Como ler mais na era Netflix

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Se você gosta de ler, está com uma pilha de livros muito bons à sua espera, mas não consegue fazer a fila andar, este post é para você.

“Ah, mas eu li Grande Sertão Veredas em uma noite”. Não, você não leu as 600 páginas de Guimarães Rosa em menos de 24 horas. Essa não cola, amigo. Você pode ter olhado para as 600 páginas, mas não leu. Ou melhor, pode até ter lido alguma coisa entre as 600, mas tenho minhas dúvidas sobre o que conseguiu processar da história de Riobaldo.

Não sou uma leitora a jato por princípios: quero que a leitura me dê a oportunidade de me apegar ao enredo, sonhar com os personagens, ter vontade de viajar para o local onde se passa a história, pesquisar sobre o autor, suas inspirações. Mas, admito, talvez um pouco do meu ceticismo seja inveja. No fundo, gostaria de ler 600 páginas em uma madrugada (se fosse em uma semana já ficaria realizada).

Comecei a pensar no que costumo fazer no meu tempo livre. E por tempo livre leia-se tempo gasto no transporte público, na sala de espera do consultório, jogada no sofá enquanto espero minhas roommates saírem do chuveiro — não apenas o tempo livre institucionalizado como o domingo à tarde, as noites no bar ou as férias. Lembrei dos minutos em que desço a barra lateral do Facebook rumo ao nada, a sensação desesperadora de olhar para o relógio e ver aquele tempo resultar em absolutamente nada. É como se um dementador tivesse sugado aqueles instantes da minha vida. Irreversível

Eis aqui algumas dicas para ler mais mesmo quando incluem você em mais três grupos de WhatsApp, publicam as fotos de uma festa ou quando a Netflix atualiza a lista de filmes:

– Use os números a seu favor

Mas ter uma meta é um bom ponto de partida para conseguir cumpri-la. Se forem 24 livros em um ano, serão 2 livros por mês, um livro a cada duas semanas. E, assumindo uma média de 300 páginas por livro, equivale a 20 páginas por dia. Então saiba quantos momentos em um dia normal você realmente consegue ler: se for no transporte público e antes de dormir, estabeleça um número de páginas aproximado para cada uma dessas etapas.

É importante também conhecer seu tempo médio de leitura: caso você leia uma página a cada 2 minutos, vai levar 20 minutos para ler 10 páginas e 40 para concluir sua meta diária. Feito isso, tente fazer uma lista das suas leituras, assim você vê quantos faltam, se o seu método está dando certo e, no futuro, saber em qual ano você leu o quê. Não é porque você gosta de ler que algumas contas vão te matar. Prometo!

Hierarquia

Se existe uma palavra na língua portuguesa que eu não gosto é essa, mas, em se tratando de hábitos de leitura, ela pode ser bastante útil.

Sabe aquela série que você não sabe por que continua assistindo? É boazinha, mas não se compara a Girls ou Game of Thrones. Pois é nessa série que você perde o tempo que poderia estar sendo aproveitado com boa literatura – ou nem tão boa assim (sou partidária de guilty pleasures, esse é assunto para um próximo post). É lógica pura, hierarquia de prazeres.

Você gosta de ler, certo? Há uma pilha de livros esperando por você? Esses livros são bons? Você quer ler todos ou a maioria deles? Então por que está perdendo tempo com enredo meia boca? Se existir uma boa razão, vá em frente. Se não, sugiro abrir um desses livros da pilha.

– Tecnologia a seu favor e o universo analógico também

Já faz um bom tempo que os livros deixaram de ser dispositivos absolutamente analógicos. E-books podem não ser uma unanimidade entre os leitores, mas são o suprassumo da praticidade literária e têm ótimas ferramentas de busca – uma benção para ler em idiomas que não dominamos ou buscar significados de palavras no nosso próprio idioma.

Se você tem consciência dessa condição inquieta, deixe a tecnologia de lado enquanto lê (aka sem Wi-Fi). Não tem por que não abrir mão da facilidade high-tech um pouquinho e recorrer ao dicionário em troca de um pouco de foco. Ler é uma atividade que exige atenção. Vai deixar uma corrente motivacional do grupo da família desconcentrar você?

– Amigo leitor

Amigo de verdade é amigo que lê junto.

Aliás, nem precisa ser tão amigo assim para ler em grupo – se for alguém que pensa diferente de você, melhor ainda. O importante é ler o mesmo livro e estar disposto a conversar. Porque literatura não é como matemática que cada um tem que chegar em um resultado comum ao fim da equação para estar correto. É o oposto disso, não existe certo e errado. É absorver o enredo de maneira distinta, sentir afeição por um ou outro personagem, perceber a construção da narrativa de formas diferentes e processar todo o conjunto de uma obra a partir de vivências muito particulares. É nessa subjetividade que mora a beleza da literatura. Dialogar, trocar experiências e impressões sobre o mesmo livro além de motivar a leitura, pode fazer você abrir os olhos para coisas que não perceberia se lesse sozinho.

Fonte: Superinteressante

Nove livros que ajudam a superar traumas e problemas de saúde

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Você já deve ter ouvido esta frase: “Nada com um bom livro.”. Em momentos de  ansiedade, tristeza e até de luto, é comprovado cientificamente que a leitura pode ser um bom remédio para superar as dificuldades. Quem defende esta teoria são as escritoras britânicas Ella Berthoud e Susan Elderkin, a dupla acaba de publicar no Brasil a obra Farmácia Literária (Verus), que reúne dicas de leitura para aproximadamente 200 males e traumas. Confira nove deles e se gostar de algum, é só anotar o número de chamada (ao lado do título) e retirar em uma de nossas bibliotecas;

Beber demais

Leia: O Iluminado, Stephen King  (821.111(73)-312.4 K54i)

O cronista e alcoólatra Jack Torrance vai trabalhar como zelador no Overlook Hotel, que fica fechado durante o inverno. Torrance leva junto a esposa e o filho de 5 anos, que perderam totalmente a confiança nele após um acesso de fúria motivado pela embriaguez. O ambiente inóspito é perfeito para o surgimento de fantasmas do passado – no sentido literal e figurado. Acompanhar a transformação de Jack fará você pensar duas vezes antes de abusar dos drinques.

Ser baixinho

Leia: O Hobbit, de J.R.R. Tolkien  (821.111-312.9 T649h) 

Seu tamanho sempre incomodou? É alvo de piadas e brincadeiras imaturas sobre a estatura? Pois siga o exemplo do hobbit Bilbo Bolseiro, uma criatura pequena com pés grandes e peludos que saiu do conforto de seu lar para viver uma das maiores aventuras da Terra Média junto com anões, elfos, humanos e até um dragão. A obra, que serve de prenúncio para a trilogia O Senhor dos Anéis, comprova que nem todo herói precisa ser gigante: os centímetros a menos são uma vantagem enorme diante de algumas enrascadas.

