Teoria final de Stephen Hawking sobre a origem do universo está disponível no Portal de Periódicos da CAPES

HawkingA morte do físico britânico Stephen Hawking, em 14 de março de 2018, foi lamentada em todo o mundo. Um dos mais consagrados cientistas da atualidade, Hawking derrubou teorias físicas, popularizou mistérios da ciência e mudou a maneira como as pessoas entendem o cosmo. Mesmo após sua despedida, o cientista permanece contribuindo com a física com sua teoria final sobre a origem do universo. A versão pré-print do trabalho está disponível para a comunidade acadêmica brasileira em base pesquisável no Portal de Periódicos da CAPES.

Desenvolvido em colaboração com o pesquisador belga Thomas Hertog, o trabalho é baseado na teoria das cordas e prevê que o universo é finito e muito mais simples do que dizem as várias teorias usuais sobre o Big Bang. As ideias começaram a ser divulgadas em 2017, em uma conferência da Universidade de Cambridge em homenagem ao 75º aniversário de Hawking.

“A teoria usual de inflação eterna prevê que globalmente o nosso universo é como um fractal infinito, com um mosaico de universos de bolso separados por um oceano inflável”, disse Hawking na ocasião. “As leis locais de física e da química podem diferir de um universo de bolso para outro, que juntos formariam um multiverso. Mas eu nunca fui fã do multiverso. Se a escala de diferentes universos no multiverso é grande ou infinita, a teoria não pode ser testada”, explicou o cientista.

De acordo com Thomas Hertog, “quando traçamos a evolução do nosso universo de trás para a frente no tempo, chegamos ao limiar da inflação eterna, onde a nossa noção comum de tempo deixa de ter significado”. É a isto que se resume a última ideia que Stephen Hawking assinou antes de morrer e que contrariava, inclusive, uma ideia que ele próprio apresentou há muitos anos, quando defendeu a “teoria sem fronteira”, segundo a qual, recuando no tempo, o universo começava a encolher-se e fechar-se-ia numa esfera. “Agora estamos a dizer que há um limite no nosso passado”, concretiza Hertog.

O pré-print do artigo A Smooth Exit from Eternal Inflation? está disponível na plataforma arXiv.org. A base, pertencente à Universidade Cornell (EUA), é um serviço de e-prints nas áreas de física, matemática, ciência da computação, biologia quantitativa, finanças quantitativas, estatística, engenharia elétrica, ciência de sistemas e economia. O conteúdo pode ser acessado por meio do link buscar base do Portal de Periódicos. Outra alternativa é localizar a pesquisa na opção buscar assunto.

A revista científica à qual o trabalho foi submetido, Journal of High Energy Physics (ISSN 1126-6708), igualmente faz parte do acervo da biblioteca virtual da CAPES e pode ser acessada pela página buscar periódico. Entretanto, o artigo ainda não está disponível na íntegra no site da publicação. Os usuários do Portal têm também a possibilidade de acessar outros trabalhos de Stephen Hawking pela opção buscar assunto, onde é possível encontrar diversos documentos de autoria do físico ou sobre sua obra.

Tanto a base arXiv.org quanto o periódico Journal of High Energy Physics são de acesso aberto. Dessa forma, estão disponíveis para toda a comunidade acadêmica, incluindo usuários que não integram as instituições participantes do Portal de Periódicos.

Com informações do jornal Observador

Fonte: Portal de Periódicos da CAPES

Dia Nacional do Livro Infantil

Foto-livros-infantisHoje, 18 de abril, é comemorado o Dia Nacional do Livro Infantil! E para celebrar a data, visite o acervo de livros infanto-juvenis das Bibliotecas UCS!

O acervo reúne cerca de 10 mil exemplares, incluindo livros de grandes autores infantis, como Monteiro Lobato, Pedro Bandeira, Ziraldo, Ruth Rocha, Irmãos Grimm, Hans Christian Andersen, Charles Perrault e Roald Dahl. O acervo conta ainda com títulos populares, como O Pequeno Príncipe, Diário de um Banana, A Parte que Falta, Meu Pé de Laranja Lima, A Bolsa Amarela, Alice no País das Maravilhas entre outros.

 

Quem foi Samuel Beckett?

Samuel BeckettSamuel Beckett nasceu em 13 de abril de 1906 e  foi um dos fundadores do teatro do absurdo.  Ele é considerado um dos principais autores do século 20. Em 1969, o escritor ganhou o Prêmio Nobel de Literatura.

