Saber a opinião de um determinado grupo de pessoas é uma coisa extremamente importante em diversos momentos, como por exemplo em uma pesquisa para a faculdade ou para o trabalho. Se você trabalha com marketing ou recursos humanos, por exemplo, muitas vezes precisa saber a opinião de seus clientes ou colaboradores. Se você é aluno de faculdade, seja graduação ou pós, com certeza precisará delas para rechear suas monografias, dissertações e teses com dados que embasam seu trabalho. Nessas situações, é fundamental realizar uma pesquisa bem estruturada. Para isso, a SurveyMonkey, empresa global em plataforma de questionários e pesquisas online‏, preparou algumas dicas que vão facilitar sua vida na hora de ouvir aquelas opiniões que te interessam.pesquisa_de_satisfacao_pmisp_2011

1. Faça uma rápida introdução: uma introdução não apenas é uma forma de agradecer seus respondentes, como também mostrar o objetivo de sua pesquisa É o momento de convencimento que sua pesquisa é importante e merece ser respondida. Atente para o tamanho dessa introdução, se ela for muito longa, provavelmente fará seu entrevistado perder a motivação de responder sua pesquisa.

2. Tome cuidado com as opções de resposta: se você não der aos seus respondentes opções suficientemente variadas, provavelmente eles darão uma resposta pouco condizente com o que realmente querem expressar. Incluir “nenhuma das alternativas” ou “todas as alternativas” pode ser uma opção para sua coleta de dados permanecer ilesa.

Se for uma pergunta com múltiplas escolhas, verifique atentamente se a mesma opções estão sendo utilizadas em outras perguntas da pesquisa que está sendo avaliada os mesmos atributos. Assim, o entendimento do questionário  fica muito mais fácil para os respondentes.

3. Limite a quantidade de perguntas por página: seu entrevistado pode ficar muito cansado de responder um questionário com 15 questões na mesma página, portanto, tente limitar este número em cada página. Mas, ao mesmo tempo, não esqueça de que algumas pessoas vão responder suas perguntas nos smartphones, portanto, fazer uma pesquisa com um questionamento por página talvez fique mais cansativo ainda – a menos que o objetivo seja criar uma lógica de ramificação – modelo que permite direcionar automaticamente os questionados a uma questão ou página mais adiante no questionário, com base em opções de resposta anteriores.

A dica aqui é manter o equilíbrio e pensar em como você preferiria responder uma pesquisa. Assim seu trabalho não parecerá monótono para os respondentes. O que nos leva à próxima dica:

4. Leia a pesquisa como se você fosse o respondente: uma linguagem simples e direta pode ajudar seu respondente a se manter confortável ao longo da pesquisa. Se você usar muitos jargões ou gírias, provavelmente fará com que seu entrevistado fique confuso e não consiga compreender, o que comprometerá seus resultados.

5. Revise seus e-mails antes do envio: se você está enviando sua pesquisa por e-mail, como é possível por meio da SurveyMonkey, por exemplo, verifique se o conteúdo está adequado. É importante fazer uma boa revisão do conteúdo por dois motivos: para ver se não está faltando nada e para se certificar de que o conteúdo que você selecionou para este e-mail não seja considerado spam e acabe na lixeira de seus respondentes.

6. Fique atento com as perguntas ramificadas: elas são muito úteis e necessárias, por isso mesmo, vale uma dica apenas para estas questões: ao utilizá-las, confira se todos os caminhos possíveis do processo possuem lógica e estão arquitetados de forma correta.

7. Teste o tempo de resposta: assim você saberá se tudo está funcionando de maneira correta. Isso pode ser feito cronometrando quanto tempo você ou um amigo utilizam para responder a pesquisa, que se for longa demais, pode se tornar desinteressante.

E certifique-se também de que a pesquisa está funcionando corretamente nos dispositivos móveis. As perguntas podem aparecer de forma diferente em um computador, tablet ou smartphone.

8. Leia com cuidado: verifique se não há erros ortográficos ou gramaticais. Para que isso seja mais efetivo, é interessante ler a pesquisa, se possível em voz alta, assim nenhum detalhe vai passar despercebido. Uma outra forma de testar seu questionário é enviar para um colega analisar e realizar um pré-teste para uma base menor.

9. Verifique se a pesquisa tem linearidade: se você pensou em fazer as questões aparecerem de forma aleatória na pesquisa, tome cuidado com a linearidade das suas alternativas, para não causar confusão na cabeça do respondente devido ao uso da randomização.

10. Não induza seu respondente: questionar utilizando linguagem indutiva pode prejudicar os resultados de sua pesquisa. O entrevistado pode se sentir compelido a responder com o que está contido na pergunta. Exemplo: “Há muitas pessoas que se queixam das condições precárias do transporte público. Concorda com essa opinião?” Esta pergunta pressupõe o que está sendo questionado, induzindo os respondentes a agirem de uma maneira específica.

Fonte: Instituto Information Management

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