Fadiga da cidade

Leia: Grande Sertão: Veredas, de João Guimarães Rosa  (821.134.3(81)-31 R788g)

Se o concreto, o trânsito e a correria estão destruindo seu ânimo, não há cura melhor do que mergulhar de cabeça na prosa intrincada do sertanejo Riobaldo. Ele narra histórias pelas quais passou em suas andanças pelo sertão mítico do Brasil. Há causos de amor e de ódio, de Deus e do Diabo, de jagunços contra capatazes… A peregrinação pelas veredas do mineiro Guimarães Rosa tornará o leitor mais sábio e pronto para enfrentar as dificuldades da vida e das metrópoles.

Sentir culpa

Leia: Crime e Castigo, de Fiódor Dostoiévski  (821.161.1-31 D724c)

Nada do que você fez chegará aos pés de Rodion Raskolnikov. Desempregado, o personagem decide assassinar uma velha senhora avarenta que lhe alugava um quarto. Como se não bastasse, ele é flagrado pela irmã da vítima e, para encobrir o crime, a mata também. Fica pior: outro homem assume a culpa pelo massacre. O remorso faz Raskolnikov perambular sem rumo por São Petersburgo, na Rússia. Só o suporte da companheira Sonia aliviará o peso de suas costas e trará a possibilidade de uma futura redenção.

Uso de drogas

Leia: Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley  (821.111-31 H986a)

No futuro concebido por Huxley, bebês são fabricados em incubadoras e a população está em constante entorpecimento por uma droga chamada “soma”. Todo mundo é obrigado a consumir 2 gramas da substância por dia, descrita como o cristianismo sem lágrimas, que provoca um estado de graça perene. O cenário muda quando John, selvagem que se encontra à margem da civilização, começa a questionar os valores dessa sociedade extremamente viciada.

Ficar sem dinheiro

Leia: O Grande Gatsby, de Francis Scott Fitzgerald (821.111(73)-31 F553g) 

Ninguém se satisfaz com o montante que possui na conta. Parece que sempre falta um pouco para pagar as dívidas ou concretizar o projeto de anos. Esse é o impasse que persegue o baladeiro James Gatz. Ele fez fortuna por métodos, digamos, não ortodoxos. Seu desejo é reconquistar o coração da bela Daisy. Para atrair a atenção da dama, dá festanças e gasta rios de dinheiro com superficialidades. Com o tempo, ele percebe que há coisas que a bufunfa não compra – e, na contramão, pode até mesmo corroer.

Falta de sono

Leia: Livro do Desassossego, de Fernando Pessoa  ( 821.134.3-1 P475La) 

Ella e Susan creem que esse volume tem a potência de um sonífero. Calma, elas não querem ofender o estilo do famoso poeta português. De acordo com sua experiência, esse romance sem enredo deixa qualquer um num estado pré-sono perfeito em períodos de insônia. Observe o ajudante de guarda-livros Bernardo Soares na sua vida incrivelmente monótona, mas cheia de sonhos. E não fique chateado se cochilar na leitura. Não há crise em continuar de onde parou outro dia…

Vício em internet

Leia: A cidade e as serras, de Eça de Queirós  (821.134.3-32 Q3c)

O brasileiro olha para o celular 75 vezes a cada 24 horas. Em meio à avalanche de notificações, é complicado largar o virtual para aproveitar o real. O remédio é conhecer Jacinto, que mora na Paris borbulhante do século 19 e é um admirador das tecnologias. Tudo se altera quando descobre que uma tempestade devastou a cidade portuguesa de seus antepassados. Ele volta para casa e ama a rotina do campo. Nada se compara ao cenário bucólico para amansar os corações high-tech.

Medo da morte

Leia: Cem anos de solidão, de Gabriel García Márquez  ( 821.134.2(861)-31 G216c) 

A consciência de que um dia não estaremos mais aqui é o que nos separa dos animais irracionais. Se essa noção gera ansiedade e atrapalha o cotidiano, uma boa medida é ler (e reler) o clássico de Gabriel García Márquez. A obra segue a história da família Buendía, que habita Macondo, “uma aldeia de vinte casas de barro e taquara”. Os acontecimentos se repetem em ciclo dentro de um século. Ao longo dos parágrafos, você vai se acostumar com a ideia de que a morte é natural e faz parte da trajetória de todos.

Fonte: Saúde 

Texto – Adaptação: Pedro Rosano

Estes passos podem ajudar a perder o de medo de apresentar trabalho em aula

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Se você fica desesperado quando precisa falar diante dos colegas em sala de aula, pode se animar porque essa insegurança tem cura. E o melhor da história é que o remédio é você mesmo. Sim, tudo depende de você. As suas melhores armas para combater o receio de fazer apresentações são sua boa vontade, disciplina e iniciativa.

Pratique bastante: 

Em primeiro lugar – não fuja das oportunidades para fazer apresentações de trabalhos em sala de aula. Por mais difícil que seja, não caia na tentação de “terceirizar” as apresentações que você poderia fazer. Praticar para ter experiência no uso da palavra em público é uma das atitudes mais importantes para combater o medo.  Quanto mais praticar, exercitar e se familiarizar com a condição de falar para um grupo de pessoas, mais experiência irá adquirir, e esse é um requisito fundamental para que comece a se sentir à vontade para falar em público. Por isso, mesmo que esteja bastante nervoso, enfrente a situação.

Conheça o assunto:

Reflita – como você poderá se sentir tranquilo diante dos colegas e do professor se não souber o que vai falar. Estude muito. Saiba muito mais do que for preciso para a exposição que deverá fazer. Se for uma apresentação de meia hora, tenha conteúdo para pelo menos uma hora. Quanto mais dominar o tema, mais seguro irá se sentir.

Encontre uma forma de verbalizar o que sabe sobre o tema. Só assim o conhecimento será seu para a apresentação. Reúna os colegas de grupo e converse bastante sobre o assunto. Atenção – nada de tentar decorar palavra por palavra. Tenha apenas a sequência das ideias e fale como se estivesse conversando de maneira animada com um grupo de amigos e as palavras, surgirão normalmente.

Organize as ideias: 

Você só se sentirá seguro se souber o caminho que irá percorrer durante a exposição. Planeje bem os passos que irá dar desde o início até a conclusão. Divida a apresentação em cinco ou seis partes e memorize bem essa sequência. Se ficar com receio de se esquecer, escreva o roteiro em uma folha de papel e a leve com você.

Eleja um tema de apoio De maneira geral, discorrer apenas sobre o tema deixa a apresentação cansativa e desinteressante. É preciso ter um assunto de apoio para tornar a fala mais atraente. Esse recurso fará com que você se sinta mais à vontade para desenvolver a mensagem, essa ação deve ser empreendida de tal forma que nem pareça que você está contando uma história, mas sim ilustrando e reforçando seus argumentos.

Dê sequencia as suas ideias: 

Comece cumprimentando. Em seguida esclareça em uma ou duas frases, três no máximo, qual o assunto que irá apresentar e o problema que irá solucionar, esta é a chance de instruir os ouvintes para que eles entendam bem a mensagem.

Chegou o momento de apresentar a mensagem principal. Tudo o que foi preparado você irá aplicar neste instante. Se levantou um problema, agora dará a solução. Se fez um histórico, agora falará do presente. É nesta fase também que lançara mão dos exemplos, fará as comparações, usará as estatísticas e pesquisas, enfim, toda a linha de argumentação de que puder dispor; esses comentários complementares irão arejar a apresentação e torná-la mais interessante.