O minimalismo de Beckett revolucionou o teatro há meio século e, conforme especialistas, ainda não foi superado. Limpou do palco tudo o que é acessório, reduzindo-o ao essencial. Criou tensão dramática com a inércia e fez do aborrecimento um tema. Escreveu peças sem “argumento”, com personagens sem história e sem passado, e instituiu o monólogo.

Confira quais são os livros do escritor que fazem parte do nosso acervo e participe do Desafio Literário deste mês:

  • O inominável
    Número de chamada: 821.111(415)-31 B396i 2009
  • Primeiro amor
    Número de chamada: 821.111(415)-31 B396p 2004
  • Proust
    Número de chamada: 821.111(415)-4 B396p 1986
  • Teatro de Samuel Beckett: À espera de Godot, Fim de festa, A última gravação
    Número de chamada: 821.111(415)-2 B396t 2.ed.

Fontes: Público e UOL Educação

Com os amigos de Lygia Fagundes Telles

Lygia Fagundes Telles é uma referência na literatura brasileira e no próximo 19 de abril ela completará 96 anos. Para o Desafio Literário de março, escolhemos evidenciar o trabalho da escritora e mostrar as suas relações no círculo literário através dos textos do Instituto Moreira Salles e da publicação da escritora e pesquisadora Bruna Kalil Othero.

Imagem 1 LygiaA escritora pode ser considerada uma das pessoas mais bem relacionadas da literatura do século XX. Lygia entrou no círculo literário muito cedo, chegando a ter contato com escritores influentes como Mário de Andrade e Cecília Meireles (foto, 1945). No livro “Durante aquele estranho chá”, a escritora relata as tantas amizades que nutriu com personalidades importantes, como Simone de Beauvoir e Sartre.

Imagem 4 LygiaUma das melhores amigas de Lygia foi a também escritora Hilda Hilst (1930-2004) (foto ao lado). As duas se conheceram devido à Faculdade de Direito e foram amigas até a morte de Hilda. O afeto entre elas era tão profundo que Hilda dizia querer morrer de mãos dadas com Lygia. Outra amiga íntima da escritora foi Clarice Lispector. No lançamento de “O Seminário dos Ratos” no Rio de Janeiro (1977), Clarice entrevistou Lygia e a descreveu como “um dos maiores escritores brasileiros”.

Manuel Bandeira e Carlos Drummond de Andrade também estão na lista de amigos da escritora. Lygia considerava Drummond um dos maiores poetas do Brasil, e ele dizia que ela era um dos maiores contistas.

O escritor argentino Jorge Luis Borges também foi um grande amigo de Lygia, sendo que os dois trocavam textos e sugestões de leitura.

Imagem 3 LygiaJá o escritor português José Saramago (foto ao lado) traduziu a amizade no seguinte trecho: “mesmo que conseguisse determinar […] o minuto em que apareci a Lygia pela primeira vez ou ela me apareceu a mim, estou certo de que uma voz haveria de sussurrar-me de dentro: A tua memória enganou-se nas contas. Já a conheces. Desde sempre que a conheces”.

Fontes: Cadernos de Literatura Brasileira: Lygia Fagundes Telles (IMS, 1998), na página do IMS e na publicação da Bruna Kalil Othero

Três motivos para ler Elena Ferrante

Bookface-Amiga-GenialA autora da tetralogia napolitana “A amiga genial” foi tema do Pop Clube – Livro Lamparina. Aproveite e leia algumas curiosidades sobre Elena Ferrante, umas das autoras mais relevantes do universo literário mundial dos últimos tempos.

Ah, e fique atento que o Desafio Literário deste ano está chegando!

ONDE ESTÁ ELENA?
Elena Ferrante é um pseudônimo. Desde o lançamento de seu primeiro livro “Um amor incômodo” (1992), a identidade real da escritora é mantida em segredo com a justificativa de que, para ela, quem assina as obras não deve ser mais importante do que a própria obra. E se você for pensar, é verdade: quantas vezes não escolhemos uma leitura baseado em quem a escreveu?

Ferrante tem ainda alguns outros motivos para não querer ser descoberta, mas indo direto ao ponto, o fato de o público não saber quem ela é de verdade está diretamente ligado à inovação que a escritora imprimiu nos romances contemporâneos. Em 2016, Elena Ferrante foi eleita uma das personalidades mais influentes do mundo pela revista Time e, desde janeiro de 2018, assina uma coluna semanal no jornal britânico The Guardian.

