
Os primeiros suportes utilizados para a escrita foram tabuletas de argila ou de pedra. A seguir veio o khartés (volumen para os romanos, forma pela qual ficou mais conhecido), que consistia em um cilindro de papiro, facilmente transportado. Aos poucos o papiro é substituído pelo pergaminho, excerto de couro bovino ou de outros animais. O pergaminho acaba sendo substituído pelo códex, que era uma compilação de páginas, não mais um rolo. Uma consequência fundamental do códice é que ele faz com que se comece a pensar no livro como objeto, identificando definitivamente a obra com o livro.
O livro continua sua evolução com o aparecimento de margens e páginas em branco. Também surge a pontuação no texto, bem como o uso de letras maiúsculas. Também aparecem índices, sumários e resumos, e na categoria de gêneros, além do didático, aparecem os florilégios (coletâneas de vários autores), os textos auxiliares e os textos eróticos. Progressivamente aparecem livros em língua vernacular, rompendo com o monopólio do latim na literatura. O papel passa a substituir o pergaminho.
Mas a invenção mais importante, já no limite da Idade Média, foi a impressão, no século XIV. Consistia originalmente da gravação em blocos de madeira do conteúdo de cada página do livro; os blocos eram mergulhados em tinta, e o conteúdo transferido para o papel, produzindo várias cópias.
Foi em 1405 surgia na China, através de Pi Sheng, a máquina impressora de tipos móveis, mas a tecnologia que iria provocar uma revolução cultural moderna foi desenvolvida por Johannes Gutenberg.
No Ocidente, em 1455, Johannes Gutenberg inventa a imprensa com tipos móveis reutilizáveis, o primeiro livro impresso nessa técnica foi a Bíblia em latim.

Uma Bíblia de 641 páginas foi o primeiro livro impresso pelo alemão Johan Gutemberg. Para imprimir cada página Gutemberg precisou forjar letras em chumbo e depois arranjá-las uma a uma, manualmente, para formar painéis com palavras compondo linhas. Para piorar seu trabalho, o estilo de escrita da época era a gótica, com letras cheias de volteios. Uma vez impressa uma página, era preciso deixá-la secar para depois imprimir no verso. Foram feitos cerca de 300 exemplares, mas nem todos eram iguais – alguns tinham as letras iniciais de cada capítulo caprichosamente pintadas à mão.
Gutemberg, filho de um alto funcionário da Casa da Moeda da região da Mogúncia (Alemanha), teve a ideia de criar a imprensa ao ver moedas serem cunhadas. A invenção é considerada uma das mais importantes da história da humanidade pelas profundas mudanças que provocou na difusão do conhecimento no mundo inteiro.
• A Bíblia também é o livro mais vendido. Somente de 1815 a 1998 foram comercializados 3,88 bilhões de exemplares no mundo inteiro.
Fonte: Oficina literária, Oficina das Letras
Na verdade a Bíblia e o livro mais “Distribuído do Mundo Ocidental ” !!!! O maia vendo ainda é o Guines Book !!! E no Ocidente o mais Distribuído é o Corão !!!
É uma pespuisa que nao é muito dificíl mas o que me impressiona é de saber que o primeiro livro feito por Gutemberg é uma biblía !!como é bomsaber que naquela época já se sabia a impotancia da Biblía !!
Olá soy gabriela muchas gracias por la explicacione agora será muy facil terminar my pesquisa falo português puchado mas consigo falar biem!!!
Poderia ser com palavras mais fáceis de entender…
E um bom documentario mais ainda faltam algumas informações