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Você sabia que Ernest Hemingway e Scott Fitzgerald fizeram parte da Geração Perdida? Entenda o que foi esse movimento e veja os seus maiores expoentes.

Treine o seu inglês com os livros da Geração PerdidaPouco antes da Primeira Guerra Mundial, a Europa estava passando por um momento de grandes revoluções artísticas. Tanto na arte, quanto na música e literatura, os artistas europeus queriam quebrar os paradigmas e expressarem seus sentimentos e a realidade que viam ao redor. Ao contrário do que oromantismo fazia, os artistas da época buscavam retratar a realidade nua e crua.

Durante os anos finais guerra, antes da Grande Depressão, um grupo de escritores da França começou a chamar a atenção do mundo por conta do seu pessimismo e inovação. O termo “geração perdida” apareceu primeiramente com a poetisa Gertrude Stein. Ela considerava esses artistas desorientados e perdidos, assim como os homens na casa dos 30 anos que acabavam de voltar do conflito. Este grupo de escritores usava a França como uma válvula de escape para os horrores da guerra, onde eles poderiam discutir, criar e usufruir arte.

 

Os principais nomes da época são: Ernest Hemingway, Scott Fitzgerald, T.S. Eliot, Sherwood Anderson, Ezra Pound e o irlandês James Joyce. A obra que popularizou o movimento foi “O Sol Também se Levante”, de Hemingway. Uma das características mais únicas da Geração Perdida é que os escritores eram influenciados diretamente por outras linhas artísticas, como os movimentos modernos da pintura, o jazz americano e os primeiros filmes da história.

 

Confira algumas das obras em inglês dos principais autores da Geração Perdida e aproveite para treinar o idioma:

  • T.S. Eliot

1. » Eeldrop and Appleplax, de T.S. Eliot

2. » Poems, de T.S. Eliot

3. » Prufrock and other Observations, de T.S. Eliot

4. » The Waste Land, de T.S. Eliot

 

  • Scott Fitzgerald

1. » Os Belos e Malditos, de F. Scott Fitzgerald

2. » Tales of the Jazz Age, de F. Scott Fitzgerald

3. » This Side of Paradise, de F. Scott Fitzgerald

  • James Joyce

1. » Ulisses, de James Joyce

 

  • Sherwood Anderson

1. » Marching Men, de Sherwood Anderson

2. » Poor White, de Sherwood Anderson

3. » Winesburg, Ohio, de Sherwood Anderson

  • Ezra Pound

1. » Hugh Selwyn Mauberley, de Ezra Pound

2. » Certain Noble Plays of Japan, de Ezra Pound

 


Comunicamos que nos dias 18/04/14 – Sexta-Feira Santa – Feriado Nacional, 19/04/14 - Sábado de Aleluia – Feriado Universitário e 21/04/14 – Segunda-Feira – Feriado Nacional – Tiradentes, a Biblioteca Central e suas Setoriais não irão funcionar, retornando suas atividades normais no dia 22/04/14 – Terça-feira.

 

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Qualquer dúvida entrem em contato pelo telefone (54)3218-2173, Twitter@bibliotecaucs ou pelo email bice@ucs.br.

Encarne uma garota inglesa do século XVIII em Ever, Jane, um MMORPG (Massive Multiplayer Online RPG) no qual o objetivo é fazer amigos e encontrar pretendentes ao espalhar rumores sobre suas inimigas (!!!). Como em um RPG tradicional, é possível escolher seus principais atributos – você valoriza sua felicidade, como Marianne Dashwood? Ou seu dever, como sua irmã, Elinor? Está mais interessada em fitas, como Lydia Bennet, ou em livros, como Elizabeth Bennet?

Mas se você acredita que se trata de uma narrativa linear de “Orgulho e Preconceito”, ou de outras obras de Austen, vai se decepcionar. Pense no jogo como um fanfiction interativo.

Além dos objetivos principais, há minigames que permitem que você toque piano, pesque, costure, jogue cartas e faça outras atividades inofensivas – como chorar nos travesseiros porque seu amado irá se casar com outra!

Por enquanto, é possível fazer o download de uma versão beta do game. Para melhorar o jogo, seus desenvolvedores colocaram o projeto no Kickstarter.

Fonte: Galileu

A construção da ala da biblioteca foi iniciada 1744, por Johann Gotthard Hayberger. A biblioteca dispõe de cerca de 130.000 volumes, entre muitos manuscritos. A galeria contém numerosas obras dos séculos 16 e 17, mas também algumas obras do medieval-tardio da Escola Danúbio, particularmente por Albrecht Altdorfer.

O Monastério Saint- Floriano

O mosteiro, em homenagem a São Floriano, foi fundada no carolíngio período. Desde 1071 que já abrigou uma comunidade de Cônegos Agostinianos , e é, portanto, é um dos mosteiros mais antigos operacionais do mundo após a Regra de Santo Agostinho .

