)                                              (821.134.3(81).09 S725c)

– Paraná: Dalton Trevisan (O Vampiro de Curitiba, 1965)                                  (821.134.3(81)-32 T814v)

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NORDESTE
– Paraíba: Ariano Suassuna (O Auto da Compadecida, 1955)                                (821.134.3(81)-2 S939a)

– Pernambuco: Clarice Lispector (A Hora da Estrela, 1977)                                    (821.134.3(81)-31 L771h)

– Rio Grande do Norte: Madalena Antunes (Oiteiro – Memórias de uma sinhá-moça, 1958)

– Bahia: Jorge Amado (Gabriela Cravo e Canela, 1958)                                           (821.134.3(81)-31 A481g)

– Sergipe: Vladimir Souza Carvalho ( Feijão de Cego, 2009)

– Ceará: Rachel de Queiroz (O Quinze, 1930)                                                            (821.134.3(81)-31 Q3q)

– Alagoas: Graciliano Ramos (Vidas Secas, 1938)                                                  (821.134.3(81)-31 R175v)

– Piauí: Carlos Castello Branco ( O Arco de Triunfo, 1959)

– Maranhão: Aluísio Azevedo (O Cortiço, 1890)                                                               (821.134.3(81)-31 A994cb)

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NORTE
– Pará: Olga Savary (Sumidouro, 1977)

– Amazonas: Milton Hatoum (Dois Irmãos, 2002)                                             (821.134.3(81)-31 H364d)

– Rondônia: Otávio Afonso (Cidade Morta, 1980)

– Tocantins: José Concesso (Meu Primeiro Picolé, 2004)

– Acre: Márcio Souza, (Galvez, Imperador do Acre, 1976)

– Amapá: Manoel Bispo Corrêa (Cristais das Horas, 1978)

– Roraima: Nenê Macaggi (Água Parada, 1933)

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SUDESTE
– São Paulo: Mário de Andrade (Macunaíma, 1928)                                          (821.134.3(81)-31 A553m)

– Rio de Janeiro: Machado de Assis (Memórias Póstumas de Brás Cubas, 1881) (821.134.3(81)-31 A848m)

– Minas Gerais: Guimarães Rosa (Grande Sertão Veredas, 1956)                (821.134.3(81)-31 R788g)

– Espírito Santo: Rubem Braga (50 Crônicas Escolhidas, 1951)

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CENTRO-OESTE
– Mato Grosso do Sul: Miguel Jorge (Veias e Vinhos, 1981)

– Mato Grosso: Manoel de Barros (Livro sobre Nada, 1996)                                   (821.134.3(81)-1 B277L)

– Goiás: Cora Coralina (Poemas dos Becos de Goiás e estórias mais, 1965)

– Distrito Federal: Renato Russo (Faroeste Caboclo, 1987)                                 (821.134.3(81)-1 C787p)

Fonte: Superinteressante  

10 Filmes baseados em livros que ganharam o Óscar

O Óscar é uma das premiações de maior prestígio dentro da indústria cinematográfica mundial. Porém, pouca gente sabe que muitas das histórias que emocionaram pessoas pelos cinemas de todo o mundo são adaptações de obras literárias.

Selecionamos os 10 filmes baseados em livros que ganharam estatuetas do Óscar e se consagraram eternamente como grandes clássicos do cinema mundial. Confira:

1. O Poderoso Chefão (821.111(73)-31 P994p)

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Este clássico do cinema, dirigido por Francis Ford Coppola, foi lançado em 1972 e indicado a nove categorias do Óscar de 1973: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator, Melhor Ator Coadjuvante, Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Mixagem de Som, Melhor Figurino, Melhor Edição e Melhor Trilha Sonora.

“O Poderoso Chefão” levou os prêmio de Melhor Filme, Melhor Ator (Marlon Brando) e Melhor Roteiro Adaptado.

O filme foi baseado na obra “O Poderoso Chefão” de Mario Puzo, lançado inicialmente em 1969.