Finalmente chegou a hora de concluir. Depois de ter contado qual o assunto, apresentado o problema ou feito o histórico, dado a solução ou falado do presente com todos os argumentos é o instante de fazer o fechamento, para isso, será simples, por exemplo, pedir que reflitam ou aceitem a mensagem que apresentou. Antes de ficar desesperado porque tem de fazer uma apresentação em sala de aula, reflita sobre essas orientações simples e se prepare com afinco. Seu desempenho será melhor e à medida que for se apresentando, passará a se sentir cada vez mais confiante e seguro.

Fonte: Uol

Texto – Adaptação: Pedro Rosano

21 de março: Dia Mundial da Poesia

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Hoje, dia 21 de março, é comemorado o dia mundial da poesia. A celebração foi instituída na 30ª Conferência Geral da UNESCO, em 1999.

O Dia Mundial da Poesia celebra a diversidade do diálogo, da livre criação de ideias através das palavras, da criatividade e da inovação. Esta data visa fazer uma reflexão sobre o poder da linguagem e do desenvolvimento das habilidades criativas de cada pessoa. Neste dia realizam-se várias atividades pelo país, sobretudo nas escolas, bibliotecas e espaços culturais. A poesia contribuiu para a diversidade criativa, usando as palavras e os nossos modos de percepção e de compreensão do mundo.

O Sistema de Bibliotecas da Universidade de Caxias do Sul conta com um grande acervo de obras de poetas, como Mário Quintana, Carlos Drummond de Andrade e Ferreira Gullar.

13 sites que ensinam de tudo e de graça

A Internet expande os limites do aprendizado para um ambiente disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana. A web está aí pra nos encher de informações. Não estamos falando de Google, nem de Wikipedia, mas sim dos sites para aprender qualquer coisa na internet e o melhor de graça.

A Internet é uma aliada poderosa dos seus estudos, embora não resolva tudo. Confira alguns sites que ensinam de tudo e que podem contribuir para obter conhecimento.

1 – Learn Something Everyday
O Learn something everyday é um clássico da internet que resume coisas interessantes sobre tudo o que você possa imaginar. Ciência, história, curiosidades em geral, geografia etc são explicados em apenas um quadrinho com um desenho simples e divertido. Infelizmente o Learn Something Everyday acabou. (em inglês).

2 –  YadVashem
Esse canal do YouTube é praticamente um museu sobre o Holocausto. Com certeza um ótimo lugar pra pesquisa e documentação. (em inglês)

3 – TravelChannelTV
Adora viajar? Gostaria de conhecer todos os lugares possíveis do mundo mas não pode, não tem tempo ou dinheiro? O Travel Channel TV te leva até esses lugares e te apresenta desde o mais bizarro até o mais belo. De lugares pra almoçar ou descansar. Uma bela viagem dentro de casa. (em inglês)

4 – Manual do Mundo
Aqui você aprende de tudo. De tudo mesmo. Como trollar os amigos, como fazer brinquedos, arminhas, mágicas, cartões. Um sem fim de coisas úteis e inúteis, porém bem divertidas. (em português)

5 –  Drawspace
Sempre quis aprender a desenhar, mas até no Draw Something manda mal? O Drawspace é perfeito pra te ensinar várias técnicas, truques e macetes. (em inglês)

6 – HTML.net
Tudo pra aprender sobre HTML em português com tutoriais simples.

7 – Codeacademy
Assim como o HTML.net aqui você aprende como criar códigos. É mais completo. (em inglês)

8 – TheWorldBank
O World Bank não é um banco propriamente dito. É a maior organização do gênero com 187 países membro que buscam ajudar no desenvolvimento de países pobres. O objetivo é ajudar pessoas, sempre!

9 – National Geographic
Apaixonado pelo canal da National Geographic? Então aproveita e vê tudo online! (em inglês)

10 – Video Copilot
Site pra aprender tudo e mais um pouco sobre edição de vídeos. Tem tutoriais, dicas, produtos, fórum e blog. (em inglês)

11 – TED
O TED existe desde 1984, e começou com uma conferência que juntava pessoas de 3 mundos: Tecnologia, entretenimento e design. Depois virou um site, mas ainda continuam dando conferências anuais. Os vídeos-palestras no site principal estão em inglês, mas a maioria deles tem opção de legenda em português. Os mais novos demoram mais um pouco pra serem legendados.

12 – Monty Phyton
O melhor grupo de humor britânico que começou na televisão em 1969 tem seu próprio canal do YouTube com vídeos de sketchs antigas e atualizações recentes com participações dos humoristas que fazem parte. Não é bem pra aprender e sim descontrair com o melhor do humor.

13 – Nobel Prize
O canal do Nobel Prize no YouTube apresenta vídeos de todos os prêmios Nobel já ganhos e dos próximos candidatos aos prêmios Nobel de cada ano.

Fonte:  Canal de Ensino

Companhia das Letras publicará livros de Barack e Michelle Obama no Brasil

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O Grupo Companhia das Letras confirmou que irá publicar no Brasil os livros do ex-presidente dos Estados Unidos Barack Obama e sua mulher, Michelle. No fim de fevereiro, o casal assinou um acordo editorial de valor recorde com a Penguin Random House, que prevê um livro de cada um. De acordo com o jornal “Financial Times”, a editora ofereceu mais de US$ 60 milhões ao ex-presidente e à ex-primeira-dama dos Estados Unidos. A casa não confirmou os valores.

Se esse valor for confirmado, será um dos contratos mais lucrativos da história. O antecessor de Barack Obama na Casa Branca, George W. Bush, recebeu cerca de US$ 10 milhões por suas memórias, segundo vários veículos. Antes dele, o ex-presidente Bill Clinton levou US$ 15 milhões pela autobiografia “Minha vida”.

Os livros já tem lançamento previsto no Reino Unido, na Austrália, na Índia, na Irlanda, na Nova Zelândia e na África do Sul. Além dessas edições em inglês, as obras do casal também serão traduzidas para o espanhol, o português e o catalão -além do Brasil, Espanha, Chile, Argentina, México, Peru, Uruguai e Portugal já preveem a publicação.

O casal já publicou outros livros anteriormente. Barack Obama já lançou: “A origem dos meus sonhos” (“Dreams from my father”, 1995) e “A audácia da esperança” (“The audacity of hope”, 2006). Cada um vendeu mais de 3 milhões de exemplares apenas nos Estados Unidos.

Mesmo antes da publicação de seu próximo livro, o sucesso de suas primeiras duas obras já garantem a Obama o posto de personagem político americano com melhor desempenho eleitoral. Michelle Obama, por sua vez, publicou em 2012 “American grown”, um livro sobre jardinagem e alimentação.

