#desafiobiblioucs: o livro que originou o filme A Rede Social

Bookface-instaConfira a dica de leitura para o Desafio Literário deste mês:

“Para uns, Bilionários por acaso é a empolgante história de um nerd e de um mauricinho que procuravam impressionar as meninas da universidade – e que resultou na criação do Facebook. Para outros, é uma fábula sobre a vontade de vencer a inocência perdida. Foi parar nos cinemas, com o filme A Rede Social, e prossegue nos tribunais da justiça dos Estados Unidos.

Protagonizada pelo brasileiro Eduardo Saverin e pelo americano Mark Zuckerberg, amigos que sobreviviam naquele ambiente repleto de alunos brilhantes de famílias supertradicionais, mostra a trajetória da rede social criada em um alojamento estudantil que se tornou uma das mais poderosas empresas do mundo.”

 

 

 

 

 

Está procurando novas leituras? Confira a lista dos livros recém-chegados ao nosso acervo

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  • A guerra dos tronos, George Raymond Richard Martin
  • A mulher na janela, A. J. Finn
  • Amor, otário amor: histórias da vida a 2.0, Léo Luz
  • Amor para corajosos, Luiz Felipe Pondé
  • Antes da tempestade, Dinah Jefferies
  • Antifrágil: coisas que se beneficiam com o caos, Nassim Nicholas Taleb
  • Ao pôr do sol, Nora Roberts
  • Belas adormecidas, Stephen King e Owen King
  • Briga de cachorro grande: como a Apple e o Google foram à guerra e começaram uma revolução, Fred Vogelstein
  • Cidade de vidro, Cassandra Clare
  • Corte de asas e ruína, Sarah J. Maas
  • Corte de espinhos e rosas, Sarah J. Maas
  • Corte de névoa e fúria, Sarah J. Maas
  • Deuses americanos, Neil Gaiman
  • Espiritualidade para corajosos, Luiz Felipe Pondé
  • Flor da pele: a aventura que salvou a humanidade de uma epidemia fatal, Javier Moro
  • Mais lindo que a lua, Julia Quinn
  • Mulheres sem nome, Martha Hall. Kelly
  • O colecionador de memórias, Cecelia Ahern
  • O milagre da manhã: o degredo para transformar sua vida (antes das 8 horas), Hal Austin Elrod
  • O trem dos órfãos, Christina Baker Kline
  • O tubarão de 12 milhões de dólares: a curiosa economia da arte contemporânea, Don Thompson
  • Os pilares da terra, Ken Follett
  • Outsider, Stephen King
  • Tu eu? eu tu: romance, Iracema Soares de Lima
  • Um sedutor sem coração, Lisa Kleypas

Dia dos Pais na literatura

feliz-dia-dos-paisHoje é o Dia dos Pais e preparamos uma seleção especial de livros com boas e emocionantes histórias sobre paternidade. Escolha a sua preferida!

O Papai é Pop, Marcos Piangers
Então, você vai ser pai. Você sabe que precisa comprar uma casa maior. Tem que ter mais espaço pra criança. Tem que ter mais um quarto no apartamento. Tem que ter um berço novo. Então você sabe que tem que trocar de carro, com seis airbags, no mínimo, ar-condicionado de fábrica. O que o humorista Marcos Piangers descobriu ao ser pai jovem é que essas preocupações não fazem diferença nenhuma. No fundo, o que importa mesmo, como os textos divertidos e emocionantes de O Papai é Pop mostram, é você estar com seus filhos, não pensando em outra coisa, mas estar lá. De verdade.

Número de chamada:821.134.3(816.5)-94 P581p 2015

O Filho Eterno, Cristóvão Tezza
Neste romance autobiográfico, o autor expõe as dificuldades e saborosas vitórias de criar um filho com Síndrome de Down. Cristóvão Tezza narra como reordenou sua própria vida a partir dos obstáculos enfrentados com seu filho Felipe. O Filho Eterno foi um dos livros mais premiados em 2008 no Brasil.

Número de chamada: 821.134.3(81)-31 T355f 10.ed.

Quase Memória, Carlos Heitor Cony
Através da experiência de vida do próprio escritor, o livro retrata a relação entre pai e filho. A história se passa no Rio de Janeiro nas décadas de 40 e 50 quando o autor recebe um embrulho na recepção de um hotel. A letra no envelope é do pai do escritor já falecido há dez anos. O objeto inesperado desencadeia, então, lembranças da infância e sentimentos contraditórios em relação à figura paterna. Quase memória é ganhador dos prêmios Jabuti de melhor romance e de livro do ano (1996).

Número de chamada:821.134.3(81)-31 C768q 27.ed.

O Clube do Filme, David Gilmour
Relato real da vida do autor e crítico de cinema canadense David Gilmour. Ao ver seu filho, de 15 anos, reprovado, Gilmour faz uma proposta: ele pode largar a escola desde que assista a três filmes por semana com o pai. As sessões passam, então, a manter constante o diálogo entre os dois e ajudam na recuperação e formação de um jovem “perdido” nas angústias de sua adolescência. Nas próprias palavras de Gilmour, a obra é um relato sincero sobre como é difícil crescer.

