Sugestão literária: “Quem, Eu?”, de Fernando Aguzzoli

Em mais uma edição do projeto Sugestão Literária, em que o Sistema de Biblioteca da UCS convida seus funcionários a indicarem um livro que lhes tenha marcado, chegou a vez da bibliotecária Roberta FreitasA funcionária relata sua experiência com o livro “Quem, Eu?”, de  Fernando Aguzzoli

download (1).jpgEle largou tudo que tinha – o emprego, a carreira, os estudos – para cuidar da avó com Alzheimer. E descobriu que compartilhar a dor não é sofrê-la no coletivo. É livrar quem dela sofre. Ao ver a avó que o criou enfrentar o triste dia a dia de um portador de Alzheimer, Fernando Aguzzoli decidiu largar tudo que tinha – o emprego, a carreira, os estudos – para tentar amenizar o sofrimento com amor e muitas risadas. Convivendo com a divertida, bonachona e, claro, sempre esquecida vovó Nilva, Fernando, um jovem aspirante a filósofo com um talento epistêmico para a comunicação, aprenderá uma lição de vida que doença nenhuma poderá apagar. A história real que emocionou o Brasil e vai fazer o leitor rir e chorar em cada página, mas nunca mais se esquecer dela. (Saraiva)

Roberta revela que já tinha ouvido comentários sobre o livro, mas que não imaginava o quanto essa história mexeria com ela até lê-lo. Em relação aos personagens dessa história real, ela afirma que lhe deram grandes lições de vida, e que nem tudo que é ruim precisa ser encarado da pior forma. Ainda de acordo, ela diz: “é possível sermos felizes mesmo quando a doença ou as dificuldades da vida desabam sobre nós”.

A história lhe cativou principalmente pelo otimismo, bom humor e alegria que, conforme salienta Roberta, deveriam fazer parte da rotina de todos, mas que nem sempre isso acaba acontecendo.

Ao final de seu relato, a bibliotecária deixa sua mensagem:
“- Valorize quem você ama, veja a vida de forma mais leve, encare com força e coragem seus obstáculos… Descobri que assim podemos ser muito mais felizes.”

Em relação a obra, em 2014, perto de seu lançamento, o autor conversou com o G1 e declarou: “É muito mais do que um livro para mim. É a última homenagem que eu podia fazer para a minha avó”. E uma curiosidade: Dona Nilva era descendente de italianos e natural de Caxias do Sul. Vale conferir!

Texto: Leonardo Amaral, estudante de Jornalismo.

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