2. A Lista de Schindler (821.111(94)-311.6 K33L)

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Dirigido por Steven Spielberg, “A Lista de Schindler” é um dos filmes mais emocionantes sobre o Holocausto.

Lançado em 1993, este filme norte-americano foi nomeado para doze categorias do Óscar de 1994.

Entre todas as indicações, “A Lista de Schindler” conquistou sete prêmios: Melhor Filme, Melhor Diretor (Steven Spielberg), Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Trilha Sonora Original, Melhor Montagem, Melhor Fotografia e Melhor Direção de Arte.

O roteiro do filme é baseado no romance Schindler’s Ark, do australiano Thomas Keneally, lançado inicialmente em 1982.

3. Um Estranho no Ninho (821.111(73)-31 K42e)

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Este filme é baseado no romance “One Flew Over The Cuckoo’s Nest” (“Um Estranho no Ninho”, na tradução para o Brasil), de Ken Kesey e lançado em 1962.

A versão cinematográfica foi dirigida por Miloš Forman e lançada em 1975.

No Óscar de 1976, o filme foi indicado para nove categorias, vencendo cinco: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator (Jack Nicholson), Melhor Atriz (Louise Fletcher) e Melhor Roteiro Adaptado.

4. Hamlet (821.111-2 S527h)

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A clássica peça de teatro escrita pelo icônico poeta e dramaturgo inglês William Shakespeare, entre 1599 e 1602, ganhou a sua primeira adaptação cinematográfica em 1948.

Com direção de Laurence Olivier, Hamlet foi indicado em sete categorias no Óscar de 1949.

Foi vencedor de quatro prêmios: Melhor Filme, Melhor Figurino – preto e branco, Melhor Direção de Arte – preto e branco e Melhor Ator (Laurence Olivier).

5. Onde os Fracos Não Têm Vez

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Com direção dos Irmãos Coen (Ethan Coen e Joel Coen), “Onde os Fracos Não Têm Vez”, lançado em 2007, foi inspirado na obra “No Country for Old Men”, de Cormac McCarthy.

Na premiação de 2008, este filme levou quatro estatuetas pelas categorias de: Melhor Filme, Melhor Direção, Melhor Ator Coadjuvante (Javier Bardem) e Melhor Roteiro Adaptado.

6. Dança com Lobos

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Baseado no livro “Dances With Wolves”, de autoria do norte-americano Michael Blake, “Dança com Lobos” foi um grande êxito, sendo indicado para doze categorias no Óscar de 1991.

Com direção de Kevin Costner, o filme venceu sete prêmios: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Fotografia, Melhor Montagem, Melhor Trilha Sonora, Melhores Efeitos Sonoros e Melhor Roteiro Adaptado.

7. O Paciente Inglês (821.111(71)-31 O58p) 

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“O Paciente Inglês”, com direção de Anthony Minghella, foi vencedor de nove prêmios no Óscar de 1997.

Este filme foi baseado na obra homônima (“The English Patient”), do canadense Michael Ondaatje.

Os prêmios conquistados foram: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Atriz Coadjuvante (Juliette Binoche), Melhor Direção de Arte, Melhor Fotografia, Melhor Figurino, Melhor Edição, Melhor Trilha Sonora de Drama e Melhor Mixagem de Som.

8. Grande Hotel (821.112.2-31 B347g) 

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Outro clássico imperdível para os admiradores da sétima arte! “Grande Hotel”, lançado em 1932 e com direção de Edmund Goulding foi o grande vencedor do Melhor Filme na entrega dos Óscars em 1932.

O filme é baseado no romance Menschen im Hotel (título original), publicado em 1929, e de autoria da escritora austríaca Vicki Baum.

9. O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei (821.111-312.9 T649s)

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Este é um dos filmes com maior número de indicações e prêmios recebidos na história da premiação do Óscar!

“O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei” é o terceiro e último filme da série “Senhor dos Anéis”. Com direção de Peter Jackson, este clássico da fantasia conquistou onze estatuetas na premiação de 2004!

Todos os filmes da série “O Senhor dos Anéis” foram baseados nos livros de J.R.R. Tolkien, premiado escritor inglês. O último livro desta série (O Retorno do Rei) foi inicialmente publicado em 1955.

