Período Demonstrativo: Periódicos científicos de excelência da NRC Research Press


unnamed

 

 

Cadastre-se já e obtenha acesso GRATUITO até o dia 23/10/2014 a 16 periódicos de alto fator de impacto nas mais diversas áreas da ciência editados por uma das principais editoras científicas do Canadá.

Como representante exclusivo da editora NRC Research Press no Brasil, a Dot.Lib oferece GRATUITAMENTE até o dia 23/10/2014 acesso ao conjunto de 16 periódicos da editora em formato digital. A cobertura oferecida pelas publicações abrange áreas relacionadas às ciências agrárias, biológicas, ambientais, exatas, da terra, da saúde e engenharia.

PERIÓDICOS ELETRÔNICOS

NRC Research Press conta com um portfólio de 16 periódicos eletrônicos com alto fator de impacto que abordam distintas áreas das ciências agrárias, biológicas, ambientais, exatas, da terra, da saúde e engenharia. Ao todo, os títulos oferecem anualmente um conjunto mais de 2.000 artigos de excelência.

  • Applied Physiology, Nutrition and Metabolism
  • Biochemistry and Cell Biology
  • Botany
  • Canadian Geotechnical Journal
  • Canadian Journal of Chemistry
  • Canadian Journal of Civil Engineering
  • Canadian Journal of Earth Sciences
  • Canadian Journal of Fisheries and Aquatic Sciences
  • Canadian Journal of Forest Research
  • Canadian Journal of Microbiology
  • Canadian Journal of Physics
  • Canadian Journal of Physiology and Pharmacology
  • Canadian Journal of Zoology
  • Environmental Reviews
  • Genome
  • Journal of Unmanned Vehicle Systems

1

7 obras pouco conhecidas da literatura para jovens adultos

Em 2014, John Green entrou pela primeira vez na lista da Forbes de escritores mais bem pagos do mundo. Para se ter uma ideia, só aqui no Brasil, A Culpa é das Estrelas vendeu cerca de 570 mil exemplares, tornando-se o livro de maior circulação no ano passado, de acordo com a lista do Publishnews. Durante a Bienal do Livro de São Paulo, quem causou frenesi – e longas filas – foram Cassandra Clare, autora da série Os Instrumentos Mortais, e Kiera Cass, da trilogia A Seleção. Esse fenômeno é semelhante ao que acontecia, por exemplo, com os filmes de Harry Potter e acontece até hoje com os de Jogos Vorazes. São apenas alguns exemplos, mas mostram como o mercado de livros para jovens adultos está aquecido. Graças a isso, muitas distopias, sick-lits e romances adolescentes foram lançados nesse período. Selecionamos 7 livros voltados para esse público e que podem ter passado despercebidos por você:

1. Eleanor and Park – Rainbow Rowell

Eleanor-Parl-Raibown-Rowell

Em sua crítica para o The New York Times, John Green disse que “Eleanor e Park me lembrou não só como é ser jovem e estar apaixonado por uma garota, mas também como é ser jovem e estar apaixonado por um livro.”. Isso não é à toa. Ambientada em 1986, a história de amor entre o meio coreano Park Sheridan e a garota nova na cidade, Eleanor Douglas, é singela e cheia de referências musicais, que vão de U2 a Beatles, passando por Regina Spektor e The Cure.

Em 2013, ano de lançamento nos Estados Unidos, Eleanor e Park foi escolhido como um dos dez melhores livros do ano pela Amazon, um dos 7 melhores livros juvenis pelo The New York Times Book Review e a rede social Goodreads o elegeu como o melhor jovem adulto do ano. Raibow Rowell, autora do livro, também possui outras duas obras já publicadas. Attachments, lançado em 2011 e que ainda não tem previsão para o Brasil, conta a história de um profissional de TI que se apaixona por uma moça enquanto monitorava os emails dela. Já o livro mais recente da autora,Fangirl, lançado por aqui em agosto de 2014, aborda o mundo das fanfics em uma história de crescimento pessoal.

2. Por que Indiana, João? – Danilo Leonardi

por-que-indiana-joao-danilo-leonardi

Com mais de 60 mil inscritos, o canal do Cabine Literária é um dos maiores do país a falar sobre literatura no YouTube. O fundador é também o autor deste livro. Danilo Leonardi vem causando furor entre os outros booktubers (pessoas que fazem vídeos sobre literatura) e os fãs de seu trabalho no Cabine.

