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Os livros narrados podem ser úteis em meio à correria da rotina – a oferta ainda é pequena, mas tem crescido.

 Em meio ao turbilhão da rotina, quando se perde cada vez mais tempo se locomovendo pela cidade, abrir espaço para uma atividade que exige concentração total como a leitura parece cada vez mais difícil. O renascimento de um produto antigo do mercado literário vem tentando fazer com que as pessoas possam “ler”, mesmo quando estão em pleno trânsito, caminhando pelas ruas ou pedalando. São os audiolivros, versões narradas ou encenadas de obras literárias, que, apesar da representação tímida no mercado nacional, começam a ser uma opção real.

Rejane Sultanum foi uma das pessoas que optou por isso. Apaixonada pelos livros, ela decidiu que ouvir histórias poderia ser uma forma de relaxar nas horas de trajeto diário. “É perfeito para o trânsito. Você não se aborrece”, ela explica, dizendo que gosta também de fazer longas caminhadas ouvindo narrativas. “Como eu gosto muito de ler livros físicos em casa, eu deixo eles sempre para o carro. Tem momentos em que a história está tão interessante que eu passo um tempo na garagem do prédio, estacionada, continuando a ouvir”, confessa.

Sandra Silvério, dona da editora Livro Falante, diz que o trânsito é o grande “amigo” de quem cria audiolivros. “O audiolivro nasceu em Los Angeles, onde as pessoas mais passam tempo dentro do carro”, ela explica. Além da caminhada, existem outras atividades propícias para se fazer enquanto se ouve um livro. “As vantagens são várias. A principal é poder ‘ler’ enquanto se praticam outras atividades como, por exemplo, limpar a casa, correr na esteira”, aponta Marco Giroto, diretor da editora Audiolivros.

Várias empresas têm se especializado na área. Além das já citadas Livro Falante e Audiolivros, já estão no mercado editoras como a Universidade Falada, Livro Sonoro e Plugme. Casas de livros físicos como a Rocco e a Nossa Cultura também já têm selos para livros em áudio. Além de traduções de obras internacionais, como Caçador de pipas e Querido John, best-sellers na versão impressa, o mercado abre os olhos para livros de autores brasileiros como1822, de Laurentino Gomes, e Vale tudo: o som e a fúria de Tim Maia, feito e narrado pelo jornalista Nelson Motta. Em breve, Pernambuco deve ter uma superprodução em áudio: o livro Fernando Pessoa, uma quase autobiografia, de José Paulo Cavalcanti Filho, vai ganhar versão com Silio Boccanera, Ferreira Gullar e o global Ricardo Pereira.

“Campeões de venda são audiolivros voltados para concursos públicos e OAB. Depois disso vêm os de autoajuda, finanças, e espírita”, explica Marco Giroto, da Audiolivros. “Poesia e poemas estão no final da lista, não vendem muito bem nesse formato”.

Na Livro Falante, fazem sucessos as obras sobre música. “Elas podem trazer exemplos. Tem o História da música clássica, em que o jornalista explica um determinado período musical e depois põe para tocar na gravação. O melhor meio para ensinar música é o próprio áudio”, defende.

Veja alguns dos sites de editoras de audiolivros:

Audiolivrowww.audiolivroplus.com.br - A editora publica, entre outros, os livros 1808, de Laurentino Gomes, Navio negreiro, de Castro Alves, Feliz ano velho, de Marcelo Rubens Paiva, e O caçador de pipas, de Khaled Hosseini.

Livro Falante - www.livrofalante.com.br – Entre os títulos da casa, estão Contos negreiros, de Marcelino Freire, e obras de Machado de Assis, como Dom Casmurro e Quincas Borba, ambas narradas por Rafael Cortez.

Livro Sonorowww.livrosonoro.com.br - Os títulos são de religião (A roda da vida e Bíblia sonora) e de poesia, com quatro obras com versos de Fernando Pessoa, incluindo seletas de seus heterônimos.

Nossa Cultura - www.nossacultura.com.br – No catálogo na editora estão obras como Gandhi – A história de minhas experiências com a verdade, O monge e o executivo, Febre de bola e Água para elefantes.

Plugme - www.plugme.com.br - O livro 1822, de Laurentino Gomes, saiu pela editora. Também são da Plugme O auto da Compadecida, de Ariano Suassuna, e Mal secreto inveja, de Zuenir Ventura.

