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É hoje o Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor!

Dia 23/04 é comemorado, internacionalmente, o Dia Mundial do Livro e dos Direitos Autorais. A data foi instituída há 17 anos pela Organização das Nações Unidas para a educação, a ciência e a cultura – Unesco. A escolha da data se justifica por representar o aniversário de morte de dois destaques da literatura universal: William Shakespeare e Miguel de Cervantes.

Mensagem da UNESCO para o Dia Mundial do Livro e dos Direitos Autorais

Mensagem de Irina Bokova, diretora-geral da UNESCO, por ocasião do Dia Mundial do Livro e dos Direitos Autorais, 23 de abril de 2014.

A história da palavra escrita é a história da humanidade. O poder dos livros para promover a realização individual e criar mudança social é inigualável. Íntimo, mas profundamente social, os livros proporcionam amplas formas de diálogo entre indivíduos, em comunidades e através do tempo.

Como Malala Yousafzai, a estudante paquistanesa que foi baleada pelo Taliban por ir à escola, disse no seu discurso nas Nações Unidas:
“Vamos pegar nossos livros e nossas canetas. Eles são nossas armas mais poderosas.”

No Dia Mundial do Livro e dos Direitos Autorais, a UNESCO convida todas as mulheres e todos os homens a reunirem-se em torno de livros e de todos aqueles que escrevem e produzem livros. Este é um dia para celebrar os livros como a incorporação da criatividade humana e o desejo de compartilhar ideias e conhecimento, de inspirar compreensão e tolerância.
Os livros não estão imunes a um mundo de mudanças, caracterizado pelo advento dos formatos digitais e pela transição para a partilha de conhecimentos, por meio da abertura de licenças de uso. Isso significa mais incertezas, mas também novas oportunidades – incluindo modelos inovadores de negócio no mundo das publicações. A mudança está levantando questões contundentes sobre a definição do livro e o significado da autoria nesta era digital. A UNESCO está na linha de frente dos novos debates sobre a desmaterialização dos livros e os direitos autorais.
Ao defender os direitos autorais e o livre acesso, a UNESCO advoga pela criatividade, pela diversidade e pelo acesso equitativo ao conhecimento. Trabalhamos em várias direções – da Rede Cidades Criativas da Literatura à promoção da alfabetização e dos recursos educacionais. Por exemplo, em parceria com a Nokia e a World Reader, a UNESCO está se esforçando para aproveitar a tecnologia móvel para apoiar a alfabetização. Para esse fim, em 23 de abril, lançaremos uma nova publicação – Lendo na Era Móvel.
Dentro do mesmo espírito, a cidade de Port Harcourt, na Nigéria, foi nomeada a Capital Mundial do Livro 2014, em razão da qualidade de seu programa, em particular seu foco na juventude e o impacto que terá na melhora da cultura nigeriana de livros, leitura, escrita e publicação, a fim de melhorar os índices de alfabetização. Tendo efeito no Dia Mundial do Livro e dos Direitos Autorais, essa iniciativa é apoiada pela UNESCO, em conjunto com a Associação Internacional dos Editores, a Federação Internacional de Livreiros e a Federação Internacional das Associações e Instituições Bibliotecárias.
Em tudo isso, nosso objetivo é claro – encorajar autores e artistas e assegurar que mais mulheres e homens se beneficiem da alfabetização e dos formatos acessíveis, porque os livros são nossas forças mais poderosas para a erradicação da pobreza e a construção da paz.
(UNESCO)

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Disponível para acesso o periódico em texto completo e resumos Molecular Biology of the Cell (MBoC) que publica artigos científicos que combinam diferentes abordagens metodológicas (bioquímica, genética, morfologia e imunoquímica) sobre a estrutura e a função molecular da célula.

Disponibilidade de acesso para textos completos e resumos desde 1997 até o presente e somente resumos, desde 1992 até o presente.

A Sociedade Americana de Biologia Celular (ASCB) é uma sociedade profissional que foi fundada em 1960.

As publicações são:

 

Biologia Molecular da Célula

Biologia Molecular da Célula (MBOC) é publicada on-line duas vezes por mês pela American Society for Cell Biology. MBOC publica relatórios originais de pesquisa acadêmica, os quais contribuem  para a compreensão científica da base molecular, estrutura e função celular.

MBOC serve como um fórum para apresentar na íntegra os avanços significativos que surgem a partir de uma combinação de abordagens experimentais (por exemplo, bioquímica, genética, morfológica e imunoquímica). Os artigos incluem conjuntos de dados complementares, dados de vídeo e dados inéditos e métodos.

Os artigos aceitos são publicados rapidamente após a aceitação através MBOC in Press .

