Ontem, 21 de maio, foi comemorado os 140 anos da imigração italiana no estado.

Para homenagear nossos antepassados, o Sistema de Bibliotecas da UCS traz, cincos dicas de leitura para conhecer um pouco das obras e da literatura italiana.

Dante Alighieri – A divina Comédia

A Divina Comédia é basicamente o clássico da literatura italiana. Dividido em três partes – Inferno, Purgatório e Paraíso – este poema composto de cem cantos retrata a jornada de Dante na busca de si mesmo, numa espécie de retrospectiva da queda à redenção (história cristã). No caminho, ele será guiado por Virgílio e Beatriz, que representam a razão e a fé respectivamente (Virgílio foi inspirado em seu autor favorito e Beatriz em sua amada que o leva para um final feliz no Paraíso).

Nicolau Maquiavel – O príncipe

“Os fins justificam os meios”, será? Fruto da vivência política de Maquiavel, O Príncipe (Il Principe) é o livro de cabeceira daqueles que almejam o poder.

 

Giovanni Boccaccio – Decameron

Na Toscana assolada pela peste negra em meados do século XIV, dez jovens refugiam-se nas montanhas e passam os dias de forma serena, contando histórias. Eis a moldura narrativa maior de Decameron (do grego, “dez dias”), obra-prima de Giovanni Boccaccio (1313-1375) que, junto com Dante Alighieri e Francesco Petrarca, compõe a tríade das grandes vozes do Renascimento italiano.

 Italo Calvino – Cidades Invisíveis

‘As Cidades Invisíveis’, de Italo Calvino, um dos escritores mais importantes e instigantes da segunda metade do século XX, conta a história do famoso viajante Marco Polo, que descreve para Kublai Khan as incontáveis cidades do imenso império do conquistador mongol. Neste livro, a cidade deixa de ser um conceito geográfico para se tornar o símbolo complexo e inesgotável da existência humana.

Umberto Eco – Cemitério de Praga

Trinta anos após O Nome da Rosa, Umberto Eco nos envolve, mais uma vez, em uma narrativa vertiginosa, na qual se desenrola uma história de complôs, enganos, falsificações e assassinatos, em que encontramos o jovem médico Sigmund Freud (que prescreve terapias à base de hipnose e cocaína), o escritor Ippolito Nievo, judeus que querem dominar o mundo, uma satanista, missas negras, os documentos falsos do caso Dreyfus, jesuítas que conspiram contra maçons, Garibaldi e a formação dos Protocolos dos Sábios de Sião. Curiosamente, a única figura de fato inventada nesse romance é o protagonista Simone Simonini, embora, como diz o autor, basta falar de algo para esse algo passar a existir.

       Todos os livros que aparecem nessa lista estão presentes no acervo do Sistema de Bibliotecas da UCS.

Fontes: HomoliteratusLiterar.

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