Número de chamada: 821.111(71)-31 G488c 2009

O Livro do Papai: Como Sobreviver ao Seu Bebê, Hélio de La Peña
De forma prática e divertida, o livro dá dicas valiosas para quem vai encarar os desafios da paternidade. O humorista Hélio de La Peña fala sobre os medos e inseguranças comuns a todos os homens – antes e depois do nascimento do bebê. A obra aborda os desafios e peripécias de ser pai: a troca de fraldas, os choros, os momentos de insônia, os desejos maternos exóticos, as visitas ao cursinho para pais e a tão esperada hora do parto.

Número de chamada: 821.134.3(81)-7 P397L 2003

Fonte: Estante Virtual

Jorge Amado: das páginas para as telas

jorge-amado-imagem-postPara celebrar o aniversário do escritor Jorge Amado, separamos cinco obras que foram adaptadas para o cinema. Aproveite as sugestões e participe do #desafiobiblioucs deste mês!

Dona Flor e seus Dois Maridos
Dona Flor é casada com Vadinho, boêmio beberrão e apostador que a satisfaz na cama. Quando o marido morre, Flor passa a ser cortejada por outro homem, o pacato farmacêutico Teodoro que, apesar de ser uma boa pessoa, é um tanto conservador e não tão apimentado entre os lençóis. É aí que Vadinho resolve aparecer de novo, em forma de espírito, para satisfazer sua viúva, deixando-a num dilema: a quem amar? O espírito de Vadinho ou o dedicado Teodoro? O cineasta Bruno Barreto adaptou o livro para as telas em 1976 e em 2017 a história ganhou uma nova versão do diretor Pedro Vasconcelos.

Gabriela: Cravo e Canela
Gabriela é parte de um grupo de retirantes que se muda para Ilhéus, na Bahia, em busca de novas oportunidades de vida. Ela é encontrada nas ruas por Nacib Saad, que logo se apaixona pela menina, tão jovial e sensual quanto ingênua. Só que, após o casamento, a relação dos dois começa a esfriar. Não pela falta de paixão, mas por conta de toda a sociedade ao redor. Em 1983, o diretor Bruno Barreto adaptou o livro para os cinemas.

Tieta do Agreste
Tieta acabou de perder o marido abastado e volta para sua pequena cidade natal com a enteada, Leonora. Cheia da grana e charme, a influente viúva faz de sua chegada um acontecimento e movimenta a vida pacata dos habitantes. O filme lançado em 1996 é dirigido por Carlos Diegues.

A Morte e a Morte de Quincas Berro d’Água
Lançado em 1959, o romance foi ganhando status de clássico, principalmente pelos personagens carismáticos e pelo inusitado de sua trama, que, mesmo apelando para o realismo fantástico, conseguiu retratar com precisão uma parcela significativa do povo da Bahia. A história do defunto que não é deixado em paz pelos melhores amigos e levado para uma última noite de festa, mulheres e bebedeira em uma Salvador triste por sua partida, foi levada às telas pelo baiano Sérgio Machado, em 2010.

Capitães da Areia
Verdadeiro romance de formação, o livro nos torna íntimos de suas pequenas criaturas, cada uma delas com suas carências e suas ambições: do líder Pedro Bala ao religioso Pirulito, do ressentido e cruel Sem-Pernas ao aprendiz de cafetão Gato, do sensato Professor ao rústico sertanejo Volta Seca. Os jovens órfãos crescem circulando pelas ruas de uma Salvador bem diferente da presente em cartazes de empresas de turismo. Um dos livros mais sensíveis de Jorge Amado, ganhou as telas pelas mãos da neta do autor, Cecília Amado, em 2011.

Fontes: Papo de cinema e Companhia das Letras

Desafio Literário de agosto: um livro que virou filme!

desafio-agosto-faceDas páginas para a tela, vários livros já ganharam uma nova versão nos cinemas. Pensando nisso, o Desafio Literário das Bibliotecas UCS deste mês é ler um livro que virou filme!

Se você está procurando sugestões, separamos alguns livros que fazem parte do nosso acervo:

  • Como eu era antes de você – Jojo Moyes

Número de chamada:  821.111-31 M938c 2013

  • A teoria de tudo: a extraordinária história de Jane e Stephen Hawking – Jane Hawking

Número de chamada:  821.111-94 H392t 2014

  • O orfanato da srta. Peregrine para crianças peculiares – Ransom Riggs

Número de chamada:  821.111(73)-312.9 R569o 2.ed.

  • A menina que roubava livros – Markus Zusak

Número de chamada: 821.111(94)-31 Z96ma 3.ed.

  • A garota no trem – Paula Hawkins

Número de chamada:  821.111-312.4 H394g 6.ed.

  • Aniquilação – Jeff Vandermeer

Número de chamada: 821.111(73)-311.9 V237c 1.ed.

  • O silêncio dos inocentes – Thomas A. Harris

Número de chamada: 821.111(73)-312.4 H316s 12.ed.

