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Escritor, poeta, crítico de arte, biógrafo, tradutor, memorialista e ensaísta brasileiro, Ferreira Gullar nasceu José Ribamar Ferreira em São Luis, no Maranhão, dia 10 de setembro de 1930, era o quarto dos 11 filhos de  Newton Ferreira e Alzira Ribeiro Goulart. Ainda na infância, em sua cidade natal, foi que Gullar se descobriu artista ao ler a obras de autores como Gonçalves Dias, Olavo Bilac e Raimundo Correia.

O escritor fez parte de um movimento literário difundido através da revista que lançou o pós-modernismo no Maranhão, A Ilha, da qual foi um dos fundadores. Nos anos 50, morando no Rio de Janeiro, participou da exposição concretista que é considerada o marco oficial do início da poesia concreta. Ainda nesta década criou, com Lígia Clark e Hélio Oiticica, o neoconcretismo, que valoriza a expressão e a subjetividade em oposição ao concretismo ortodoxo.

Nos anos 70 Ferreira Gullar foi militante do Partido Comunista Brasileiro e, exilado pela ditadura militar, viveu na União Soviética, na Argentina e Chile, retornando ao Brasil em 1977, quando retomou sua carreira.

Ao longo de sua vida, Gullar colecinou conquistas, como o Prêmio Camões, a mais importante premiação de Literatura de Países de Língua Portuguesa, além de ter sido indicado, em 2002, ao Nobel de Lieteratura, Ferreira Gullar foi o postulante da cadeira 37 da Academia Brasileira de Letras.

Ferreira Goulart morreu no último domingo (4) aos 86 anos, sendo reconhecido como um dos mais importantes poetas de sua geração.

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