No total, o filme foi indicado a 11 categorias, vencendo todas: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Roteiro Adaptado, Melhores Efeitos Visuais, Melhor Direção de Arte, Melhor Edição, Melhor Figurino, Melhor Maquiagem, Melhor Mixagem de Som, Melhor Trilha Sonora e Melhor Canção Original.

10. O Pianista

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A emocionante autobiografia do músico polaco Wladyslaw Szpilman foi a base para a criação deste filme, dirigido pela renomado Roman Polanski.

“O Pianista” foi indicado para sete categorias do Óscar 2003, vencendo como: Melhor Diretor (Roman Polanski), Melhor Ator (Adrien Brody) e Melhor Roteiro Adaptado.

As memórias de Szpilman foram inicialmente publicadas no livro “Morte de Uma Cidade” (Śmierć Miasta, título original).

Fonte: Pensador

13 escritores africanos que você precisa conhecer

286x429x4vs2lfCJxbZTOMRInwczzBGREICBhie7j81ZuH1JxoDBeDKN53IFwwvVNZ1VYwro2dVlmy8hWOpGFtaN.jpg.pagespeed.ic.atK2CaD6Ib (1).jpegA escritora nigeriana Chimamanda Ngozi Adiche  está entre os autores com livros mais vendidas, em 2017. O motivo é a sua obra “Para educar crianças feministas” : escrito no formato de uma carta da autora a uma amiga que acaba de se tornar mãe de uma menina, o livro traz conselhos simples e precisos de como oferecer uma formação igualitária a todas as crianças, o que se inicia pela justa distribuição de tarefas entre pais e mães. E é por isso que este breve manifesto pode ser lido igualmente por homens e mulheres, pais de meninas e meninos.

Confira abaixo, outras obras africanas e seus autores e surpreende com a qualidade de cada uma delas:

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Fonte: Galileu

7 histórias em quadrinhos baseadas em clássicos da literatura nacional

Versões ilustradas são mais uma chance de descobrir as narrativas de vários movimentos literários do Brasil. Com o trabalho de ilustradores e roteiristas, algumas editoras já lançaram histórias em quadrinhos e graphic novels baseadas nesses livros, desenhados em vários estilos e cheios de personalidade.

 

Auto da Barca do Inferno, Gil Vicente ( 821.134.3-2 V632a) 

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Na peça de Gil Vicente, os personagens podem ser recebidos em duas barcas: a do Inferno ou da Glória. A história acompanha o julgamento de cada um deles, incluindo um sapateiro rico, um frade corrupto e quatro cavaleiros. A adaptação de Laudo Ferreira saiu pela editora Peirópolis.

 

 

 

 

Dom Casmurro, Machado de Assis ( 821.134.3(81)-31 A848dc ) 

Versão da aclamada história de Bentinho e Capitu, amigos desde criança e mais tarde apaixonados — mas a possibilidade de uma dupla traição ameaça o casamento e abala a promessa de felicidade. Disponível em várias edições, com as das editoras Ática e Nemo.

Grande Sertão: Veredas, Guimarães Rosa (821.134.3(81)-31 R788g )

O narrador conta suas memórias de infância até o momento em que se torna um jagunço e se envolve com figuras como Zé Bebelo, que planeja pacificar o sertão. A graphic novel, publicada pelo selo Biblioteca Azul, recebeu o prêmio de segundo lugar no 57º Prêmio Jabuti, pela Câmara Brasileira do Livro. Roteiro de Eloar Guazzeli e ilustração de Rodrigo Rosa.

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Memórias de um Sargento de Milícias, Manuel Antônio de Almeida (821.134.3(81)-31 A447m)

O autor acompanha o malandro Leonardo em uma obra que aborda a vida das camadas pobres e médias e sua linguagem popular. Adaptação de Ivan Jaf e Rodrigo Rosa, pela editora Ática.