POP, PERO NO MUCHO
Você abre a primeira página de um livro escrito por Ferrante e lê. Vira a página e depois mais uma e mais uma e mais uma. Não há nada ali que seja difícil de ser entendido. A linguagem é um convite irrecusável para seguir adiante. É leve e, de repente, te joga no meio de um tornado de reflexões ansiosas de uma personagem. Você mal sai daquele mal-estar e dá de cara com uma citação de Virginia Woolf. E, mais pra frente, algo que lembra Madame Bovary. E é sutil de uma maneira que, quem não conhece os clássicos, segue sem perder um fio da complexa teia engendrada pela autora. Um texto que está sempre com olhos no retrovisor da produção literária mundial e deixa as portas abertas para o leitor que deseja se aprofundar nelas depois.

MULHER EM PRIMEIRO LUGAR
Os relacionamentos entre mulheres, ignorados ao longo da história pelo cânone e, quando citados, colocados nas jaulas dos estereótipos, são a matéria prima de Elena Ferrante. Amizade, maternidade, casamento, autoconhecimento. Ela coloca tudo em cima de uma mesa e, tema por tema, como se fossem caixinhas, vai jogando luz em cada lado das superfícies. E se há claridade de um lado, do outro existem as sombras. Questiona, questiona, questiona. Aperta e alivia. Que mãe é essa que deseja intimamente que a filha vá morar com o pai? Que amiga é essa que estimula, mas sente inveja? Que mulher é essa que não consegue se olhar no espelho e se sentir bonita?

As obras de Elena Ferrante chegaram para abalar não só as estruturas de um mercado que ainda é majoritariamente masculino, mas das leitoras que todos os dias precisam enfrentar o peso do patriarcado. Depois dela, nada fica no lugar. Ainda bem.

Já deu vontade de começar a ler as histórias dessa autora? Então veja quais são os livros que fazem parte do nosso acervo:

  • A amiga genial: infância, adolescência
    Número de chamada: 821.131.1-31 F373a 2015
  • História do novo sobrenome: juventude
    Número de chamada: 821.131.1-31 F373ha 2016
  • História de quem foge e de quem fica: tempo intermédio
    Número de chamada: 821.131.1-31 F373hb 2016
  • História da menina perdida: maturidade – velhice
    Número de chamada: 821.131.1-31 F373hi 2017
  • A filha perdida
    Número de chamada: 821.131.1-31 F373f 2016
  • Frantumaglia: os caminhos de uma escritora
    Número de chamada: 821.131.1-94 F373f 2017

 

Texto adaptado: Larissa Saram, Lamparina Scope

Bob Dylan: as memórias do vencedor do Prêmio Nobel de Literatura

IMG_20190223_114039577 (1)“Eu tinha vindo de muito longe e começado muito de baixo. Mas agora o destino estava prestes a se manisfestar. Senti como se ele tivesse olhando direto para mim e para mais ninguém.” – Bob Dylan

A nossa dica de leitura para este sábado revela as memórias sobre os primeiros anos da carreira de Bob Dylan. Crônicas: volume um é uma coleção íntima e pessoal de lembranças que ajudaram a moldar a vida e a arte de Dylan. Vale destacar que o cantor recebeu, em 2016, o Prêmio Nobel de Literatura “por ter criado uma nova expressão poética dentro da grande tradição americana da canção”.

E para você conhecer um pouco mais sobre ele, separamos cinco curiosidades deste grande cantor e compositor (o texto abaixo foi retirado da reportagem 75 coisas que você talvez não saiba sobre Bob Dylan, do El País):

  • Em relação ao nome, o que ele admitiu, por sua vez (em Crônicas, sua autobiografia parcial), foi que preferiu “Bob” a “Bobby” para se diferenciar dos cantores Bobby Darin, Bobby Rydell e Bobby Vee.
  • O pintor malaguenho Pablo Picasso é tido por Dylan como uma de suas maiores influências artísticas. Em Crônicas, escreveu: “Ele partiu ao meio o mundo da arte e o abriu como se fosse um ovo”.
  • Uma das primeiras grandes paixões de Dylan em Nova York foi estudar a Guerra Civil norte-americana, e para isso leu tudo que havia na hemeroteca entre 1861 e 1865. Era obcecado por entender “como pessoas tão unidas pela geografia e pela religião podiam se tornar inimigas mortais”.
  • No final de 1965, a popularidade de Dylan era quase maior como compositor do que como intérprete. Em apenas duas semanas, foram lançados 80 discos single com versões de músicas rubricadas por ele.
  • As referências bíblicas na obra dylaniana são tão abundantes que o músico chegou a afirmar: “Se tivesse que começar de novo, ensinaria teologia ou história clássica romana”.