Universidade Falada – www.universidadefalada.com.br – Obras de Nelson Rodrigues, Carlos Drummond de Andrade, Kafka, Patativa do Assaré e Moacyr Scliar são alguns dos atrativos da editora.

Rocco – www.rocco.com.br - O grande atrativo são as obras de J. K. Rowling, autora da série Harry Potter, que pertencem à Rocco. A casa ainda tem audiolivros de Clarice Lispector.

Fonte: Jornal do Commercio

Os alunos da disciplina Leitura e Produção Textual I convidam para duas ações de incentivo à leitura organizadas por eles: Roda de Leitura.

Local: Mini auditório da Biblioteca Central

Data: 19/06

Horário: 17h

Dia 26/06, das 16h 30min às 19h, no UCS Cinema, ocorrerá um vídeo-debate sobre o filme “O caso do martelo”, com análises da professora Cristina Knapp e interlocução com o autor da obra, José Clemente Pozenato, sobre as relações literatura e cinema.

Augusto Leal juntou bicicleta e livros para criar a Bibliocicleta, uma bike adaptada com suporte de carga, que leva a leitura, gratuitamente, a comunidades com baixo acesso a livros e cultura. Crianças e adolescentes de Simões Filho, na região metropolitana de Salvador, ganharam um novo apoio, que pode ser replicado  em outros lugares.

Até agora eu não vi comprovação nenhuma dessa história de que brasileiro não gosta de ler. Eu acho que falta o livre acesso ao livro. O cara ganhar um salário mínimo para manter uma família e ainda comprar um livro de 40, 50 reais, é muito caro”. Quem o diz é Augusto Leal, estudante de Design da UFBA na altura em que decidiu criar a Bibliocicleta.

Depois de montar uma biblioteca comunitária com um grupo de amigos, Augusto teve que devolver ao dono o imóvel que ocupavam. O que fazer aos livros arrecadados era a pergunta. Depois de pesquisar bibliotecas itinerantes com ônibus, caminhões ou até animais (na Venezuela tem uma Bibliomula), Augusto quis algo de baixo custo e irreplicável em lugares desfavorecidos. Surgiu a Bibliocicleta, que vive das doações de livros, que são oferecidos aos jovens leitores, e que já arrecadou prêmios.

A cada escola, praça, parque ou outro local público com adolescentes por onde passa a biblioteca itinerante, uma nova experiência. Diz Augusto: “é possível construir o mundo que a gente quer”. Veja toda a história no vídeo feito pelo Imagina na Copa.

Em 2010, o projeto representou a Bahia na Mostra Novíssimos da III Bienal Brasileira do Design e, no ano seguinte, ficou entre os trezentos finalistas do IF Concept Award. Ainda em 2011, a Bibliocicleta recebeu o prêmio de Ponto de Leitura do Programa Mais Cultura do Ministério da Cultura.

Fonte: Biblioteca do MPT/RN

 

Universidade Falada® (UNIFA) tem como objetivo difundir cultura pelo Brasil, distribuindo conteúdo em áudio.No portal www.universidadefalada.com.br você encontrará um endereço eletrônico para uma áudio-teca. Uma gigantesca livraria de assuntos em áudio para você adquirir e escutar onde quiser. Todo o seu conteúdo e os direitos autorais pertencem a Editora Alyá, empresa criada exclusivamente para viabilizar este projeto.

O projeto Universidade Falada® pretende democratizar a cultura, facilitar o acesso às grandes obras à população mais afastada dos grandes centros culturais do país.

Fonte: Blog da Biblioteca Setorial de Ciências Agrárias

 

1. Domínio Público

Bastante divulgado, contém as mais importantes obras da literatura brasileira, portuguesa e universal, imagens e arquivos musicais, cujos direitos autorais já são de domínio público.

Aqui no blog organizamos por ordem de acesso, o ranking dos textos mais baixados no Domínio Público: baixar livros grátis online.

2. Brasiliana USP

Contém um precioso acervo bibliográfico e documental sobre temas brasileiros. Excelente fonte de pesquisas sobre história, cultura e sociedade do Brasil.

3. Faculdade de Medicina da USP

Contém um grande acervo de aulas e teleconferências das áreas de ciências exatas, humanas e biológicas, abertas a qualquer interessado. É um material voltado para quem já tem alguma base nos respectivos assuntos.