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O Cortiço, Aluísio Azevedo (821.134.3(81)-31 A994cb)

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Azevedo descreve a vida e os cenários de um cortiço carioca, com narrativa repleta de críticas sociais e maior representação do Naturalismo, movimento literário do século 19. Adaptação de Ivan Jaf e Rodrigo Rosa, também pela Ática.

Os Sertões, Euclides da Cunha ( 821.134.3(81)-31.09 A162e )
Releitura sobre a Guerra de Canudos, um momento emblemático na história do Brasil retratado pelo escritor e jornalista Euclides da Cunha. Com roteiro de Carlos Ferreira e desenhos de Rodrigo Rosa, saiu pela editora Desiderata.

Triste Fim de Policarpo Quaresma, Lima Barreto (821.134.3(81)-31 B273t)
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Sátira sobre os ideais positivistas e nacionalistas presentes durante a Primeira República, com as desilusões e desventuras de Policarpo Quaresma. Ilustrado por Edgar Vasques e com roteiro de Flávio Braga, também da editora Desiderata.

Fonte: Galileu

Conheça os livros mais emprestados do mês de março

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Nove livros que ajudam a superar traumas e problemas de saúde

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Você já deve ter ouvido esta frase: “Nada com um bom livro.”. Em momentos de  ansiedade, tristeza e até de luto, é comprovado cientificamente que a leitura pode ser um bom remédio para superar as dificuldades. Quem defende esta teoria são as escritoras britânicas Ella Berthoud e Susan Elderkin, a dupla acaba de publicar no Brasil a obra Farmácia Literária (Verus), que reúne dicas de leitura para aproximadamente 200 males e traumas. Confira nove deles e se gostar de algum, é só anotar o número de chamada (ao lado do título) e retirar em uma de nossas bibliotecas;

Beber demais

Leia: O Iluminado, Stephen King  (821.111(73)-312.4 K54i)

O cronista e alcoólatra Jack Torrance vai trabalhar como zelador no Overlook Hotel, que fica fechado durante o inverno. Torrance leva junto a esposa e o filho de 5 anos, que perderam totalmente a confiança nele após um acesso de fúria motivado pela embriaguez. O ambiente inóspito é perfeito para o surgimento de fantasmas do passado – no sentido literal e figurado. Acompanhar a transformação de Jack fará você pensar duas vezes antes de abusar dos drinques.

Ser baixinho

Leia: O Hobbit, de J.R.R. Tolkien  (821.111-312.9 T649h) 

Seu tamanho sempre incomodou? É alvo de piadas e brincadeiras imaturas sobre a estatura? Pois siga o exemplo do hobbit Bilbo Bolseiro, uma criatura pequena com pés grandes e peludos que saiu do conforto de seu lar para viver uma das maiores aventuras da Terra Média junto com anões, elfos, humanos e até um dragão. A obra, que serve de prenúncio para a trilogia O Senhor dos Anéis, comprova que nem todo herói precisa ser gigante: os centímetros a menos são uma vantagem enorme diante de algumas enrascadas.

Fadiga da cidade

Leia: Grande Sertão: Veredas, de João Guimarães Rosa  (821.134.3(81)-31 R788g)

Se o concreto, o trânsito e a correria estão destruindo seu ânimo, não há cura melhor do que mergulhar de cabeça na prosa intrincada do sertanejo Riobaldo. Ele narra histórias pelas quais passou em suas andanças pelo sertão mítico do Brasil. Há causos de amor e de ódio, de Deus e do Diabo, de jagunços contra capatazes… A peregrinação pelas veredas do mineiro Guimarães Rosa tornará o leitor mais sábio e pronto para enfrentar as dificuldades da vida e das metrópoles.

Sentir culpa

Leia: Crime e Castigo, de Fiódor Dostoiévski  (821.161.1-31 D724c)

Nada do que você fez chegará aos pés de Rodion Raskolnikov. Desempregado, o personagem decide assassinar uma velha senhora avarenta que lhe alugava um quarto. Como se não bastasse, ele é flagrado pela irmã da vítima e, para encobrir o crime, a mata também. Fica pior: outro homem assume a culpa pelo massacre. O remorso faz Raskolnikov perambular sem rumo por São Petersburgo, na Rússia. Só o suporte da companheira Sonia aliviará o peso de suas costas e trará a possibilidade de uma futura redenção.