 

 

 

 

Tesouros na prateleira: acervo de Obras Raras das Bibliotecas UCS é citado em artigo da Revista Pesquisa Fapesp

Pesquisa-fapespO artigo “Tesouros na prateleira“, publicado na Revista Pesquisa Fapesp deste mês, aborda os acervos de obras raras espalhados pelo país. No inicio do texto, uma história que aconteceu aqui, nas Bibliotecas UCS, introduz a importância desses acervos. Confira abaixo o trecho:

Era um dia de atendimento comum na biblioteca da Universidade de Caxias do Sul (UCS), no Rio Grande do Sul, quando um homem entrou na sala em busca de um exemplar do livro De incantationibusseu ensalmis, de Manuel do Vale de Moura (ca. 1564-1650). A ansiedade do usuário, que viajou mais de 400 quilômetros para ter acesso ao título em latim, logo se transformou em revelação: ele contou ter localizado um pote de ouro próximo à fronteira com a Argentina e precisava do livro para desenterrá-lo. Conhecedor da lenda que remonta aos primórdios do período colonial, o homem sabia que índios da região do rio da Prata haviam enterrado um tesouro que só poderia ser retirado da terra com o auxílio de uma reza. O ritual, assegurava o caçador de tesouros, estaria descrito na obra publicada no século XVII, em Évora, Portugal. A bibliotecária ajudou como pôde. Com o auxílio de um professor de latim da universidade, vasculharam o livro atrás da tal reza. Não obtiveram sucesso.

Não se sabe se o homem conseguiu desenterrar o que queria, mas é fato que, na busca pela oração, acabou encontrando outro tesouro: o próprio livro, uma publicação de 610 páginas, encadernada em pergaminho e com escudo de armas reais na página de rosto. Marcia Carvalho Rodrigues, que era a bibliotecária da UCS naquela primeira década dos anos 2000, lembra do momento com carinho. “Estudar livros que têm características especiais e as histórias que estão associadas a eles me realiza profissionalmente”, diz ela, que hoje é professora de biblioteconomia na Universidade Federal do Rio Grande (Furg).

 

Conheça vida e obra de Darcy Ribeiro

Darcy-Ribeiro-FotoNo dia 17 de fevereiro de 1997 morria, em Brasília (DF), Darcy Ribeiro, antropólogo, político e escritor.

Darcy começou sua vida profissional como antropólogo do Serviço de Proteção aos Índios, onde criou o Museu do Índio e, em parceria com os irmãos Villas-Boas, formulou o Parque Indígena do Xingu. No mesmo período, conheceu e se casou com Berta Gleizer, que se tornou uma grande parceira intelectual. Posteriormente, ingressou na área educacional e formulou o projeto de criação da Universidade de Brasília.

Sua trajetória sempre esteve próxima às lideranças dos Governos, o que tornou inevitável seu ingresso na vida política: foi ministro da Educação e ministro-chefe da Casa Civil durante o governo de João Goulart; vice-governador do Rio de Janeiro em 1982, secretário de Cultura e coordenador do Programa Especial de Educação; senador da República de 1991 até sua morte, em 1997.

Durante seu exílio em diversos países da América Latina atuou como pesquisador, professor e reformador de universidades. Nesse período, iniciou uma intensa produção de livros que o transformou em um dos imortais da Academia Brasileira de Letras (ABL), onde viria a ocupar a cadeira 11 em 1993. Nos últimos anos de vida surpreendeu com sua produção de poemas.

Sua produção na área da educação e da cultura deixou marcas no país: criou universidades, centros culturais e uma nova proposta educativa com os Centros Integrados de Educação Pública, os Cieps, além de deixar inúmeras obras traduzidas para diversos idiomas.

