Colour Thesaurus: uma enciclopédia de sinônimos das cores

Qualquer pessoa que tenha comprado uma lata de tinta ou um vidrinho de esmalte sabe que existem muitas maneiras de dizer “vermelho”. Pensando nisso, a ilustradora e artista Ingrid Sundberg criou o projeto Colour Thesaurus, que nomeia alguns sinônimos das cores.

A visualização engenhosa mapeia tons de branco, bege, amarelo, laranja, vermelho, rosa, roxo, azul, verde, marrom, cinza e preto, oferecendo em inglês, uma infinidade de rótulos criativos.

O objetivo é ser útil para a escrita e fornecer insights sobre a lingüística. Muitos dos sinônimos criados são retirados de palavras relacionadas a alimentos, animais e plantas, sugerindo associações naturais.

Ingrid diz sobre o projeto “Eu adoro parar na seção de pintura em uma loja de materiais de construção e encontrar novos nomes para vermelho, branco ou amarelo. Ter uma variedade de cores e seus sinônimos me ajuda na escrita. Eu posso pintar um quadro na mente se alguém descrever o cabelo de uma personagem como “cor de ferrugem” ou “laranja cenoura”. Melhor do que somente dizer laranja. Eu criei esta enciclopédia de cores como referência. É claro que há muito mais nomes em todo o mundo, mas isso é apenas um exercício.” 

O Colour Thesaurus é uma ótima alternativa para nos fazer pensar mais sobre as nossas escolhas de cores diariamente. Em vez de falar que a nova parede da sua casa foi pintada apenas de verde, tente inspirar as pessoas com o verde  “limão”, “esmeralda”, “pistache” ou “verde grama”. Assim fica bem mais claro e divertido, não?

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Fonte: Follow the colours

19 Capas de livros clichês

1. A silhueta assustadora de um homem.

2. Mulher segurando uma gaiola por alguma razão.

3. Homem rondando uma cerca.

(Adicione neblina para dar um efeito de época).

4. Mulher em um longo vestido branco.

5. Mulher em um vestido longo decotado nas costas.

6. Um sujeito com espada.

7. Um sujeito de capuz.

8. Um sujeito vestindo um capuz e carregando uma espada.

9. Uma mulher observando a água.

10. Sombra de um homem caminhando para longe.

11. Mulher com bagagem.

12. Pernas de mulher.

13. Muito preto e vermelho.Fonte gótica.

14. Rosa e brilhante.

15. Salto alto, tons suaves.

16. Jóias, tons suaves.

17. Um rosto triste de criança, letra manuscrita.

18. Estrada fantasmagórica para lugar nenhum.

19. Apenas algumas folhas.

Fonte: Buzzfeed

Livro dará US$ 500 mil ao primeiro que desvendar mistério

Capa do livro Endgame: O Chamado

Nova York – Em plena crise do mercado editorial, James Frey lidera o projeto “Endgame: O Chamado”, “um romance do século XXI”, segundo o próprio autor, que, além de abraçar as novas tecnologias, esconde pistas que levarão a um prêmio de US$ 500 mil para o primeiro leitor que resolver seu mistério.

“Não tenho vergonha de dizer que espero vender milhões de cópias com este livro e que ele tem uma vocação comercial. Isso não significa que eu seja um cínico que escreve pensando em uma ideia milionária. Simplesmente tentei oferecer ao leitor a coisa mais legal que veio na minha cabeça”, disse à Agência Efe o autor, que propõe uma competição global e lançou seu livro simultaneamente nesta semana em 30 países.

James Frey parece ter aprendido a lição e tenta deixar suas intenções claras desde o princípio. “Claro que é um projeto comercial. Com Google, 20th Century Fox, Harper Collins e Cesar Palace o financiando, o que você acha?”, perguntou.

Longe ficam já as polêmicas de “Um Milhão de Pedacinhos”, livro publicado em 2003 que conta suas memórias de superação de problemas com drogas e álcool, mas que depois teve que ser redefinido como um livro de semificção por causa das licenças literárias que tomou com sua própria vida.

Por isso, agora decidiu dizer claramente e embarcar em uma fantasia infantil (fazer um quebra-cabeças literário similar ao de um de seus livros favoritos quando era criança, “Marquerade”, de Kit Williams), mas “com todos os discursos oferecidos pelo mundo de hoje”.

Um filme, um jogo de videogame, a ajuda da geolocalização para seguir a aventura de “Endgame” na vida real e até 50 contas em redes sociais que vêm criando uma legião de admiradores há um ano, para aquecer a promoção da obra, são parte do fenômeno “Endgame”, que consistirá em uma trilogia literária: “O Chamado” é só o primeiro de três atos.

Agora, o recurso de espalhar pistas pelas páginas para encontrar esses US$ 500 mil talvez seja o mais polêmico, que poderia ser interpretado como uma ação desesperada por atrair um leitor que, segundo o próprio autor, está cada vez mais entediado.

