Quais foram os livros mais emprestados em junho?

Confira abaixo as listas dos livros mais emprestados no mês:

Quais foram os artigos científicos que chamaram a atenção nas mídias sociais em 2017?

secret-2681508_1920Reduzir o consumo de gorduras pode não ser a melhor alternativa para diminuir o risco de doenças cardiovasculares e de morte, segundo a principal conclusão do estudo mais comentado nas mídias sociais em 2017. O paper, que recomenda cortar carboidratos, está no topo do ranking dos 100 artigos científicos de maior impacto na internet elaborado pela Altmetric, empresa do Reino Unido que monitora a influência da produção científica por meio não da citação em artigos, mas da análise de menções em sites, redes sociais, Wikipedia, portais de notícia e blogs. Grande parte das pesquisas mais discutidas no ano passado trata de assuntos como estereótipos de gênero, estigmas em torno de doenças mentais e efeitos das mudanças climáticas. Outras abordam tópicos como planetas capazes de sustentar a vida e o risco de robôs roubarem o emprego de seres humanos. O ranking completo está disponível no site.

O paper que lidera o ranking de 2017 foi publicado em agosto na revista The Lancet por pesquisadores de vários países, inclusive do Brasil, e avaliou a dieta de aproximadamente 130 mil pessoas em 18 nações nos últimos 10 anos. Segundo a base de dados Scopus, da editora Elsevier, o trabalho recebeu, por enquanto, apenas 10 citações em outros artigos. Mas teve impacto importante entre públicos variados: foi citado em mais de 7.400 posts no Twitter, 422 páginas no Facebook e 130 sites de notícias. “Graças aos dados da Altmetric é possível ter um quadro mais completo do alcance imediato da pesquisa na sociedade”, observa o cardiologista Álvaro Avezum, diretor da Divisão de Pesquisa do Instituto Dante Pazzanese, em São Paulo, e um dos autores do artigo. O número de citações, ele diz, é um parâmetro consagrado para avaliar a relevância da produção científica, mas não fornece pistas de como seus resultados são recebidos pela população.

Um artigo publicado em maio na revista Research Policy ficou na segunda posição do ranking ao repercutir não só em mais de 7.300 tuítes, mas também em importantes jornais e portais de notícias, como o espanhol El País e o norte-americano Yahoo. O estudo mostrou que um terço dos 3.659 estudantes de doutorado das universidades da região de Flanders, na Bélgica, corria o risco de desenvolver algum tipo de doença psiquiátrica. “Embora seja um problema do ambiente universitário, a discussão sobre as pressões enfrentadas por quem opta por seguir a carreira acadêmica e os distúrbios psicológicos relacionados à vida na pós-graduação está em evidência no mundo. Isso justifica o interesse do público por esse tema”, comenta o biólogo Atila Iamarino, um dos criadores da rede ScienceBlogs Brasil.

Na terceira posição, ficou um paper do Journal of American Medical Association (Jama), assinado por pesquisadores de várias instituições dos Estados Unidos. O estudo examinou dados do Medicare, o sistema de seguros de saúde gerido pelo governo norte-americano, entre 2011 e 2014, e descobriu que os pacientes com idade igual ou superior a 65 anos tratados por médicas apresentaram taxas de mortalidade significativamente menores em comparação com aqueles que foram atendidos por profissionais do sexo masculino no mesmo hospital. O estudo sugere que as diferenças de gênero nos padrões de prática médica pode ter implicações clínicas no tratamento dos pacientes.

Para o epidemiologista Carlos Augusto Monteiro, professor da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP), a lista da Altmetric serve de alerta para que a comunidade científica tome cuidado na forma como os resultados de pesquisa estão sendo difundidos para o público. “Muitos estudos em saúde e medicina são divulgados nas mídias sociais como definitivos, mas nem sempre os resultados apresentados espelham um consenso dentro da comunidade científica”, afirma Monteiro. É o caso, ele diz, da pesquisa que ficou na primeira posição no ranking da Altmetric. “Apesar de ter ganho as manchetes, o estudo publicado na Lancet tem conclusões muito taxativas, como a de que as orientações sobre alimentação devem ser alteradas, e tem sido alvo de críticas de epidemiologistas de todo o mundo, por adotar metodologias questionáveis.”