 

Ciências da Educação CBE-Life

Ciências da Educação CBE-Life (CBE-LSE) é um peiódico online gratuito e trimestral, publicado pela Sociedade Americana de Biologia Celular (ASCB). A revista foi lançada em 2002 como Biologia Celular Educação: A Revista da Educação de Ciências da Vida . O BCSP mudou o nome da revista em 2006 para refletir melhor a amplitude de seus leitores.

CBE-LSE publica artigos revisados ​​por especialistas sobre a educação de ciências da vida para pós-graduação e graduação.

A revista apresenta abordagens em biologia celular, biologia do desenvolvimento, neurociência, bioquímica, biologia molecular, genética, genômica, bioinformática e proteómica.
ASCB Boletim
São as atualizações do boletim mensal dos membros na concessão e atribuição de oportunidades, notas sobre políticas públicas, anúncios de reuniões, notícias de interesse para cientistas etc. Clique aqui para visualizar a página.
Outras Publicações
Ciências da Vida, pesquisa e ensino: estratégias para uma caça bem sucedida do trabalho
Carreiras e Recompensas em Ciências
Exercícios em biologia celular para o Laboratório de Graduação
Explorando o celular

Acesse a base aqui!

 

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História Do Brasil Colônia, A História Do Descobrimento Do Brasil, Os Primeiros Contatos Entre Portugueses E Índios, O Escambo, A Exploração Do Pau-Brasil.

História do Descobrimento do Brasil

Primeiros contatos entre portugueses e índiosEm 22 de abril de 1500 chegava ao Brasil 13 caravelas portuguesas lideradas por Pedro Álvares Cabral. A primeira vista, eles acreditavam tratar-se de um grande monte, e chamaram-no de Monte Pascoal. No dia 26 de abril, foi celebrada a primeira missa no Brasil.

Após deixarem o local em direção à Índia, Cabral, na incerteza se a terra descoberta tratava-se de um continente ou de uma grande ilha, alterou o nome para Ilha de Vera Cruz. Após exploração realizada por outras expedições portuguesas, foi descoberto tratar-se realmente de um continente, e novamente o nome foi alterado. A nova terra passou a ser chamada de Terra de Santa Cruz. Somente depois da descoberta do pau-brasil, ocorrida no ano de 1511, nosso país passou a ser chamado pelo nome que conhecemos hoje: Brasil.

A descoberta do Brasil ocorreu no período das grandes navegações, quando Portugal e Espanha exploravam o oceano em busca de novas terras. Poucos anos antes da descoberta do Brasil, em 1492, Cristovão Colombo, navegando pela Espanha, chegou a América, fato que ampliou as expectativas dos exploradores. Diante do fato de ambos terem as mesmas ambições e com objetivo de evitar guerras pela posse das terras, Portugal e Espanha assinaram o Tratado de Tordesilhas, em 1494. De acordo com este acordo, Portugal ficou com as terras recém descobertas que estavam a leste da linha imaginária (370 léguas a oeste das ilhas de Cabo Verde), enquanto a Espanha ficou com as terras a oeste desta linha.

Mesmo com a descoberta das terras brasileiras, Portugal continuava empenhado no comércio com as Índias, pois as especiarias que os portugueses encontravam lá eram de grande valia para sua comercialização na Europa. As especiarias comercializadas eram: cravo, pimenta, canela, noz moscada, gengibre, porcelanas orientais, seda, etc. Enquanto realizava este lucrativo comércio, Portugal realizava no Brasil o extrativismo do pau-brasil, explorando da Mata Atlântica toneladas da valiosa madeira, cuja tinta vermelha era comercializada na Europa. Neste caso foi utilizado o escambo, ou seja, os indígenas recebiam dos portugueses algumas bugigangas (apitos, espelhos e chocalhos) e davam em troca o trabalho no corte e carregamento das toras de madeira até as caravelas.

Foi somente a partir de 1530, com a expedição organizada por Martin Afonso de Souza, que a coroa portuguesa começou a interessar-se pela colonização da nova terra. Isso ocorreu, pois havia um grande receio dos portugueses em perderem as novas terras para invasores que haviam ficado de fora do tratado de Tordesilhas, como, por exemplo, franceses, holandeses e ingleses. Navegadores e piratas destes povos, estavam praticando a retirada ilegal de madeira de nossas matas. A colonização seria uma das formas de ocupar e proteger o território. Para tanto, os portugueses começaram a fazer experiências com o plantio da cana-de-açúcar, visando um promissor comércio desta mercadoria na Europa.