Entre 1686 e 1708 o complexo do mosteiro foi reconstruído em estilo barroco estilo por Carlo Antonio Carlone, de quem São Floriano é considerado a obra-prima. Após sua morte, o trabalho foi continuado por Jakob Prandtauer. O resultado é o maior mosteiro barroco na Alta Áustria. Os afrescos foram criadas por Bartolomeo Altomonte.

Site OficialBiblioteca da Abadia de Saint-Florian .

Fonte: Biblioteca do MPT/RN

Google Drive:

 

 

Fonte: Prestes a Ressurgir

A leitura é capaz de elevar a autoestima e o conhecimento sobre si mesmo, dizem estudiosos suecos.

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A procura por histórias que refletiam a situação que as pacientes viviam naquele momento, o que permitia uma forte identificação com os textos

A leitura proporciona muitos benefícios, como o acesso a novos conhecimentos e o estímulo à criatividade. Agora, além desses ganhos já conhecidos, outra vantagem do hábito acaba de ser constatada por um estudo realizado na Suécia: a literatura tem o poder de ajudar na recuperação de pessoas afastadas do trabalho por problemas físicos. O grupo responsável pelo estudo acredita que o efeito tenha relação com a elevação da autoestima e da confiança em quem lê.

Lena Martensson, terapeuta ocupacional da Universidade de Göteborg e uma das autoras da investigação, explica que o tema a interessava havia alguns anos. “Pesquisas anteriores afirmam que os benefícios da leitura têm relação com o conteúdo dos livros. Do ponto de vista da ciência ocupacional, eu estava interessada nos possíveis ganhos de ler ficção como uma ocupação diária”, conta.

No estudo, Martensson e sua colega Cecilia Pettersson acompanharam oito mulheres que adoeceram e tiraram licença médica por períodos que variaram de quatro a 36 meses. Em entrevistas aprofundadas, todas as participantes apontaram os livros como grandes companheiros que as ajudaram no processo de recuperação e a retomar as atividades cotidianas.

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A leitura também contribuiu para uma autoimagem positiva e maior autoconhecimento através da experiência subjetiva, notaram as responsáveis pela investigação

A leitura também contribuiu para uma autoimagem positiva e maior autoconhecimento através da experiência subjetiva, notaram as responsáveis pela investigação. “A leitura de ficção é uma atividade significativa que as mulheres doentes iniciaram por conta própria, o que reforçou sua capacidade de participar em eventos diários”, diz Martensson.

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Algo que chamou a atenção das autoras foi a procura por histórias que refletiam a situação que as pacientes viviam naquele momento, o que permitia uma forte identificação com os textos. “A maioria procurou livros que elas acreditavam previamente que lhes faria bem. Elas selecionaram obras que as faziam lembrar da própria situação”, ressalta a cientista. As participantes também disseram buscar obras pelo simples prazer estético e como uma forma de esquecer a doença momentaneamente. Mas elas evitavam textos muito densos. “Era importante que a linguagem não fizesse grandes exigências quanto à capacidade de concentração.”

Todas as voluntárias sempre tiveram interesse pela leitura. No entanto, assim que adoeceram, o hábito foi deixado um pouco de lado. Aos poucos, as letras voltaram a fazer parte da rotina e se tornaram cada vez mais presentes conforme as mulheres se recuperavam. “Além disso, à medida que, gradualmente, se sentiam melhor, elas retornavam para o tipo de literatura que tinham lido no passado”, acrescenta Petterson.

Livros se tornam refúgio necessário Para pesquisadores brasileiros que não participaram da pesquisa sueca, o resultado do trabalho traz informações valiosas sobre o efeito da literatura na vida das pessoas. Diva Maciel, professora do Instituto de Psicologia da Universidade de Brasília (UnB), acredita que o estudo mostra como a literatura pode preencher a falta de um refúgio, algo necessário em um período de repouso. “É uma forma muito interessante de ocupar o tempo. Com o prazer da leitura, essas mulheres conseguem se identificar e preencher um espaço, algo que ajudará na recuperação. Os livros são um recurso que podem ser comparados a outros, como os filmes ou a música, por exemplo”, aponta.

“O escritor Affonso Romano De Santana já contou ter um amigo médico que lhe pedia livros para levar ao hospital, pois notava que os pacientes se sentiam melhores com a leitura, até mesmo os que não sabiam ler e pediam para ouvir as histórias. Esse experimento mostra esse poder da leitura”, completa Maciel.

Para Roberval de Souza, coordenador e professor do curso de psicologia do Centro Universitário Iesb, seja qual for o tema do livro buscado pelos pacientes, ele pode auxiliar quem está em recuperação. “O estudo se assemelha ao que já ocorre com as crianças hospitalizadas. No momento em que elas têm a oportunidade de dar continuidade aos estudos, concomitantemente ao tratamento, elas desenvolvem melhores habilidades de resiliência à própria doença. Já é sabido que a leitura, seja ficção ou não, nos ajuda a construir um repertório simbólico e imaginário que será fundamental para nossa convivência social”, destaca. “A nossa autoestima é moldada a partir de um somatório de vínculos afetivos que construímos desde o inicio da vida. Sendo assim, a leitura funciona como uma ferramenta para nos ajudar a elaborar novas percepções de como podemos nos portar no mundo e na sociedade”, prossegue o psicólogo.