Fonte: Diário de Pernambuco

10 livros infantis que se tornaram grandes clássicos do cinema

Todo mundo tem um filme que marcou a infância. Seja pelas personagens divertidas, pelas aventuras cheias de reviravoltas ou pelos cenários de sonho, esses filmes se tornaram clássicos por encantarem gerações — e marcarem para sempre a infância como um momento tão mágico e especial. Listamos 10 filmes baseados em livros inesquecíveis, que vão apenas dar ainda mais vontade de ler o original 😉

1-IZJLMahoxu_JpRUsbSJg_g.jpegA Fantástica Fábrica de Chocolates O livro, de 1964, foi inspirado em uma competição real entre indústrias de chocolate! Quando Roald Dahl era pequeno, nos anos 20, as duas maiores fábricas da Inglaterra viviam criando maneiras mirabolantes de esconder segredos industriais uma das outra. Além disso, uma das marcas, a Cadbury, costumava enviar pacotes de chocolate para a casa de crianças, para que experimentassem e avaliassem antes do produto sair no mercado, e cada barra era um tesouro para as crianças da época. Deu no que deu: o livro fez o maior sucesso e já foi adaptado duas vezes para a telona.

Peter Pan: Sabia que a história do menino que não queria crescer nasceu como uma peça de teatro? A história só foi se tornar um romance em 1911, sete anos depois das primeiras encenações de “Peter e Wendy”, que depois se tornou um sucesso na Brodway. A peça — que era apresentada em forma de pantomima, um estilo musical e divertido voltado para famílias — não é mais tão encenada como no passado, mas o filme já foi parar nas telonas em vários formatos.

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101 Dálmatas Com poucas alterações em relação à obra original, 101 Dálmatas foi um dos filmes mais bem sucedidos de 1961, seu ano de estreia. O longa deu tão certo que foi lançado mais quatro vezes no cinema, em 1969, 1979, 1985 e em 1991, conquistando gerações de fãs em cada década. Na obra original, de Dodie Smith, Cruella de Vil era casada e tinha um gato, que foi omitido no filme.

Matilda Do mesmo autor de A Fantástica Fábrica de Chocolates, Matilda foi publicado em 1988 e, aos poucos, conquistou o mundo todo com suas adaptações para o cinema, o rádio e até para os palcos de teatro, em forma de musical. No livro, há uma versão mais amigável de Augusto Glup, o menino glutão de A Fantástica Fábrica de Chocolates, chamado Bruce Bogtrotter.

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Mary Poppins Para quem quer ler a versão original desse clássico Disney, um aviso: o livro é bastante diferente! Para começar, Mary é bem menos “fofinha” do que a versão imortalizada por Julie Andrews; a babá é voluntariosa, divertida e bocuda. Escrito pela australiana P.L. Travers, o livro não perde em nada em diversão em comparação com o filme — pode curtir junto ou separadamente.

Tá Chovendo Hambúrguer A história original, publicada em 1978 e escrita por Judi Barrett, é contada do ponto de uma neta que, junto com seus irmãos, ouvia histórias de seu avô antes de dormir (viu? Até nos livros, é legal ler para uma criança ;-)). O filme ganhou novos personagens e um enredo mais perto da ficção científica, mas não perdeu sua essência divertida, curiosa e, é claro, meio maluquinha.

Jumanji Apesar de ter dado origem a um longa muito marcante da infância, a versão impressa de Jumanji é praticamente um conto, cheio de ilustrações. No original, publicado em 1981, os adultos não tem vez — a história toda é contada e vivida pelas crianças, que descobrem um tabuleiro de jogos mágico.

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Alice no País das Maravilhas: O original de Lewis Carroll é talvez ainda mais conhecido que suas versões cinematográficas. Publicado em 1865, é o livro mais antigo da nossa lista e, talvez, tenha dado origem a todos eles: com seu estilo corajoso, desbocado e divertido, Alice não se tornou apenas uma das heroínas mais famosas da literatura, mas abriu alas para um novo tipo de literatura infanto-juvenil.

Como Treinar seu Dragão: O filme de 2010 é a adaptação apenas do primeiro volume da série de Cressida Cowell, que conta com 12 livros, e é bem diferente do original. Na versão escrita pela autora, publicada em 2000, os Vikings já costumavam caçar dragões antes mesmo da história começar, enquanto no longa, uma grande guerra acontece por conta dos dragões. A autora não se incomodou com as mudanças: disse que o espírito do livro permaneceu fiel na adaptação. Bom para a gente. 🙂

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A História Sem Fim Um dos maiores clássicos de fantasia e do cinema infanto-juvenil, a obra de Michael Ende foi publicada primeiro em alemão, em 1979, e traduzida para o inglês somente em 1983. O longa muda alguns detalhes na narrativa, que pode render novos filmes. Mais um motivo para relembrar a infância, ver os filmes e ler os livros para uma criança 😉

Fonte: Itaú

12 de março – Dia do Bibliotecário

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O bibliotecário é  aquele que administra uma biblioteca ou qualquer membro do corpo de profissionais de uma biblioteca. São profissionais liberais, podem ser bacharéis, mestres ou doutores; e sua função é tratar a informação, tornando-a acessível em qualquer suporte informatizado. As áreas de atuação dos bibliotecários abrangem bibliotecas públicas e privadas, centros de informação, redes de dados e sistemas de informações.

Segundo informações da Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), o bibliotecário é considerado um profissional da informação e, para que exerça sua profissão legalmente, precisa de bacharelado em Biblioteconomia ou outros cursos como Gestão da Informação, Documentação ou Ciência da Informação.

Como uma forma de parabenizar estes profissionais, foi criado o Dia do Bibliotecário, comemorado todo dia 12 de março, data do nascimento de Manuel Bastos Tigre, bibliotecário, jornalista, poeta, compositor, humorista e publicitário brasileiro. Após formar-se engenheiro, Bastos especializou-se em Eletricidade nos Estados Unidos, país onde conheceu Melvil Dewey, bibliotecário que instituiu o Sistema de Classificação Decimal.

Influenciado por Dewey, Bastos Tigre abandona a carreira de engenheiro e entra no mundo da biblioteconomia aos 33 anos de idade. De volta ao Brasil, classifica-se em primeiro lugar em concurso público e começa a trabalhar como bibliotecário no Museu Nacional do Rio de Janeiro, onde aplica o estudo de Dewey sobre a Classificação Decimal.

No ano de 1945, o profissional acaba sendo transferido para a Biblioteca Nacional, local onde trabalhou por dois anos. Após adquirir experiência profissional nestas duas primeiras bibliotecas, tornou-se diretor Biblioteca Central da Universidade do Brasil, instituição em que trabalhou mesmo após sua aposentadoria. Neste último trabalho, teve a oportunidade de estar lado a lado com o Professor Calmon de Sá, Reitor da Universidade.

O Sistema de Bibliotecas da Universidade de Caxias do Sul parabeniza todos os Bibliotecários da instituição e do Brasil, pelo seu dia e exalta a fundamental importância desta profissão no meio acadêmico e na sociedade.

Fonte: Infoescola

Texto – Adaptação: Pedro Rosano

 

Brasil têm maior percentual de mulheres autoras de artigos científicos

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Brasil e Portugal estão no topo da lista de um estudo que avalia a participação de mulheres na produção de artigos científicos. O relatório Gender in the Global Research Landscape (Gênero no Cenário Global de Pesquisa, em tradução livre), mostra que, nos dois países, as mulheres representavam 49% dos autores de artigos catalogados na pesquisa. O percentual é o maior na lista de 12 países ou regiões considerados no relatório.

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Os dados foram levantados pela editora Elsevier, referência em produção científica no mundo.  O estudo avalia a produção científica em um intervalo de 20 anos, compara 12 países e regiões, além de considerar 27 áreas de concentração.