Em Por que Indiana, João? temos uma história sobre bullying que foge dos padrões tradicionais. Assim como aconteceu no caso do menino Casey Heynes, conhecido no YouTube como Zangief Kid, o João do título também reage a um bullie e se transforma em viral da internet. Isso faz com que o foco do livro deixe de ser as agressões em si e passe a ser as consequências delas para as diversas pessoas envolvidas – desde quem sofreu até mesmo quem praticou o bullying, trazendo questões importantes como o papel da mídia, dos pais e da escola no combate a esse problema.

3. Jogador nº1 – Ernest Cline

jogador-numero-1-ernest-cline

O ano é 2044 e o cenário não é dos melhores. Crise energética, mudanças climáticas, fome, pobreza, doenças e “meia dúzia de guerras”. Wade Watts é um adolescente de 18 anos que vive em um trailer com mais 15 pessoas e passa a maior parte de seu tempo dentro do OASIS, um jogo online que se transformou em uma realidade virtual usada pelo mundo inteiro. Lá dentro ele assume a identidade de Parzival, um dos muitos caçadores de easter eggs (coisas ocultas) existentes. Estes easter eggs foram deixados pelo criador do jogo, James Halliday, após sua morte. Dez anos se passaram sem que ninguém conseguisse uma pista sobre eles, até que Parzival descobre onde está o primeiro e uma verdadeira busca começa.

Pela sinopse já é possível perceber que Jogador nº1, escrito pelo americano Ernest Cline, é uma boa história de ficção científica e cheia de aventura. O ponto chave do livro, porém, é o clima de nostalgia que o envolve. A caçada pelos easter eggs é recheada de referências a filmes, seriados, jogos e músicas da década de 1980, tudo feito na medida certa para agradar ao público nerd. A grande dica é ler acompanhado pelo Google, para não perder nenhuma das várias citações feitas.

A expectativa para uma adaptação cinematográfica é alta, já que a Warner adquiriu os direitos do livro em 2010 e, em junho de 2014, contratou o roteirista Zak Penn (O Incrível Hulk) para trabalhar em uma versão do roteiro.

4. Trilogia Sábado à Noite – Babi Dewet

sabado_a_noite_babi-dewet

Tudo começou como uma fanfic sobre a banda britânica McFly. A história cresceu e foi transformada em um livro independente, vendido durante a Bienal do Livro de São Paulo de 2010. A responsável por essa jornada é a blogueira carioca Babi Dewet, que conta em seu site que vendeu 200 exemplares só no boca a boca durante o evento e depois esgotou as 1000 cópias que tinha feito. O sucesso dessa venda chamou a atenção de uma editora, que comprou a ideia e decidiu publicar a trilogia completa.

Sábado à noite é uma típica história colegial. Há as meninas populares, os meninos mal comportados (chamados de marotos, em uma referência a Harry Potter), os nerds. Enfim, aquele cenário típico de filmes adolescentes. A história toma outro rumo quando a professora de educação artística decide fazer um trabalho e divide a turma em duplas. Amanda, a personagem principal, é alocada com um antigo amor mal resolvido e, para piorar, ela pensa que sua amiga está apaixonada pelo mesmo garoto. O diretor da escola, alheio a esse drama adolescente, decide organizar bailes todos os sábados à noite para aumentar a interação dos alunos. Uma banda mascarada é contratada e ninguém sabe quem são os meninos, mas Amanda tem certeza que as músicas do guitarrista são feitas pra descrever sua vida.

5. Extraordinário – R. J. Palacio

extraordinario-r-j-palacio

Com A Culpa é das Estrelas, o gênero sick-lit ganhou força e apareceram diversos outros livros que tinham alguma doença como tema central da obra. Dos vários que foram lançados nessa onda, vale o destaque para Extraordinário.

O livro, que atingiu o primeiro lugar da lista dos mais vendidos da The New York Times em junho de 2013, traz a história de Auggie, um menino do quinto ano que possui uma rara doença genética chamada Síndrome de Treacher Collins. Ela causa deformações crânio-faciais, o que pode afetar os ossos da face e resultar em deformações na orelha e problemas nos olhos. O grande desafio do garoto é mostrar que, apesar da aparência, ele é tão normal quanto qualquer um na escola.