Euan Adie, da Altmetric, chama a atenção para o fato de que nem sempre os artigos ganham notoriedade na internet exatamente por suas contribuições científicas. “Muitos papers caem na boca do povo nas mídias sociais devido a erros detectados após a publicação ou porque o assunto tratado é polêmico por si só”, diz. Ele conta que nessa última edição do ranking não houve casos de erros ou fraudes, mas já ocorreram situações incomuns em anos anteriores.

Texto adaptado de Bruno de Pierro para a FAPESP

Quais foram os livros mais emprestados em maio?

Confira abaixo as listas dos livros mais emprestados no mês:

A solidão da América Latina: confira um trecho do discurso de Gabriel García Márquez no Prêmio Nobel de Literatura de 1982

gabo-nobelGabriel García Márquez é a nossa dica para o final de semana e para o #desafiobiblioucs deste mês. Cem anos de solidão, O amor nos tempos do cólera, Crônica de uma morte anunciada e outras obras do autor você encontra nas Bibliotecas UCS.

E tem mais: está disponível na Netflix o documentário “Gabo”, que conta um pouco da trajetória do escritor colombiano.

Se você já está curioso, confira um trecho do discurso de Gabriel García Márquez no Prêmio Nobel de Literatura de 1982:

[…]Num dia como o de hoje, meu mestre William Faulkner disse neste mesmo lugar: “Eu me nego a admitir o fim do homem”. Não me sentiria digno de ocupar este lugar que foi dele se não tivesse a consciência plena de que pela primeira vez desde as origens da humanidade, o desastre colossal que ele se negava a admitir há 32 anos é, hoje, nada mais que uma simples possibilidade científica. Diante desta realidade assombrosa, que através de todo o tempo humano deve ter parecido uma utopia, nós, os inventores de fábulas que acreditamos em tudo, nós sentimos no direito de acreditar que ainda não é demasiado tarde para nos lançarmos na criação da utopia contrária. Uma nova arrasadora utopia da vida, onde ninguém possa decidir pelos outros até mesmo a forma de morrer, onde de verdade seja certo o amor e seja possível a felicidade, e onde as estirpes condenadas a cem anos de solidão tenham, enfim e para sempre, uma segunda oportunidade sobre a terra.

Agradeço à Academia de Letras da Suécia por haver me distinguido com um prêmio que me coloca junto a muitos dos que orientaram e enriqueceram meus anos de leitor e de celebrante cotidiano deste delírio sem remédio e que é o ofício de escrever. Seus nomes e suas obras se apresentam hoje para mim como sombras tutelares, mas também com o compromisso, frequentemente sufocante, que se adquire com esta honra. Uma dura honra que neles sempre me pareceu de simples justiça, mas que em mim entendo como mais uma dessas lições com as quais o destino costuma nos surpreender, o que fazem mais evidente nossa condição de joguetes de um fato indecifrável, cuja única e desoladora recompensa costuma ser, na maioria das vezes, a incompreensão e o esquecimento.

Por isso é natural que eu me interrogasse, lá naquele bastidor secreto onde costumamos enfrentar-nos às verdades mais essenciais que conformam nossa identidade, a qual terá sido o sustento constante da minha obra, o que pode ter chamado atenção de forma tão comprometedora, desse tribunal de árbitros tão severos. Confesso sem falsas modéstias que não foi fácil encontrar a razão, mas quero crer que tenha sido a que eu gostaria. Quero crer, amigos, que esta é, uma vez mais, uma homenagem que é rendida à poesia. À poesia, por cuja virtude o inventário assustador das náuseas que o velho Homero enumerou em sua Ilíada está visitado por um vento que as empurra a navegar com sua tristeza intemporal e alucinada. À poesia, que retém, no delgado andaime dos tercetos de Dante, toda a fábrica densa e colossal da Idade Média. À poesia, que tão milagrosa totalidade resgata a nossa América nas Alturas de Macchu Picchu, de Pablo Neruda, o grande, o maior, e onde destilam sua tristeza milenar nossos melhores sonhos sem saída. À poesia, enfim, a essa energia secreta da vida cotidiana, que cozinha seus grãos e contagia o amor e repete as imagens nos espelhos.