  • Trainspotting: romance – Irvine Welsh

Número de chamada: 821.111-31 W461t 2004

  • Orgulho e preconceito – Jane Austen

Número de chamada: 821.111-31 A933o 2011

  • Precisamos falar sobre Kevin – Lionel Shriver

Número de chamada: 821.111(73)-31 S561p 2007

  • Clube da luta – Chuck Palahniuk

Número de chamada: 821.111(73)-31 P153ca 2012

  • Doze anos de escravidão – Solomon Northup

Número de chamada: 821.111(73)-94 N878d 2014

  • Garota exemplar – Gillian Flynn

Número de chamada: 821.111(73)-312.4 F648g 2013

Você encontra mais sugestões nas Bibliotecas UCS. Compartilhe a sua experiência nas redes sociais através da hashtag #desafiobiblioucs

Deuses Americanos: nova edição preferida do autor!

deuses-americanos“Deuses Americanos é, na verdade, uma história sobre a alma dos Estados Unidos. Sobre o que as pessoas levaram para lá; sobre o que acharam lá quando chegaram; e sobre as coisas que ficaram adormecidas debaixo de tudo isso.” Neil Gaiman

Em 1992, Neil Gaiman deixava a Inglaterra, sua terra natal, e se mudava para os Estados Unidos. Tendo consumido ao longo da vida séries, livros e filmes que exaltavam a cultura americana, o autor acreditava que a adaptação ao novo lar seria tranquila. Mas, ao chegar, Gaiman finalmente pôde conhecer o país a fundo.

Misturando suas experiências com diversas referências mitológicas, o autor captou a essência americana em um livro, lançado originalmente em 2001 e que se tornaria uma de suas obras mais importantes: Deuses americanos. E esta nova edição, preferida do autor, apresenta capítulos revistos e ampliados, artigos, uma entrevista com Gaiman e um inspirado texto de introdução. O livro já está disponível nas Bibliotecas UCS e é a nossa indicação para o Desafio Literário do mês de julho!

Fonte: Intrínseca

Americanah: dica de leitura de Barack Obama para as férias

americanahAmericanah, da nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie, foi vencedor do National Book Critics Circle Award e foi eleito um dos 10 melhores livros de 2013 pela NYT Book Review. A autora parte de uma história de amor arrebatadora para debater questões prementes e universais como imigração, preconceito racial e desigualdade de gênero. Bem-humorado, sagaz e implacável, conjugando o melhor dos grandes romances e da crítica social, Americanah é um épico da contemporaneidade.

Essa obra-prima premiada é uma das sugestões de leitura de Barack Obama. Em viagem para o Quênia e para a África do Sul, o ex-presidente dos EUA aproveitou para fazer uma lista de férias com seis livros de autores africanos ou sobre a África. A lista foi publicada em um post do Facebook de Obama. “De uma das grandes escritoras contemporâneas do mundo vem a história de dois nigerianos a caminho dos EUA e do Reino Unido, levantando questões universais sobre a raça e o sentimento de pertencimento, a experiência no estrangeiro para a diáspora africana e a busca de identidade e de um lar”, comenta Obama.

E se você precisa de mais um incentivo para começar essa leitura, Americanah é um dos livros indicados para o Desafio Literário deste mês!

Fonte: Diário de Notícias

Dica de leitura com cheirinho de livro novo!

outsiderA nossa dica de leitura para o Desafio Literário deste mês vem com cheirinho de livro novo! Outsider, o novo livro de Stephen King, já está disponível nas Bibliotecas UCS.

Preparado para uma das histórias mais perturbadoras de Stephen King dos últimos tempos? O corpo de um menino de onze anos é encontrado abandonado no parque de Flint City, brutalmente assassinado. Testemunhas e impressões digitais apontam o criminoso como uma das figuras mais conhecidas da cidade — Terry Maitland, treinador da Liga Infantil de beisebol, professor de inglês, casado e pai de duas filhas. O detetive Ralph Anderson não hesita em ordenar uma prisão rápida e bastante pública, fazendo com que em pouco tempo toda a cidade saiba que o Treinador T é o principal suspeito do crime. Maitland tem um álibi, mas Anderson e o promotor público logo têm amostras de DNA para corroborar a acusação. O caso parece resolvido. Mas conforme a investigação se desenrola, a história se transforma em uma montanha-russa, cheia de tensão e suspense. Terry Maitland parece ser uma boa pessoa, mas será que isso não passa de uma máscara? A aterrorizante resposta é o que faz desta uma das histórias mais perturbadoras de Stephen King.