4. Biblioteca Digital do Senado Federal

Aqui há 33.895 notícias de jornais sobre a constituinte, que integram um acervo muito variado, composto por mais de 200 mil documentos, cujo tema principal é legislação e podem ser todos baixados gratuitamente.

5. IBGE

Muito mais que um atlas on-line. Aqui você pode encontrar informações atualizadas sobre os 5.570 municípios brasileiros, mapas destinados a públicos diversos, estatísticas, entre muitas outras informações da geografia brasileira.

6. Dicionário Histórico-Biográfico Brasileiro

Parte do Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil da Fundação Getúlio Vargasm este acervo reúne 6.584 verbetes de natureza biográfica e 969 temáticos, relativos a instituições, eventos e conceitos de interesse para a história do Brasil pós-1930. É necessário realizar cadastro para ter acesso gratuito.

7. Enciclopédia Itaú de  Visuais

Excelente fonte de pesquisa sobre artes plásticas em geral (instituições e museus, obras, termos e conceitos).

8. Imprensa Oficial do Estado de São Paulo

Além de um vasto conteúdo, contém a todos os volumes da coleção Aplauso que resgata a memória do teatro, do cinema e da televisão brasileira, para leitura on-line, além de várias obras para downloads gratuito.

9. Projeto Gutenberg

Aqui podem ser encontradas, lidas on-line e baixadas em formato eBook, obras importantes da literatura portuguesa, como “O primo Basílio”, de Eça de Queirós. São cerca de 30 mil obras em língua portuguesa que estão disponíveis, mas, se você souber inglês, esse número pula para mais de 100 mil.

10. The World Factbook
Mantido pela Central Intelligence Agency, o serviço secreto norte-americano (isso mesmo “a” CIA), traz informações atualizadas sobre história, população, governo, economia e geografia, além de mapas de países e regiões do mundo. Não há conteúdo grátis tão completo e confiável, afirma a fonte.

Fonte: UOL

Fator de Impacto (FI), bastante conhecido e utilizado indicador para avaliação da relevância científica de um periódico, e o mais recente, o índice H, proposto em 2005 pelo físico argentino Jorge Hirsch, têm sido questionados (em dois diferentes episódios) sobre o seu uso exagerado como indicadores de qualidade de trabalhos científicos:

A revista Chemistry World, editada pela Royal Society of Chemistry, do Reino Unido, decidiu parar de publicar um ranking on-line que era sucesso entre os leitores. Tratava-se da lista, atualizada algumas vezes por ano, com mais de 500 pesquisadores altamente produtivos na área de química, aqueles que ostentam no currículo um índice-h maior que 55. A decisão de suspender o ranking foi uma capitulação às críticas de que ele dava ênfase demasiada a um simples indicador de desempenho, sem levar em conta outros aspectos da produção científica, e poderia induzir universidades e agências de fomento a tomar decisões simplistas ou equivocadas.
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O peso exagerado que frequentemente é dado ao fator de impacto das revistas está deixando muitos pesquisadores insatisfeitos. Tanto que uma petição foi lançada na internet, pedindo o fim do uso desse fator de impacto como métrica central na avaliação de mérito de pesquisadores, projetos e instituições. Segundo a petição, chamada Declaração de São Francisco sobre Avaliação de Pesquisa (DORA, na sigla em inglês), o mérito de um trabalho (e do cientista que o realizou) deve ser avaliado com base na qualidade do próprio trabalho, e não da revista na qual ele foi publicado. Parece óbvio, mas com frequência não é o que acontece.
Leia os artigos na íntegra:
 

CIENTISTAS EXTRAVASAM SEU DESCONTENTAMENTO COM FATOR DE IMPACTO DAS REVISTAS

FonteBlog da Biblioteca Central Ribeirão Preto / USP

O livro “Gestão da Informação, Inovação e Inteligência Competitiva: como transformar a informação em vantagem competitiva nas organizações”, organizado por Cláudio Starec e publicado pela Editora Saraiva, foi indicado ao Prêmio Jabuti 2013 para concorrer como melhor livro de Administração, Economia e Negócios. A Professora Isa Maria Freire, do Departamento de Ciência da Informação da UFPB e coordenadora do Blog De Olho na CI é uma das autoras.

Fonte: De olho na CI

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