Em cada linha que escrevo trato sempre, com maior ou menor fortuna, de invocar os espíritos esquivos da poesia, e trato de deixar em cada palavra o testemunho de minha devoção pelas suas virtudes de adivinhação e pela sua permanente vitória contra os surdos poderes da morte. Entendo que o prêmio que acabo de receber, com toda humildade, é a consoladora revelação de que meu intento não foi em vão. É por isso que convido todos a brindar por aquilo que um grande poeta das nossas Américas, Luis Cardoza y Aragón, definiu como a única prova concreta da existência do homem: a poesia. Muito obrigado.

Tradução: Eric Napomuceno

Você encontra o texto completo no site homoliteratus.

 

Artista, ousado, transformador, gênio… Picasso

WP_20180517_08_51_47_Pro“Quando eu era criança, minha mãe me disse: ‘Se você virar militar, será um general. Se virar religioso, será papa’. Em vez disso, eu virei pintor e me tornei Picasso.”

Picasso jamais deixou de renovar o seu estilo artístico, e nada lhe parecia inalcançável. O espanhol produziu milhares de pinturas, esculturas, cerâmicas, aquarelas e gravuras. “Ele dizia que não havia segredos em sua obra, que era uma espécie de diário”, comenta Diana Widmaier Picasso, neta do artista. Picasso pintou este autorretrato (na imagem) aos 90 anos de idade.

Você encontra o texto completo na revista National Geographic Brasil deste mês. A revista faz parte do acervo das Bibliotecas UCS.

Vale a pena participar do Desafio Literário das Bibliotecas UCS?

Confira o que Mayara, estudante de Biblioteconomia, nos contou sobre a sua experiência no #desafiobiblioucs

Quais foram os livros mais emprestados em abril?

Confira abaixo as listas dos livros mais emprestados no mês:

Por que você deve se cercar com mais livros que jamais terá tempo pra ler

Prateleiras ou e-readers cheios indicam coisas boas sobre a sua mente

Uma vida inteira de aprendizagem vai te ajudar a ser mais feliz, ganhar mais e até mesmo se manter mais saudável, dizem os especialistas. Além disso, muitos dos nomes mais inteligentes do mundo dos negócios, desde Bill Gates até Elon Musk, insistem que a melhor forma de ficar mais inteligente é lendo. Então o que você faz? Você vai lá e compra livros, vários deles.

Mas a vida é ocupada e intenções são uma coisa, ações, outra. Logo você percebe que suas estantes (ou seu e-reader) estão transbordando de títulos que você pretende ler um dia, ou livros que você deu uma lida uma vez mas então os abandonou. Seria isso um desastre com o seu projeto de se tornar uma pessoa mais inteligente e sábia?

Se você nunca conseguiu ler nenhum livro de fato, então sim. Você pode querer ler sobre truques para colocar mais leitura na sua vida frenética e porque vale a pena comprometer algumas horas por semana a um aprendizado. Mas se simplesmente a sua ação de ler livros não acompanha de nenhum modo a sua ação de comprá-los, tenho boas notícias pra você (e para mim, pois eu definitivamente me encaixo nessa categoria): sua biblioteca inflacionada não é um sinal de fracasso ou ignorância, é uma medalha de honra.

maia-habegger-494665-unsplashPor que você precisa de uma “antibiblioteca”

Esse é o argumento que o autor e estatístico Nassim Nicholas Taleb faz em seu bestseller A lógica do Cisne Negro. O blog eternamente fascinante Brain Pickings garimpou e sublinhou a seção em um post particularmente adorável. Taleb inicia suas reflexões com uma piada sobre a lendária biblioteca do escritor italiano Umberto Eco, que continha um impressionante total de 30 mil volumes.

Eco realmente leu todos esses livros? Claro que não, mas esse não era o objetivo de cercar-se com tanto conhecimento potencial mas até então não realizado. Por ter um constante lembrete de todas as coisas que ele não sabia, a biblioteca de Eco o mantinha intelectualmente faminto e perpetuamente curioso. Uma crescente coleção de livros que você ainda não leu pode fazer o mesmo por você, Taleb escreve:

Uma biblioteca particular não é um apêndice impulsionador de ego, mas uma ferramenta de pesquisa. Livros já lidos são bem menos valorosos que os não lidos. A biblioteca deveria conter tanto do quanto você não sabe quanto os seus meios financeiros, as taxas de hipoteca, e o atual mercado imobiliário apertado te permitir que você coloque lá. Você acumulará mais conhecimento e mais livros ficando mais velho, e o crescente número de livros não lidos nas estantes olharão para você de forma ameaçadora. De fato, quanto mais você sabe, maior fica a estante de livros não lidos. Vamos chamar essa coleção de livros não lidos de antibiblioteca.