“Uma história envolvente que mexe com todos os nossos medos… Para os fãs dos livros antigos de King, como It: a Coisa.” — Kirkus Reviews

Fonte: Companhia das Letras

No centenário de Nelson Mandela, leia um trecho da autobiografia “Um longo caminho para a liberdade”

mandelaEm homenagem ao centenário de Nelson Mandela, separamos um trecho da autobiografia “Um longo caminho para a liberdade”:

“Na vida, todo homem tem obrigações gêmeas: com a família, com os pais, com a esposa e os filhos; e também tem obrigações com o povo, com a comunidade e com o país. Numa sociedade humana e civilizada, cada homem é capaz de cumprir essas obrigações de acordo com as próprias tendências e capacidades. Mas num país como a África do Sul era quase impossível um homem de minha cor e com minha origem cumprir os dois tipos de obrigações. Na África do Sul, um homem negro que tentasse cumprir seu dever para com o próprio povo era inevitavelmente arrancado da família e de casa e obrigado a levar uma vida à parte, uma existência obscura de clandestinidade e rebelião. No começo eu não optei por colocar o povo acima da família, mas quando tentei servir a meu povo verifiquei que estava impedindo de cumprir as obrigações de filho, irmão, pai e marido.

Dessa forma, meu compromisso com meu povo, com os milhões de sul-africanos que eu jamais viria a conhecer nem a encontrar, era à custa das pessoas que eu mais conhecia e que amava acima de tudo. Era simples assim e no entanto incompreensível como quando uma criança pequena pergunta ao pai: ‘Por que você não pode ficar conosco?’ E o pai tem de proferir as palavras terríveis: ‘Há outras crianças como você, muitas, muitas delas…’ e a voz da gente fica embargada.”

O livro também é uma das sugestões de leitura de Barack Obama. Em viagem para o Quênia e para a África do Sul, o ex-presidente dos EUA aproveitou para fazer uma lista de férias de verão com seis livros de autores africanos ou sobre a África. A lista foi publicada em um post do Facebook de Obama.

Sobre o livro, Obama comenta: “A vida de Mandela foi uma das histórias épicas do século XX. Este definitivo livro de memórias traça o arco da sua vida a partir de uma pequena aldeia até aos seus anos de revolucionário, a sua longa prisão e, finalmente, sua ascensão a presidente unificador, líder e ícone global. Leitura essencial para quem quer entender a história – e depois mudá-la.”

Fonte: Diário de Notícias

Croácia x França: quem será o vencedor da última partida literária?

A escritora croata Slavenka Drakulic e o escritor francês Michel Houellebecq são os representantes da última partida literária:

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Slavenka Drakulic

É uma respeitada jornalista e comentadora cultural croata. Foi membro fundador da comissão executiva da primeira rede de associações de mulheres da Europa de Leste, integra os conselhos consultivos do IV Congresso Internacional e Interdisciplinar sobre a Mulher e da revista Ms., e recebeu uma bolsa literária Fulbright.

Nos anos 1990, o desmembramento da Jugoslávia provocou conflitos tão cruéis e brutais que poucos julgavam voltar a ser possíveis na Europa. Voltaram a crimes de guerra, tendo as Nações Unidas deliberado constituir um tribunal penal internacional, TPI, em Haia, na Holanda. Foi para tentar compreender o que se havia passado na região em que nasceu, os Balcãs, que a aclamada romancista e jornalista croata Slavenka Drakulic acompanhou os julgamentos de alguns dos criminosos de guerra. O livro Não Faziam Mal a uma Mosca – Como os Homens Banais Podem ser Criminosos de Guerra traz, apesar de todos os horrores, uma esperança: a de que a justiça dê às gerações futuras a oportunidade de escaparem à sombras do passado. As Bibliotecas UCS não possuem obras da autora.

Michel Houellebecq

É romancista, poeta e ensaísta. É um dos autores mais importantes da literatura francesa contemporânea.

França, 2022. Depois de um segundo turno acirrado, as eleições presidenciais são vencidas por Mohammed Ben Abbes, o candidato da chamada Fraternidade Muçulmana. Carismático e conciliador, Ben Abbes agrupa uma frente democrática ampla. Mas as mudanças sociais, no início imperceptíveis, aos poucos se tornam dramáticas. François é um acadêmico solitário e desencantado, que espera da vida apenas um pouco de uniformidade. Tomado de surpresa pelo regime islâmico, ele se vê obrigado a lidar com essa nova realidade, cujas consequências – ao contrário do que ele poderia esperar – não serão necessariamente desastrosas. Submissão é uma sátira precisa, devastadora, sobre os valores da nossa própria sociedade. É um dos livros mais impactantes da literatura atual.

Fontes: Wook e Companhia das Letras

 

Na disputa pelo terceiro lugar, descubra os escritores de Bélgica e Inglaterra

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Pierre Mertens

É um escritor belga de expressão francesa. Atualmente faz parte da Academia Belga de Letras.

As duas vidas de Gottfried Benn conta a história do poeta alemão Gottfried Benn. A história começa em um festival literário, mas se desenrola em outros acontecimentos da vida do poeta. Médico e homem de duas guerras mundiais, Mertens retrata outras faces deste homem complexo e relembra a ocupação da Bélgica na Primeira Guerra Mundial.

Ian McEwan

O escritor nasceu na Inglaterra, em 1948. É um dos ficcionistas mais importantes de sua geração. Seus livros já lhe renderam uma série de prêmios literários, entre eles o Man Booker Prize e o Whitbread Award.