Conheça algumas obras do escritor que fazem parte do nosso acervo:

  • O povo brasileiro: a formação e o sentido do Brasil
    Número de chamada: 39(81) R484p 
  • O processo civilizatório: etapas da evolução sociocultural
    Número de chamada: 316.7 R484p
  • O mulo: romance
    Número de chamada: 821.134.3(81)-31 R484m
  • Confissões
    Número de chamada: 929RIBEIRO R484c
  • Os índios e a civilização: a integração das populações indígenas no Brasil moderno
    Número de chamada: 39(=1.81-82) R484i
  • Maíra: um romance dos índios e da Amazônia
    Número de chamada: 821.134.3(81)-31 R484m
  • O Brasil como problema
    Número de chamada: 316.3(81) R484b 
  • Universidade para quê?
    Número de chamada: 378.4 R484u
  • O dilema da América Latina: estruturas de poder e forças insurgentes
    Número de chamada: 308(7/8=134) R484d

Fonte: Fundar

A vida de Galileu Galilei

GalileuNo livro Galileu Galilei – O Primeiro Físico, James Maclachlan conta a história desse cientista revolucionário e de seus esforços para mudar nosso modo de ver o Universo.

O autor constrói, nas últimas páginas do livro, a cronologia da vida do cientista, com os principais acontecimentos e publicações. Ficou curioso? Confira abaixo!

E você encontra no acervo das Bibliotecas UCS vários livros sobre Galileu Galilei!

  • 15 de fevereiro de 1564
    Nasce Galileu, em Pisa, Toscana
  • 1574-81
    Estuda em Florença e Vallombrosa
  • Novembro de 1581
    Matricula-se na Universidade de Pisa para formar-se médico
  • Início de 1583
    Começa a preferir o estudo da matemática ao das disciplinas regulares
  • Maio de 1585
    Abandona a universidade sem diplomar-se
  • Novembro de 1589 – maio de 1592
    Torna-se professor de matemática na Universidade de Pisa; passa a criticar as ideias de Aristóteles sobre o movimento
  • Dezembro de 1592 – agosto de 1610
    Torna-se professor de matemática na Universidade de Pádua (República de Veneza); nascem seus três filhos, ilegítimos
  • 1596-99
    Adapta e aperfeiçoa o compasso para cálculos de artilharia
  • Novembro de 1602
    Carta a Guidobaldo sobre os pêndulos longos
  • Outubro de 1604
    Formula a lei do pêndulo e a lei dos tempos ao quadrado na queda
  • 1605-08
    Culmina seu trabalho com as deduções da proporcionalidade entre a velocidade da queda e o tempo e da trajetória parabólica dos projéteis
  • Agosto de 1609
    Cria o primeiro telescópio com capacidade de aumento de nove vezes
  • Dezembro de 1609
    Descobre que a superfície lunar é acidental e montanhosa
  • Janeiro de 1610
    Descobre as luas de Júpiter
  • Março de 1610
    Mensageiro das estrelas é publicado em Veneza
  • Setembro de 1610
    Musa-se para Florença a serviço do grão-duque da Toscana
  • Abril de 1611
    É admitido na Academia dos Linces em Roma
  • Junho de 1612
    Corpos na água é publicado em Florença
  • Maio de 1613
    Cartas sobre as manchas solares é publicado em Florença
  • Fevereiro de 1616
    A Inquisição Romana adverte Galileu para que abandone as ideias de Copérnico
  • Outubro de 1623
    O Aferidor é publicado em Roma
  • Abril – junho de 1624
    Galileu visita em Roma um velho amigo, agora Papa Urbano VIII; logo começa a escrever Diálogo sobre os dois grandes sistemas
  • 21 de fevereiro de 1632
    Diálogo sobre os dois grandes sistemas é publicado em Florença
  • 22 de junho de 1633
    É condenado pela Inquisição por suspeita de heresia
  • Dezembro de 1633
    Regressa à sua casa em Acertri
  • Junho de 1638
    Duas novas ciências é publicado em Leyden, Holanda
  • 8 de janeiro de 1642
    Galileu morre, em Acertri

 

JSTOR oferece conteúdo de Ciências Sociais e outras áreas do conhecimento

Em pleno século 21, é muito raro encontrar pessoas que não tenham se rendido à utilização das redes sociais. Quais são os pontos positivos e negativos dessa recente infraestrutura de comunicação? De que forma está ocorrendo a transformação social com uso desses recursos? É possíveis resistir aos impactos provocados pela revolução tecnológica? Essas e outras questões são frequentemente levantadas por estudiosos de Ciências Sociais e áreas correlatas no Brasil e no mundo inteiro.