Em nove dos 12 países e regiões comparados, as mulheres representam mais de 40% dos pesquisadores (EUA, União Europeia, Reino Unido, Candá, Austrália, França, Brasil, Dinamarca e Portugal). Segundo o estudo, a proporção da presença feminina varia substancialmente entre áreas do conhecimento, sendo maior nas áreas de “vida e saúde”; e inferior nas áreas de engenharia e ciências da computação.

Total de pesquisadoras

Com base no perfil dos autores dos artigos, o levantamento apontou que houve crescimento no total de mulheres pesquisadoras no Brasil. No período 1996-200, o total de mulheres que assinavam artigos (independentemente de área) alcançava 38%. No recorte 2011-2015, esse número subiu para 49%.

Dos 106.167 artigos publicados entre 1996 a 2015, 40% foram escritos por mulheres. O índice é maior do que o registrado em países com o Canadá e Japão, por exemplo, que tiveram 31% e 16%, respectivamente, dos artigos com autoria feminina.

No Brasil, a maioria dos artigos publicados entre os anos de 2011 e 2015 foi sobre medicina, sendo que 24% foi escrito por mulheres, e 17% por homens. A pesquisa mostra também que o segundo tema mais recorrente foi agricultura e ciências biológicas, que corresponde a 10% da produção feminina e 8% masculina.

Na área de ciências duras, batizada pela editora como “Physical Sciencies”, as mulheres continuam subrepresentadas com menos de 25% de presença na maioria das comparações.

De acordo com o levantamento da Elsevier, o percentual global de mulheres entre os inventores com patentes de suas aplicações subiu quatro pontos percentuais na comparação entre 1996-200, quando o índice era de 10%, e passou para 14% entre 2011 e 2015.

Fonte: G1

Nova forma de acesso aos e-books ‘Minha Biblioteca’

O Sistema de Bibliotecas da Universidade de Caxias do Sul está implementando o acesso direto aos ebooks do portal Minha Biblioteca através do catálogo, conforme a orientação abaixo; há duas maneiras de acessar:

– Entrando no catálogo da biblioteca no seguinte link e faça a pesquisa do item, conforme imagem abaixo:

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– Clique no cadeado:

*Atenção, o usuário não pode estar logado no catalogo para conseguir o acesso.

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Digite o seu usuário e senha da biblioteca:

usuário: (apenas os números até o traço.)

senha: (5 números)

Logo o livro abrirá na sua tela:

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A outra forma possível de acessar os e-books é através do UCS Virtual.
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Na base de Livros Minha Biblioteca você fará a pesquisa pelo título ou autor de sua preferência.
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O livro citado pode ser acessado diretamente no link abaixo, após seguir os passos para acesso à plataforma Minha Biblioteca através do UCSVirtual.
Quaisquer dúvidas, entre em contato através do e-mail bice@ucs.br.

 

Troco teses por likes

“Ninguém pode ler tudo.” A primeira frase do Manifesto da Altmetria, publicado em 2010, foi inspirada em uma pesquisa divulgada na Universidade de Ottawa, no Canadá, que estimou a produção científica desenvolvida em todo o mundo. De acordo com o estudo, mais de 50 milhões de artigos foram publicados entre 1665, quando surgiu a primeira revista especializada, na França, e 2009, ano de publicação do trabalho. A pesquisa também afirma que mais de 2,5 milhões de trabalhos científicos são publicados a cada ano em revistas especializadas, quase tudo disponível online.

Organizado por pesquisadores de diferentes instituições norte-americanas, o Manifesto de 2010 apresenta a altmetria (em inglês, altmetrics), que propõe avaliar a repercussão de pesquisas científicas com base nas interações nas redes sociais. Afinal, se a dinâmica de compartilhamento do conhecimento mudou, por que a principal forma de avaliar a repercussão de uma pesquisa continuaria restrita às citações recebidas em outros artigos?

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“Enquanto as citações levam cerca de dois anos para aparecer, os dados de altmetria proporcionam um retorno imediato do impacto da pesquisa em fontes não tradicionais, como redes sociais e jornais”, afirma o biólogo britânico Mark Hahnel, fundador e CEO do Figshare, um repositório aberto de artigos científicos.

A plataforma desenvolvida por Hahnel exibe informações como o número de downloads e visualizações, além do selo com a avaliação de altmetria desenvolvida pela Altmetric, empresa inglesa que atribui uma pontuação diferente para cada tipo de interação ocorrida com o artigo online. O cálculo dessa pontuação é desenvolvido por um algoritmo, que calcula a relevância de cada ação: uma notícia citando o artigo em um jornal de grande alcance vale mais do que o compartilhamento em uma rede social para poucas pessoas, por exemplo.

Andréa Gonçalves do Nascimento, bibliotecária que pesquisou a altmetria para seu mestrado na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, destaca que as métricas alternativas colaboram para despertar o diálogo entre o cientista e o público leigo. “O cientista acompanhará a repercussão e entrará em contato com as pessoas que se interessaram pelo estudo”, diz, ressaltando que os métodos formais de divulgação não permitem essa interação entre os cientistas e seus leitores.

#PESQUISATOP

Além de estimular a interação entre os pesquisadores e o público, métodos alternativos de divulgação permitem que mais pessoas tenham acesso a pesquisas de ponta, já que, atualmente, a maior parte dos periódicos científicos não são gratuitos. A utilização de novas métricas para calcular o impacto das pesquisas também beneficia países em desenvolvimento, como Brasil e Índia, uma vez que as revistas consideradas mais relevantes reservam a maior parte de suas páginas para publicar pesquisas produzidas em países ricos.

Rita de Cássia Barradas Barata, diretora de avaliação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), ressalta que as métricas alternativas são particularmente úteis para saber o impacto de pesquisas que não têm aplicação tão rápida nem geram patentes. A diretora da Capes, uma das mais importantes instituições de financiamento de pesquisa do país, alerta para a necessidade de as métricas contarem com critérios rigorosos. “É mais fácil divulgar em redes sociais, mas é difícil saber se esses números são espontâneos ou manipulados.”

Abel Packer, diretor da biblioteca digital brasileira SciELO, considera que a altmetria não substituirá o método tradicional das citações, mas complementará o trabalho de divulgação. “Existe uma correlação entre ser popular nas redes sociais e receber mais citações no futuro.”

Para que os órgãos de incentivo à pesquisa considerem a altmetria um método seguro para identificar trabalhos relevantes, a comunidade científica precisará trocar curtidas, compartilhamentos e comentários com textões. De acordo com Packer, a partir de 2018 será obrigatória a participação em redes sociais das mais de 400 revistas científicas que fazem parte do acervo da SciELO. “A comunicação está na essência da pesquisa científica. O trabalho que não surge para ser comunicado não tem sentido.”

Os números não mentem
A empresa inglesa Altmetric desenvolveu um algoritmo que calcula a relevância dos artigos científicos citados nas redes sociais e nos jornais

17 milhões é o número de menções nas redes sociais recebidas pelos 2,7 milhões de artigos científicos rastreados pela Altmetric

Artigo mais popular de 2016
315 notícias / 8.943 tweets foi escrito pelo ex-presidente Barack Obama, e falava sobre o sistema norte-americano de sáude

O 3º Artigo mais popular de 2016
4.484 tweets / 125 notícias tem contribuição de brasileiros: pesquisadores da Unesp e do Inpe participaram de um trabalho sobre ondas gravitacionais.