As últimas notícias sobre a adaptação cinematográfica do livro são de 2013. De acordo com o Deadline, a Lionsgate é a atual proprietária dos direitos sobre a obra e teria contratado Jack Thorne (do seriado Skins) para trabalhar no roteiro.

6. Lua de larvas – Sally Gardner

lua-de-larvas-Sally-Gardner

Esta distopia, escrita pela britânica Sally Gardner, acompanha a história do garoto Standish Treadwell. Ele tem 15 anos, é órfão, disléxico, criado pelo avô e vive em uma sociedade marcada pela ditadura e opressão, em uma Inglaterra paralela da década de 1950. A situação do garoto só melhora quando Hector se muda para a casa ao lado e as famílias dos dois começam a se ajudar. Porém, assim como os pais de Standish, Hector some de uma hora para outra e cabe a Standish enfrentar a Terra Mãe para salvá-lo.

O livro foi o vencedor do prestigiado concurso inglês Costa Book Award, na categoria Melhor Livro Infantil, e ainda ganhou a Carnegie Medal, que prestigia os melhores livros britânicos para crianças e jovens adultos. A autora também é disléxica e isso é uma parte bastante importante na obra, na qual simplicidade caminha lado a lado com a crueldade. Segundo a crítica do The Guardian, “os leitores adolescentes precisam de grandes temas, grandes ideias e grandes emoções. Encoraje alguém a ler esta forte e comovente novela e abasteça essa pessoa de lenços de papel.”.

7. Anna e o beijo francês – Stephanie Perkins

Anna-e-o-beijo-frances-stephanie-perkins

Em seu site, Stephanie Perkins já diz logo de cara: “escrevo romances para adolescentes (e para adultos que não têm medo de admitir que livros adolescentes são incríveis).”. E é bem isso que seus livros são. Sua trilogia, embora possa ser lida de forma independente, possui histórias que se conectam através de alguns personagens. Anna e o beijo francês é o primeiro destes livros e conta a história da Anna, que se muda para Paris a fim de estudar e precisa se adaptar a uma nova realidade, com novos amigos e amores.

O segundo livro é Lola e o garoto da casa ao lado e segue o mesmo estilo romântico do primeiro. Neste, Lola tinha uma vida tranquila ao lado dos pais e do namorado. Quando os gêmeos Calliope e Cricket voltam a morar na casa ao lado, a vida de Lola sofre uma reviravolta e ela revive os problemas que já teve com os dois: a primeira era sua amiga e decidiu ignorá-la e o segundo machucou o coração da garota tempos atrás.

Estes dois livros já foram lançados no Brasil e integraram a lista de melhores livros para jovens adultos da Yalsa (Young Adult Library Service Association). A trilogia se fecha com Isla and the Happily ever after (Isla e o felizes para sempre, em tradução livre), ainda não lançado por aqui, e que mostra as dificuldades de Isla e Josh em manter um relacionamento frente a conflitos familiares, o futuro acadêmico e a possibilidade cada vez mais real de ficarem separados.

Fonte: Superinteressante

Fundação Dorina lança app de leitura para cegos em 3 idiomas

A Fundação Dorina Nowill para Cegos lança um aplicativo inédito no Brasil para os leitores com deficiência visual. O DDReader – Dorina Daisy Reader para Android é um app gratuito e com interfaces em português, inglês e espanhol. O leitor de livros digitais para tablets e smartphones em formato Daisy amplia o acesso dos portadores de deficiência visual à leitura e passa a ser o primeiro app brasileiro para aparelhos móveis que poderá atender a demanda de pessoas que precisam de livros digitais com acessibilidade.

O app DDReader para Android permite ler com os dedos e os ouvidos, facilitando ainda mais o acesso à leitura para as pessoas com deficiência visual. Com este app, que está disponível no Google Play desde o dia 15 de agosto, além do transporte dos livros, mantêm-se as vantagens do livro digital Daisy, que possibilita a leitura dos conteúdos da mesma forma que um livro impresso: com inserção de marcações, anotações ou observações, consideradas intervenções facilitadoras para o público que busca conteúdos específicos, como consultas a dicionários, por exemplo.

“Este aplicativo é um passo muito importante para o público com deficiência, pois aumenta significativamente o acesso às bibliotecas virtuais, com acervo formado por títulos em vários idiomas e que, em breve, serão conectadas ao aplicativo, dando mais liberdade, facilidade e acesso à leitura”, explica Pedro Milliet, desenvolvedor do APP na Fundação Dorina. “Com a evolução do aplicativo, prevê-se a integração com displays braille, além da implementação da capacidade da leitura de arquivos em formato EPUB3”.