Uma antibiblioteca é um lembrete poderoso de nossas limitações – a vasta quantidade de coisas que você não sabe, ou sabe pela metade ou algum dia irá perceber que está errado sobre. Viver com esse lembrete diariamente pode fazer com que você se atente para o tipo de humildade intelectual que melhora a tomada de decisões e impulsiona o aprendizado.

“As pessoas não andam por aí com anti-currículos te falando que não estudaram ou não tiveram experiência (é trabalho de seus competidores fazer isso), mas seria legal se fizessem isso”, diz Taleb.

Por que? Talvez porque seja um fato psicológico bem conhecido que os mais incompetentes sejam mais confiantes de suas habilidades e os mais inteligentes são cheios de dúvidas (sério, é chamado de efeito Dunning-Kruger). É igualmente bem estabelecido que quanto mais você admite rapidamente que não sabe coisas, mais rápido você as aprende.

Então pare de brigar consigo mesmo por comprar livros demais ou por ter uma lista de livros “para ler depois” que você nunca poderia terminar nem em três vidas. Todos esses livros que você não leu são na verdade um sinal da sua ignorância. Mas se você souber o quão ignorante é, você estará bem à frente da vasta maioria das pessoas.

Se você ficou curioso, encontre o livro A lógica do Cisne Negro de Nassim Nicholas Taleb nas Bibliotecas UCS – Número de chamada: 007 T143L

Por Jessica Stillman, para a Inc.com

3 mil anos de design em acervo digital

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Pôster Keith Godard, 2011; De Jianping He. Pôster Howlin’ Wolf, 1967; De Peter Bailey. Modelo de escadaria (França).

O museu Cooper Hewitt, conhecido também como Smithsonian Design Museum, conta com um acervo dedicado ao campo do design que abrange trinta séculos e mais de 220 mil objetos que vem sendo continuamente digitalizado e disponibilizado em sua página online.

As imagens podem ser usadas segundo o conceito de “fair use”, central na lei de copyright dos EUA, que permite o uso de material protegido por direitos autorais sob certas circunstâncias, como o uso educacional, para divulgação de notícia e pesquisa.

A coleção pode ser explorada através de diferentes tópicos, que incluem desde paísperíodo publicações até destaquesconservação cores.

Fontes: Archdaily, Nexo

Hoje é o Dia Mundial do Livro!

Design sem nomeO Dia Mundial do Livro e dos Direitos Autorais é uma celebração que visa a promover o prazer pelos livros e pela leitura. A cada ano, em 23 de abril, celebrações acontecem em todo o mundo para reconhecer o poder mágico dos livros, um elo entre o passado e o futuro, uma ponte entre gerações e que perpassa as culturas.

O dia 23 de abril é uma data simbólica na literatura mundial. É a data em que vários autores proeminentes, como William Shakespeare, Miguel Cervantes e Inca Garcilaso de la Vega morreram.

Fonte: UNESCO

Conheça os primeiros jornais criados no país na Hemeroteca Digital Brasileira

BND-HEMEROTECAA Fundação Biblioteca Nacional oferece aos seus usuários a HEMEROTECA DIGITAL BRASILEIRA, portal de periódicos nacionais que proporciona ampla consulta, pela internet, ao seu acervo de periódicos – jornais, revistas, anuários, boletins etc. – e de publicações seriadas.

Na HEMEROTECA DIGITAL BRASILEIRA pesquisadores de qualquer parte do mundo passam a ter acesso, inteiramente livre e sem qualquer ônus, a títulos que incluem desde os primeiros jornais criados no país – como o Correio Braziliense e a Gazeta do Rio de Janeiro, ambos fundados em 1808 – a jornais extintos no século XX, como o Diário Carioca e Correio da Manhã, ou que não circulam mais na forma impressa, caso do Jornal do Brasil.

A consulta, possível a partir de qualquer aparelho conectado à internet, é plena e avançada. Pode ser realizada por título, período, edição, local de publicação e palavra(s). A busca por palavras é possível devido à utilização da tecnologia de Reconhecimento Ótico de Caracteres (Optical Character Recognition – OCR), que proporciona aos pesquisadores maior alcance na pesquisa textual em periódicos. Outra vantagem do portal é que o usuário pode também imprimir em casa as páginas desejadas.