Fonte: Galileu

7 escritores e seus livros favoritos

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Na busca por leituras clássicas, talvez não existam pessoas melhores para fazer recomendações do que os próprios grandes escritores. Além de terem publicado obras únicas e que marcaram história, todos eles tinham seus livros e autores favoritos. Em entrevistas e matérias antigas, alguns deles compartilharam suas listas com os títulos. Confira:

Ernest Hemingway

Hemingway disse uma vez que “não existe amigo mais leal do que um livro”. Em matéria publicada pela revista Esquire, em 1935, o autor de Paris é uma Festa citou uma lista com alguns dos seus “melhores amigos”, que incluem Anna Karenina, A Rainha Margot, As Aventuras de Huckleberry Finn, Guerra e Paz, Madame Bovary, O Morro dos Ventos Uivantes, Os Buddenbrooks e Os Irmãos Karamazov.

F. Scott Fitzgerald

Pouco antes de ter se suicidado, Fitzgerald anotou uma lista com 22 livros que considerava indispensáveis. Entre eles incluiu A Revolta dos Anjos, de Anatole France, Casa de Bonecas, peça teatral do norueguês Henrik Ibsen, e Guerra e Paz, de Liev Tolstói.

George R. R. Martin

Os fãs de Game of Thrones já devem ter ouvido falar que um dos livros que George Martin mais admira foi escrito por Tolkien. O autor declarou que leu O Senhor dos Anéis pela primeira vez na escola e ainda “é um livro que admira profundamente”.

Além desse, Martin disse ter encontrado inspiração em um livro mais recente: “Não vou me esquecer tão cedo de Estação Onze” O livro de ficção científica foi publicado por Emily St. John Mandel e envolve a história de um grupo de atores vivendo em uma sociedade pós-apocalíptica. “É um romance melancólico, mas lindamente escrito”, completou o escritor.

Jane Austen

A autora de clássicos como Emma e Orgulho e Preconceito foi uma leitora frequente de poesia e peças de teatro, incluindo The Corsair, um conto de Lord Byron, e The Mysteries of Udolpho, de Anne Radcliffe (ambos sem edição em português). Seu favorito, no entanto, era o livro publicado em 1753 por Samuel Richardson, A História de Sir Charles Grandison.

J. K. Rowling

Para a criadora da saga Harry Potter, sua escolha como livro favorito é um clássico: Emma, de Jane Austen. “Você é levado pela história, atraído até o final e sabe que acompanhou algo magnífico em ação”, definiu Rowling. “Mas não conseguimos ver a pirotecnia, não há nada berrante ou chamativo demais.”

R. L. Stine

Para o criador da série de terror Goosebumps, o livro Licor de Dente-de-Leão, de Ray Bradbury, é um de seus favoritos. Stine disse, em matéria do jornal The Washington Post, que a obra é “um dos livros mais subestimados de todos” e um dos poucos que alcançaram a bela sensação de nostalgia em uma narrativa.

Vladimir Nabokov

Durante entrevista com um canal de televisão francês, o autor de Lolita compartilhou sua lista de títulos que considerava ótima literatura: Ulisses, de James Joyce; A Metamorfose, de Franz Kafka; Petersburg, de Andrei Bely (sem edição no Brasil) e “a primeira parte dos contos de fadas de Proust, Em Busca do Tempo Perdido”.

Fonte: Ariquemes Online

A literatura brasileira além do futebol e do samba

Em meados de julho, todo ano, a linda cidade de Paraty, no estado do Rio de Janeiro, abriga o festival literário mais importante do Brasil. Os casarões de mais de 300 anos da época do comércio do ouro e as ruas de traçado colonial, calçadas de pedras quase assassinas para os tornozelos dos transeuntes, se transformam em uma espécie de radiografia não de todo infiel do panorama do livro brasileiro.

Rodrigo Lacerda, editor, historiador e escritor, é um dos romancistas que passeiam por Paraty. O escritor acrescente uma característica da atual literatura brasileira: “Há alguns anos, uma especialista elaborou um censo dos personagens de ficção e 90% eram homens, universitários, que moravam em grandes cidades (Rio de Janeiro e mais ainda São Paulo) e que tinham problemas típicos dessa classe social. Ou seja: escrevemos sobre nós mesmos”.

Isso é especialmente cruel em um país tão diverso social, racial, geográfica e até climaticamente como o Brasil: uma geografia cruzada de mundos e até de épocas diferentes que se justapõe e se retroalimenta em um território mágico.

Luiz Ruffato, de 55 anos, escritor e articulista na imprensa, autor, entre outros, deEles eram muito cavalos, um romance experimental que descreve, em capítulos curtos e eletrizantes, a vida na interminável São Paulo, tem uma explicação triste: “A ficção atual brasileira reflete os problemas, a vida e as preocupações da classe social que teve acesso aos estudos no Brasil. Cada um escreve sobre sua aldeia, sua cidade, seu entorno, e com isso tenta ser universal. Mas no Brasil, no entanto, não há escritores vindos de outro mundo além do nosso e isso diz muito sobre a desigualdade que impera do país”.

Alguma coisa se move, no entanto, em algumas favelas do Rio ou de São Paulo. Incipiente ainda, carente segundo alguns de autêntico fôlego literário, um grupo de escritores nascidos e criados ali começam a publicar e a viajar por aí mostrando sua obra. Um de seus expoentes é Reginaldo Ferreira da Silva, Ferrez, de 40 anos, morador do bairro periférico do Capão Redondo, em São Paulo. Seu último livro é o volume explosivo e combativo de contos Os ricos também morrem, no qual narra as histórias de seus vizinhos.

No que todos os escritores concordam é com a pouca repercussão internacional da literatura brasileira. O primeiro prêmio Nobel em língua portuguesa (e único até agora) é do escritor português José Saramago. Não houve nenhum brasileiro. As traduções dos romances brasileiros são raras e difíceis de encontrar na Espanha, Estados Unidos ou França. Ou, pelo menos, muito mais difíceis de encontrar do que as de seus contemporâneos hispano-americanos. Todos têm consciência de que vivem em uma ilha linguística enorme, mas uma ilha, afinal. E todos criticam a bastante escassa e contraditória promoção cultural dos sucessivos governos brasileiros. Há quem aponte também, como a escritora Noemi Jaffe, que muitas vezes as editoras estrangeiras buscam um conjunto de estereótipos (futebol, samba, favela…) dos quais muitos escritores justamente tentam escapar.