Serão disponibilizados cerca de dois mil títulos em português e não é necessário estar conectado à internet para ler os livros que forem adicionados à biblioteca pessoal do usuário. Quem utilizar o app do DDReader e for cadastrado na biblioteca online acessível BookShared –http://www.bookshare.org terá acesso a um acervo ainda maior, com mais de 9 mil títulos em outros idiomas. Vale lembrar que o Brasil tem 18 milhões de tablets em funcionamento, segundo a FGV – Fundação Getúlio Vargas, e o público com deficiência visual também está incluído digitalmente.

Instituições de outros países como o INCI – Instituto Nacional Para Ciegos, da Colômbia, e a Benetech/Bookshare.org, dos Estados Unidos, também deverão adotar o uso do app gratuito e em código aberto. A novidade ainda permite o acesso a bibliotecas virtuais via smartphones e tablets, devido à mobilidade em nuvem, desde que o usuário seja cadastrado em bibliotecas online que tenham acervo de livros em Daisy.

O aplicativo é um desenvolvimento da Fundação Dorina em parceria com a Results, empresa de softwares acessíveis.

Sobre a Fundação Dorina Nowill para Cegos

A Fundação Dorina Nowill para Cegos atua há 68 anos facilitando a inclusão de crianças, jovens e adultos cegos e com baixa visão, por meio de serviços gratuitos e especializados de reabilitação, educação especial, clínica de visão subnormal e programas de empregabilidade. A instituição foi fundada por Dorina de Gouvêia Nowill, que ficou cega aos 17 anos e percebeu a defasagem de livros para pessoas com deficiência visual no Brasil. A partir disso, iniciou um trabalho para que os livros em braille e a alfabetização por este método chegassem ao país. Com o passar do tempo, a Fundação do Livro para o Cego no Brasil tornou-se Fundação Dorina Nowill para Cegos e passou a oferecer novos produtos e serviços, além dos livros em braille. Atualmente, a instituição é referência na produção de livros e revistas acessíveis nos formatos braille, falado e digital Daisy, distribuídos gratuitamente para pessoas com deficiência visual e para mais de 2500 escolas, bibliotecas e organizações em todo o Brasil.

Mais informações: http://www.fundacaodorina.org.br

 

Fonte : Blog do Editor

CONVITE – Ato de Ler: incentivo à leitura

Convite_Ato de Ler_incentivo a leitura

 

O Pró-Reitor Acadêmico, Professor Dr. Marcelo Rossato, e a Coordenadora do Programa de Língua Brasileira de Sinais, Professora Ma. Flávia Machado , convidam para o evento Ato de Ler: incentivo à leitura.
Este evento é alusivo às comemorações do Dia do Surdo (26/9) e do Dia do Tradutor (30/9).
Data: 29 de setembro de  2014 – segunda-feira
Horário: 19h40min
Local: Biblioteca Central da UCS
Cidade Universitária
Caxias do Sul-RS
Confirmar presença pelo telefone (54) 3218-2178 ou e-mail: libras@ucs.br

Wikipédia pode reinventar as provas escolares

 (Foto: MizzD/flickr/creative commons)

Pouco antes de a Primavera Árabe despontar no Egito e culminar na deposição de Hosni Mubarak, que governou por 30 anos, um estudante dos Estados Unidos escreveu um verbete na Wikipédia sobre o Partido Nacional Democrático, do qual o ditador fazia parte. Pensando ser um tópico menor, que teria pouca repercussão, a surpresa do aluno foi enorme quando o período revolucionário ganhou fôlego e seu artigo passou a ser acessado diariamente por centenas de milhares de pessoas do mundo todo em busca de informações sobre a situação egípcia.

Um número cada vez maior de educadores tem optado por esta alternativa ao modelo tradicional de avaliação. “Se pensarmos em um aluno universitário, ele não vai estar produzindo um trabalho para o professor, com quem já compartilha conhecimentos, mas sim um artigo enciclopédico onde precisa ter um cuidado com vocabulário e contextualização muito maior do que em outras modalidades”, explica Célio Costa, editor veterano da Wikipédia há dez anos e membro do Programa Catalisador, que visa ampliar a relevância da enciclopédia e de outras iniciativas da Fundação Wikimedia no Brasil.