Em sua aparente simplicidade, Enclausurado é uma amostra sintética e divertida do impressionante domínio narrativo de McEwan, um dos maiores escritores da atualidade. O narrador deste livro é nada menos do que um feto. Enclausurado na barriga da mãe, ele escuta os planos da progenitora para, em conluio com seu amante – que é também tio do bebê -, assassinar o marido. Apesar do eco evidente nas tragédias de Shakespeare, este livro de McEwan é uma joia do humor e da narrativa fantástica.

Fonte: Companhia das Letras e Modern Novel

13 livros para o Dia do Rock!

rock-2Hoje é o Dia Mundial do Rock! Se você curte esse estilo musical, descubra mais sobre os astros do rock’n’roll nas Bibliotecas UCS!

  • As cartas de John Lennon – Hunter Davies (Org.)

Número de chamada: 929LENNON L567 2012

  • Can’t buy me love: os Beatles, a Grã-Bretanha e os Estados Unidos – Jonathan Gould

Número de chamada: 78BEATLES G697c 2010

  • Clapton: a autobiografia – Eric Clapton

Número de chamada: 78CLAPTON C589c 2007

  • Clapton: a história ilustrada definitiva – Chris Welch

Número de chamada: 78CLAPTON W439c 2012

  • Elvis por ele mesmo – Marcelo Eduardo Lemos Costa; J. C. Bruno

Número de chamada: 929PRESLEY P934e 1989

  • Guia politicamente incorreto dos anos 80 pelo rock – Lobão

Número de chamada: 78.036(81) L796g 2017

  • Heavier than heaven= Mais pesado que o céu – Charles R. Cross

Número de chamada: 78COBAIN C951h 2002 – Campus 8

  • Led Zeppelin: quando os gigantes caminhavam sobre a Terra – Mick Wall

Número de chamada: 78LED ZEPPELIN W187L 2009

  • Queen nos bastidores: minha vida com a maior banda de rock do século XX – Peter Hince

Número de chamada: 78QUEEN H659q 2012

  • Renato Russo: o filho da revolução – Carlos Marcelo

Número de chamada: 78RUSSO M314r 2009

  • Rita Lee: uma autobiografia – Rita Lee

Número de chamada: 929LEE L479r 2016

  • This is a call: a vida e a música de Dave Grohl – Paul Brannigan

Número de chamada:  78GROHL B821t 2012

  • Vida – Keith Richards; James Fox

Número de chamada: 78RICHARDS R516v 2010

 

 

 

 

 

 

Veja as escritoras escaladas para o jogo da Croácia e da Inglaterra

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Dubravka Ugresic

É uma escritora croata. Seus romances e coleções de contos brincam de forma pós-moderna sofisticada e despreocupada com o conceito tradicional do romance.

Espantosamente original, Baba Yaga Pôs Um Ovo pega num mito tradicional e refresca-o. O resultado é uma extraordinária meditação sobre a feminilidade, a velhice, a identidade, os segredos e o amor. Pleno de sabedoria, compreensão e perspicácia, é um triunfo da narrativa. As Bibliotecas UCS não possuem obras da autora.

J. K. Rowling

A escritora britânica tornou-se uma escritora de sucesso através das façanhas de seu personagem mais famoso e querido do público, Harry Potter.

Sob o pseudônimo Robert Galbraith, J.K. Rowling mergulha no universo das tramas policiais e apresenta um personagem que tem tudo para atrair os fãs do gênero: o detetive particular Cormoran Strike. No livro O Chamado do Cuco, o primeiro de uma série, Strike investiga a morte da modelo Lula Landry, conhecida entre os amigos como Cuco. Enquanto a polícia considera o caso como suicídio, o irmão da jovem insiste em que ela não teria motivos para tirar a própria vida.

Fonte: Skoob, Rocco e Livraria Cultura

Conheça as histórias de detetive de França e Bélgica

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Maurice Leblanc

Autor francês de histórias de detetive e aventuras, foi criador do famoso personagem de Arsène Lupin.

No livro Arsène Lupin – Ladrão de Casaca – a alta sociedade francesa diverte-se a bordo do transatlântico Provence, quando chega a notícia: Arsène Lupin, o ladrão impossível­ de se capturar, viaja disfarçado entre os passageiros. Eis a chance de o Inspetor Ganimard prender o homem capaz­ de realizar crimes perfeitos e fugas espetaculares. Conto de estreia deste ícone da literatura policial, “A detenção de Arsène­ Lupin”, de 1905, é a primeira das nove aventuras aqui reunidas, revelando um criminoso galante e sedutor, guiado pelo prazer do desafio. Um anti-herói que se dá até ao luxo de ajudar a polícia em casos difíceis. Conheça um oponente à altura de Sherlock Holmes – ou “Herlock Sholmes”, na versão de Maurice Leblanc – e prepare-se para torcer pelo ladrão.

Pieter Aspe

É um escritor belga conhecido por suas histórias de detetive.