LIVROS, LEITORES E ANALFABETOS

-Habitantes do Brasil: 205 milhões.
-Índice de analfabetismo: o Brasil é o oitavo país do mundo com mais analfabetos (cerca de 14 milhões, segundo dados da Unesco de 2014). 38% dos analfabetos latino-americanos são brasileiros.
Número de títulos editados: 60.829 em 2014 e 52.427 em 2015 (uma redução de 13,81%).
Tiragem média: 4.500 cópias para uma tiragem média inicial a nível nacional.
Porcentagem de traduções de línguas estrangeiras: 4.781 títulos traduzidos; 47.646 nacionais (9,11% do total em 2015).
 –Número de editoras: Mais de 750 segundo o último estudo da Câmara Brasileira do Livro.
Número de livrarias: 3.095, uma por cada 64.954 habitantes em 2014 (a Unesco recomenda 1 pela cada 10.000). 55% estão no Sudeste, 19% no Sul, 16% no Nordeste, 6% no Centro-Oeste e 4% no Norte.
Número de bibliotecas públicas: 6.949 espalhadas nos 26 Estados e no Distrito Federal.
Títulos mais vendidos em 2015: ­Ficção: Cinquenta Tons de Cinza , de E. L. James (174.796 cópias). Não ficção: Jardim secreto, de Johanna Basford (719.626 cópias).

Todos esses autores olham com uma ponta de inveja para a proteção universal da música brasileira, essa contínua fonte popular de ritmo e harmonia que a cada geração vê brotar um ou vários gênios. Ricardo de Carvalho, o Chacal, velho poeta que ia à agora bela cidade de Paraty nos tempos em que por lá não havia “senão cachorros vagabundos e bêbados no porto”, recorda que boa parte da cultura brasileira, a que vem dos índios que estavam ali e a dos negros que chegaram nos navios de escravos “é uma cultura eminentemente oral, focada na música”. “Houve um funcionário português encarregado de civilizar os indígenas brasileiros dos primeiros tempos que escreveu que a metrópole teria de fazê-lo com a música, porque sem ela não conseguiria nada. ‘Sem tam-tam não dá’, dizia.”

Fonte: El País

Adaptação: Pedro Rosano

Como saber se você está sofrendo de uma ressaca literária

Apesar de soar um tanto agressivo, o termo ‘ressaca literária’ é usado para definir aquela sensação de vazio que nos consome após o término de uma leitura intensa. Acontece sempre que um livro fala tão alto dentro de nossas mentes, que ao chegar ao seu final nos vemos perdidos e desorientados, sem sabermos o que ler em seguida. Para aprender a identificar os sintomas de uma ‘ressaca literária’, indicamos aqui alguns sinais nítidos de que você tomou um porre de literatura.

✔ Você mantém o seu exemplar do livro sempre a mão, para poder reler seus trechos favoritos nos momentos livres.
✔ Você começa a levar os seus sentimentos pelos protagonistas da história um pouco a sério demais.
✔ E logo você percebe que agora todos os seus julgamentos em relação aos seus amigos, são baseados nas características dos personagens do livro.
✔ Além de tentar encaixar alguma fala do livro, sempre que possível, em quase todas as suas conversas e diálogos.
✔ Você começa a comparar a sua realidade com o universo fictício apresentado pela obra.

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✔ Você inicia uma corrida alucinada atrás de outros livros do autor na esperança de repetir as sensações experimentadas.
✔Por algum tempo você cai em algumas propagandas enganosas que lançam outros títulos similares prometendo atender ao anseio dos fãs do original. Mas você sabe que nunca é a mesma coisa.
✔ Você começa a pensar em escrever algo tão genial por conta própria. Mas desiste quando vê que o resultado é só mais uma fanfic exatamente igual a tantas outras por aí.
✔ E depois de um tempo você acaba abrindo a sua cabeça e coração para um novo livro que dialogue com essa sua nova fase da vida,… e aí começa tudo de novo.

Fonte: Dito pelo Maldito

 

10 incríveis línguas da ficção literária

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A linguagem é a principal ferramenta do autor e quanto melhor utilizador de sua linguagem, geralmente melhor e mais ampla é a obra. Agora, par uns não basta apenas usar sua própria linguagem, assim em muitos livros temos a criação de novas línguas. Selecionamos 10 línguas incríveis da ficção, confira:

1 – Dothraki – As Crônicas do Gelo e do Fogo, de George R. R. Martin:

2. Quenya – Obra de J. R. R. Tolkien:

3. Novafala (novilíngua) – 1984, de George Orwell:

4. Sindarín – Obra de J. R. R. Tolkien;

5. Valiriano – As Crônicas do Gelo e do Fogo, de George R. R. Martin;

6. Láadan – Native Tongue, de Suzette Haden Elgin;

7. Nadsat – Laranja Mecânica, de Anthony Burgess;

8. R’lyehian – Obra de H. P. Lovecraft;

9. Ofidioglossia – Harry Potter, de J. K. Rowling;

10. Zaum – O Livro de Velimír Khlébnikov;

Fonte: Listas Literárias

Veja os e-books mais acessados de 2016 – Biblioteca Virtual Universitária (BVU)

Veja abaixo os e-books mais acessados no portal Biblioteca Virtual Universitária (BVU) de 2016.

Para visualizá-los basta acessar o link https://ucsvirtual.ucs.br/startservico/PEA/. É necessário realizar o login no UCSVirtual para ter acesso ao conteúdo.

1º – Universidade e Sociedade

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2 º – Administração de Marketing  14ª edição

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3º – Estática Mecânica para Engenharia  12ª Edição 

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4º – Princípios de Marketing  15ª Edição 

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5º – Resistência dos Materiais 7ª edição 

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6º- Sistema de Informação Gerenciais 11ª edição 

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7º – Conhecendo o Marketing 

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8º – Princípios de Administração Financeira  12ª edição 

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9º Introdução à Pesquisa de Marketing

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10º Metodologia Científica  6ª edição 

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11º Pesquisa de Marketing Foco na Decisão

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12ª Gestão de Vendas Uma Abordagem Introdutória 

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13º Teorias da Administração

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14º Marketing Essencial: Conceitos, Estratégias e Casos 2ª edição. 

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15º Gestão de Pessoas: O novo papel dos recursos humanos nas organizações

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Ler 200 livros por ano é mais fácil do que você imagina

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É possível ler 200 livros por ano. Pelo menos se empregasse o tempo anual que gasta com redes sociais virando as páginas de um bom texto. Quem garante é o escritor norte-americano Charles Chu, que experimentou (e comprovou) a própria tese em 2015, quando lançou a si mesmo o desafio de ler pelo menos 3 obras por semana.

Tudo começou quando ele descobriu que seu ídolo, o megainvestidor Warren Buffett, atribuía o próprio sucesso à intensidade da sua relação com os livros.

“Leia 500 páginas por dia”, disse o bilionário, segundo o USA Today. “É assim que o conhecimento funciona, é construído (…) Qualquer um é capaz de ler 500 páginas por dia, embora a minoria realmente faça isso” .

Na época, Chu estava no seu “emprego dos sonhos” e era visto como um grande vencedor por seus amigos e familiares, mas sentia um vazio inexplicável e estava cheio de dúvidas quanto às próprias escolhas. Ele decidiu então seguir o conselho de Buffett e investir, com força, nos livros. Deu certo: ele não conseguiu manter a média de 500 páginas por dia, mas ao final de dois anos já tinha começado (e terminado) mais de 400 títulos.

Para provar que a façanha de ler 200 livros por ano não é tão difícil quanto parece, ele propõe um cálculo simples, com base em apenas dois dados numéricos.