Uso de drogas

Leia: Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley  (821.111-31 H986a)

No futuro concebido por Huxley, bebês são fabricados em incubadoras e a população está em constante entorpecimento por uma droga chamada “soma”. Todo mundo é obrigado a consumir 2 gramas da substância por dia, descrita como o cristianismo sem lágrimas, que provoca um estado de graça perene. O cenário muda quando John, selvagem que se encontra à margem da civilização, começa a questionar os valores dessa sociedade extremamente viciada.

Ficar sem dinheiro

Leia: O Grande Gatsby, de Francis Scott Fitzgerald (821.111(73)-31 F553g) 

Ninguém se satisfaz com o montante que possui na conta. Parece que sempre falta um pouco para pagar as dívidas ou concretizar o projeto de anos. Esse é o impasse que persegue o baladeiro James Gatz. Ele fez fortuna por métodos, digamos, não ortodoxos. Seu desejo é reconquistar o coração da bela Daisy. Para atrair a atenção da dama, dá festanças e gasta rios de dinheiro com superficialidades. Com o tempo, ele percebe que há coisas que a bufunfa não compra – e, na contramão, pode até mesmo corroer.

Falta de sono

Leia: Livro do Desassossego, de Fernando Pessoa  ( 821.134.3-1 P475La) 

Ella e Susan creem que esse volume tem a potência de um sonífero. Calma, elas não querem ofender o estilo do famoso poeta português. De acordo com sua experiência, esse romance sem enredo deixa qualquer um num estado pré-sono perfeito em períodos de insônia. Observe o ajudante de guarda-livros Bernardo Soares na sua vida incrivelmente monótona, mas cheia de sonhos. E não fique chateado se cochilar na leitura. Não há crise em continuar de onde parou outro dia…

Vício em internet

Leia: A cidade e as serras, de Eça de Queirós  (821.134.3-32 Q3c)

O brasileiro olha para o celular 75 vezes a cada 24 horas. Em meio à avalanche de notificações, é complicado largar o virtual para aproveitar o real. O remédio é conhecer Jacinto, que mora na Paris borbulhante do século 19 e é um admirador das tecnologias. Tudo se altera quando descobre que uma tempestade devastou a cidade portuguesa de seus antepassados. Ele volta para casa e ama a rotina do campo. Nada se compara ao cenário bucólico para amansar os corações high-tech.

Medo da morte

Leia: Cem anos de solidão, de Gabriel García Márquez  ( 821.134.2(861)-31 G216c) 

A consciência de que um dia não estaremos mais aqui é o que nos separa dos animais irracionais. Se essa noção gera ansiedade e atrapalha o cotidiano, uma boa medida é ler (e reler) o clássico de Gabriel García Márquez. A obra segue a história da família Buendía, que habita Macondo, “uma aldeia de vinte casas de barro e taquara”. Os acontecimentos se repetem em ciclo dentro de um século. Ao longo dos parágrafos, você vai se acostumar com a ideia de que a morte é natural e faz parte da trajetória de todos.

Fonte: Saúde 

Texto – Adaptação: Pedro Rosano

Por que fazemos o que fazemos e a busca por motivação

É fácil dizer que a vida adulta é difícil. Tentar torná-la mais agradável, buscar um equilíbrio saudável entre obrigação e satisfação, dever e prazer, esse é o ponto. O ponto em que dificilmente conseguimos chegar, porque nos apegamos às nossas desculpas. Temos contas a pagar, tarefas a cumprir, pessoas com quem nos relacionar, e administrar tudo isso é difícil, sim, porém necessário. Todos têm problemas, frustrações, sentimentos negativos, fases ruins. O que faz diferença é o modo como lidamos com todas essas questões. Afinal, por que fazemos o que fazemos? Esse é o título e o mote do livro recente de Mario Sergio Cortella, professor, filósofo e comunicador.