Fonte: BND

Desafio: quais destes 100 livros você leu?

book-shelves-bookcase-books-926680Um desafio literário se espalhou pela internet e deixou leitores ao redor do mundo com a pulga atrás da orelha. De acordo com a brincadeira, ninguém leu mais do que seis livros de uma lista que reúne 100 obras, composta em sua maioria por grandes clássicos da literatura, como “Orgulho e Preconceito” (1813), de Jane Austen; “O Sol é Para Todos” (1960), de Harper Lee, “Hamlet” (1609), de William Shakespeare; e até a Bíblia Sagrada.

Para não deixar de fora o #desafiobiblioucs, criamos uma versão com 100 livros essenciais da literatura brasileira, segundo uma matéria publicada pela Revista Bravo!. Para participar do desafio, basta contabilizar os livros que você já leu e compartilhar!

1. Bagagem (Adélia Prado)
2. O Cortiço (Aluísio Azevedo)
3. Lira dos Vinte Anos (Álvares de Azevedo)
4. Noite na Taverna (Álvares de Azevedo)
5. Quarup (Antonio Callado)
6. Brás, Bexiga e Barra Funda (Antonio de Alcântara Machado)
7. Romance d’A Pedra do Reino (Ariano Suassuna)
8. Viva Vaia (Augusto de Campos)
9. Eu (Augusto dos Anjos)
10. Ópera dos Mortos (Autran Dourado)
11. O Uruguai (Basílio da Gama)
12. O Tronco (Bernardo Elis)
13. A Escrava Isaura (Bernardo Guimarães)
14. Morangos Mofados (Caio Fernando Abreu)
15. A Rosa do Povo (Carlos Drummond de Andrade)
16. Claro Enigma (Carlos Drummond de Andrade)
17. Os Escravos (Castro Alves)
18. Espumas Flutuantes (Castro Alves)
19. Romanceiro da Inconfidência (Cecília Meireles)
20. Mar Absoluto (Cecília Meireles)
21. A Paixão Segundo G.H. (Clarice Lispector)
22. Laços de Família (Clarice Lispector)
23. Broqueis (Cruz e Souza)
24. O Vampiro de Curitiba (Dalton Trevisan)
25. O Pagador de Promessas (Dias Gomes)
26. Os Ratos (Dyonélio Machado)
27. O Tempo e o Vento (Érico Veríssimo)
28. Os Sertões (Euclides da Cunha)
29. O que é Isso, Companheiro? (Fernando Gabeira)
30. O Encontro Marcado (Fernando Sabino)
31. Poema Sujo (Ferreira Gullar)
32. I-Juca Pirama (Gonçalves Dias)
33. Canaã (Graça Aranha)
34. Vidas Secas (Graciliano Ramos)
35. São Bernardo (Graciliano Ramos)
36. Obra Poética (Gregório de Matos)
37. O Grande Sertão: Veredas (Guimarães Rosa)
38. Sagarana (Guimarães Rosa)
39. Galáxias (Haroldo de Campos)
40. A Obscena Senhora D (Hilda Hist)
41. Zero (Ignácio de Louola Brandão)
42. Malagueta, Perus e Bacanaço (João Antônio)
43. Morte e Vida Severina (João Cabral de Melo Neto)
44. A Alma Encantadora das Ruas (João do Rio)
45. Harmada (João Gilberto)
46. Contos Gauchescos (João Simões Lopes Neto)
47. Viva o Povo Brasileiro (João Ubaldo Ribeiro)
48. A Moreninha (Joaquim Manuel de Macedo)
49. Gabriela, Cravo e Canela (Jorge Amado)
50. Terras do Sem Fim (Jorge Amado)
51. Invenção de Orfeu (Jorge de Lima)
52. O Coronel e o Lobisomem (José Cândido de Carvalho)
53. O Guarani (José de Alencar)
54. Lucíola (José de Alencar)
55. Os Cavalinhos de Platiplanto (J. J. Veiga)
56. Fogo Morto (José Lins do Rego)
57. Triste Fim de Policarpo Quaresma (Lima Barreto
58. Crônica da Casa Assassinada (Lúcio Cardoso)
59. O Analista de Bagé (Luis Fernando Veríssimo)
60. Tremor de Terra (Luiz Vilela)
61. As Meninas (Lygia Fagundes Telles)
62. Seminário dos Ratos (Lygia Fagundes Telles)
63. Memórias Póstumas de Brás Cubas (Machado de Assis)
64. Dom Casmurro (Machado de Assis)
65. Memórias de um Sargento de Milícias (Manuel Antônio de Almeida)
66. Libertinagem (Manuel Bandeira)
67. Estrela da Manhã (Manuel Bandeira)
68. Galvez, Imperador do Acre (Márcio Souza)
69. Macunaíma (Mário de Andrade)
70. Paulicéia Desvairada (Mário de Andrade)
71. O Homem e Sua Hora (Mário Faustino)
72. Nova Antologia Poética (Mário Quintana)
73. A Estrela Sobe (Marques Rebelo)
74. Juca Mulato (Menotti Del Picchia)
75. O Sítio do Pica-pau Amarelo (Monteiro Lobato)
76. As Metamorfoses (Murilo Mendes)
77. O Ex-mágico (Murilo Rubião)
78. Vestido de Noiva (Nelson Rodrigues)
79. A Vida Como Ela É (Nelson Rodrigues)
80. Poesias (Olavo Bilac)
81. Avalovara (Osman Lins)
82. Serafim Ponte Grande (Oswald de Andrade)
83. Memórias Sentimentais de João Miramar (Oswald de Andrade)
84. O Braço Direito (Otto Lara Resende)
85. Sermões (Padre Antônio Vieira)
86. Catatau (Paulo Leminski)
87. Baú de Ossos (Pedro Nava)
88. Navalha de Carne (Plínio Marcos)
89. O Quinze (Rachel de Queiroz)
90. Lavoura Arcaica (Raduan Nassar)
91. Um Copo de Cólera (Raduan Nassar)
92. O Ateneu (Raul Pompéia)
93. 200 Crônicas Escolhidas (Rubem Braga)
94. A Coleira do Cão (Rubem Fonseca)
95. A Senhorita Simpson (Sérgio Sant’Anna)
96. Febeapá (Stanislaw Ponte Preta)
97. Marília de Dirceu (Tomás Antônio Gonzaga)
98. Cartas Chilenas (Tomás Antônio Gonzaga)
99. Nova Antologia Poética (Vinícius de Moraes)
100. Inocência (Visconde de Taunay)