Souza acredita que a literatura está próxima do refúgio de que o ser humano sente necessidade em situações difíceis, como um problema de saúde. “Quando uma pessoa recebe um diagnóstico médico, logo procura se informar sobre a doença. À medida que o paciente consegue obter mais informações, ele pode ajudar mais no tratamento. Em um segundo momento, de aceitação, o paciente poderá recorrer à leitura de obras de ficção, que ajudam a construir um imaginário e uma melhor percepção e enfrentamento da realidade psíquica”, afirma.

Fonte: Saúde Plena

ACS Publications

 

American Chemical Society (ACS) - É uma das maiores editoras de periódicos científicos na área química. Nesta base tenha acesso a mais de 50 periódicos, alguns de alto impacto internacional.

ACS

American Chemical Society (ACS) (“Sociedade Americana de Química”, em português) é uma organização norte-americana de químicos que apoia a investigação científica na área da química. Fundada em 1876 na Universidade de Nova Iorque, a ACS tem atualmente mais de 163.000 membros em todos os níveis de graduação e em todos os campos da química,engenharia química e áreas afins. É a maior sociedade científica do mundo e uma das principais fontes de informação científica autorizada.

A American Chemical Society teve suas origens em 35 farmácias que se reuniram no dia 6 de abril de 1876, no edifício na Universidade de Nova Iorque (intitulado “University of the City of New York” na ​​época; seu nome foi mudado oficialmente em 1896).

Você poderá realizar a busca bibliográfica por meio da Advanced Search (Busca Avançada).

ACS Busca Avançada

Preencha os campos de busca com os dados do artigo que deseja recuperar. Caso não esteja procurando por um artigo específico, mas por um determinado assunto, digite no campo “Anywhere in Content/Website” (buscar por conteúdo em qualquer campo do website), palavras em inglês que remetam ao assunto desejado, como por exemplo: “Congestive Heart Failure”.

ACS exemplo busca

 

Com isso, todos os artigos referentes a esse assunto serão recuperados. Para um resultado mais preciso, você pode filtrar a busca selecionando os periódicos nos quais deseja procurar.

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Depois de feita a busca, para abrir um artigo desejado, escolha uma das opções ao lado, você pode tanto baixar o artigo quanto ler o mesmo online.

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Publicações

A Divisão de Publicações da American Chemical Society, fornece à comunidade científica mundial com uma coleção completa dos, publicações revisadas por pares mais citados na ciências afins química e .

ACS Publications fornece todos os seus produtos eletrônicos por meio de sua plataforma baseada na web premiado. A ACS plataforma Web Editions faz se manter atualizado em seu campo de pesquisa rápida e fácil.

Revistas

ACS publica mais de 40 revistas e jornais com artigos de ponta em um amplo espectro de disciplinas científicas. A amplitude e o alcance da ACS Journals é incomparável, que se estende através de química, física e biologia. Eles cobrem algumas disciplinas como:

  • Agricultura
  • Química Analítica
  • Bioquímica, Biologia Molecular
  • Biotecnologia Aplicada
  • Microbiologia
  • Engenharia Química
  • Química (Geral)
  • Química Clínica
  • Química Computacional
  • Cristalografia
  • Energia e Combustíveis
  • Ciência Ambiental
  • Ciência e Tecnologia de Alimentos
  • Química Inorgânica
  • Ciência dos Materiais
  • Química Medicinal
  • Nanociência
  • Química Orgânica
  • Farmacologia e Farmácia
  • Físico-Química
  • Polímeros
  • Química Teórica
  • Toxicologia

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C & PT

Chemical & Engineering News é uma revista semanal publicada pela American Chemical Society, e é distribuída a todos os membros da ACS. C & EN editores e repórteres com sede na Europa, nos EUA e Ásia, com cobertura em ciência e tecnologia, comércio e indústria, governo e política, educação.

ACS legados Arquivos

ACS Journal Archives  fornecem acesso a mais de 130 anos de pesquisa em química, incluindo mais de 450.000 artigos que datam desde 1879.

ACS Symposium Series

ACS Symposium Series on-line é uma coleção peer-reviewed de e-books da ACS Symposium Series eAvanços em Química, uma série de livros, hospedados na plataforma ACS Edições Web premiado. A série contém um acervo de mais de 1.200 livros que datam dos primeiros avanços na Série Química título publicado em 1949. Cerca de 30 novos livros serão publicados a cada ano e adicionados.

Livros

Os títulos do livro incluem O Guia de Estilo ACS: Comunicação Eficaz de Informação Científica , terceira edição, e reagente Chemicals, 10.ed, ambos reconhecidos como obras de referência com autoridade para o campo da química em todo o mundo.

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