8195vftI5IL A obra gira em torno dos diferentes desafios e paradigmas encontrados sobretudo no mercado de trabalho, mas também fazendo reflexões sobre os relacionamentos, objetivos desejos. Cortella desenvolve o livro fazendo referência a Marx, Hegel, Durkheim, dentre outros filósofos, explorando diferentes pontos de vista, facilitando a indagação e o diálogo com o leitor. Além disso, o autor comenta a modificação da mentalidade de “carreira”, do encontro entre as novas e velhas gerações no mercado de trabalho e guia o leitor com vieses para tornar a vida menos monótona e mais agradável e interessante.

Sentiu vontade de ler? O Sistema de Bibliotecas da Universidade de Caxias do Sul conta com o exemplar desta obra. É só anotar o número de chamada (658.310.13 C827p 2016), vir até a biblioteca e retirar o seu!

Fonte: Homo Literatus 

Texto-Adaptação: Pedro Rosano

 

Livro infantil sobre mulheres que fizeram história chega ao Brasil

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Acaba de chegar ao Brasil a tradução de um livro que tem feito sucesso no exterior. Com título grande e importância maior ainda, a obra “Histórias de ninar para garotas rebeldes – 100 fábulas sobre mulheres extraordinárias” é uma verdadeira aula aos pequenos leitores.

Por meio de exemplos de mulheres reais, o livro ajuda a quebrar os estereótipos de gênero e ensina que as garotas podem sonhar e se tornar tudo o que quiserem. É uma leitura inspiradora e essencial durante a infância.

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A cada página, a criança é apresentada a uma mulher diferente, que fez história e mudou o mundo à sua maneira. O texto é fluido, agradável e instigante – não dá vontade de parar. Para as menores, entre 5 e 6 anos, a leitura compartilhada com um adulto é o ideal. Depois dos 7, o leitor já tem condições de seguir sozinho.

cora_coralina.jpgO livro reúne cem personalidades de todo o mundo, de diversas áreas de atuação – das ciências às artes, passando pelos esportes e pela política. Os textos revelam a data de nascimento (e de morte, se elas já se foram) e trazem um pequeno resumo com as principais realizações de suas vidas. Cada história vem acompanhada de um belo retrato. As ilustrações foram feitas por 60 artistas de diferentes nacionalidades.

Fonte: Livros e Pessoas

 

Companhia das Letras publicará livros de Barack e Michelle Obama no Brasil

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O Grupo Companhia das Letras confirmou que irá publicar no Brasil os livros do ex-presidente dos Estados Unidos Barack Obama e sua mulher, Michelle. No fim de fevereiro, o casal assinou um acordo editorial de valor recorde com a Penguin Random House, que prevê um livro de cada um. De acordo com o jornal “Financial Times”, a editora ofereceu mais de US$ 60 milhões ao ex-presidente e à ex-primeira-dama dos Estados Unidos. A casa não confirmou os valores.

Se esse valor for confirmado, será um dos contratos mais lucrativos da história. O antecessor de Barack Obama na Casa Branca, George W. Bush, recebeu cerca de US$ 10 milhões por suas memórias, segundo vários veículos. Antes dele, o ex-presidente Bill Clinton levou US$ 15 milhões pela autobiografia “Minha vida”.

Os livros já tem lançamento previsto no Reino Unido, na Austrália, na Índia, na Irlanda, na Nova Zelândia e na África do Sul. Além dessas edições em inglês, as obras do casal também serão traduzidas para o espanhol, o português e o catalão -além do Brasil, Espanha, Chile, Argentina, México, Peru, Uruguai e Portugal já preveem a publicação.

O casal já publicou outros livros anteriormente. Barack Obama já lançou: “A origem dos meus sonhos” (“Dreams from my father”, 1995) e “A audácia da esperança” (“The audacity of hope”, 2006). Cada um vendeu mais de 3 milhões de exemplares apenas nos Estados Unidos.

Mesmo antes da publicação de seu próximo livro, o sucesso de suas primeiras duas obras já garantem a Obama o posto de personagem político americano com melhor desempenho eleitoral. Michelle Obama, por sua vez, publicou em 2012 “American grown”, um livro sobre jardinagem e alimentação.