Pela plataforma Journal Storage (JSTOR), usuários da comunidade acadêmica brasileira que se interessam pelo tema têm acesso ao livro “Mídias sociais no Brasil emergente”, de Juliano Spyer. A obra faz parte da série “Why we post” (“Por que postamos”, em português), organizada pela University College London (UCL). A série contém 11 títulos com estudos que tratam de locais de pesquisa específicos no Brasil, Chile, China, Inglaterra, Índia, Itália, Trinidad e Turquia.

jstorO JSTOR é uma biblioteca digital multidisciplinar de revistas acadêmicas, livros e fontes primárias. Seu conteúdo comporta diversos outros materiais em português, tal como o livro supracitado. Apesar disso, a maior parte do acervo se concentra na língua inglesa, incluindo também outros idiomas, como francês, espanhol, alemão e italiano.

A coleção Art & Sciences 1 é primeira produzida pelo JSTOR, em 1997. Inclui uma seleção de títulos com 15 disciplinas, incluindo as mais importantes publicações voltadas para as áreas de economia, história, ciências políticas e sociologia, além de títulos em ecologia, matemática e estatística. Enquanto isso, a coleção Art & Sciences 3 tem foco em artes e humanas, abrangendo mais de 220 periódicos direcionados para música, vídeo, arte, folclore, história, religião e arquitetura.

A base Mathematics & Statistics reúne 93 periódicos revisados por pares em texto completo, nas áreas de matemática e estatística, com disponibilidade que varia de 1665 até 2011. A seleção contempla autores notáveis e com grande participação na literatura, como Einstein e Newton, assim como matemáticos contemporâneos, como Pierre-Louis Lions, Benoît Mandelbrot e Alain Connes.

Os conteúdos da plataforma JSTOR podem ser acessados fora da Universidade através do Proxy.

Texto adaptado: Portal de Periódicos da CAPES

Saiba mais sobre a trajetória do fotógrafo Sebastião Salgado

Foto-Sebastião-Salgado“Você não fotografa com a sua máquina, você fotografa com toda a sua cultura.” – Sebastião Salgado

No dia 8 de fevereiro de 1944 nascia em Aimorés (MG), o fotógrafo Sebastião Ribeiro Salgado. É um dos mais respeitados fotojornalistas da atualidade, reconhecido mundialmente por seu estilo único em retratar, em especial, a condição humana em diferentes partes do planeta.

Descobriu sua paixão pela fotografia quando fazia uma viagem de trabalho à África. Começou usando a câmera fotográfica de sua mulher, Lélia Wanick Salgado, arquiteta, urbanista e também dedicada ao trabalho de fotografia, direção de arte e curadoria de projetos do marido.

Ao longo dos anos, Sebastião Salgado tem contribuído com várias organizações humanitárias. Recebeu diversos prêmios e honrarias, sendo representante especial da Unicef e membro honorário da Academia das Artes e Ciências dos Estados Unidos e da Academia de Belas Artes da França. Salgado já viajou por mais de 100 países para projetos fotográficos que, além de inúmeras publicações na imprensa, foram apresentados em forma de livros.

Para conhecer mais sobre o trabalho e a vida de Sebastião Salgado, confira os livros do fotógrafo que fazem parte do nosso acervo:

  • Da minha terra à terra – Sebastião Salgado e Isabelle Francq
    Número de chamada: 77SALGADO S164d 2014
  • Fotografias – Sebastião Salgado e FUNARTE
    Número de chamada: 77SALGADO S164f 1982
  • Gênesis
    Número de chamada: 77SALGADO S164g 2013
  • O fim da pólio: a campanha mundial para a erradicação da doença
    Número de chamada: 616.832.21-002 F489 2003
  • Outras Américas
    Número de chamada: 77SALGADO S164o 1999
  • Quem está escrevendo o futuro? 25 textos para o século XXI – Washington Araújo e Sebastião Salgado
    Número de chamada: 316 Q3 2000
  • Trabalhadores: uma arqueologia da era industrial
    Número de chamada: 77SALGADO S164t 1996

Fonte: Seu History

 

Saiba mais sobre a biblioteca do Campus Vale do Caí

A biblioteca do Campus Universitário Vale do Caí (CVALE), localizada em São Sebastião do Caí, disponibiliza à comunidade acadêmica ambientes para estudo e pesquisa.