Fonte: Revista Bula e Cem livros em um ano

No Dia Nacional do Livro Infantil, visite o acervo das Bibliotecas UCS

DIA LIVRO INFANTILA leitura estimula a imaginação, a curiosidade e é uma grande aliada no desenvolvimento infantil. Pensando nisso, as Bibliotecas UCS contam com um acervo de livros infanto-juvenis, reunindo cerca de 10 mil exemplares.

Não perca a oportunidade: uma tarde na biblioteca com as crianças pode se tornar um ótimo passeio!

Por que é comemorado neste dia?

18 de abril foi oficializado em todo o Brasil como o Dia do Livro Infantil em homenagem ao escritor brasileiro José Bento Monteiro Lobato, criador de personagens inesquecíveis, como Emília, Pedrinho e Narizinho. Monteiro Lobato nasceu em 18 de abril de 1882.

Fonte: Biblioteca UCS, Fundart

Conheça as obras sobre Leonardo da Vinci que fazem parte do nosso acervo

Leonardo da VinciNo dia 15 de abril de 1452 nascia em Vinci, próximo à cidade de Florença, na Itália, Leonardo di ser Piero da Vinci, artista florentino. Por conta de suas inúmeras contribuições em praticamente todos os campos do conhecimento humano, Leonardo da Vinci é apontado com um dos homens mais brilhantes da história.

Ele se destacou como pintor, arquiteto e engenheiro. Entre 1508 e 1515, em breves lapsos, Leonardo da Vinci pintou o quadro mais controverso da história: “La Gioconda” ou “A Monalisa”. Oficialmente tido como um retrato de Lisa Gherardini, apesar das diversas teorias, entre as quais de que o quadro seria um autorretrato.