O primeiro é que, em média, um norte-americano lê de 200 a 400 palavras por minuto. O segundo é que um livro de não-ficção tem em média 50 mil palavras. Em 200 livros, portanto, há 10 milhões de palavras. Se o seu ritmo for de 400 palavras por minuto, isso significa que a leitura das duas centenas de obras consumirá 25 mil minutos ou 417 horas. Se você leva um susto ao ouvir “417 horas”, diz Chu, vale fazer algumas comparações para dar a dimensão de quanto tempo isso significa ao longo de 12 meses. Em média, um norte-americano passa 608 horas por ano nas redes sociais. O tempo de televisão é ainda maior: 1.642 horas anuais.

O problema é colocar essa constatação teórica em prática, até porque a construção de um novo hábito não depende apenas de força de vontade. Segundo Chu, o primeiro passo é criar um ambiente favorável à leitura.  “Se você quisesse parar de usar cocaína, deixaria o pó disponível pela casa? É claro que não”, escreve ele. Tenha um espaço livre de distrações tecnológicas. Silêncio e conforto também são fundamentais.

Isso não significa, porém, que você deva ler apenas em condições perfeitas. Muito pelo contrário: o ideal é que você se torne um leitor versátil e flexível, capaz de se adaptar a diversos formatos e ambientes de leitura.

Fonte: Exame

 

UCS comemora hoje 50 anos de fundação

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Cerimônia de instalação da UCS, com a posse de seu primeiro reitor, Virvi Ramos. Foto: Ary Pastori

No dia 10 de fevereiro de 1967, o então Presidente da República Castelo Branco assinou o Decreto 60.200, autorizando a sua constituição, por meio da Associação Universidade de Caxias do Sul, criada em 16 de agosto de 1966, que reunia as entidades mantenedoras das Faculdades de Ciências Econômicas, de Filosofia, Direito, além das Escolas de Enfermagem e Belas Artes. Em 15 de fevereiro de 1967, foi instalada a Universidade e empossado o seu primeiro reitor, Virvi Ramos.

Já é a Biblioteca Central da Universidade de Caxias do Sul (BICE/UCS) foi criada em 04 de maio de 1970, a partir do acervo das bibliotecas do Instituto de Belas Artes, Departamento de Ciências Jurídicas, Departamento de Filosofia e Ciências Humanas, Escola de Enfermagem e Departamento de Economia.  Inicialmente, a BICE contava com um acervo de cerca de 23.500 volumes. Em 1993 instituiu-se o Sistema de Bibliotecas da Universidade de Caxias do Sul (SIBI/UCS) através da instalação de bibliotecas setoriais nos Campi e Núcleos da Universidade. Atualmente, em função da área de abrangência da própria Universidade, o Sistema é composto por 12 bibliotecas, somando uma área construída d aproximadamente 9.100m2.

Durante este ano de 2017, diversas atividades marcarão as comemorações do cinquentenário da UCS , como o lançamento do Documentário e álbum “UCS 5O Anos”, atividades diversas com alunos, funcionários e professores.

Fonte: UCS

Texto adaptação: Pedro Rosano

Pensando em fazer uma pós-graduação? Veja algumas dicas importantes

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8 livros indicados por Barack Obama

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Poucos dias antes de deixar a Casa Branca, o ex-presidente dos Estados Unidos Barack Obama revelou a revista Wiredlivros que o influenciaram e ajudaram a moldar suas opiniões e seus discursos. Obama deixou o cargo como um dos maiores oradores da política moderna. Mas não foram só obras políticas que o ajudaram na tarefa que teve pelos últimos oito anos, confira abaixo as oito indicações de leitura:

The Collected Works – Abraham Lincoln

41On4KOdH3L._SX312_BO1,204,203,200_.jpgAo New York Times, Obama disse que os escritos do ex-presidente Abraham Lincoln, de Martin Luther King Jr., Gandhi e Nelson Mandela foram extremamente úteis. “Nos momentos muito difíceis, a Presidência pode nos isolar muito”, afirmou ao jornal. Ele lembrou que há cópia manuscrita o Discurso de Gettysburg, escrito por Abraham Lincoln em 1863, no dormitório que leva o nome do ex-presidente. Contou que, muitas vezes, à noite, ele saía de sua sala de trabalho para ler o texto. Mas não era só este escrito que lhe interessava de Lincoln. O livro The Collected Works of Abraham Lincoln reúne outros discursos, cartas pessoais, perdões e ordens de guerra do 16º presidente dos EUA. Muito da oratória de Obama inspirou-se nesses escritos.

Parting the Waters: America in the King Years 1954-63 – Taylor Branch

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Primeiro livro da trilogia de Taylor Branch que lhe rendeu um Pulitzer e que narra a entrada de Martin Luther King no movimento de direitos civis. Livro essencial para entender uma era de quebra de paradgimas no século passado.

The Power Broker: Robert Moses and the Fall of New York – Robert A. Caro

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A biografia de Robert Moses, que mudou a cara de Nova York. O engenheiro mudou a estrutura básica da cidade, criou projetos públicos na ordem de US$ 27 bilhões, convenceu a ONU a construir sua sede em Manhattan e investiu em novas vias de transporte. Para o bem ou para mal (muito do que ele projetou foi a causa de diversos problemas urbanos que a cidade vivenciou), é um dos maiores nomes na indústria de construção americana.

Da Próxima Vez, o Fogo – James Baldwin

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O livro cujo título original é The Fire Next Time contém dois ensaios de James Baldwin com narrativas pessoais que tem um cenário comum de tensões raciais e desigualdades do início dos anos 1960.

Andy Grove: The Life and Times of an American, Richard S. Tedlow

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Nascido na Hungria, sobrevivente do Holocausto e da invasão soviética, Andry Grose foi o CEO da Intel durante a maior fase de crecimento da companhia. O livro narra a trajetória de um dos maiores empresários do século XXI e visto como herói dentro do Vale do Silício.

Sapiens – Uma Breve História da Humanidade – Yuval Noah Harari

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Yuval Noah Harari escreve sobre “disrupções” sob uma nova perspectiva. Muito antes da era digital, nossos ancestrais Homo sapiens vivenciaram uma revolução cognitiva que os permitiu ir além de suas fronteiras e colonizar o mundo. Harari traça os principais pontos de mudança, aborando assim a história da humanidade desde o surgimento da espécie. Relata fatos do passado cruzando outros do presente, como nossas experiências modernas com bioengenharia.

Rápido e Devagar, Daniel Kahneman

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Boa parte da carreira do psicólogo Daniel Kahneman foi dedicada a estudar o pensamento humano – a partir do viés cognitivo e teorias (uma das quais lhe rendeu um Nobel). Neste livro, ele destrincha as diversas formas de pensar.

A sexta extinção – uma história não natural – Elizabeth Kolbert

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Elizabeth Kolbert parte da constatação que em um século, a mudança climática causada pelo homem pode eliminar metada das especies que vivem na Terra atualmente. Ela começa a analisar essa extinção em massa por várias perspectivas: da Floresta Amazônica até o derretimento das gelerias no Ártico. Um livro que narra o impacto da intervenção do homem na natureza.

Fonte: Negócios Época

Texto – Adaptação: Pedro Rosano