“O dinheiro é meu. Poderia ter colocado ele em um fundo de investimentos, tê-lo guardado para os estudos dos meus filhos”, se defendeu o autor, que compartilha os créditos da obra com Nils Johnson-Shelton, pois o projeto, além de um ano de desenvolvimento literário, levou 12 meses à procura de empresas associadas e 18 para o desenvolvimento e coordenação de todas as plataformas.

“Não me importa os motivos que levarão as pessoas a ler meu livro, desde que o leiam e desfrutem da história”, disse Frey, que garantiu que o mistério presente na obra é “incrivelmente difícil” de ser solucionado (a editora estima que, no melhor dos casos, levará cerca de nove meses para relacionar as provas) e que não sabe qual será o perfil de leitor que irá consegui-lo.

“Tomara que seja um senhor checo de 80 anos ou uma mulher de 70 em Sevilha (Espanha). Estou convencido que vamos nos surpreender”, afirmou.

Apesar de toda a parafernália que cerca o “Endgame”, Frey considera que, na realidade, não passa de “uma história e personagens que prendem o leitor, que o fazem sofrer, se assustar, emocionar. Um livro de cabeceira para ler todas as noites”, disse.

A obra conta a história de 12 linhagens milenárias que lutam entre si para sobreviver, escolhendo um representante que esteja preparado para uma catástrofe iminente.

Uma dúzia de civilizações antigas das quais Frey faz um resumo histórico, “não com a intenção de ensinar, mas de entreter” e que o autor ficaria encantado, caso o livro seja responsável por “levar alguém a querer saber mais sobre elas”.

Além disso, Frey decidiu não incluir entre essas civilizações o mundo de hoje. “O mundo de hoje é uma ruína. É fascinante, terrível. Mas suponho que nem mais, nem menos, de como o mundo sempre foi”, garantiu.

No entanto, assegurou, apesar de as aventuras sempre o levarem a outras épocas (seu escritor favorito é Alexandre Dumas, especialmente seu livro “O conde de Montecristo”), sua vida, nos dias atuais, não é menos trepidante.

“A vida tem que ser assim, uma aventura em si mesma. E este projeto foi o mais arriscado, frenético e aventureiro que já fiz”, concluiu.

Fonte: Exame

Cengage Learning reúne documentos históricos disponibilizados pelo Portal de Periódicos da Capes em uma Landing Page

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Seis bases históricas, com coleções pertencentes à história de diversos países, estão acessíveis na página para todos os brasileiros

Com objetivo de ampliar o acesso a conteúdos históricos de diversas partes do planeta, a Cengage Learning, líder em soluções integradas de aprendizagem, reuniu todo o acervo em uma Landing Page. O acesso aos conteúdos é permitido, em todo o Brasil, por meio da assinatura realizada pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível de Superior do Ministério da Educação (Capes/MEC), de materiais e serviços oferecidos pela Cengage Learning.

As coleções, disponíveis no Portal de Periódicos da Capes, foram divididas em bibliotecas virtuais que também podem ser encontradas na Landing Page da Cengage Learning –  http://www.cengage.com.br/solucoesdepesquisas/. Os materiais podem ser acessados a partir de qualquer computador conectado à Internet. As bibliotecas estão disponíveis em seis plataformas de navegação, conheça:

- National Geographic Virtual Library (NGVL) – O nome mais confiável do jornalismo na exploração e descoberta, a NGVL suporta uma gama de pesquisa acadêmica nas áreas de ciência, história, tecnologia, meio ambiente, cultura e muito mais.

- Sabin Americana – Com base na bibliografia do marco de José Sabin, a coleção contém trabalhos sobre as Américas publicados em todo o mundo a partir de 1500 até o início de 1900. Contém mais de 6 milhões de páginas de 29 mil obras.

- The Economist Historical Archive (EHA) – Edição fac-símile totalmente pesquisável de The Economist, jornal semanal, é uma leitura essencial para pessoas envolvidas na política, atualidades e todos os aspectos do negócio e do comércio em todo o mundo. A coleção contém cada edição desde o seu lançamento em 1843.

- World Scholar: Latin America and the Caribbean – Reúne documentos primários digitalizados com foco na história da América Latina e do Caribe de volta para o início de 1800 até o período contemporâneo provenientes de coleções nos Estados Unidos da América (EUA).

- The Financial Times Historical Archive – Aborda negócios diários do mundo, com artigos e propagandas impressos no papel desde 1888 podem ser pesquisados e visualizados. Considerada uma ferramenta de pesquisa fundamental, abrangente e imparcial para todos que estudam assuntos públicos, e da história econômica e financeira dos últimos 120 anos.

- Nineteenth Century Collections Online (NCOO) – Recurso inovador para estudos do século XIX, NCCO é uma digitalização global de vários anos e publicação de programa focada em coleções de fontes primárias ao longo do século XIX.

Com o banco de dados em sua Landing Page, a Cengage Learning proporciona fácil acesso a esses recursos e ferramentas necessárias para integrar uma pesquisa de qualidade. Para realizar buscas no site da biblioteca desejada, basta digitar a palavra ou termo na caixa de texto que aparece na página inicial de cada biblioteca. Em caso de pesquisas mais específicas, o usuário deve clicar na opção “Advanced Search” ou “Pesquisa Avançada” e limitar a pesquisa por meio da combinação dos critérios que precisar, bem como data de publicação, tipo de conteúdo, entre outros.