Para conhecer mais sobre Leonardo da Vinci, confira as obras que fazem parte do nosso acervo:

  • A ciência de Leonardo da Vinci: um mergulho profundo na mente do grande gênio da Renascença – Fritjof Capra

Número de chamada: 929LEONARDO L581c 

  • Escritos sobre Leonardo da Vinci – Paul Valéry

Número de chamada: 75LEONARDO V166e 

  • Leonardo Da Vinci: a alma de um gênio – Marislei de Souza Espíndula Brasileiro

Número de chamada: 75LEONARDO B823L 

  • Leonardo da Vinci – Walter Isaacson

Número de chamada: 75LEONARDO L581L 

  • Os mistérios de Da Vinci – Jeanmarie Condon, Elizabeth Vargas e Rudy Bednar

Número de chamada: DVD 75LEONARDO M678

  • Mona Lisa: a história da pintura mais famosa do mundo – Donald Sassoon

Número de chamada: 75LEONARDO S252m 2004

Fonte: History

Se aproxime ainda mais da música popular brasileira através do songbook da Funarte

Songbook online (2)Estudantes, professores, instrumentistas amadores e profissionais e entusiastas do universo dos sons, em todas as partes do mundo, poderão, a partir de agora, se aproximar ainda mais da música popular brasileira com um simples clique. A Fundação Nacional de Artes (Funarte) lançou o Songbook Online Internacional, uma compilação de cerca de 1,2 mil partituras com algumas das mais representativas obras de nossa musicografia, já disponíveis de forma gratuita no site da instituição.

As partituras somam mais de 4 mil páginas e foram divididas em nove volumes: três de música popular, três de música de concerto e três de banda de música. Nas edições de música popular, por exemplo, há canções de nomes como Chiquinha Gonzaga, Tom Jobim, Chico Buarque e Milton Nascimento. Já na seção de música para concerto são apresentadas obras de compositores como Ernesto Nazareth, Edino Krieger e Carlos Gomes. Por fim, os volumes de música de banda trazem composições de boa parte dos artistas apresentados nas outras seções, mas com partituras específicas para conjuntos musicais.

Baixe os volumes da coleção no site da Funarte:

Música Popular

Partituras Brasileiras Online – Música Popular – Vol. 1

Partituras Brasileiras Online – Música Popular – Vol. 2

Partituras Brasileiras Online – Música Popular – Vol. 3

Música de Concerto

Partituras Brasileiras Online – Música de Concerto – Vol. 1

Partituras Brasileiras Online – Música de Concerto – Vol. 2

Partituras Brasileiras Online – Música de Concerto – Vol. 3

Bandas de Música

Partituras Brasileiras Online – Bandas de Música – Vol. 1

Partituras Brasileiras Online – Bandas de Música – Vol. 2

Partituras Brasileiras Online – Bandas de Música – Vol. 3

Fonte: Violão Brasileiro e Funarte

Hoje é o Dia Nacional da Biblioteca!

DIA NACIONAL DAA data de 9 de abril ficou conhecida como o “Dia da Biblioteca” em função do decreto Nº 84.631 da Presidência da República, assinado há exatamente 35 anos. Além do dia 9 e de sua importância para a cultura, o livro, a leitura e as bibliotecas brasileiras, 10 de abril também marcou de maneira representativa a disseminação das bibliotecas no país: no ano de 1915, portanto há 100 anos, ocorreu a aula inaugural do primeiro curso de Biblioteconomia do Brasil.

Fonte: Biblioteca Nacional

Saiba onde encontrar mais de 1 milhão de páginas de documentos históricos digitalizados de Caxias do Sul

caxias foto antigaVocê reconhece este lugar? Praça, catedral… Este é o centro da cidade de Caxias do Sul fotografado entre 1960 e 1970. E você encontra muitas outras fotografias, jornais digitalizados e páginas de documentos oficiais no Centro de Memória da Câmara Municipal de Caxias do Sul. Este espaço é destinado à preservação e acesso a documentos, objetos e exposições que registram a história do Poder Legislativo e a história política de Caxias do Sul. O banco de dados apresenta conjuntos documentais do Arquivo Histórico da Câmara Municipal e do Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami.