Cassino é um eletrizante thriller policial que mistura dinheiro, sedução, crimes e muita ação em um ritmo frenético e cheio de suspense. O mais genial detetive da Bélgica é chamado para desvendar a identidade de quem comanda esta conspiração sem precedentes. Penetrando na realidade obscura e perigosa que se esconde por baixo do mundo dos cassinos, Peter Van In busca descobrir os culpados pelas mortes por meio de um plano ousado, que coloca em risco sua carreira, seus amigos e sua família. Para este detetive obstinado pela justiça, nada poderá interpor-se entre ele e a verdade, nem mesmo o Mestre do Jogo. Mas será que Van In conseguirá resistir às tentações da roleta? Façam suas apostas.

Fontes: Travessa, LPM

Livro que virou série da Netflix é a nossa dica para o #desafiobiblioucs de julho

WP_20180706_13_25_16_ProMais de 500 páginas? Se a história for boa não importa.

Depois de O conto da aia, que deu origem à prestigiada série The handmaid’s tale e alcançou o status de bestseller mais de 30 anos após a publicação original, outro romance de Margaret Atwood já está nas telas, desta vez na Netflix. Inspirado num caso real, Vulgo Grace conta a trajetória de Grace Marks, uma criada condenada à prisão perpétua por ter ajudado a assassinar o patrão e a governanta da casa onde trabalhava, na Toronto do século XIX. Com uma narrativa repleta de sutilezas que revelam um pouco da personalidade e do passado da personagem, estimulando o leitor a formar sua própria opinião sobre ela, Atwood guarda as respostas definitivas para o fim. Afinal, o que teria levado Grace Marks a cometer o crime? Ou será que ela estaria sendo vítima de uma injustiça?

Texto adaptado: Rocco

Duelo na literatura: Brasil x Bélgica

Saiba mais sobre os autores e os livros escalados para o jogo das quartas da Copa:

Copa-2018---Bélgica

Moacyr Scliar

Nasceu em Porto Alegre, em 1937. Scliar é autor de mais de 70 livros, muitos destes publicados em diversos países, como Estados Unidos, França, Alemanha, Espanha, Portugal e Israel. Foi colunista dos jornais Zero Hora e Folha de S.Paulo e colaborou em vários órgãos da imprensa no país e no exterior. Tem textos adaptados para cinema, teatro, tevê e rádio. Em 2003, foi eleito membro da Academia Brasileira de Letras.

O livro Centauro no Jardim foi eleito como um dos cem melhores livros de temática judaica escritos nos últimos duzentos anos, este premiado romance narra a história de uma família judia no interior do Rio Grande do Sul na qual nasce um centauro – um ser metade homem, metade cavalo. Moacyr Scliar constrói um romance que se situa entre a fábula e o realismo, evidenciando a dualidade da vida em sociedade, em que é preciso harmonizar individualismo e coletividade. A figura do centauro também ilustra a divisão étnica e religiosa dos judeus, um povo perseguido por sua singularidade.

Georges Simenon

O escritor belga nasceu em 1903 em Liège, na Bélgica. Escreveu 75 romances e 28 contos protagonizados pelo Comissário Maigret, totalizando mais de quatrocentos livros. Morreu em 1989, em Lausanne, na Suíça, onde passou a maior parte da vida.

Em As testemunhas rebeldes, o experiente comissário Maigret não vê com bons olhos os jovens magistrados que parecem estar tomando o Foro de Justiça. Sobretudo o juiz de instrução Angelot, que insiste em acompanhá-lo na investigação de um crime que começa mal desde o princípio: Leonard Lachaume, da tradicional e decadente fábrica de biscoitos Lachaume, é encontrado morto com um tiro de pistola na casa em que mora toda a família. Ninguém, nem os velhos, nem Armand, o irmão mais moço, nem Paulette, mulher deste, ou Jean-Paul, filho de Léonard, ouviram o disparo. Entretanto, insistem em que o crime foi cometido por um assaltante. Mas o que haveria para roubar na soturna e decaída casa dos Lachaume? Maigret precisará de todo o seu sangue-frio para levar adiante este inquérito.

Fontes: Companhia das Letras, LPM

Neste mês o desafio é ler um livro com mais de 500 páginas #desafiobiblioucs

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Participe do Desafio Literário das Bibliotecas UCS! Todo mês há uma nova proposta para você descobrir novas leituras. Neste mês o desafio é ler um livro com mais de 500 páginas.

Confira abaixo as nossas sugestões e descubra novos autores!

Desafio aceito? Compartilhe a sua experiência nas redes sociais através da hashtag #desafiobiblioucs

  • O corcunda de Notre-Dame – Victor Hugo

Número de chamada:  821.133.1-31 H895c 2003

  • Moby Dick – Herman Melville

Número de chamada: 821.111(73)-31 M531m 1994

  • As crônicas de Nárnia – Clive Staples Lewis

Número de chamada:  821.111-312.9 L673c 2002

  • A viajante do tempo – Diana Gabaldon

Número de chamada: 821.111(73)-31 G112v 2014

  • Guerra e paz –  Leão graf Tolstoi

Número de chamada:  821.161.1-31 T654g 1.ed.