Para conhecer as bibliotecas, acesse o Portal de Periódicos da Capes http://www.periodicos.capes.gov.br, ou a Landing Page http://www.cengage.com.br/solucoesdepesquisas/.

Fonte: Cengage Learning

“Cite This For Me” resolve parte dos seus problemas com o TCC

Pare de xingar as regras e faça uso da ferramenta que faz a sua bibliografia por você

Diz a lenda que 9 entre 10 estudantes odeiam as regras ABNT, e depois de superarem a confecção do TCC, ainda precisam se esmerar na revisão para garantir que as referências foram citadas corretamente para não tomar um puxão de orelha da banca avaliadora.

Para acabar com o drama de graduandos, mestrandos e acadêmicos em geral, a dica é usar o Cite This For Me, uma ferramenta que eu tristemente não conheci durante a faculdade.

A partir da interface, é possível escolher que tipo de referência você quer colocar na bibliografia, preencher os campos e apertar um botão para que o sistema coloque tudo na ordem correta, inserindo páginas e outros detalhes das normativas de formatação de trabalhos acadêmicos.

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Depois de tudo preenchido, basta fazer o download da sua bibliografia, organizada do jeitinho que deveria ser. A interface pode ser utilizada em inglês, espanhol, francês, italiano e alemão e dá para escolher o ‘estilo de citação’ desejado, que inclui a ABNT.

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Fonte: Brainstorm9

Biblioteca de Vacaria – não haverá expediente em 22 de outubro – Feriado Municipal

Em virtude do feriado de Emancipação do Município de Vacaria,  não haverá expediente na biblioteca do Campus de Vacaria (CAMVA), no dia 22 de outubro, próxima quarta-feira.

Todos os empréstimos feitos em CAMVA com data de devolução para este dia serão transferidos para quinta-feira, dia 23 de outubro.

Em caso de dúvidas, entre em contato através do telefone (54)3218-2173, e-mail bice@ucs.br ou Twitter@bibliotecaucs.

Descobertos poemas e pequenos contos inéditos de Truman Capote

 

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Nova York, verão de 2014, Truman Capote havia morrido há 30 anos, mas duas pessoas acreditavam que ele poderia surpreender o mundo mais uma vez. Por isso, a jornalista Anuschka Roshani e seu marido, o editor Peter Haag, editores da obra de Capote em alemão, viajaram de Zurique para os Estados Unidos. Foram à procura de uma coisa que a maioria dos especialistas em Capote nem acreditavam que existisse.

Truman Capote morreu em 25 de agosto de 1984 na casa de sua velha amiga Joanne Carson, ex-mulher do apresentador de TV Johnny Carson, em cujo programa Capote era convidado frequente. Um dia antes de morrer, o escritor entregou à Joanne a chave de um armário de estação de ônibus, mas não especificou sua localização. Lá, disse Capote, estavam textos e cartas, material que seu editor acreditava estar no cofre de um banco, mas que ele resolveu colocar em uma estação. “Parece que ele quis ter uma diversão após a morte”, diz Anushka Roshani. Pois era esse material que a dupla, em princípio, estava buscando.

O que eles acabaram encontrando, no entanto, foi um outro tesouro. Na biblioteca pública que fica na antiga propriedade de Capote, Anuschka e Peter depararam com 34 caixas de papelão com quase 50 anos de escrita. Com uma lupa em mãos – porque a letra de Capote era minúscula –, eles começaram a vasculhar incansavelmente os papéis. Até que encontraram algo que os deixou satisfeitos: uma dúzia de poemas escritos quando Capote tinha entre 14 e 17 anos. Alguns foram publicados há mais de 70 anos, em um jornal do ensino médio, mas a maioria nunca viu a cor de uma tinta impressa. Além dos poemas, também foram encontradas vinte histórias curtas criadas muito antes do autor escrever “Bonequinha de Luxo”.

Mas como foi possível que tal preciosidade ficasse escondida em uma biblioteca durante 30 anos? A explicação é falta de verba para contratar um bibliotecário ou pesquisador que catalogasse o material.

Ao ler as histórias recém descobertas se percebe que Truman Capote era precocemente talentoso. Há belos textos sobre solidão, amor, crime e morte. Temas que depois seriam explorados em sua escrita. Muitos deles têm como cenário o sul dos EUA, onde ele passou a infância.

Agora, o próximo passo do casal é vasculhar todas as estações de ônibus americanas.

Em 2015, este material será reunido e publicados em inglês pela editora Random House, em Nova York, e em alemão pela Kein & Aber, editora de Peter. Mas se você lê em alemão atenção para boa notícia: quatro destas histórias inéditas serão publicadas na edição 42 da revista “ZEIT magazin” que sai na próxima quinta-feira, 9 de outubro, e pode ser lida online. :-)

Fonte: L&PM Blog