Conheça as obras de Van Gogh em alta resolução para download gratuito

Eu sonho a minha pintura, e então eu pinto o meu sonho.O Museu Van Gogh, que tem sede em Amsterdã, Holanda, disponibilizou para visualização on-line ou download, em alta resolução, todo o seu acervo com a obra do pintor holandês Vincent van Gogh. Pinturas, desenhos, esboços e anotações estão acessíveis em altíssima resolução. Além do download, por meio da ferramenta de zoom é possível conferir cada detalhe das pinceladas do gênio do pós-impressionismo — expressão artística utilizada para definir a pintura e, posteriormente, a escultura no final do século 19.

Vincent Willem van Gogh nasceu em 30 de março de 1853, em Zundert, Holanda. Com uma vasta obra, é considerado um dos mais importantes artistas da história. Sua produção inclui retratos, autorretratos, paisagens e naturezas-mortas. Em pouco mais de uma década, produziu mais de 2.100 obras de arte, incluindo 860 telas a óleo e cerca de 1.300 aquarelas, desenhos, esboços e gravuras.

Obras como: “Os Comedores de Batatas” (1885), o quadro mais famoso da primeira fase do artista; “Quarto em Arles” (1888), que retrata o quarto de van Gogh na cidade de Arles; “Doze Girassóis Numa Jarra” (1889), considerada uma das obras mais valiosas do mundo; “Autorretratos” série de pinturas realizadas entre 1886 e 1889. Os usuários podem explorar toda a coleção por ano, tema, gênero ou semelhança. Algumas obras fazem parte de outros museus, como a “Noite Estrelada” (1889) disponível no Museu de Arte Moderna (MoMA). Através da página do museu, você tem o link para as outras coleções.

Para fazer o download gratuitamente, em alta resolução, basta escolher a obra desejada e clicar sobre a seta no canto inferior direito.

Texto adaptado: Revista Bula

Posso doar livros para as Bibliotecas UCS?

doação 2 (3)Sim, você pode! Mas há alguns detalhes importantes que você deve ficar atento:

  • Não são aceitas doações nas bibliotecas sem prévia avaliação. Para a avaliação do material, deverão ser preenchidos o termo de doação e a lista de materiais com as informações dos títulos a serem doados.
  • O termo de doação e lista de materiais preenchidos devem ser encaminhados para o Setor de Aquisição da Biblioteca Central (impressos) ou para o e-mail bice@ucs.br (on-line).
  • O termo de doação precisa ser entregue assinado pelo doador.

 

Conheça os livros ‘Outros jeitos de usar a boca’ e ‘O que o sol faz com as flores’ de Rupi Kaur

como é tão fácil pra você/ ser gentil com as pessoas ele perguntou/ leite e mel pingaram/ dos meus lábios quando respondi/ porque as pessoas não foram/ gentis comigo”. É assim, com um tapa, que começa Outros jeitos de usar a boca, o primeiro livro da poeta canadense nascida na Índia, Rupi Kaur.

Os versos de Rupi são duros: tratam de abuso, violência, amor, sofrimento, maternidade, machismo e relacionamento. “Antes do meu livro, o mercado editorial achava que não havia mercado para poesia sobre trauma, abuso e cura”, disse Rupi ao The Guardian em agosto de 2016. O trauma, uma constante na vida de tantas mulheres, diz, é justamente a matéria-prima de sua obra.

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Poema de ‘Outros jeitos de usar a boca’, de Rupi Kaur (Foto: Divulgação)

Milk and honey (“leite e mel”), título original de Outros jeitos de usar a boca, faz menção ao genocídio do povo sikh na Índia – etnia do Estado de Punjab, à qual pertence a poeta e sua família. Segundo ela, os sikh, especialmente suas mulheres, saíram do massacre “suaves como o leite, mas fortes como o mel”. Seguindo a lógica da superação de um grande trauma, o livro tem quatro partes: a dor, o amor, a ruptura e a cura.

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Poema de ‘Outros jeitos de usar a boca’, de Rupi Kaur (Foto: Divulgação)

No seu segundo livro, O que o Sol faz com as flores, os temas das poesias e ilustrações circulam novamente ao redor de temas como amor, infanticídio, depressão, perda e abuso sexual e psicológico.

Ficou curioso para ler os livros? Encontre-os nas Bibliotecas UCS:

Outros jeitos de usar a boca.

Número de chamada: 821.111(71)-1 K21o 2017

O que o sol faz com as flores.

Número de chamada: 821.111(71)-1 K21q 2018

Texto adaptado:  Revista Cult