O acervo conta com mais de 21 mil exemplares, distribuídos entre livros acadêmicos, literatura em geral, periódicos e materiais multimídia, contemplando os principais cursos oferecidos no Campus: Administração, Ciências Contábeis e Direito. O espaço da biblioteca oferece aos usuários mesas para estudo e computadores com acesso à internet e ao catálogo online. Também há salas de estudo em grupo, armários guarda-volumes e expositores de jornais e revistas atualizados.

A biblioteca é climatizada e está à disposição dos alunos de segunda a sexta-feira, das 13h30min às 22h30min.

CVALE-Fotos

 

Dedicatória: de Mário Quintana para Gerd Bornheim

A coleção doada por Gerda Bornheim através de seu testamento para a Biblioteca Central da Universidade de Caxias do Sul conta com mais de 4 mil títulos e é composta por obras antigas, algumas datadas no início do século passado, além de textos em outras línguas como alemão, italiano, espanhol e francês. Dentro dos livros é possível encontrar cartões-postais, cartas e dedicatórias trocadas na época, além de linhas sublinhadas e anotações dos leitores.

Dentre os livros, destaca-se a “Nova Antologia Poética”, de Mário Quintana, com a dedicatória do autor: “Para Gerd, uma lembrança de seu amigo Mario Quintana. Rio, 12.4.82”.

Livro-Mario-Quintana

Gerd Bornheim, irmão de Gerda, foi um reconhecido filósofo brasileiro. Realizou importantes trabalhos sobre teatro e reflexão estética, que são referência fundamental para a apreensão e compreensão de diversos aspectos da área teatral, entre eles, o sentido do trágico, a estética brechtiana e o teatro contemporâneo. Como escritor, destacou-se pela densidade e clareza de sua análise crítica e, como conferencista, atraiu plateias numerosas por sua competência filosófica e capacidade de comunicação.

Fonte: Itaú Cultural

 

Você conhece a biblioteca do Campus de Nova Prata?

Localizada no Campus Universitário de Nova Prata, a biblioteca oferece ambientes para estudo e pesquisa e disponibiliza um amplo acervo para toda a comunidade.

Fotos-CPRA

A biblioteca conta com mesas de estudo, espaço para leitura com jornais e periódicos e computadores com acesso à internet e ao catálogo online. O ambiente conta ainda com uma sala de estudo próxima à biblioteca. O acervo possui mais de 21 mil exemplares e abrange as áreas dos principais cursos oferecidos pela Universidade em Nova Prata: Administração, Agronomia, Ciências Contábeis e Direito.

O horário de atendimento é de segunda a sexta-feira, das 13h30min às 22h30min.

 

 

Universidade portuguesa disponibiliza acervo online com 2500 livros sobre África e Oriente

Memória-d_África-e-d_OrienteA Universidade de Aveiro, por meio de sua biblioteca digital, oferece um acervo de mais de 2.500 livros de países e localidades lusófanos da África, América e do Oriente.

É possível encontrar obras sobre a história de Angola, Brasil, Cabo Verde, Goa, Guiné, Macau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor. Os livros remetem ao período em que estes locais foram colônias portuguesas.

O acervo faz parte do projeto “Memória d’África e d’Oriente”. Executado pela Fundação Portugal-África, pela Universidade de Aveiro e pelo Centro de Estudos sobre África e do Desenvolvimento (CESA) de Lisboa, o projeto conta com a participação de instituições de Cabo Verde, Goa, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal e São Tomé e Príncipe.

Além disso, graças a uma nova parceria com a Biblioteca Nacional portuguesa, mais 67 mil registros foram disponibilizados e deverão ser adicionados ao acervo em breve.

Fonte: Hypeness

Conheça a biblioteca de Guaporé

O Campus Universitário de Guaporé ganhou, em 2016, um novo espaço no centro da cidade. A nova localização do Campus aproximou a biblioteca da comunidade acadêmica, facilitando o acesso ao acervo e aos ambientes de estudo e pesquisa.

O acervo da biblioteca inclui livros, revistas e periódicos nacionais e internacionais e materiais multimídia. O acervo possui mais de 32 mil exemplares e abrange as áreas dos principais cursos oferecidos pela Universidade em Guaporé: Administração, Ciências Contábeis e Direito. O ambiente conta ainda com mesas para estudo e computadores com acesso ao catálogo online.

O horário de atendimento é de segunda a sexta-feira, das 13h30min às 16h30min e das 17h30min às 22h30min.

Biblioteca-Guaporé