  • A guerra dos tronos – George Raymond Richard Martin

Número de chamada:   821.111(73)-312.9 M381ga 2010

  • A dança da morte – Stephen King

Número de chamada: 821.111(73)-312.4 K54da 2005

  • Graça infinita – David Foster Wallace

Número de chamada:  821.111(73)-94 W188g 2014

  • Dom Quixote de La Mancha – Miguel de Cervantes Saavedra

Número de chamada: 821.134.2-31 C419d 2002

  • Leonardo da Vinci – Walter Isaacson

Número de chamada:  75LEONARDO L581L 2017

  • A coisa – Stephen King

Número de chamada: 821.111(73)-312.4 K54c 2014

  • Duma Key – Stephen King

Número de chamada: 821.111(73)-312.4 K54dc 2008

Você encontra mais sugestões nas Bibliotecas UCS.

Brasil x México: conheça os escritores escalados

Cecília Meireles e Juan Rulfo representam o Brasil e o México na partida literária de hoje. Preparado para o confronto?

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Cecília Meireles

Cecília Meireles é reconhecida hoje como uma das mais importantes vozes líricas da literatura brasileira e das literaturas de língua portuguesa. Seu lirismo é marcado pela exploração sonora da língua e por movimentos rítmicos que conferem musicalidade aos versos e, ao mesmo tempo, ajustam-se aos movimentos da alma. O vigor das imagens, a qualidade formal dos versos, a variabilidade das formas poéticas (soneto, canção, epigrama, elegia…), aliados ao tratamento filosófico dado aos temas, explicam esse lugar especial que Cecília ocupa na história da nossa poesia.

Romanceiro da Inconfidência é a obra literária que recuperou a Inconfidência Mineira e contribuiu para dar-lhe um novo lugar na memória nacional. Cecília – uma das maiores poetas brasileiras –, por meio de versos narrativos imbuídos de seu estilo único, a um só tempo coloquial e altamente poético, dá voz aos fantasmas do passado. Preferindo os dramas humanos às discussões políticas, ela conta o que foi ouvido, sentido e pensado nas ruas e casas mineiras, e faz Vila Rica se universalizar e se eternizar. Trata-se, como diz a autora, de “uma história feita de coisas eternas e irredutíveis: de ouro, amor, liberdade, traições…”

Juan Rulfo

O escritor mexicano, é sem dúvida um dos maiores nomes da literatura mundial. Com apenas uma novela e um livro de contos publicados, foi um dos escritores que mais contribuíram para a renovação da literatura hispano-americana, merecendo o elogio e a admiração de escritores como Jorge Luís Borges.

Reunidos em um só volume, Pedro Páramo & Chão em Chamas constituem a obra completa de Juan Rulfo. A linguagem de seus personagens é sempre a mais próxima possível da fala do campo. O livro move-se entre diferentes tempos, em distintos planos narrativos, e em suas páginas rompem-se todas as fronteiras entre vivos e mortos. Há vários livros dentro desse romance conciso e contido. Uma história de amor desmesurado, desesperado e belo; também uma história da injustiça; outra, de vingança; e mais um painel depurado e amargo da realidade social nos campos do México de uma época imprecisa e, por isso mesmo, permanente; e também a história de um filho à procura do pai; e a de um povoado habitado por mortos e fantasmas.

Fontes: LPM, Cia dos Livros e Portal da Literatura

 

8 lições do livro ‘O Ano em Que Disse Sim’, de Shonda Rhimes

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“Você nunca diz sim para nada”. Esta frase foi dita pela irmã da aclamada roteirista de séries como Grey’s AnatomyPrivate Practice e Scandal, Shonda Rhimes. Foram estas seis palavras que fizeram ela, aos 41 anos, topar um desafio: dizer sim para tudo aquilo que a assustava — desde cuidar melhor da saúde até aceitar fazer um discurso em público. O livro “O Ano em Que Disse Sim” é a nossa sugestão para o #desafiobiblioucs deste mês!

1. Não se distancie das suas origens
Eis uma grande lição: tente não se distanciar da sua família. Ou da família que você escolheu para si. São essas pessoas que te amam incondicionalmente, para além do sucesso que você faz. Manter o pé no chão é sempre uma boa forma de lidar com o sucesso. E também com o(s) fracasso(s).

2. Nunca deixe de acreditar no seu potencial
Em “O Ano em Que Disse Sim”, Shonda conta que a criação de Grey’s Anatomy partiu da ideia de tornar o “mundo da televisão” parecido com o mundo real. Na série, há pessoas de todas as cores, gêneros, passados e orientações sexuais. “Escrevi todos eles como se fossem… pessoas”. Na época, os executivos das emissoras americanas diziam que esse tipo de trabalho não podia ser feito na TV. O sucesso da atração, que está em seu 14º ano, provou que eles estavam errados. Acredite nas suas ideias – ainda que as circunstâncias indiquem o contrário.​​​​​​

3. É preciso fazer, levantar e ir à luta
O que te impede de brilhar? Pela vivência de Shonda, vemos que é mais que comum ficar na zona de conforto sonhando. “Acho que muita gente sonha. E, enquanto estão ocupadas sonhando, as pessoas felizes de verdade, as pessoas bem-sucedidas de verdade, as pessoas realmente interessantes, poderosas, engajadas estão ocupadas, fazendo.” E ela insiste: “sonhos não se realizam apenas porque você os sonha. É o trabalho árduo que faz as coisas acontecerem”.