Fonte: Diário de Pernambuco

Grandes mulheres na literatura

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A cada ano, as mulheres vem conquistando ainda mais espaço no meio literário. Apesar de ainda serem a minoria entre os escritores, livros escritos por mulheres são mais lidos do que obras escritas por homens, cada vez mais consolidando o destaque e a importante influência feminina no mundo da literatura. Hoje, no dia Internacional da Mulher, trouxemos algumas célebres autoras da história, evidente nem todas estão contempladas abaixo, porém sintam-se todas as mulheres homenageadas nesta data, que reforça a igualdade necessária em todos os meios e sobretudo o respeito, com quem quer que seja.

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Agatha Christie – Ainda que seus pais tenham feito de tudo para que ela seguisse carreira de cantora lírica ou pianista, Agatha Christie preferia os contos. Seus mais de 90 livros publicados, e traduzidos em todo o mundo, fizeram dela a Rainha do Crime e maior escritora de romances policiais de todos os tempos. Além dos consagrados contos e romances de mistério, Agatha ainda publicou seis romances românticos sob o pseudônimo de Mary Westmacott.

 

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Clarice Lispector – Nascida na Ucrânia, mas assumidamente brasileira, Clarice Lispector inaugurou a prosa introspectiva no Brasil. Seus textos são narrados de forma intimista e as impressões e sentimentos dos personagens assumem o primeiro plano. A ausência de linearidade em sua narrativa é justificada pelo predomínio do tempo psicológico.

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Nora Roberts – Foi a primeira mulher a figurar na Galeria da Fama dos Escritores Românticos dos Estados Unidos. Escreveu mais de 200 best-sellers e, em 2004, mais de 120 obras de sua autoria figuravam na lista de mais vendidos do New York Times. De escrita insaciável, produziu diversos livros, alguns sob autoria de pseudônimos, que foram traduzidos e editados em todo o mundo.

 

 

 

 

 

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Virgínia Woolf – Escritora britânica conhecida como a “Proust Inglesa”, Virgínia escreveu alguns romances e ensaios pioneiros sobre literatura. Considerada ícone do modernismo, a escritora britânica inovou ao expor em sua narrativa o fluxo de consciência de seus personagens.

 

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Cecília Meireles – Professora primária, poeta e uma das primeiras vozes femininas de grande expressão na literatura brasileira. Cecília ganhou vários prêmios por seus livros. Fortemente influenciados pelo simbolismo, seus poemas são marcados pela musicalidade e impressões sensoriais. Sua poesia intimista também revela desencantos e traz reflexões acerca de temas que retratam a vida, o amor e o tempo.

 

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J. K. Rowling – Famosa autora britânica que deu vida ao bruxinho Harry Potter. Teve uma vida conturbada até conquistar o sucesso e vender mais de 400 milhões de cópias com suas 10 obras referentes ao personagem. No início da carreira, Rowling se dedicou à literatura infanto-juvenil, o que lhe rendeu o Prêmio Hans Christian Andersen de literatura, em 2010. Em suas obras, Rowling é conhecida pela criação de cenários fantásticos, personagens inusitados que exploram a magia e as relações de amizade.

 

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Rachel de Queiroz – Escritora brasileira e primeira mulher a ingressar na Academia Brasileira de Letras (1977), onde vinte anos antes recebia o Prêmio Machado de Assis pelo conjunto de sua obra. Em suas narrativas, Rachel trata de temas sociais e expõe, de forma dramática, a realidade e as lutas do povo nordestino contra a miséria e a seca.

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Carolina Maria de Jesus – foi uma mulher negra e brasileira que teve um de seus livros traduzido para 13 idiomas. Sua obra mais conhecida é “O quarto de despejo”, um livro que é um diário que conta o cotidiano e as reflexões dela como mulher pobre e negra vivendo nos anos 50 numa cidade grande. Outras obras: “Pedaços da Fome” e “Casa de Alvenaria”.

 

Fonte: Zupi.com

Texto – Adaptação: Pedro Rosano