Projeto Wikipédia da Faculdade Cásper Líbero Em parceria com a ONG Ação Educativa, as medidas do programa têm um foco sobretudo pedagógico – junto de outros editores da ferramenta, Costa ministrou oficinas e apoiou diretamente o projeto de João Alexandre Peschanski, professor de Ciência Política da Faculdade Cásper Líbero. A atividade proposta pelo docente no segundo bimestre deste ano aos seus cerca de 170 alunos do curso de Jornalismo foi a seguinte: munidos de 163 relatos e documentos ricos em detalhes nunca antes divulgados pela Comissão da Verdade do Estado de São Paulo, eles seriam avaliados a partir da produção de verbetes na Wikipédia sobre os mortos, torturados e desaparecidos políticos durante a Ditadura Militar brasileira. O assunto foi escolhido no contexto dos 50 anos do golpe, e até então havia sido pouquíssimo documentado na Wikipédia em português, diferentemente dos exemplos chilenos e argentinos.

 (Foto: Emilie Ogez/flickr/creative commons)

De uma lista pré-estabelecida de 166 artigos, foram criados efetivamente 155, já que oito já existentes foram incrementados e três foram excluídos por plágio pelos editores. O enfoque deveria ser os dados biográficos dessas pessoas, bem como os detalhes sobre as mortes e as investigações póstumas dos casos. Apesar de desafios como o tamanho das turmas (normalmente projetos semelhantes englobam 40 estudantes) e outros mais técnicos, como a necessidade de adequação a uma linguagem enciclopédica, mais objetiva e referenciada, o professor e seus alunos consideram que a iniciativa foi proveitosa.

“A chave da questão é que vivemos em um ambiente de revolução das mídias, mas a nossa configuração de aula continua muito tradicional, especificamente o mecanismo de avaliação”, pondera Peschanski, que também faz parte do grupo NeuroMat, composto por pesquisadores experientes que se uniram para aprimorar os verbetes vinculados à ciência emergente da Neuromatemática.

De acordo com o professor, o projeto deu tão certo que, do início ao fim, 80% dos estudantes fizeram pelo menos dez contribuições na Wikipédia, e 40% deles contribuíram com assuntos que nada tinham a ver com o objeto do estudo. “Muitos alunos criaram gosto e vão continuar editando. A experiência teve um ótimo indicie de retenção, eles não só fizeram por causa da proposta, mas viram sentido e prazer naquilo”, aponta Célio Costa. Para Peschanski, a tendência se trata de uma otimização do sistema de provas. “A utilização das novas mídias possibilita um uso mais eficiente da energia criativa que os estudantes colocam em avaliações. Nós professores corrigimos provas e mais provas, os estudantes escrevem linhas e mais linhas e tudo isso vai parar no fundo de uma gaveta”.

Fonte : Galileu

McDonald’s da Índia substitui brinquedos por livros de ciência no McLanche Feliz

 Mc

A rede de fast-food McDonald’s está realizando uma nova experiência com seus tradicionais brindes do McLanche Feliz — o combo direcionado às crianças. Em vez de entregar brinquedos, como costuma fazer, os restaurantes estão dando livros infantis, com temas científicos e educacionais.

O experimento começou em agosto, e vai durar dois meses.

Ao todo, são 16 livros com histórias sobre o corpo humano, espaço, história, animais e fatos científicos. As informações são do DNA India.

“Foco no consumidor é o centro de tudo o que fazemos”, diz o McDonald’s em comunicado. “Brinquedos foram por muito tempo parte da experiência do McLanche Feliz, e continuam sendo. Mas buscamos constantemente oportunidades para as famílias e crianças, com ofertas que agreguem valor e que sejam empolgantes, divertidas e educacionais também.”

Fonte: Info

10 livros para conhecer Moacyr Scliar

Mistério, romance, história: Scliar escreveu sobre tantos temas que é difícil saber por onde começar a ler. Por isso, separamos 10 obras para curtir o autor

10 livros para conhecer Moacyr Scliar Adriana Franciosi/Ver Descrição

São tantas obras de Moacyr Scliar que nem contando nos dedos do pé e nos da mão você tem o número certo. Mais as crônicas, os ensaios e os livros que, por autocrítica, ele decidiu não incluir em suas antologias.