4. Você não vai conseguir fazer tudo. E tudo bem
Até a Shonda Rhimes admite que é impossível dar conta de tudo, por que ainda insistimos que vamos conseguir? Ou pior, porque sofrer quando não damos conta? “Shonda, como você faz tudo isso? A resposta é: não faço.(…) Se eu estou fazendo sucesso em uma [área da vida], inevitavelmente fracasso em outra.” Ou seja: “Qualquer um que diga que está fazendo tudo perfeitamente é um mentiroso”.

5. Diga ‘sim’ ao seu corpo                                                                                                        O fato é que, assim como muitas mulheres, ela não se sentia feliz e confortável no próprio corpo. E não era só sobre emagrecer ou engordar. Era se permitir gostar do próprio corpo, gordo ou magro. O antídoto para a Shonda “sombria e complicada” ela encontra ao dizer “sim” à tudo aquilo em que ela estava dizendo “não”. Olhar com amor para si mesma é uma delas.

6. Honre as mulheres à sua volta
Porque, provavelmente, assim como Shonda Rhimes, elas poderão te dar respostas para as questões que você está vivendo no momento. E ela dá a própria lição para outras mulheres: “Não peça desculpas. Não explique. Jamais se sinta inferior. Quando você sente a necessidade de pedir desculpas ou explicar quem é, significa que a voz em sua cabeça está contando a história errada. Comece do zero. E reescreva.”

7. Não. Não existe adiantar trabalho!
Este texto diz que “a autodisciplina em si pode ser produto da ansiedade de alguém que não sabe lidar com o desconforto de deixar as coisas incompletas. Dessa forma, é muito mais uma condenação do propriamente que uma escolha.” É como se passássemos a vida dando check em uma lista de afazeres. O ponto é que a lista não termina nunca e para continuar vivendo é preciso apenas ignorá-la de vez em quando. E abrir espaço para o que não está nela.

8. Todos precisamos de mais amor
São essas horinhas de afeto e de troca com as pessoas que nos amam que nos dão ânimo para todas as tarefas que demandam nossa energia. Ela escreve: “Quanto mais eu brinco, mais feliz eu fico no trabalho. Quanto mais feliz estou no trabalho, mais relaxada eu me torno. Quanto mais relaxada eu me torno, mais feliz fico em casa. E fico melhor nas brincadeiras com as crianças”. E para deixar claro. “Realmente, é apenas amor. Todos precisamos de um pouco mais de amor. De muito mais amor.”

Fonte: Huffpost

Confronto literário: Brasil x Sérvia

No jogo de hoje, o Brasil enfrenta a Sérvia em busca de uma vaga nas oitavas de final. Na partida literária, o confronto fica entre os escritores Paulo Coelho e Milorad Pávitch:

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PAULO COELHO

Grande fenômeno literário internacional, tem sua obra publicada em mais de 170 países e traduzida para 81 idiomas.  Entre os inúmeros prêmios e condecorações que recebeu ao longo da carreira estão o Crystal Award, do Fórum Econômico Mundial, e o prestigioso título de chevalier de l’ordre national de la Légion d’honneur. Desde 2002 é membro da Academia Brasileira de Letras e, em 2007, tornou-se Mensageiro da Paz das Nações Unidas.

O Aleph marca a volta de Paulo Coelho às origens. Num relato pessoal franco e surpreendente, ele revela como uma grave crise de fé o levou a sair à procura de um caminho de renovação e crescimento espiritual. Da mesma maneira que o pastor Santiago em O alquimista, o escritor descobre que é preciso ir para longe a fim de compreender o que está perto. A peregrinação o faz se sentir vivo novamente, capaz de enxergar o mundo com olhos de criança e de encontrar Deus nos pequenos gestos cotidianos.

MILORAD PÁVITCH

O autor sérvio foi membro da Academia Sérvia de Ciências e Artes e atuava como professor da Faculdade de Filosofia na cidade de Novi Sad. O “Dicionário Kazar” é o primeiro romance de Pavitch e foi publicado originalmente em 1984.

A obra apresenta-se como uma história do século 17 que narra a conversão dos cazares — um povo não-eslavo das estepes entre os mares Cáspio e Negro — com um léxico e com apêndices organizados sob três ópticas diferentes: o Livro Amarelo (pelo judaísmo), o Livro Verde (pelo islamismo) e o Livro Vermelho (pelo cristianismo).

“O Dicionário Kazar”, segundo sua própria introdução, pode ser lido em qualquer sequência, ficando a critério do leitor qual caminho seguir. Chama a atenção ainda o fato de existirem duas edições, uma dita “masculina” e outra “feminina”. A diferença é apenas um parágrafo em certo ponto do livro; mas a alteração de sentido provocada pode ser crucial.

Fontes: Folha de S. Paulo, Hepáticas, Companhia das Letras e Saraiva