Sugestão Literária: “O menino do pijama listrado”, de John Boyne

O projeto Sugestão Literária vem aí com mais um funcionário do Sistema de Bibliotecas da UCS indicando um livro que tenha lhe marcado. A experiência literária da vez é a de Iracema Maciel com o livro “O menino do pijama listrado”, de John Boyne.

Houve ainda, em 2008, uma adaptação cinematográfica rodada pela Heyday/Miramar, em Budapeste. Atores como David Thewlis, Vera Farmiga, Rupert Friend, Asa Butterfield e Sheila Hancock foram as estrelas do filme.

download.jpgBruno tem nove anos e não sabe nada sobre o Holocausto e a Solução Final contra os judeus. Também não faz idéia que seu país está em guerra com boa parte da Europa, e muito menos que sua família está envolvida no conflito. Na verdade, Bruno sabe apenas que foi obrigado a abandonar a espaçosa casa em que vivia em Berlim e a mudar-se para uma região desolada, onde ele não tem ninguém para brincar nem nada para fazer. Da janela do quarto, Bruno pode ver uma cerca, e para além dela centenas de pessoas de pijama, que sempre o deixam com frio na barriga.
Em uma de suas andanças Bruno conhece Shmuel, um garoto do outro lado da cerca que curiosamente nasceu no mesmo dia que ele. Conforme a amizade dos dois se intensifica, Bruno vai aos poucos tentando elucidar o mistério que ronda as atividades de seu pai. O menino do pijama listrado é uma fábula sobre amizade em tempos de guerra, e sobre o que acontece quando a inocência é colocada diante de um monstro terrível e inimaginável. (Cia das Letras)

Iracema revela que leu o livro através das indicações de amigos e que a curiosidade de saber o que tinha por trás do pijama listrado foi o que mais lhe motivou para a leitura. Ela declara  ainda que sentiu muita tristeza conforme aproximava-se do fim.

A história foi desenhada de tal forma que era mais ou menos esperado um final trágico para os amigos socialmente distintos. A funcionária acredita que o encerramento da história do menino do pijama listrado decepcionou, sim, e poderia ter sido diferente. Com base no filme, Iracema salienta que as cenas chocantes nada mais revelam aquilo que todos já sabemos, e que não precisariam fazer parte do filme.

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