Fonte: História do Brasil

 

Alguns livros do Sistema de Bibliotecas para comemorar a data:

Brasil : terra à vista! : a aventura ilustrada do descobrimento / Eduardo Bueno

O descobrimento do Brasil : a carta de Pero Vaz de Caminha / Silvio Castro

O descobrimento do Brasil por Pedro Álvares Cabral: antecedentes e intencionalidade/ Damião Peres

O descobrimento do Brasil : subsídio para o estudo de integração do Atlântico Sul / Manuel Nunes Dias

Brasil antes do descobrimento / Lina Maria Kneip, Luciana Pallestrini

Relatos do descobrimento do Brasil : as primeiras reportagens / Maria Cecília Guirado

Licção da Patria : tempos anteriores ao descobrimento do Brasil

Visão do paraíso : os motivos edênicos no descobrimento e colonização do Brasil / Sérgio Buarque de Holanda

500 anos : o documento ímpar do descobrimento do Brasil / org. Maria Augusta de Castilho

Alice no País das Maravilhas, escrita por Lewis Carroll, é uma história intrigante de uma garota que, devido a sua curiosidade extrema, segue um coelho branco, que ela jura estar de casaca e relógio de bolso. Nessa busca, Alice acaba se perdendo, passando o resto do tempo a procura do caminho de casa.
A história da ficção tem um final feliz, mas quem foi Alice na realidade?

A televisão e o cinema já reproduziram essa história algumas vezes, mas é claro tudo a partir do ponto de vista exclusivamente da obra de Lewis Carroll. Mas sabemos que a maioria das histórias de ficção são baseadas de alguma forma em alguma realidade, que pode perfeitamente ter sido adaptada para o contexto e para o universo que o autor pretendia retratar. E com Alice não foi nada diferente.
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Alice Liddell era uma garotinha muito imaginativa, que tinha uma amizade misteriosa com um estranho de 31 anos chamado Charles Dodgson, mais conhecido como Lewis Carroll. Na época em que Lewis a conheceu, Alice tinha apenas 7 anos de idade. E eram bastante frequentes os seus passeios com a garota de canoa pelo lago, que levavam quase que um dia inteiro. A história escrita por Lewis Carroll e que ficou conhecida pelo mundo inteiro, tem várias versões, algumas bastante inocentes, outras trágicas. Alguns dizem que Alice chegou a ser internada em um sanatório, outros dizem que era apenas uma garota muito agitada e com uma imaginação fértil.

O sucesso da obra “Alice no país das Maravilhas”, lançada em 1865, foi tão grande que invadiu os desenhos animados e as telas de cinema e fizeram grande sucesso, como a ultima versão, dirigida por Tim Burton.
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Mas nenhuma dessas versões chegou perto de representar Alice da forma como ela realmente era.
O suposto romance entre o homem de 31 anos e a garotinha de 7 terminou quando seus pais descobriram que Lewis tinha o hábito de fotografar meninas da idade de Alice nuas. Eles então cortaram todos os contatos entre os dois, e Alice e Lewis nunca mais se viram pessoalmente. Essa amizade implicou em muitos problemas para o futuro de Alice, que, quando jovem, se apaixonou por um rapaz chamado Leopold, com quem não pode se casar por causa da desconfiança da sociedade da época. As pessoas provavelmente pensavam que Alice e Lewis tinham tido algo a mais.
Depois de alguns anos, Alice decidiu se casar com o primeiro que aparecesse e lhe pedisse a mão, e assim foi, tornando-se a Sra. Hargreaves.
Lewis chegou a ver uma foto de Alice depois de adulta, quando já era uma mulher casada e com filhos, porém alegou que preferia a menina que ela fora há tempos.

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Fonte: Obvius

Scribd e Oyster assinam parcerias com grandes editoras e usam acervo compartilhado por usuários para criar opções de streaming que facilitam a experiência do livro digital ao permitir acesso em dispositivos diferentes sem perder a página.