E é natural que se fique um pouco intimidado pela extensa bibliografia do mais ilustre habitante da história do Bom Fim e não se saiba por onde começar as leituras. Por isso, separamos 10 obras para você saber por onde começar a desvendar o universo múltiplo de Scliar, dos contos aos romances históricos de fôlego.

Se você quer conhecer… o Scliar contista:

O Carnaval dos Animais (1968)

Os contos usam como ponto de partida sugestões provenientes do cotidiano e próximas das vivências do escritor e do leitor. O cenário da maioria das histórias é Porto Alegre, e as características conhecidas do espaço conferem natureza verista às narrativas.

Se você quer conhecer… o Scliar romancista

A Guerra no Bom Fim (1972)

O livro é narrado por Joel, que relembra os tempos de menino quando vivia com a família, judia, na Porto Alegre dos anos 1940… em pleno Bom Fim. É um relato da angústia de uma família de imigrantes judeus – a adaptação a uma realidade e a uma sociedade que não são suas.

A mulher que escreveu a Bíblia

O título é bastante explicativo: a história é um relato fictício sobre uma mulher anônima que, há 3 mil anos, tornou-se autora da primeira versão da Bíblia. Narrativa maliciosa que alterna a dicção bíblica com o baixo calão.

Ajudada por um ex-historiador que se converteu em “terapeuta de vidas passadas”, uma mulher descobre que, no século x a. C., foi uma das setecentas esposas do rei Salomão – a mais feia de todas, mas a única capaz de ler e escrever. Encantado com essa habilidade inusitada, o soberano a encarrega de escrever a história da humanidade – e, em particular, a do povo judeu -, tarefa a que uma junta de escribas se dedica há anos sem sucesso.

O Centauro no Jardim

No interior do Rio Grande do Sul, na pacata família Tratskovsky, nasce um centauro: um ser metade homem, metade cavalo. Seu nome é Guedali, quarto filho de um casal de imigrantes judeus russos. A partir desse evento fantástico, Scliar constrói um romance que se situa entre a fábula e o realismo, evidenciando a dualidade da vida em sociedade, em que é preciso harmonizar individualismo e coletividade.

Os Vendilhões do Templo

A expulsão dos vendilhões do Templo de Jerusalém — relatada em poucas linhas do Evangelho de São Mateus — é o ponto de partida para uma narrativa original, que se desdobra em três épocas: 33 d.C., 1635 e os nossos tempos.

As três histórias se entrelaçam e se iluminam umas às outras, desdobrando de maneira inesperada o núcleo temático do episódio bíblico, com diversas possibilidades cômicas e dramáticas e focalizando suas implicações morais. A exemplo do que fez no premiado A mulher que escreveu a Bíblia, Scliar parte da narrativa bíblica para traçar um painel muito pessoal e bem-humorado dos dilemas de nosso tempo.

Se você quer conhecer… o Scliar médico

Sonhos Tropicais

Romance sobre Oswaldo Cruz, responsável pela introdução no Brasil do controle científico das epidemias e protagonista da Revolta da Vacina. Um diagnóstico preciso de uma sociedade que, travada pela miséria e pelo atraso, abre-se com relutância para a modernidade.

Se você quer conhecer… o Scliar autor infanto-juvenil

Pra você eu conto

Em Pra você eu conto, Juca conta a seu neto a emocionante história de sua primeira paixão: Marta, uma professora que luta contra a repressão e contra os nazistas do Rio Grande do Sul.

Max e os Felinos

O alemão Max, um garoto sensível, cresceu sob a severidade de seu pai que sempre lhe incutiu medos e inseguranças. Envolve-se, mais tarde com Frida, esposa de um militar Nazista, o que faz que tenha que abandonar o país. Em meio a viagem de barco, é obrigado, graças a um naufrágio, a dividir o pequeno espaço de um barco com um imenso Jaguar, um felino que sempre lhe aterrorizou.

O livro tornou-se conhecido após o autor, Moacyr Scliar, comentar em um jornal que o Best Seller A vida de Pi seria parcialmente um plágio de seu livro Max e os Felinos.

Se você quer conhecer… o Scliar cronista

Território das Emoções

Coletânea póstuma de crônicas da Companhia das Letras, publica uma grande amostra dos 30 anos de colaboração de Scliar com Zero Hora.

Se você quer conhecer… o Scliar

O Texto, ou: A vida

Obra que mistura autobiografia com antologia, apresenta textos raros, alguns escritos ainda na adolescência de Scliar.

Fonte: Zero Hora