Depois de guardar documentos, ouvir música e assistir a filmes por streaming, sem precisar armazenar o conteúdo no computador, chegou a hora dos livros. É esse o conceito por trás dos serviços oferecidos por empresas como Scribd e Oyster.
Chamado de “Netflix dos livros” pela revista Wired, o Scribd lançou seu streaming de livros há cerca de um mês. Por US$ 9 mensais, o usuário ganha acesso ilimitado a um acervo de 40 milhões de títulos, que tem clássicos, publicações independentes, e, recentemente, recebeu o reforço do catálogo de uma editora bastante tradicional nos EUA, a Harper Collins. “Queremos ser parceiros de outras grandes em breve.“, explica Trip Adler, CEO do Scribd, em entrevista ao Link.
Disponível no mundo todo, o sistema se destaca por ser multiplataforma. O usuário pode começar a ler no computador e, ao sair de casa, continuar no celular. Dois poréns: a maior parte do acervo [e a mais saborosa] está em inglês. E, assim como acontece com os filmes no Netflix, não espere achar por lá novidades como O Chamado do Cuco, de J.K. Rowling. O catálogo, embora amplo, tem muitas lacunas uma vez que o Scribd ainda não tem acordos com a maior parte das grandes editoras.
Em um mês de serviço, o livro mais lido no mundo no Scribd é brasileiro: O Alquimista, de Paulo Coelho, em sua versão em inglês. No Brasil, porém, o posto pertence a The Vampire Diaries: The Awakening.
O Oyster conta com cerca de 100 mil livros em seu acervo, também é parceiro da Harper Collins e custa US$ 9,95 por mês, mas está disponível só nos EUA e para iOS. O serviço tem como diferencial o engajamento social, permitindo dar e receber dicas de leitura dos amigos.
Pagando a conta. O streaming de livros parece interessante porque custa aproximadamente o preço de dois e-books, mas oferece aos usuários um número maior de leituras. Mas como esse sistema pode dar lucro?
“Pagamos às editoras quando os usuários leem uma parte considerável da publicação. Quando o livro é lido por inteiro, elas recebem o valor integral de um e-book“, diz Adler.
Dessa maneira, apenas poucos usuários custam ao sistema mais que US$ 8,99 por mês. “O serviço se paga de uma forma mais simples do que parece“, explica o CEO, uma vez que a maior parte dos acessos corresponde a folheadas e consultas rápidas dos usuários – em média, os usuários folheiam 4,5 livros para cada volume lido até o final.
Para o empresário, “o Scribd faz os leitores se sentirem numa biblioteca, como se ler um livro atraísse a leitura de um próximo“, sendo vantajoso para escritores e editoras. Paulo Coelho, por exemplo, já twittou sobre o serviço, dizendo leu vários livros pelo Scribd.
Nem todos pensam assim. Duda Ernanny, que criou a Xeriph, distribuidora brasileira de livros digitais, acha o modelo pouco viável. “Se todos puderem ler os títulos ao mesmo tempo, livrarias e editoras podem acabar, e são elas que sustentam o mercado. Além disso, um serviço desses teria de pagar um absurdo em direitos autorais para tornar disponível um acervo desse tamanho.”
Para Sonia Jardim, presidente do Sindicato Nacional dos Editores de Livros, “é um modelo bom para livros técnico-científicos, combatendo a cultura da cópia que reina hoje nas universidades“. Mas, para ela, “deveria existir um limite de títulos que podem ser acessados ao mesmo tempo. Senão, os autores receberão muito pouco“, diz.
Próxima página. O Scribd existe desde 2006 como uma plataforma de livros e textos muito popular entre universitários. Para o novo projeto, o empresário busca parcerias com editoras, dentro e fora dos EUA.
“O Brasil é importante para nós em termos de tráfego. Queremos logo chegar aí, com textos em português e mais autores brasileiros“, diz Adler.
Hoje, muitos dos livros em português no acervo do Scribd são colocados de maneira ilegal pelos usuários. “Levamos o direito autoral a sério. Nosso negócio só funciona se as editoras ganham, e livros ‘piratas’ não fazem parte disso“, responde o empresário. “Toda vez que retiramos um livro por estar ilegal, contatamos a editora para tê-lo no nosso acervo, porque há interesse do público.“

Fonte: Ebook Press

De acordo com o levantamento realizado por uma agência londrina, a “geração dos smartphones” ainda valoriza segurar produtos culturais em mãos.

Uma pesquisa realizada pela agência londrina Voxburner revelou que a “geração dos smartphones” ainda não abandonou os formatos tradicionais de consumo de produtos culturais como livros, filmes e música.

De acordo com o estudo, o formato em papel dos livros ainda é a melhor opção para a maioria dos jovens, ocupando primeiro lugar na lista, 62% de preferência. Em segundo lugar vem os filmes, com 48%. Jornais e revistas ainda são lidos por 47% e CDs ainda são comprados por 32%.

“É surpreendente porque nós pensamos nos jovens de 16 a 24 anos muito ligados aos seus dispositivos digitais”, afirmou Luke Mitchell, responsável pela Voxburner e uma das coordenadoras do levantamento.

A agência então solicitou que os entrevistados explicassem por que preferiam as versões físicas. Do total, 51% declarou que “gosta de segurar o produto”. “Não fico restrito a um dispositivo em particular” foi a segunda mais votada, com 20%. A “facilidade em compartilhar o livro” foi escolhida por 10% dos participantes. “Posso vender depois de ler” ficou em último, com 6%.

Dentre os comentários espontâneos, havia argumentos como “gosto do cheiro”, “eu coleciono” e até “gosto de estantes cheias”.

Fonte: O Povo

A teoria é o resultado de um estudo de investigadores belgas publicado no Journal of Environmental Psychology. Os investigadores difundiram essência de chocolate numa livraria: os clientes compraram cerca de mais 40 por cento de romances e livros de culinária e mais 22 por cento de livros de outros géneros. Leia mais aqui.
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